Foram encontradas 75 questões.
Agnaldo, Bianca e Camilo foram a uma casa de câmbio,
na qual, sob as mesmas cotações, compraram, em reais,
certas quantidades de dólares, euros e libras esterlinas.
Agnaldo comprou 10 dólares, 15 euros e 10 libras esterlinas por um total de R$ 183,00. Bianca comprou 10
dólares, 10 euros e 5 libras esterlinas por um total de
R$ 128,00. Camilo comprou 20 dólares, 5 euros e 5
libras esterlinas por um total de R$ 151,00. Então, se
uma quarta pessoa for a essa casa de câmbio e comprar,
sob as mesmas cotações, 1 euro e 2 libras esterlinas,
pagará um total de
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Em uma fábrica, há uma máquina que está com defeito,
em virtude do qual 18% de todas as peças feitas por ela
saem fora das especificações técnicas e, por isso, são
descartadas, causando um prejuízo de R$ 0,75 por peça
descartada. Se com essa máquina são produzidas 6000
peças por mês, e se e o custo para reparar a máquina é
de R$ 4.860,00, é correto afirmar que, se for feito o reparo,
o custo desse reparo será equivalente à economia com
peças descartadas assim que forem transcorridos
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A tabela a seguir mostra os valores cobrados por 5 empresas para a prestação de certo serviço, apresentados
durante um processo de licitação:
EMPRESA VALOR (R$) A 12.000,00 B 12.500,00 C 12.800,00 D 13.000,00 E 13.200,00
A respeito das informações apresentadas, é correto afirmar que
EMPRESA VALOR (R$) A 12.000,00 B 12.500,00 C 12.800,00 D 13.000,00 E 13.200,00
A respeito das informações apresentadas, é correto afirmar que
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Uma empresa dispõe de uma verba de R$ 182.000,00
e seus dirigentes decidiram ratear essa verba entre os
departamentos A, B e C, de modo que os valores recebidos pelos departamentos sejam diretamente proporcionais aos números de funcionários que trabalham em
cada um deles. Os três departamentos, juntos, têm
52 funcionários. O departamento B tem 3 funcionários
a mais que o departamento A, e o departamento C tem
13 funcionários a mais que o departamento A. Nessas
condições, é correto afirmar que a diferença entre o valor
repassado ao departamento C e o valor repassado ao
departamento B é igual a
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Uma verba de R$ 121.939,20 será dividida em partes
iguais e repassada para 12 empresas. Contudo, uma
dessas empresas descumpriu uma cláusula contratual e,
por isso, deverá pagar uma multa no valor de 15% do
valor da parte da verba a ela repassada, o que corresponde, então, a
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Leia o texto para responder a questão.
Anvisa acertou ao proibir cigarro eletrônico
O editorial publicado na edição da Folha de 8 de julho
posiciona-se contra a decisão da Anvisa de manter a proibição do comércio de cigarros eletrônicos. O jornal defende a
ideia de que a “solução racional” seria regulamentar seu uso
adulto.
No entanto, acreditamos que o debate sobre o cigarro eletrônico é mais complexo do que os argumentos apresentados.
Gostaríamos de lembrar que esses produtos são um novo
mercado da indústria do tabaco, a mesma que causa 12% das
mortes no mundo por ano, principalmente por doenças respiratórias, circulatórias, cardiovasculares e neoplásicas, segundo
estimativas da Organização Mundial da Saúde.
Essas indústrias bilionárias introduzem novos produtos
no mercado e investem em marketing para o público jovem,
com o objetivo de aliciar adictos em nicotina. Sobre a dependência, desencorajamos o uso do termo “hábito de fumar”
para se referir a uma das mais desafiadoras dependências
químicas que existem.
Outro ponto é que as fabricantes não são transparentes com relação à composição de substâncias utilizadas nos
dispositivos eletrônicos para fumar. Diferentemente do que
aponta o editorial, há evidências de que os cigarros eletrônicos contenham mais de 2 000 componentes químicos, sendo
a maioria ainda desconhecida por quem os consome.
Portanto, é dever do Estado, sim, proteger as pessoas
da exposição a aditivos tóxicos e cancerígenos e informar
devidamente a população sobre os riscos desses produtos.
(Paulo Corrêa; Ana Helena Ribas. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/.
