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Foram encontradas 50 questões.

2204660 Ano: 2017
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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Deve-se ter muito cuidado no armazenamento dos produtos alimentícios de modo a preservar suas características. Diante disso, assinale a alternativa correta em relação à armazenagem dos alimentos sob temperatura ambiente.
 

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2204658 Ano: 2017
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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No que se refere à preparação e conservação dos alimentos, assinale a alternativa correta.
 

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2204657 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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Os proibidões da rainha
Livros raros da Biblioteca de D. Maria I estão sendo recuperados. Mesmo após sofrerem censura, títulos sobreviveram nas estantes da realeza.
Uma bíblia em espanhol, quando não era permitido traduzi-la para nenhum outro idioma além do latim; editais de censura do Rei José I, pai de D. Maria I (“A Louca”); um livro de páginas em branco; e até uma lista forjada de livros proibidos: estas são algumas das misteriosas obras censuradas pela monarquia portuguesa, no período de 1777 a 1816, que ficaram sob a guarda da rainha D. Maria I e que agora estão sendo recuperadas pelos serviços de restauração da Biblioteca Nacional (BN).
“A ideia é resgatar a figura de D. Maria I e dos livros proibidos que sobreviveram à biblioteca privativa da família real portuguesa”, afirma a pesquisadora Ana Virgínia Pinheiro, chefe da Divisão de Obras Raras da BN, que conta, no total, com 20 publicações em reparo. Segundo a pesquisadora, as normas de recolhimento e não circulação de determinadas obras serviam para qualquer um, menos para o governante.
“Era proibido, mas a rainha podia... Era um capricho dela ter a guarda desses livros”, explica a pesquisadora, destacando a importância das relações de poder na época da monarquia. “Ocupando a posição de mais alto status, o soberano precisaria conhecer todos os livros que foram publicados um dia e estar ciente de todas as opiniões possíveis de seus súditos”, complementa Ana Virgínia.
Especialista em História da Literatura pela Uerj, Marcus Motta destaca a importância de se preservar esse acervo, como num movimento em contracorrente à modernidade, cuja fluidez das informações pode se perder no ambiente digital. “Esse é o lugar de uma consciência histórica como pressentimento de uma responsabilidade que escapa da rapidez do nosso mundo. É uma questão de memória”, defende o professor.
O estado dos livros, porém, requer cuidado. “Alguns sequer estão identificados por selos oficiais e o desgaste pelo tempo é predominante”, alerta Virgínia, frisando a importância dos títulos encontrados. “Um bom exemplo é Crônica de Nuremberg que, além do nosso, conta apenas com mais um exemplar publicado em primeira edição no mundo inteiro”, completa.
Segundo Marcus Motta, esta ainda é uma preocupação peculiar de centros de memória, mas que deveria ser de todos nós. “Toda geração precisa, ou é convocada, a reescrever a História. Preservando as obras, preservamos a insistência do passado. Tudo deve ser novamente questionado, perguntado, querido e criado como nosso, mesmo que muitos não queiram, por hora, emprestar suas escutas, conclui o professor.
Disponível em: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/pordentro-
da-biblioteca/os-proibidoes-da-rainha
De acordo com o que é afirmado no texto, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. Nunca houve, na História, livros realmente proibidos, pois foi descoberto que uma rainha do Brasil possuía uma série deles.
II. As listas de livros proibidos não eram autênticas.
III. À época de D. Maria I, as bíblias só podiam ser traduzidas para o latim.
IV. Nenhum livro com páginas em branco poderia ser guardado na biblioteca da rainha.
 

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2204651 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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Sobre as características históricas e geográficas de Maringá, assinale a alternativa correta.

 

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2204642 Ano: 2017
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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O procedimento que está atrelado à simples retirada das sujeiras ou resíduos macroscópicos é a
 

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2204640 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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O Ranking do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) dos Municípios Paranaenses do ano de 2010 aponta como os melhores IDHM, em ordem decrescente, respectivamente, os municípios de

 

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2204639 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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A Lei Ordinária n.° 7.780/2007, que disciplina os próprios públicos de Maringá, prevê a utilização dos nomes daqueles que foram diplomados como Pioneiros do Município pela Gerência do Patrimônio Histórico da Secretaria Municipal de Cultura. É correto afirmar que a condição indispensável para ser diplomado como Pioneiro é

 

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2204636 Ano: 2017
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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Assinale a alternativa que apresenta as características para um café de melhor qualidade.
I. A qualidade dos grãos.
II. O frescor da torra dos grãos.
III. A qualidade e a temperatura da água.
IV. A proporção entre a água e o pó.
 

