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“Porque eu te olhava e você era o meu cinema, a minha Scarlet O'Hara, a minha Excalibur, a minha Salambô, a minha Nastassia Filípovna, a minha Brigite Bardot, o meu Tadzio, a minha Anne, a minha Lou Salomé, a minha Lorraine, a minha Ceci, a minha Odete Grecy, a minha Capitu, a minha Cabocla, a minha Pagu, a minha Barbarella, a minha Honey Moon, o meu amuleto de Ogum, a minha Honey Baby, a minha Rosemary, a minha Merlin Monroe, o meu Rodolfo Valentino, a minha Emanuelle, o meu Bambi, a minha Lília Brick, a minha Poliana, a minha Gilda, a minha Julieta, e eu dizia a você do meu amor e você ria, suspirava e ria.”
O verbo “olhar” apresenta a principal ação verbal do texto, estando conjugado no tempo
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A necessidade da arte
É comum ouvir, até mesmo de grandes artistas, que a arte é desnecessária e, por isso mesmo, importante. Ou seja: justamente por não ter uma serventia imediata, a arte desempenha o papel de nos lembrar de que a vida é mais que trabalho e consumo, etc. e tal. Mas, embora possa entender esse tipo de conceito, acho que é pouco. A arte tem “utilidade”, sim, e a prova disso é a mudança que ela pode causar na vida de quem a considera mais que um passatempo, de quem não a confunde com chutar bola ou ir ao restaurante.
Em primeiro lugar, a arte pode ser conhecimento. Grandes escritores, pintores e músicos estavam preocupados em entender um pouco mais das sutilezas e riquezas disso que se chama “natureza humana”. Muito antes de haver psicologia, sociologia ou ciência política, as artes já tratavam de questões que até hoje essas disciplinas estudam. Que seria de Freud sem Shakespeare? De Maquiavel sem Sófocles? De Raymundo Faoro sem Machado de Assis? E é por isso que, conhecendo as artes produzidas em outros lugares e/ou épocas, podemos conhecê-las de modo muito mais íntimo, concreto, do que os historiadores até hoje nos permitem conhecer.
Em segundo lugar, a arte, tanto para quem a faz como para quem a consome, é um meio de expressão único. Basta ler as histórias do dr. Oliver Sacks para ver como uma atividade artística pode ser essencial no equilíbrio de uma mente, mesmo quando clinicamente instável. E quem tem uma vida cultural intensa – costuma ir a cinema e teatro, comprar discos e livros, visitar museus – sabe como essas coisas passam a se tornar imprescindíveis, por mais baixo que seja ou esteja seu orçamento. Pois arte, além de conhecimento do mundo em que vivemos, é autoconhecimento, é descoberta ou transformação de nossas próprias emoções e ideias, de nossas reações a esse mundo.
Como resultado, a arte nos faz mais inteligentes, mais capazes de intuições e decisões, de perceber o comportamento dos outros e administrar o nosso próprio. Ao contrário de drogas, bebidas, “adrenalina” (venha da violência, venha inclusive dos esportes) e até mesmo do amor exagerado, uma vida cultural não cria obsessões, não nos fecha para outras realidades; ao contrário, se praticada por prazer e com determinação, ela abre a cabeça – e a preenche – como nada mais. Logo, arte não rima com modismo e preconceito, apesar de tantos “moderninhos” agirem assim.
Felizmente, muitas pessoas hoje estão se cansando das cada vez mais numerosas artes falsas, diferenciando cultura e propaganda, abandonando as ideias simplistas sobre o que é “vanguarda” e o que não é. E estão entendendo que passar algumas horas da semana lendo ou consumindo arte, em vez de ver TV demais ou ir para bares e lojas sem realmente precisar, é que é necessário.
Disponível em: <www.danielpiza.com.br.> Acesso em: março de 2017.