19.07.2022. Adaptado)
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Anvisa acertou ao proibir cigarro eletrônico
O editorial publicado na edição da Folha de 8 de julho
posiciona-se contra a decisão da Anvisa de manter a proibição do comércio de cigarros eletrônicos. O jornal defende a
ideia de que a “solução racional” seria regulamentar seu uso
adulto.
No entanto, acreditamos que o debate sobre o cigarro eletrônico é mais complexo do que os argumentos apresentados.
Gostaríamos de lembrar que esses produtos são um novo
mercado da indústria do tabaco, a mesma que causa 12% das
mortes no mundo por ano, principalmente por doenças respiratórias, circulatórias, cardiovasculares e neoplásicas, segundo
estimativas da Organização Mundial da Saúde.
Essas indústrias bilionárias introduzem novos produtos
no mercado e investem em marketing para o público jovem,
com o objetivo de aliciar adictos em nicotina. Sobre a dependência, desencorajamos o uso do termo “hábito de fumar”
para se referir a uma das mais desafiadoras dependências
químicas que existem.
Outro ponto é que as fabricantes não são transparentes com relação à composição de substâncias utilizadas nos
dispositivos eletrônicos para fumar. Diferentemente do que
aponta o editorial, há evidências de que os cigarros eletrônicos contenham mais de 2 000 componentes químicos, sendo
a maioria ainda desconhecida por quem os consome.
Portanto, é dever do Estado, sim, proteger as pessoas
da exposição a aditivos tóxicos e cancerígenos e informar
devidamente a população sobre os riscos desses produtos.
(Paulo Corrêa; Ana Helena Ribas. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/.
19.07.2022. Adaptado)
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Anvisa acertou ao proibir cigarro eletrônico
O editorial publicado na edição da Folha de 8 de julho
posiciona-se contra a decisão da Anvisa de manter a proibição do comércio de cigarros eletrônicos. O jornal defende a
ideia de que a “solução racional” seria regulamentar seu uso
adulto.
No entanto, acreditamos que o debate sobre o cigarro eletrônico é mais complexo do que os argumentos apresentados.
Gostaríamos de lembrar que esses produtos são um novo
mercado da indústria do tabaco, a mesma que causa 12% das
mortes no mundo por ano, principalmente por doenças respiratórias, circulatórias, cardiovasculares e neoplásicas, segundo
estimativas da Organização Mundial da Saúde.
Essas indústrias bilionárias introduzem novos produtos
no mercado e investem em marketing para o público jovem,
com o objetivo de aliciar adictos em nicotina. Sobre a dependência, desencorajamos o uso do termo “hábito de fumar”
para se referir a uma das mais desafiadoras dependências
químicas que existem.
Outro ponto é que as fabricantes não são transparentes com relação à composição de substâncias utilizadas nos
dispositivos eletrônicos para fumar. Diferentemente do que
aponta o editorial, há evidências de que os cigarros eletrônicos contenham mais de 2 000 componentes químicos, sendo
a maioria ainda desconhecida por quem os consome.
Portanto, é dever do Estado, sim, proteger as pessoas
da exposição a aditivos tóxicos e cancerígenos e informar
devidamente a população sobre os riscos desses produtos.
(Paulo Corrêa; Ana Helena Ribas. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/.
19.07.2022. Adaptado)
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Fumaça proibicionista
Especialistas apontam várias razões de saúde para conter a disseminação de cigarros eletrônicos. Cabem, no entanto, dúvidas sobre a eficácia e objeções quanto ao fundamento da decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de manter a proibição baixada em 2009.
Há indícios convincentes de que os dispositivos funcionem como porta de entrada para o hábito de fumar. Podem, assim, originar ou manter a dependência química. Levantamento da Fiocruz indicou que jovens usuários de cigarros eletrônicos têm risco maior de se tornarem tabagistas na idade adulta. Segundo a Associação Médica Brasileira, cerca de 80 aerossóis neles produzidos contêm substâncias tóxicas. Pior, algumas delas são potencialmente cancerígenas.
Apesar disso e da proibição ora reiterada pela agência federal, os produtos se encontram à venda em toda parte pelo Brasil. Entram no país por meio de contrabando. As danosas engenhocas se tornaram populares entre adolescentes. Além de simbolizar status social, carregam como atrativo a adição de sabores de fruta ou refrescantes ao líquido vaporizado.
