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Foram encontradas 209 questões.

490109 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Monte Alto-SP
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Leia o texto para responder a questão.
Má educação e celular
Dona Ana convidou os quatro netos para tomar um lanche. Queria passar um tempo com eles, como fazem as avós. Foram a uma lanchonete. Pediram sanduíches e refrigerantes.
Então, os quatro pegaram os celulares. Ficaram todo o tempo trocando mensagens com amigos, rindo e se divertindo muito.
Com cara de mamão murcho, a avó esperou alguma oportunidade de conversar com os netos. Não conseguiu. Agora, ela já prometeu:
− Desisti. Não sairei mais com meus netos.
(Walcyr Carrasco. Disponível em: http://epoca.globo.com. 23.01.2015. Adaptado)
O 2º parágrafo informa que os netos de Dona Ana
 

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490108 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Monte Alto-SP
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Leia a tira para responder à questão.

enunciado 490108-1

(André Dahmer, “Malvados”. Em: Folha de S.Paulo, 06.12.2018)

É correto afirmar que a personagem da tira
 

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490107 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Monte Alto-SP
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Leia o texto para responder a questão.
Má educação e celular
Dona Ana convidou os quatro netos para tomar um lanche. Queria passar um tempo com eles, como fazem as avós. Foram a uma lanchonete. Pediram sanduíches e refrigerantes.
Então, os quatro pegaram os celulares. Ficaram todo o tempo trocando mensagens com amigos, rindo e se divertindo muito.
Com cara de mamão murcho, a avó esperou alguma oportunidade de conversar com os netos. Não conseguiu. Agora, ela já prometeu:
− Desisti. Não sairei mais com meus netos.
(Walcyr Carrasco. Disponível em: http://epoca.globo.com. 23.01.2015. Adaptado)
De acordo com o 1º parágrafo, é correto afirmar que Dona Ana desejava ter a companhia dos netos para
 

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490106 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Monte Alto-SP
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enunciado 490106-1

Conforme a tira, o garoto abdica de fazer a lição de matemática porque, segundo a perspectiva dele,

 

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490105 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Monte Alto-SP
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Fim do mundo ‘físico’

Meu amigo Daniel Chomski, dono do sebo Berinjela, no Rio de Janeiro, surpreendeu-se outro dia usando uma expressão que, em anos de trato com livros, nunca lhe ocorrera pronunciar: “livro físico”. E caiu em si no ato: por que livro “físico” se, até então, todos os livros que haviam passado por suas mãos eram apenas livros - objetos físicos - e não havia motivo para aquele apêndice boboca?

É claro que Daniel sabe a resposta e eu também. De algum tempo para cá, as pessoas têm falado de “livro físico” para diferenciá-lo do livro que, a poder de dois ou três cliques, sai de um lugar não sabido do ciberespaço e desembarca numa tabuleta eletrônica chamada, em português castiço, “tablet” - o e-book, ou livro eletrônico, que se lê mais com os dedos do que com os olhos. Considerando-se que o livro “físico”, de papel, existe há cerca de 1500 anos, deveria ter o direito de continuar sendo apenas e somente livro, não? Mas não é o que acontece.

O mesmo está acontecendo com o CD, o “disco físico” - que, ironicamente, passou a se chamar assim em pleno processo de extinção física -, em contraposição à música que também sai de qualquer lugar e nos entra pelas orelhas quase sem depender de intermediário.

E, idem, com o “filme físico”, o DVD, prestes a se tornar um objeto tão pré-histórico quanto uma mandíbula de pterodáctilo.

Há pouco, vi pela primeira vez alguém pagando as compras com o celular num supermercado sem caixas. É quase certo que, em breve, as últimas moças que ainda conservarem seus empregos serão chamadas de “caixas físicas”. E o “dinheiro físico” também ameaça deixar de ser impresso, tal o número de pessoas que hoje pagam até uma bala Juquinha com o cartão.

Imagino que, um dia, as pessoas “físicas”, tipo você e eu, também deixaremos de existir. Mas isso é problema de vocês.

(Ruy Castro. Folha de S.Paulo, 28.12.2018. Adaptado)

A expressão destacada na frase “... e não havia motivo para aquele apêndice boboca?” (1° parágrafo) refere-se
 

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490104 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Monte Alto-SP
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Os benefícios da imigração para um país

Muitos daqueles que se opõem à imigração ignoram uma verdade inconveniente: os imigrantes costumam ser os melhores cidadãos.

