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Foram encontradas 90 questões.

963107 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. Maripá-PR
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No mês passado José fez uma viagem de 250 quilômetros. Para diminuir as despesas ele deu carona à dois amigos, Paulo e Marcos. Paulo foi até o final de viagem com José e Marcos ficou em uma cidade distante 38 quilômetros da cidade de origem. O acordo de José com os amigos foi que ele pagaria metade das despesas da viagem e a outra metade seria dividida entre os dois amigos em partes proporcionais a distância que cada um utilizou. Sabe-se que a despesa total da viagem foi de R$ 96,00. Com base nestas informações é correto afirmar que Paulo e Marcos deverão pagar, respectivamente,

 

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935285 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. Maripá-PR
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As modalidades de licitação previstas na Lei Federal nº 8.666/1993 e na Lei Federal nº 10.520/2002 são

 

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935266 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. Maripá-PR
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AS NEO-DARWINISTAS

As inovadoras descartam o que não faz sentido e escolhem melhor no mundo do trabalho

Nem adianta ter saudade do tempo em que o trabalho era das 9 às 5 e, uma vez fora da empresa, as preocupações e pendências ficavam congeladas até a manhã seguinte. Hoje, você pode definir qual será o seu expediente físico, mas não controla o virtual. Pode se esforçar para "não levar trabalho para casa", como se dizia nos velhos tempos, mas será levada por ele onde quer que esteja, em qualquer circunstância. No mundo da hiperconexão, o seu emprego, atividade ou negócio ficam 24 horas com você, 24 horas em você. A autodisciplina pode ajudá-la a desplugar nos momentos em que sua sanidade exigir, mas, por estar a um clique do seu dedo (polegar, se tiver menos de 30, ou indicador, se for mais crescidinha), sua profissão e você se fundiram inexoravelmente. E é daí que vem uma boa notícia: nessa grande mudança de era em que vivemos, mulheres contemporâneas decretaram que o trabalho será seu melhor amigo. Para selar esta compatibilidade entre trajetória profissional e pessoal, elas decidiram que, muito mais do que dinheiro ou aparente sucesso, o trabalho deve trazer alegria e ter um propósito. Se eu e meu ganha-pão vamos dormir e acordar juntos, que nossos sonhos sejam leves e comuns. A felicidade que as mulheres inovadoras entrevistadas pelo movimento Habla (a área de pesquisa de comportamento feminino da Abril Mídia) estão buscando no trabalho chama-se sentido. Não para justificar o sacrifício da empreitada, mas exatamente para que não haja sacrifício – e sim satisfação antes, durante e depois. O que está sendo valorizado e questionado não são
apenas as finalidades nobres, mas a ética e a consciência da jornada. O que eu quero com isso? Posso fazer melhor? Vai me fazer bem? E aos outros? Ao acreditarem que o trabalho é ao mesmo tempo prazeroso e poderoso – além de essencialmente transformador de si próprias, das pessoas que a cercam e da sociedade em geral –, as neo-darwinistas (como a tendência foi batizada pelo movimento Habla) estão em processo de seleção natural em sua evolução pessoal: descartam o que não serve para seu objetivo de vida e investem em seus melhores recursos e talentos. Olhe em volta e veja quantas delas estão mudando de carreira, de emprego, de ideia. Muitas se tornaram autônomas, tanto na definição da forma de trabalho eleita como no sentido literal da palavra. E deixaram a segurança das carreiras lineares para optar por projetos mais criativos e gratificantes. A mulher brasileira está entre as mais empreendedoras do mundo. Têm, entre 18 e 24 anos, as maiores taxas de participação no universo dos novos negócios. É uma característica das novas gerações que está inspirando as anteriores. Exige disposição, determinação e coragem. Mas, no final do dia, gera seres melhores para perpetuar a nossa espécie.

ALMEIDA, Cynthia. As neo-darwinistas. Revista Cláudia. Editora Abril, n° 7, ano 51, julho de 2012, p. 60.

Marque a alternativa correta.