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2204634 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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A necessidade da arte
É comum ouvir, até mesmo de grandes artistas, que a arte é desnecessária e, por isso mesmo, importante. Ou seja: justamente por não ter uma serventia imediata, a arte desempenha o papel de nos lembrar de que a vida é mais que trabalho e consumo, etc. e tal. Mas, embora possa entender esse tipo de conceito, acho que é pouco. A arte tem “utilidade”, sim, e a prova disso é a mudança que ela pode causar na vida de quem a considera mais que um passatempo, de quem não a confunde com chutar bola ou ir ao restaurante.
Em primeiro lugar, a arte pode ser conhecimento. Grandes escritores, pintores e músicos estavam preocupados em entender um pouco mais das sutilezas e riquezas disso que se chama “natureza humana”. Muito antes de haver psicologia, sociologia ou ciência política, as artes já tratavam de questões que até hoje essas disciplinas estudam. Que seria de Freud sem Shakespeare? De Maquiavel sem Sófocles? De Raymundo Faoro sem Machado de Assis? E é por isso que, conhecendo as artes produzidas em outros lugares e/ou épocas, podemos conhecê-las de modo muito mais íntimo, concreto, do que os historiadores até hoje nos permitem conhecer.
Em segundo lugar, a arte, tanto para quem a faz como para quem a consome, é um meio de expressão único. Basta ler as histórias do dr. Oliver Sacks para ver como uma atividade artística pode ser essencial no equilíbrio de uma mente, mesmo quando clinicamente instável. E quem tem uma vida cultural intensa – costuma ir a cinema e teatro, comprar discos e livros, visitar museus – sabe como essas coisas passam a se tornar imprescindíveis, por mais baixo que seja ou esteja seu orçamento. Pois arte, além de conhecimento do mundo em que vivemos, é autoconhecimento, é descoberta ou transformação de nossas próprias emoções e ideias, de nossas reações a esse mundo.
Como resultado, a arte nos faz mais inteligentes, mais capazes de intuições e decisões, de perceber o comportamento dos outros e administrar o nosso próprio. Ao contrário de drogas, bebidas, “adrenalina” (venha da violência, venha inclusive dos esportes) e até mesmo do amor exagerado, uma vida cultural não cria obsessões, não nos fecha para outras realidades; ao contrário, se praticada por prazer e com determinação, ela abre a cabeça – e a preenche – como nada mais. Logo, arte não rima com modismo e preconceito, apesar de tantos “moderninhos” agirem assim.
Felizmente, muitas pessoas hoje estão se cansando das cada vez mais numerosas artes falsas, diferenciando cultura e propaganda, abandonando as ideias simplistas sobre o que é “vanguarda” e o que não é. E estão entendendo que passar algumas horas da semana lendo ou consumindo arte, em vez de ver TV demais ou ir para bares e lojas sem realmente precisar, é que é necessário.
Disponível em: <www.danielpiza.com.br.> Acesso em: março de 2017.
O texto de Daniel Piza possui uma estrutura claramente argumentativa. Não por acaso, seus parágrafos possuem conectivos que destacam, com clareza, a função lógica de cada fragmento. Com base nessa premissa, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. O segundo e o terceiro parágrafos trazem argumentos que pretendem defender a ideia de que “a arte tem ‘utilidade’”.
II. O quarto parágrafo, por sua vez, traz as vantagens de o leitor brasileiro consumir arte.
III. O quinto parágrafo, localizado após a conclusão argumentativa do texto, limita-se a trazer um comentário pessoal a respeito da maior parte das pessoas, as quais – felizmente – estão sabendo reconhecer o que é arte de verdade.
 

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2204625 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Maringá-PR
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Sobre a Festa Popular do Fandango, realizada no Paraná, é correto afirmar que é uma festa

 

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