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Foram encontradas 49 questões.

2554428 Ano: 2018
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
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O Município Moinho de Portugal apresentou os seguintes saldos de rubricas orçamentárias para o exercício de X8:

Rubricas

Orçamento aprovado

Orçamento executado

Receitas correntes

350.000,00

325.500,00

Receitas de capital

122.500,00

88.515,00

Despesas correntes

350.000,00

318.654,00

Despesas de capital

122.500,00

81.921,00

Considerando as configurações do resultado apurado no Balanço Orçamentário, pode-se afirmar que:

 

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2554413 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
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O número do quadro abaixo representa a área ocupada pelo Oceano Atlântico. O algarismo das unidades de milhar é o

Enunciado 2906223-1

 

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2554218 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
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MAIS PAZ E MENOS IRRITAÇÃO

Lembra do bichinho do rã-rã? Segundo um antigo comercial de tevê, esse bichinho se aloja na garganta e nos obriga a pigarrear (rã-rããã...) para reduzir o incômodo provocado pela sua presença. Mas o que aquela propaganda, feita para vender pastilhas, não contava é que o metafórico bichinho às vezes se instala na alma. Como a irritação que provoca na garganta, ele também é responsável por uma dor que raspa, uma desagradável sensação de areia, um sentimento difuso que nos diz que nada está bom do jeito que está e que isso é quase insuportável. Vamos precisar bem esses sentimentos: a irritação não é uma raiva que explode como um trovão, mas uma emoção contida dentro de um caldeirão que ferve. Com a ausência de pastilhas ou bálsamos para aliviar essa insatisfação da psique, nos tornamos impacientes, intolerantes, ansiosos, mal-humorados, deprimidos.

Agora vem a boa notícia: se é possível acabar com o bichinho do rã-rã quando ele agride o corpo, também é possível eliminá-lo ao atacar a alma. [...]

Primeiro, vamos conhecer onde nasce a irritação. E a tradicional medicina chinesa pode auxiliar muito nisso, pois ela se refere aos circuitos energéticos do corpo e como eles influenciam nossos estados emocionais. [...] A irritação difere muito da raiva. Ela faz parte de um circuito energético diferente. A irritação nasce no coração e é uma emoção relacionada ao elemento fogo. Ela é mais existencial, contínua (em maior ou menor grau), como se fosse um sentimento de fundo relacionado mais à essência da pessoa do que uma resposta imediata a algo que acontece. A irritação pode até ser crônica e se transformar numa característica de personalidade [...]. Já a raiva se origina no fígado: é totalmente reativa, explosiva, agressiva e momentânea. É ligada ao elemento madeira, cuja combustão é rápida.

E nem é preciso dizer que a causa da irritação é interna: algo que existe em mim é que detona o processo, e não o que acontece fora. É por isso mesmo que nos irritamos com coisas bobas, na maioria dos casos, sem sentido. Ela é uma reação desproporcional ao que acontece externamente por conta de um desequilíbrio interno. Para a antiga medicina da China, todas as desordens de saúde nascem na mente (shen). Acontece que, para os chineses, a mente fica no coração. O cérebro seria apenas um decodificador do que o coração diz e pensa. Para essa medicina milenar, é no coração onde está a sede do espírito, da essência, dos pensamentos. A irritação é bem importante, pois prejudica o que temos de mais sutil e etéreo.

Mas o que faria o coração se desequilibrar? Excesso de sua própria energia: muito fogo, agitação mental e pensamentos. O coração feliz é aquele que emite uma alegria serena, tranquila. [...] Não é euforia, mas uma erradiação harmoniosa de paz e contentamento. Portanto, tudo o que ajuda esse conjunto (meditação, oração, contemplação, práticas físicas tranquilas, como ioga e tai-chi, acupuntura, boas leituras, momentos de calma na natureza) contribui para a volta do seu equilíbrio. Receber e dar carinho, ser doce nas palavras, colocar mais afeto no que se faz ou massagens com óleos adocicados também são ações que podem ser consideradas como xaropes emocionais. O doce, segundo a visão chinesa, é um sabor ligado ao elemento terra, que tem a propriedade de suavizar e refrescar o elemento fogo. [...]

Fonte: ALVES, Liane. Mais paz e menos irritação. Revista Vida Simples, ed. 171, jun. 2016, p. 14-20. Adaptado.