 

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925971 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. Maripá-PR
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AS NEO-DARWINISTAS

As inovadoras descartam o que não faz sentido e escolhem melhor no mundo do trabalho

Nem adianta ter saudade do tempo em que o trabalho era das 9 às 5 e, uma vez fora da empresa, as preocupações e pendências ficavam congeladas até a manhã seguinte. Hoje, você pode definir qual será o seu expediente físico, mas não controla o virtual. Pode se esforçar para "não levar trabalho para casa", como se dizia nos velhos tempos, mas será levada por ele onde quer que esteja, em qualquer circunstância. No mundo da hiperconexão, o seu emprego, atividade ou negócio ficam 24 horas com você, 24 horas em você. A autodisciplina pode ajudá-la a desplugar nos momentos em que sua sanidade exigir, mas, por estar a um clique do seu dedo (polegar, se tiver menos de 30, ou indicador, se for mais crescidinha), sua profissão e você se fundiram inexoravelmente. E é daí que vem uma boa notícia: nessa grande mudança de era em que vivemos, mulheres contemporâneas decretaram que o trabalho será seu melhor amigo. Para selar esta compatibilidade entre trajetória profissional e pessoal, elas decidiram que, muito mais do que dinheiro ou aparente sucesso, o trabalho deve trazer alegria e ter um propósito. Se eu e meu ganha-pão vamos dormir e acordar juntos, que nossos sonhos sejam leves e comuns. A felicidade que as mulheres inovadoras entrevistadas pelo movimento Habla (a área de pesquisa de comportamento feminino da Abril Mídia) estão buscando no trabalho chama-se sentido. Não para justificar o sacrifício da empreitada, mas exatamente para que não haja sacrifício – e sim satisfação antes, durante e depois. O que está sendo valorizado e questionado não são
apenas as finalidades nobres, mas a ética e a consciência da jornada. O que eu quero com isso? Posso fazer melhor? Vai me fazer bem? E aos outros? Ao acreditarem que o trabalho é ao mesmo tempo prazeroso e poderoso – além de essencialmente transformador de si próprias, das pessoas que a cercam e da sociedade em geral –, as neo-darwinistas (como a tendência foi batizada pelo movimento Habla) estão em processo de seleção natural em sua evolução pessoal: descartam o que não serve para seu objetivo de vida e investem em seus melhores recursos e talentos. Olhe em volta e veja quantas delas estão mudando de carreira, de emprego, de ideia. Muitas se tornaram autônomas, tanto na definição da forma de trabalho eleita como no sentido literal da palavra. E deixaram a segurança das carreiras lineares para optar por projetos mais criativos e gratificantes. A mulher brasileira está entre as mais empreendedoras do mundo. Têm, entre 18 e 24 anos, as maiores taxas de participação no universo dos novos negócios. É uma característica das novas gerações que está inspirando as anteriores. Exige disposição, determinação e coragem. Mas, no final do dia, gera seres melhores para perpetuar a nossa espécie.

ALMEIDA, Cynthia. As neo-darwinistas. Revista Cláudia. Editora Abril, n° 7, ano 51, julho de 2012, p. 60.

Sobre a relação feita entre polegar e indicador, pode-se afirmar:

 

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920647 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. Maripá-PR
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AS NEO-DARWINISTAS

As inovadoras descartam o que não faz sentido e escolhem melhor no mundo do trabalho

