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Considere a seguinte informação publicada na Agência
Brasil, em maio de 2025:
Em 2023, o Brasil viu o número de nascimentos cair […]. Foram 2,52 milhões de nascimentos […]. Essa quantidade é 12% menor que a média [do número] de nascimentos nos cinco anos anteriores à Covid-19.
(https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-05/brasil-tem-em- -2023-o-menor-numero-de-nascimentos-em-quase-50-anos. Adaptado)
Com base na informação apresentada, é correto afirmar que a média do número de nascimentos nos cinco anos anteriores à Covid-19 está entre
Em 2023, o Brasil viu o número de nascimentos cair […]. Foram 2,52 milhões de nascimentos […]. Essa quantidade é 12% menor que a média [do número] de nascimentos nos cinco anos anteriores à Covid-19.
(https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2025-05/brasil-tem-em- -2023-o-menor-numero-de-nascimentos-em-quase-50-anos. Adaptado)
Com base na informação apresentada, é correto afirmar que a média do número de nascimentos nos cinco anos anteriores à Covid-19 está entre
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Um valor total de R$ 3.000,00 precisa ser dividido em três partes P, Q e R, de modo que R deverá ser R$ 100,00
maior que P, e Q deverá ser R$ 50,00 menor que metade
de R. Sendo assim, a diferença entre a maior e a menor
parte deverá ser de
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No primeiro dia de 2026, a média aritmética simples das
idades de cinco amigos era 36 anos. Sabendo-se que
eles nasceram no dia 20 de dezembro de anos consecutivos, é correto afirmar que o amigo que tem a maior idade
nasceu no ano de
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Dois produtos líquidos, X e Y, estão em galões separados: em um dos galões há 72 litros do produto X, e, no
outro, 168 litros do produto Y. Precisa-se colocar a mistura desses produtos, sem desperdício, na maior quantidade possível de galões menores, de tal forma que cada
galão menor contenha o volume x do produto X e o volume y do produto Y, sendo x e y medidos em litros.
Nesse caso, a diferença y – x deve ser de
Nesse caso, a diferença y – x deve ser de
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Na tabela, constam informações sobre as quantidades fabricada e vendida de determinado produto, no último quadrimestre de 2025:

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
A quantidade fabricada desse produto, no mês de dezembro de 2025, foi igual a
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Se três máquinas, todas com a mesma força de produção
e trabalhando juntas, fabricam determinada quantidade
de peças em 2 horas e meia, então somente duas delas,
nas mesmas condições de funcionamento que as três primeiras, fabricam a mesma quantidade de peças em um
período de tempo estimado de
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O gráfico apresenta informações sobre o número de colaboradores trabalhando em uma empresa, no último dia do
ano de 2025, distribuídos na matriz e filial:
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Até o final do ano de 2026, essa empresa pretende ter 210 colaboradores trabalhando na Matriz e manter a razão entre os números de colaboradores trabalhando na Matriz e Filial.
Nesse caso, até o final de 2026, o número de colaboradores trabalhando na Filial deverá aumentar, em relação ao número de colabores trabalhando na Filial no final de 2025, em
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Até o final do ano de 2026, essa empresa pretende ter 210 colaboradores trabalhando na Matriz e manter a razão entre os números de colaboradores trabalhando na Matriz e Filial.
Nesse caso, até o final de 2026, o número de colaboradores trabalhando na Filial deverá aumentar, em relação ao número de colabores trabalhando na Filial no final de 2025, em
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A tempestade da desigualdade climática
Em todo o mundo, há cerca de 1,1 bilhão de pessoas
vivendo em condições de “pobreza multidimensional aguda”
– aquela que define a pobreza não só pela falta de renda,
mas por um conjunto de privações, como saúde, educação,
habitação, saneamento básico, energia elétrica, água potável e acesso à informação. Desse número gigantesco, quase 900 milhões de pessoas, ou cerca de 80%, estão diretamente expostas a riscos climáticos, por viverem em regiões
mais suscetíveis ao impacto, por exemplo, do calor extremo,
inundações, seca ou poluição do ar. Esse cruzamento entre
índices de pobreza e risco climático, feito de maneira inédita,
é um dos méritos de um relatório divulgado pela ONU e pela
Iniciativa Pobreza e Desenvolvimento Humano de Oxford, da
Universidade de Oxford.
Intitulado “Índice de Pobreza Multidimensional Global de
2025 – Dificuldades sobrepostas: pobreza e riscos climáticos”, o documento não só reafirma o quanto a pobreza está
longe de ser um problema socioeconômico isolado, como
reforça o que a ciência vem alertando, isto é, sua conexão
direta com instabilidades planetárias. Afinal, efeitos climáticos extremos são parte da rotina dos mais vulneráveis e integram o conjunto de alertas de especialistas para tentar tornar
mais ambiciosos os compromissos em negociação durante a
COP-30, em Belém.
A constatação reforça uma verdade incômoda: o aquecimento global é também um problema de desigualdade.
A pobreza e o clima formam um círculo perverso, pois a
escassez de recursos obriga milhões a depender de atividades frágeis, como a agricultura de subsistência e o trabalho
informal, justamente as mais afetadas por eventos extremos.
Quando secas e enchentes se alternam com frequência, tanto comprometem o sustento quanto destroem o pouco que
resta. O relatório mostra a África Subsaariana e o sul da Ásia
como regiões especialmente críticas. Mas o Brasil também
faz parte desse retrato. Enchentes no Rio Grande do Sul,
deslizamentos em Petrópolis e no litoral paulista, estiagens
no Nordeste e queimadas na Amazônia revelam um mesmo
padrão: são os mais pobres que mais perdem.