Em mais de uma década de proibição no território nacional, autoridades se mostraram impotentes em coibir a comercialização. A proibição, apenas, não terá o condão de produzir tal resultado. Informar e desestimular o consumo pode ser mais produtivo que tentar erradicá-lo. Com álcool e outras drogas, o proibicionismo já se comprovou ineficaz e de alto custo social.
A solução racional é regulamentar o uso adulto, dado que não cabe ao Estado determinar o que indivíduos autônomos decidem sobre o próprio corpo. Mas há que prover meios para a fiscalização de normas rigorosas quanto a teores e vendas, além de campanhas educativas sobre malefícios à saúde.
(Editorial. Folha de S. Paulo. 08.07.2022. Adaptado)
Anvisa acertou ao proibir cigarro eletrônico
O editorial publicado na edição da Folha de 8 de julho posiciona-se contra a decisão da Anvisa de manter a proibição do comércio de cigarros eletrônicos. O jornal defende a ideia de que a “solução racional” seria regulamentar seu uso adulto.
No entanto, acreditamos que o debate sobre o cigarro eletrônico é mais complexo do que os argumentos apresentados. Gostaríamos de lembrar que esses produtos são um novo mercado da indústria do tabaco, a mesma que causa 12% das mortes no mundo por ano, principalmente por doenças respiratórias, circulatórias, cardiovasculares e neoplásicas, segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde.
Essas indústrias bilionárias introduzem novos produtos no mercado e investem em marketing para o público jovem, com o objetivo de aliciar adictos em nicotina. Sobre a dependência, desencorajamos o uso do termo “hábito de fumar” para se referir a uma das mais desafiadoras dependências químicas que existem.
Outro ponto é que as fabricantes não são transparentes com relação à composição de substâncias utilizadas nos dispositivos eletrônicos para fumar. Diferentemente do que aponta o editorial, há evidências de que os cigarros eletrônicos contenham mais de 2 000 componentes químicos, sendo a maioria ainda desconhecida por quem os consome.
Portanto, é dever do Estado, sim, proteger as pessoas da exposição a aditivos tóxicos e cancerígenos e informar devidamente a população sobre os riscos desses produtos.
(Paulo Corrêa; Ana Helena Ribas. https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/. 19.07.2022. Adaptado)
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Fumaça proibicionista
Especialistas apontam várias razões de saúde para conter
a disseminação de cigarros eletrônicos. Cabem, no entanto,
dúvidas sobre a eficácia e objeções quanto ao fundamento da
decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)
de manter a proibição baixada em 2009.
Há indícios convincentes de que os dispositivos funcionem como porta de entrada para o hábito de fumar. Podem,
assim, originar ou manter a dependência química. Levantamento da Fiocruz indicou que jovens usuários de cigarros
eletrônicos têm risco maior de se tornarem tabagistas na
idade adulta. Segundo a Associação Médica Brasileira, cerca
de 80 aerossóis neles produzidos contêm substâncias tóxicas.
Pior, algumas delas são potencialmente cancerígenas.
Apesar disso e da proibição ora reiterada pela agência
federal, os produtos se encontram à venda em toda parte pelo
Brasil. Entram no país por meio de contrabando. As danosas
engenhocas se tornaram populares entre adolescentes. Além
de simbolizar status social, carregam como atrativo a adição
de sabores de fruta ou refrescantes ao líquido vaporizado.
Em mais de uma década de proibição no território nacional, autoridades se mostraram impotentes em coibir a comercialização. A proibição, apenas, não terá o condão de produzir
tal resultado. Informar e desestimular o consumo pode ser
mais produtivo que tentar erradicá-lo. Com álcool e outras
drogas, o proibicionismo já se comprovou ineficaz e de alto
custo social.
A solução racional é regulamentar o uso adulto, dado que
não cabe ao Estado determinar o que indivíduos autônomos
decidem sobre o próprio corpo. Mas há que prover meios
para a fiscalização de normas rigorosas quanto a teores e
vendas, além de campanhas educativas sobre malefícios à
saúde.
(Editorial. Folha de S. Paulo. 08.07.2022. Adaptado)
Alguns especialistas acreditam que o cigarro eletrônico poderia induzir os jovens fumar cigarros comuns. Outros destacam os efeitos nocivos do próprio cigarro eletrônico pessoas que passam a usá-lo. Fato é que tanto um como outro contêm substâncias associadas progressão do vício, assim como incontáveis problemas de saúde.
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