Nem adianta ter saudade do tempo em que o trabalho era das 9 às 5 e, uma vez fora da empresa, as preocupações e pendências ficavam congeladas até a manhã seguinte. Hoje, você pode definir qual será o seu expediente físico, mas não controla o virtual. Pode se esforçar para "não levar trabalho para casa", como se dizia nos velhos tempos, mas será levada por ele onde quer que esteja, em qualquer circunstância. No mundo da hiperconexão, o seu emprego, atividade ou negócio ficam 24 horas com você, 24 horas em você. A autodisciplina pode ajudá-la a desplugar nos momentos em que sua sanidade exigir, mas, por estar a um clique do seu dedo (polegar, se tiver menos de 30, ou indicador, se for mais crescidinha), sua profissão e você se fundiram inexoravelmente. E é daí que vem uma boa notícia: nessa grande mudança de era em que vivemos, mulheres contemporâneas decretaram que o trabalho será seu melhor amigo. Para selar esta compatibilidade entre trajetória profissional e pessoal, elas decidiram que, muito mais do que dinheiro ou aparente sucesso, o trabalho deve trazer alegria e ter um propósito. Se eu e meu ganha-pão vamos dormir e acordar juntos, que nossos sonhos sejam leves e comuns. A felicidade que as mulheres inovadoras entrevistadas pelo movimento Habla (a área de pesquisa de comportamento feminino da Abril Mídia) estão buscando no trabalho chama-se sentido. Não para justificar o sacrifício da empreitada, mas exatamente para que não haja sacrifício – e sim satisfação antes, durante e depois. O que está sendo valorizado e questionado não são
apenas as finalidades nobres, mas a ética e a consciência da jornada. O que eu quero com isso? Posso fazer melhor? Vai me fazer bem? E aos outros? Ao acreditarem que o trabalho é ao mesmo tempo prazeroso e poderoso – além de essencialmente transformador de si próprias, das pessoas que a cercam e da sociedade em geral –, as neo-darwinistas (como a tendência foi batizada pelo movimento Habla) estão em processo de seleção natural em sua evolução pessoal: descartam o que não serve para seu objetivo de vida e investem em seus melhores recursos e talentos. Olhe em volta e veja quantas delas estão mudando de carreira, de emprego, de ideia. Muitas se tornaram autônomas, tanto na definição da forma de trabalho eleita como no sentido literal da palavra. E deixaram a segurança das carreiras lineares para optar por projetos mais criativos e gratificantes. A mulher brasileira está entre as mais empreendedoras do mundo. Têm, entre 18 e 24 anos, as maiores taxas de participação no universo dos novos negócios. É uma característica das novas gerações que está inspirando as anteriores. Exige disposição, determinação e coragem. Mas, no final do dia, gera seres melhores para perpetuar a nossa espécie.

ALMEIDA, Cynthia. As neo-darwinistas. Revista Cláudia. Editora Abril, n° 7, ano 51, julho de 2012, p. 60.

A alternativa correta deve ser marcada.

 

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920631 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. Maripá-PR

O HOMEM E A GALINHA

Era uma vez um homem que tinha uma galinha.
Era uma galinha como as outras.
Um dia a galinha botou um ovo de ouro.
O homem ficou contente. Chamou a mulher:
- Olha o ovo que a galinha botou.
A mulher ficou contente:
- Vamos ficar ricos!
E a mulher começou a tratar bem da galinha.
Todos os dias a mulher dava mingau para a galinha.
Dava pão-de-ló, dava até sorvete.
E a galinha todos os dias botava um ovo de ouro.
Vai que o marido disse:
- Pra que este luxo todo com a galinha?
Nunca vi galinha comer pão-de-ló… Muito menos sorvete!
Vai que a mulher falou:
- É, mas esta é diferente. Ela bota ovos de ouro!
O marido não quis conversa:
- Acaba com isso, mulher. Galinha come é farelo.
Aí a mulher disse:
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim! – o marido respondeu.
A mulher todos os dias dava farelo à galinha.
E a galinha botava um ovo de ouro.
Vai que o marido disse:
- Farelo está muito caro, mulher, um dinheirão! A galinha pode muito bem comer milho.
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim. – respondeu o marido.
Aí a mulher começou a dar milho pra galinha.
E todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.
Vai que o marido disse:
- Pra que este luxo de dar milho pra galinha?
Ela que cate o de-comer no quintal!
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim – o marido falou.
E a mulher soltou a galinha no quintal.
Ela catava sozinha a comida dela.
Todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.
Um dia a galinha encontrou o portão aberto.
Foi embora e não voltou mais.
Dizem, eu não sei, que ela agora está numa boa casa onde tratam dela a pão-de-ló.

Ruth Rocha. Enquanto o mundo pega fogo, 2. ed. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1984. p.14.