Historicamente, imigrantes mexicanos e seus filhos resgataram cidades menores com população em declínio nos Estados Unidos, informou Alfredo Corchado ao The New York Times. Cerca de metade das 6 mil pessoas de Kennett Square, perto da Filadélfia, por exemplo, são de ascendência hispânica, e é provável que a cidade teria se extinguido sem elas.

Kennett Square alega ser a capital mundial dos cogumelos, o centro de uma indústria de US$ 2,7 bilhões no sudeste da Pensilvânia que emprega 10 milhões de trabalhadores.

Mas, nos últimos dez anos, o número de imigrantes mexicanos nos EUA diminuiu em mais de um milhão. Alguns foram deportados, e outros foram embora espontaneamente por receio das autoridades.

“Os mexicanos estão indo embora, e isso é má notícia para todos”, disse Chris Alonzo, presidente da Pietro Industries, uma das maiores empresas de cogumelos. “Toda essa negatividade e estímulo ao medo geraram um sentimento anti-imigração que está prejudicando nossa cidadezinha. Temos escassez de mão de obra, o que ameaça a vibração da nossa comunidade”.

Os recém-chegados também ajudaram a dar novo ânimo à vida cultural da região.

“Os mexicanos tiveram um impacto positivo na comunidade ao trazer mais cor e sabor para uma vida sem graça”, explicou Loretta Perna, coordenadora de programas da Escola Kennett High.

(Tom Brady, The New York Times. Publicado em O Estado de S.Paulo. 23.09.2018. Adaptado)

Considere as frases:

I. Muitos daqueles que se opõem à imigração ignoram uma verdade inconveniente...

II. ... é provável que a cidade teria se extinguido sem elas.

As expressões em destaque nas frases encontram sinônimos adequados ao contexto em:

 

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490103 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Monte Alto-SP
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Fim do mundo ‘físico’

Meu amigo Daniel Chomski, dono do sebo Berinjela, no Rio de Janeiro, surpreendeu-se outro dia usando uma expressão que, em anos de trato com livros, nunca lhe ocorrera pronunciar: “livro físico”. E caiu em si no ato: por que livro “físico” se, até então, todos os livros que haviam passado por suas mãos eram apenas livros - objetos físicos - e não havia motivo para aquele apêndice boboca?

É claro que Daniel sabe a resposta e eu também. De algum tempo para cá, as pessoas têm falado de “livro físico” para diferenciá-lo do livro que, a poder de dois ou três cliques, sai de um lugar não sabido do ciberespaço e desembarca numa tabuleta eletrônica chamada, em português castiço, “tablet” - o e-book, ou livro eletrônico, que se lê mais com os dedos do que com os olhos. Considerando-se que o livro “físico”, de papel, existe há cerca de 1500 anos, deveria ter o direito de continuar sendo apenas e somente livro, não? Mas não é o que acontece.

O mesmo está acontecendo com o CD, o “disco físico” - que, ironicamente, passou a se chamar assim em pleno processo de extinção física -, em contraposição à música que também sai de qualquer lugar e nos entra pelas orelhas quase sem depender de intermediário.

E, idem, com o “filme físico”, o DVD, prestes a se tornar um objeto tão pré-histórico quanto uma mandíbula de pterodáctilo.

Há pouco, vi pela primeira vez alguém pagando as compras com o celular num supermercado sem caixas. É quase certo que, em breve, as últimas moças que ainda conservarem seus empregos serão chamadas de “caixas físicas”. E o “dinheiro físico” também ameaça deixar de ser impresso, tal o número de pessoas que hoje pagam até uma bala Juquinha com o cartão.

Imagino que, um dia, as pessoas “físicas”, tipo você e eu, também deixaremos de existir. Mas isso é problema de vocês.

(Ruy Castro. Folha de S.Paulo, 28.12.2018. Adaptado)

O autor do texto apresenta uma reflexão sobre
 

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490102 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Monte Alto-SP
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Fim do mundo ‘físico’

Meu amigo Daniel Chomski, dono do sebo Berinjela, no Rio de Janeiro, surpreendeu-se outro dia usando uma expressão que, em anos de trato com livros, nunca lhe ocorrera pronunciar: “livro físico”. E caiu em si no ato: por que livro “físico” se, até então, todos os livros que haviam passado por suas mãos eram apenas livros - objetos físicos - e não havia motivo para aquele apêndice boboca?