No quarto parágrafo, o autor se vale de diversas palavras e expressões para ilustrar aquilo que ele considera como resultados positivos advindos do contato com a arte. Assinale a alternativa que NÃO apresenta alguma dessas palavras ou expressões.
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A necessidade da arte
É comum ouvir, até mesmo de grandes artistas, que a arte é desnecessária e, por isso mesmo, importante. Ou seja: justamente por não ter uma serventia imediata, a arte desempenha o papel de nos lembrar de que a vida é mais que trabalho e consumo, etc. e tal. Mas, embora possa entender esse tipo de conceito, acho que é pouco. A arte tem “utilidade”, sim, e a prova disso é a mudança que ela pode causar na vida de quem a considera mais que um passatempo, de quem não a confunde com chutar bola ou ir ao restaurante.
Em primeiro lugar, a arte pode ser conhecimento. Grandes escritores, pintores e músicos estavam preocupados em entender um pouco mais das sutilezas e riquezas disso que se chama “natureza humana”. Muito antes de haver psicologia, sociologia ou ciência política, as artes já tratavam de questões que até hoje essas disciplinas estudam. Que seria de Freud sem Shakespeare? De Maquiavel sem Sófocles? De Raymundo Faoro sem Machado de Assis? E é por isso que, conhecendo as artes produzidas em outros lugares e/ou épocas, podemos conhecê-las de modo muito mais íntimo, concreto, do que os historiadores até hoje nos permitem conhecer.
Em segundo lugar, a arte, tanto para quem a faz como para quem a consome, é um meio de expressão único. Basta ler as histórias do dr. Oliver Sacks para ver como uma atividade artística pode ser essencial no equilíbrio de uma mente, mesmo quando clinicamente instável. E quem tem uma vida cultural intensa – costuma ir a cinema e teatro, comprar discos e livros, visitar museus – sabe como essas coisas passam a se tornar imprescindíveis, por mais baixo que seja ou esteja seu orçamento. Pois arte, além de conhecimento do mundo em que vivemos, é autoconhecimento, é descoberta ou transformação de nossas próprias emoções e ideias, de nossas reações a esse mundo.
Como resultado, a arte nos faz mais inteligentes, mais capazes de intuições e decisões, de perceber o comportamento dos outros e administrar o nosso próprio. Ao contrário de drogas, bebidas, “adrenalina” (venha da violência, venha inclusive dos esportes) e até mesmo do amor exagerado, uma vida cultural não cria obsessões, não nos fecha para outras realidades; ao contrário, se praticada por prazer e com determinação, ela abre a cabeça – e a preenche – como nada mais. Logo, arte não rima com modismo e preconceito, apesar de tantos “moderninhos” agirem assim.
Felizmente, muitas pessoas hoje estão se cansando das cada vez mais numerosas artes falsas, diferenciando cultura e propaganda, abandonando as ideias simplistas sobre o que é “vanguarda” e o que não é. E estão entendendo que passar algumas horas da semana lendo ou consumindo arte, em vez de ver TV demais ou ir para bares e lojas sem realmente precisar, é que é necessário.
Disponível em: <www.danielpiza.com.br.> Acesso em: março de 2017.
Ainda em relação ao primeiro parágrafo, assinale a alternativa em que o termo ou a expressão em destaque retoma “a vida é mais que trabalho e consumo, etc. e tal”.
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Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.
Os resíduos sólidos __________ têm como principal característica a biodegradabilidade e devem ser acondicionados em coletores com a cor _____________.
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Assinale a alternativa correta.
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A zeladora de uma secretaria municipal limpa diariamente a geladeira da copa retirando as sujeiras das prateleiras com pano úmido e, depois, organiza os produtos. Porém, ao menos semanalmente, ela faz um processo de limpeza mais detalhado. Assinale a alternativa que apresenta as etapas desse processo na sequência correta.