O texto parece ter sido escrito para o público infantil. São provas disso:

I. A presença acentuada de frases curtas;

II. O uso reiterado de palavras repetidas;

III. O fato de ser um texto narrativo (uma historinha);

IV. A utilização de uma personagem animal;

V. O emprego de termos no sentido figurado;

VI. O recurso a termos coloquiais, como pra, aí, a repetição do e ...

VII. A recorrência de termos de uso corrente e fácil;

VIII. A ambientação do texto num cenário conhecido;

IX. O uso de um texto conhecido e bastante difundido;

X. A sequência lógica cronológica dos acontecimentos.

 

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920584 Ano: 2012
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. Maripá-PR

José pretende comprar um livro e pagar à vista. Ele pesquisou em uma loja próxima a sua casa e encontrou o livro por R$ 30,00 e, se pagar à vista, ele terá um desconto de 10%. José também pesquisou na internet e encontrou o mesmo livro por R$ 20,00, com um desconto de 5% para pagamento à vista, mas ele terá que pagar R$ 9,00 de taxa de entrega. Com base nestas informações é correto afirmar que

 

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920378 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. Maripá-PR

O HOMEM E A GALINHA

Era uma vez um homem que tinha uma galinha.
Era uma galinha como as outras.
Um dia a galinha botou um ovo de ouro.
O homem ficou contente. Chamou a mulher:
- Olha o ovo que a galinha botou.
A mulher ficou contente:
- Vamos ficar ricos!
E a mulher começou a tratar bem da galinha.
Todos os dias a mulher dava mingau para a galinha.
Dava pão-de-ló, dava até sorvete.
E a galinha todos os dias botava um ovo de ouro.
Vai que o marido disse:
- Pra que este luxo todo com a galinha?
Nunca vi galinha comer pão-de-ló… Muito menos sorvete!
Vai que a mulher falou:
- É, mas esta é diferente. Ela bota ovos de ouro!
O marido não quis conversa:
- Acaba com isso, mulher. Galinha come é farelo.
Aí a mulher disse:
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim! – o marido respondeu.
A mulher todos os dias dava farelo à galinha.
E a galinha botava um ovo de ouro.
Vai que o marido disse:
- Farelo está muito caro, mulher, um dinheirão! A galinha pode muito bem comer milho.
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim. – respondeu o marido.
Aí a mulher começou a dar milho pra galinha.
E todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.
Vai que o marido disse:
- Pra que este luxo de dar milho pra galinha?
Ela que cate o de-comer no quintal!
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim – o marido falou.
E a mulher soltou a galinha no quintal.
Ela catava sozinha a comida dela.
Todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.
Um dia a galinha encontrou o portão aberto.
Foi embora e não voltou mais.
Dizem, eu não sei, que ela agora está numa boa casa onde tratam dela a pão-de-ló.

Ruth Rocha. Enquanto o mundo pega fogo, 2. ed. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1984. p.14.

Sobre o texto como um todo, é possível afirmar:

 

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920317 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. Maripá-PR

O HOMEM E A GALINHA

Era uma vez um homem que tinha uma galinha.
Era uma galinha como as outras.
Um dia a galinha botou um ovo de ouro.
O homem ficou contente. Chamou a mulher:
- Olha o ovo que a galinha botou.
A mulher ficou contente:
- Vamos ficar ricos!
E a mulher começou a tratar bem da galinha.
Todos os dias a mulher dava mingau para a galinha.
Dava pão-de-ló, dava até sorvete.
E a galinha todos os dias botava um ovo de ouro.
Vai que o marido disse:
- Pra que este luxo todo com a galinha?
Nunca vi galinha comer pão-de-ló… Muito menos sorvete!
Vai que a mulher falou:
- É, mas esta é diferente. Ela bota ovos de ouro!
O marido não quis conversa:
- Acaba com isso, mulher. Galinha come é farelo.
Aí a mulher disse:
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim! – o marido respondeu.
A mulher todos os dias dava farelo à galinha.
E a galinha botava um ovo de ouro.
Vai que o marido disse:
- Farelo está muito caro, mulher, um dinheirão! A galinha pode muito bem comer milho.
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim. – respondeu o marido.
Aí a mulher começou a dar milho pra galinha.
E todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.
Vai que o marido disse:
- Pra que este luxo de dar milho pra galinha?
Ela que cate o de-comer no quintal!
- E se ela não botar mais ovos de ouro?
- Bota sim – o marido falou.
E a mulher soltou a galinha no quintal.
Ela catava sozinha a comida dela.
Todos os dias a galinha botava um ovo de ouro.
Um dia a galinha encontrou o portão aberto.
Foi embora e não voltou mais.
Dizem, eu não sei, que ela agora está numa boa casa onde tratam dela a pão-de-ló.