Assinale a alternativa que NÃO se refere a um dos elementos experienciados na irritação, conforme o texto.

 

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2553985 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
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João contratou um plano de telefone fixo que lhe concede 300 minutos em ligações por um valor mensal de R$ 45,00 e, para cada minuto excedente, é cobrado uma tarifa de R$ 0,45. Na mesma empresa de telefonia, Maria contratou um plano com a mesma tarifa por minuto excedente, mas com 500 minutos em ligações por um valor mensal de R$ 75,00. No primeiro mês, João falou durante 600 minutos. Se ele tivesse optado pelo mesmo plano de Maria, quantos reais ele teria economizado?

 

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2553686 Ano: 2018
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
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Compensação entre Regimes de Previdência

1.573,00

Contribuições Servidores a Previdência Própria

23.958,00

Deduções da Receita Corrente (Exceto FUNDEB)

1.331,00

Deduções de Receita para formação do FUNDEB

50.094,00

Demais Receitas Correntes

55.176,00

Receitas de Contribuições

84.095,00

Receitas de Serviços

42.955,00

Receitas Patrimoniais

34.122,00

Receitas Tributárias

406.802,00

Transferências Correntes

571.725,00

O saldo das receitas correntes do munícipio é de:

 

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2553679 Ano: 2018
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
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Qual lei atenderá ao disposto no § 2.º do Art. 165 da Constituição Federal e está prevista no capítulo II (do planejamento) da Lei de Responsabilidade Fiscal?

 

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2553678 Ano: 2018
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
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Analise as assertivas a seguir:

I – Quanto à coercitividade, as receitas públicas podem ser classificadas em orçamentárias e extraorçamentárias.

II – Quanto à categoria econômica, as receitas públicas podem ser classificadas em correntes e de capital.

III – Quanto à afetação patrimonial, as receitas públicas podem ser classificadas em ordinária e extraordinária.

Está(ão) CORRETA(S) a(s) assertiva(s):

 

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2553667 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
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MAIS PAZ E MENOS IRRITAÇÃO

Lembra do bichinho do rã-rã? Segundo um antigo comercial de tevê, esse bichinho se aloja na garganta e nos obriga a pigarrear (rã-rããã...) para reduzir o incômodo provocado pela sua presença. Mas o que aquela propaganda, feita para vender pastilhas, não contava é que o metafórico bichinho às vezes se instala na alma. Como a irritação que provoca na garganta, ele também é responsável por uma dor que raspa, uma desagradável sensação de areia, um sentimento difuso que nos diz que nada está bom do jeito que está e que isso é quase insuportável. Vamos precisar bem esses sentimentos: a irritação não é uma raiva que explode como um trovão, mas uma emoção contida dentro de um caldeirão que ferve. Com a ausência de pastilhas ou bálsamos para aliviar essa insatisfação da psique, nos tornamos impacientes, intolerantes, ansiosos, mal-humorados, deprimidos.

Agora vem a boa notícia: se é possível acabar com o bichinho do rã-rã quando ele agride o corpo, também é possível eliminá-lo ao atacar a alma. [...]

Primeiro, vamos conhecer onde nasce a irritação. E a tradicional medicina chinesa pode auxiliar muito nisso, pois ela se refere aos circuitos energéticos do corpo e como eles influenciam nossos estados emocionais. [...] A irritação difere muito da raiva. Ela faz parte de um circuito energético diferente. A irritação nasce no coração e é uma emoção relacionada ao elemento fogo. Ela é mais existencial, contínua (em maior ou menor grau), como se fosse um sentimento de fundo relacionado mais à essência da pessoa do que uma resposta imediata a algo que acontece. A irritação pode até ser crônica e se transformar numa característica de personalidade [...]. Já a raiva se origina no fígado: é totalmente reativa, explosiva, agressiva e momentânea. É ligada ao elemento madeira, cuja combustão é rápida.

E nem é preciso dizer que a causa da irritação é interna: algo que existe em mim é que detona o processo, e não o que acontece fora. É por isso mesmo que nos irritamos com coisas bobas, na maioria dos casos, sem sentido. Ela é uma reação desproporcional ao que acontece externamente por conta de um desequilíbrio interno. Para a antiga medicina da China, todas as desordens de saúde nascem na mente (shen). Acontece que, para os chineses, a mente fica no coração. O cérebro seria apenas um decodificador do que o coração diz e pensa. Para essa medicina milenar, é no coração onde está a sede do espírito, da essência, dos pensamentos. A irritação é bem importante, pois prejudica o que temos de mais sutil e etéreo.