É claro que Daniel sabe a resposta e eu também. De algum tempo para cá, as pessoas têm falado de “livro físico” para diferenciá-lo do livro que, a poder de dois ou três cliques, sai de um lugar não sabido do ciberespaço e desembarca numa tabuleta eletrônica chamada, em português castiço, “tablet” - o e-book, ou livro eletrônico, que se lê mais com os dedos do que com os olhos. Considerando-se que o livro “físico”, de papel, existe há cerca de 1500 anos, deveria ter o direito de continuar sendo apenas e somente livro, não? Mas não é o que acontece.

O mesmo está acontecendo com o CD, o “disco físico” - que, ironicamente, passou a se chamar assim em pleno processo de extinção física -, em contraposição à música que também sai de qualquer lugar e nos entra pelas orelhas quase sem depender de intermediário.

E, idem, com o “filme físico”, o DVD, prestes a se tornar um objeto tão pré-histórico quanto uma mandíbula de pterodáctilo.

Há pouco, vi pela primeira vez alguém pagando as compras com o celular num supermercado sem caixas. É quase certo que, em breve, as últimas moças que ainda conservarem seus empregos serão chamadas de “caixas físicas”. E o “dinheiro físico” também ameaça deixar de ser impresso, tal o número de pessoas que hoje pagam até uma bala Juquinha com o cartão.

Imagino que, um dia, as pessoas “físicas”, tipo você e eu, também deixaremos de existir. Mas isso é problema de vocês.

(Ruy Castro. Folha de S.Paulo, 28.12.2018. Adaptado)

A previsão do autor sobre o surgimento constante de novas tecnologias eletrônicas aponta como uma das consequências desse processo
 

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490101 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Monte Alto-SP
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Leia o texto para responder a questão.
Má educação e celular
Dona Ana convidou os quatro netos para tomar um lanche. Queria passar um tempo com eles, como fazem as avós. Foram a uma lanchonete. Pediram sanduíches e refrigerantes.
Então, os quatro pegaram os celulares. Ficaram todo o tempo trocando mensagens com amigos, rindo e se divertindo muito.
Com cara de mamão murcho, a avó esperou alguma oportunidade de conversar com os netos. Não conseguiu. Agora, ela já prometeu:
− Desisti. Não sairei mais com meus netos.
(Walcyr Carrasco. Disponível em: http://epoca.globo.com. 23.01.2015. Adaptado)
A alternativa que contém palavras em sentido figurado é:
 

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490099 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Câm. Monte Alto-SP
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Os benefícios da imigração para um país

Muitos daqueles que se opõem à imigração ignoram uma verdade inconveniente: os imigrantes costumam ser os melhores cidadãos.

Historicamente, imigrantes mexicanos e seus filhos resgataram cidades menores com população em declínio nos Estados Unidos, informou Alfredo Corchado ao The New York Times. Cerca de metade das 6 mil pessoas de Kennett Square, perto da Filadélfia, por exemplo, são de ascendência hispânica, e é provável que a cidade teria se extinguido sem elas.

Kennett Square alega ser a capital mundial dos cogumelos, o centro de uma indústria de US$ 2,7 bilhões no sudeste da Pensilvânia que emprega 10 milhões de trabalhadores.

Mas, nos últimos dez anos, o número de imigrantes mexicanos nos EUA diminuiu em mais de um milhão. Alguns foram deportados, e outros foram embora espontaneamente por receio das autoridades.

“Os mexicanos estão indo embora, e isso é má notícia para todos”, disse Chris Alonzo, presidente da Pietro Industries, uma das maiores empresas de cogumelos. “Toda essa negatividade e estímulo ao medo geraram um sentimento anti-imigração que está prejudicando nossa cidadezinha. Temos escassez de mão de obra, o que ameaça a vibração da nossa comunidade”.

Os recém-chegados também ajudaram a dar novo ânimo à vida cultural da região.

“Os mexicanos tiveram um impacto positivo na comunidade ao trazer mais cor e sabor para uma vida sem graça”, explicou Loretta Perna, coordenadora de programas da Escola Kennett High.

(Tom Brady, The New York Times. Publicado em O Estado de S.Paulo. 23.09.2018. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o termo em destaque está empregado, no contexto, em sentido figurado.
 

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