Ruth Rocha. Enquanto o mundo pega fogo, 2. ed. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1984. p.14.

O texto começa com a expressão “Era uma vez”. Sobre esta passagem, é possível afirmar:

 

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910030 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UNIOESTE
Orgão: Câm. Maripá-PR
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CORPO EM EVIDÊNCIA

Conheça a eutonia, método que utiliza estímulos sensoriais para aumentar a consicência corporal, melhorar a postura e aliviar dores – e promete até derrotar a timidez

A prática ainda é pouco conhecida no Brasil. Não é massagem, mas é preciso sentir na pele para conhecer seus efeitos. Afinal, o estímulo sensorial é um dos pilares da eutonia, palavra que vem do grego e do latim e significa "tensão em equilíbrio". Por meio de toques do eutonista (o instrutor) ou do próprio aluno e com o apoio de apetrechos diversos, como bolinhas de massagem, bambus e massa de modelar, a modalidade tem o objetivo de treinar a percepção corporal. Assim, quem anda por aí curvado ou de ombros caídos e nem se dá conta da má postura, muito menos dos males que isso pode gerar, começa a se endireitar e colher benefícios.

As sessões, que custam de 140 a 220 reais, podem ser feitas em grupo ou individualmente e costumam durar uma hora e meia. "Os objetos usados ajudam a descobrir pontos doloridos e a sentir partes do corpo desconhecidas da maioria, como os isquios e a bacia", explica Miriam Dascal, mestre em artes corporais e eutonista há 20 anos. Segundo ela, que dá aulas no Espaço Angaa, em São Paulo, à medida que se aumenta a consciência sobre o próprio corpo e sua estrutura óssea, o praticante da modalidade também passa a notar mais seu interior. "Além de melhorar a respiração, a pessoa amplia suas possibilidades. Passa, por exemplo, a se sentir mais segura e autoconfiante", defende. Não por acaso, a prática é considerada eficaz contra a timidez e questões psicossomáticas. Até por isso, ganhou bastante popularidade entre atores, bailarinos e gente das artes em geral.

Presidente da Associação Brasileira de Eutonia, Daniel Matos conheceu a atividade na época em que se preparava para a carreira de pianista. Tinha dores crônicas nas costas devido às longas horas que passava sentado tocando, mas diz que conseguiu reverter o quadro quando adotou a eutonia. "Depois das aulas, você começa a se policiar mais e percebe quando está mal acomodado, se está encolhendo os ombros ou colocando muita força em determinados movimentos", conta Daniel. "Distribuir melhor o tônus ou a tensão pelo corpo é fundamental para o bem-estar".

Uma diferença importante dessa prática em relação às outras atividades físicas é que nada no processo é mecânico ou automático. "Existe concentração em cada movimento", afirma a psicóloga e coreógrafa Márcia Bonzon, eutonista há 17 anos. "Também não há esforço exagerado nem suor. A sensação quando a gente termina a aula é de relaxamento sem sonolência", completa Márcia. Ela conta que foi uma limitação física que fez a bailarina alemã Gerda Alexander criar o método, no fim da década de 1950. Com uma doença cardíaca grave, ela não podia se exercitar. O jeito foi pesquisar uma forma de usar o corpo sem muito desgaste. Assim nasceu a primeira escola de eutonia, fundada na Dinamarca.

MAIA, Amanda. Corpo em evidência. Revista Cláudia. Editora Abril, n° 7, ano 51, julho de 2012, p. 164-165.

Sobre o terceiro parágrafo, é INCORRETO afirmar:

 

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