1. Remover o excesso com pano seco e reorganizar os produtos.
2. Retirar os produtos, transferindo os para outro equipamento, quando possível.
3. Retirar o detergente com pano úmido e desinfetar com solução clorada.
4. Degelar e lavar as paredes internas e prateleiras com detergente neutro.
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Para um serviço de limpeza de u banheiro de uma repartição pública com 2,5 metros de altura, utilizando produtos químicos, qual alternativa apresenta um tipo de EPI que NÃO é obrigatório, de modo algum, a esse tipo de atividade?
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2204846
Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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A Colônia Esperança foi formada por japoneses imigrados do interior de São Paulo que se instalaram no Norte Paranaense por volta de 1935. Qual era a religião professada pelos japoneses da Colônia Esperança?
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Um funcionário da Câmara Municipal de um determinado município, em certo dia de trabalho, recebeu um visitante na cozinha por dez minutos. Para que o visitante entrasse, o funcionário solicitou que ele colocasse touca nos cabelos e demais equipamentos de proteção individual, mas permitiu que ele ficasse com os adornos pessoais. Nesse caso, o funcionário agiu de forma
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Os proibidões da rainha
Livros raros da Biblioteca de D. Maria I estão sendo recuperados. Mesmo após sofrerem censura, títulos sobreviveram nas estantes da realeza.
Uma bíblia em espanhol, quando não era permitido traduzi-la para nenhum outro idioma além do latim; editais de censura do Rei José I, pai de D. Maria I (“A Louca”); um livro de páginas em branco; e até uma lista forjada de livros proibidos: estas são algumas das misteriosas obras censuradas pela monarquia portuguesa, no período de 1777 a 1816, que ficaram sob a guarda da rainha D. Maria I e que agora estão sendo recuperadas pelos serviços de restauração da Biblioteca Nacional (BN).
“A ideia é resgatar a figura de D. Maria I e dos livros proibidos que sobreviveram à biblioteca privativa da família real portuguesa”, afirma a pesquisadora Ana Virgínia Pinheiro, chefe da Divisão de Obras Raras da BN, que conta, no total, com 20 publicações em reparo. Segundo a pesquisadora, as normas de recolhimento e não circulação de determinadas obras serviam para qualquer um, menos para o governante.
“Era proibido, mas a rainha podia... Era um capricho dela ter a guarda desses livros”, explica a pesquisadora, destacando a importância das relações de poder na época da monarquia. “Ocupando a posição de mais alto status, o soberano precisaria conhecer todos os livros que foram publicados um dia e estar ciente de todas as opiniões possíveis de seus súditos”, complementa Ana Virgínia.
Especialista em História da Literatura pela Uerj, Marcus Motta destaca a importância de se preservar esse acervo, como num movimento em contracorrente à modernidade, cuja fluidez das informações pode se perder no ambiente digital. “Esse é o lugar de uma consciência histórica como pressentimento de uma responsabilidade que escapa da rapidez do nosso mundo. É uma questão de memória”, defende o professor.
O estado dos livros, porém, requer cuidado. “Alguns sequer estão identificados por selos oficiais e o desgaste pelo tempo é predominante”, alerta Virgínia, frisando a importância dos títulos encontrados. “Um bom exemplo é Crônica de Nuremberg que, além do nosso, conta apenas com mais um exemplar publicado em primeira edição no mundo inteiro”, completa.
Segundo Marcus Motta, esta ainda é uma preocupação peculiar de centros de memória, mas que deveria ser de todos nós. “Toda geração precisa, ou é convocada, a reescrever a História. Preservando as obras, preservamos a insistência do passado. Tudo deve ser novamente questionado, perguntado, querido e criado como nosso, mesmo que muitos não queiram, por hora, emprestar suas escutas, conclui o professor.
Disponível em: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/pordentro-
da-biblioteca/os-proibidoes-da-rainha
Considerado o seguinte excerto: “Tudo deve ser novamente questionado, perguntado, querido e criado como nosso, mesmo que muitos não queiram, por hora, emprestar suas escutas, conclui o professor.”, assinale a alternativa INCORRETA.
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