Mas o que faria o coração se desequilibrar? Excesso de sua própria energia: muito fogo, agitação mental e pensamentos. O coração feliz é aquele que emite uma alegria serena, tranquila. [...] Não é euforia, mas uma erradiação harmoniosa de paz e contentamento. Portanto, tudo o que ajuda esse conjunto (meditação, oração, contemplação, práticas físicas tranquilas, como ioga e tai-chi, acupuntura, boas leituras, momentos de calma na natureza) contribui para a volta do seu equilíbrio. Receber e dar carinho, ser doce nas palavras, colocar mais afeto no que se faz ou massagens com óleos adocicados também são ações que podem ser consideradas como xaropes emocionais. O doce, segundo a visão chinesa, é um sabor ligado ao elemento terra, que tem a propriedade de suavizar e refrescar o elemento fogo. [...]

Fonte: ALVES, Liane. Mais paz e menos irritação. Revista Vida Simples, ed. 171, jun. 2016, p. 14-20. Adaptado.

Segundo o texto, é possível inferir que um indivíduo com raiva é, EXCETO

 

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2553539 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
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Considere um prisma triangular regular no qual a altura tem a mesma medida a da aresta da base. Então, o volume desse prisma é

 

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2553536 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG

A FELICIDADE MORA NAS RELAÇÕES

Os laços que mantemos com os amigos, a família e a comunidade nos tornam mais alegres e saudáveis. A psicóloga canadense Susan Pinker estuda o poder das conexões sociais sobre nós.

Encontrar os amigos com regularidade, estar perto da família ou mesmo cultivar breves conversas com o vizinho enquanto levamos o cachorro para passear pode nos trazer mais alegria e mais saúde do que a gente imagina. Sobre o poder que as conexões sociais têm de nos trazer pertencimento e qualidade de vida, a psicóloga canadense Susan Pinker diz que o isolamento social é mais perigoso que fumar, ser hipertenso ou nunca praticar atividade física. Em época de tanta conectividade — afinal, o WhatsApp apita a todo instante, no Instagram curtimos e seguimos a vida de tanta gente —, ela defende que uma conversa olho no olho ainda é essencial. Um abraço, insubstituível. Depois de anos de pesquisa, inclusive nos vilarejos da Sardenha, cheios de pessoas centenárias, Susan colocou no papel todas essas descobertas e publicou The Village Effect: Why Face to Face Contact Matters, ainda sem tradução no Brasil.

A pesquisadora afirma que o isolamento social sempre foi um problema porque homens são animais feitos para se desenvolverem e conviverem juntos. Há 10 mil anos vivemos em grupos, e a pior punição possível é excluir um dos membros. E a exclusão afeta nosso corpo, nosso cérebro.

Atualmente as pessoas estão vivendo muito mais sozinhas que do que no passado. E isso influencia nosso risco de estresse e até de ter depressão. Ao longo dos anos, essa solidão traz um impacto à saúde. Por exemplo, se você se sente sozinha ou vive sozinha, ou passa muito tempo só, você tem 30% mais chances de morrer em comparação com pessoas com uma vida social ativa. Pessoas que se comprometem a estar com outras aumentam sua expectativa de vida [...]

Disponível em: <https://www.humanasaude.com.br/ouca-um-bom-conselho/a-felicidade-mora-nas-relacoes>. Acesso em: 22 jan. 2019. Adaptado.

Considere o trecho: “Em época de tanta conectividade — afinal, o WhatsApp apita a todo instante, no Instagram curtimos e seguimos a vida de tanta gente —, ela defende que uma conversa olho no olho ainda é essencial. Um abraço, insubstituível. Depois de anos de pesquisa, inclusive nos vilarejos da Sardenha, cheios de pessoas centenárias, Susan colocou no papel todas essas descobertas e publicou The Village Effect: Why Face to Face Contact Matters, ainda sem tradução no Brasil.” (Linhas 5-9) Sobre a estruturação do trecho, NÃO se pode afirmar que

 

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