(https://www.estadao.com.br/opiniao, 30.10.2025. Adaptado)
… aquela que define a pobreza não só pela falta de renda, mas por um conjunto de privações, como saúde, educação, habitação, saneamento básico, energia elétrica, água potável e acesso à informação. Desse número gigantesco, quase 900 milhões de pessoas, ou cerca de 80%, estão diretamente expostas a riscos climáticos, por viverem em regiões mais suscetíveis ao impacto, por exemplo, do calor extremo, inundações, seca ou poluição do ar.
As expressões destacadas “não só … mas”, “como” e “por” estabelecem, correta e respectivamente, relações de sentido de
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A tempestade da desigualdade climática
Em todo o mundo, há cerca de 1,1 bilhão de pessoas
vivendo em condições de “pobreza multidimensional aguda”
– aquela que define a pobreza não só pela falta de renda,
mas por um conjunto de privações, como saúde, educação,
habitação, saneamento básico, energia elétrica, água potável e acesso à informação. Desse número gigantesco, quase 900 milhões de pessoas, ou cerca de 80%, estão diretamente expostas a riscos climáticos, por viverem em regiões
mais suscetíveis ao impacto, por exemplo, do calor extremo,
inundações, seca ou poluição do ar. Esse cruzamento entre
índices de pobreza e risco climático, feito de maneira inédita,
é um dos méritos de um relatório divulgado pela ONU e pela
Iniciativa Pobreza e Desenvolvimento Humano de Oxford, da
Universidade de Oxford.
Intitulado “Índice de Pobreza Multidimensional Global de
2025 – Dificuldades sobrepostas: pobreza e riscos climáticos”, o documento não só reafirma o quanto a pobreza está
longe de ser um problema socioeconômico isolado, como
reforça o que a ciência vem alertando, isto é, sua conexão
direta com instabilidades planetárias. Afinal, efeitos climáticos extremos são parte da rotina dos mais vulneráveis e integram o conjunto de alertas de especialistas para tentar tornar
mais ambiciosos os compromissos em negociação durante a
COP-30, em Belém.
A constatação reforça uma verdade incômoda: o aquecimento global é também um problema de desigualdade.
A pobreza e o clima formam um círculo perverso, pois a
escassez de recursos obriga milhões a depender de atividades frágeis, como a agricultura de subsistência e o trabalho
informal, justamente as mais afetadas por eventos extremos.
Quando secas e enchentes se alternam com frequência, tanto comprometem o sustento quanto destroem o pouco que
resta. O relatório mostra a África Subsaariana e o sul da Ásia
como regiões especialmente críticas. Mas o Brasil também
faz parte desse retrato. Enchentes no Rio Grande do Sul,
deslizamentos em Petrópolis e no litoral paulista, estiagens
no Nordeste e queimadas na Amazônia revelam um mesmo
padrão: são os mais pobres que mais perdem.
(https://www.estadao.com.br/opiniao, 30.10.2025. Adaptado)
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A tempestade da desigualdade climática
Em todo o mundo, há cerca de 1,1 bilhão de pessoas
vivendo em condições de “pobreza multidimensional aguda”
– aquela que define a pobreza não só pela falta de renda,
mas por um conjunto de privações, como saúde, educação,
habitação, saneamento básico, energia elétrica, água potável e acesso à informação. Desse número gigantesco, quase 900 milhões de pessoas, ou cerca de 80%, estão diretamente expostas a riscos climáticos, por viverem em regiões
mais suscetíveis ao impacto, por exemplo, do calor extremo,
inundações, seca ou poluição do ar. Esse cruzamento entre
índices de pobreza e risco climático, feito de maneira inédita,
é um dos méritos de um relatório divulgado pela ONU e pela
Iniciativa Pobreza e Desenvolvimento Humano de Oxford, da
Universidade de Oxford.
Intitulado “Índice de Pobreza Multidimensional Global de
2025 – Dificuldades sobrepostas: pobreza e riscos climáticos”, o documento não só reafirma o quanto a pobreza está
longe de ser um problema socioeconômico isolado, como
reforça o que a ciência vem alertando, isto é, sua conexão
direta com instabilidades planetárias. Afinal, efeitos climáticos extremos são parte da rotina dos mais vulneráveis e integram o conjunto de alertas de especialistas para tentar tornar
mais ambiciosos os compromissos em negociação durante a
COP-30, em Belém.
A constatação reforça uma verdade incômoda: o aquecimento global é também um problema de desigualdade.
A pobreza e o clima formam um círculo perverso, pois a
escassez de recursos obriga milhões a depender de atividades frágeis, como a agricultura de subsistência e o trabalho
informal, justamente as mais afetadas por eventos extremos.
Quando secas e enchentes se alternam com frequência, tanto comprometem o sustento quanto destroem o pouco que
resta. O relatório mostra a África Subsaariana e o sul da Ásia
como regiões especialmente críticas. Mas o Brasil também
faz parte desse retrato. Enchentes no Rio Grande do Sul,
deslizamentos em Petrópolis e no litoral paulista, estiagens
no Nordeste e queimadas na Amazônia revelam um mesmo
padrão: são os mais pobres que mais perdem.
(https://www.estadao.com.br/opiniao, 30.10.2025. Adaptado)
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