Foram encontradas 49 questões.
Se sen !$ \beta = \dfrac{1}{5}\,\, para\,\, \dfrac{\pi}{2}\,\,cotg\,\beta\,\, é igual !$
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Ana gasta 42 minutos para se deslocar de casa para o trabalho, dirigindo a uma velocidade média de 60 km/h. Quanto tempo ela gastaria em dia de trânsito lento, devido à falta de um projeto de mobilidade urbana, dirigindo a uma velocidade média de 35 km/h?
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Temos a seguir o modelo de planificação das caixas de embalagem da “Loja Elegante”. Qual o sólido que se obtém a partir dessa planificação?

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Um produto sofreu um aumento de 20%. Em seguida, devido a variações nos preços de mercado, seu preço teve que ser reduzido também em 20%, passando a custar R$ 180,00. O preço desse produto antes do aumento é de
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A FELICIDADE MORA NAS RELAÇÕES
Os laços que mantemos com os amigos, a família e a comunidade nos tornam mais alegres e saudáveis. A psicóloga canadense Susan Pinker estuda o poder das conexões sociais sobre nós.
Encontrar os amigos com regularidade, estar perto da família ou mesmo cultivar breves conversas com o vizinho enquanto levamos o cachorro para passear pode nos trazer mais alegria e mais saúde do que a gente imagina. Sobre o poder que as conexões sociais têm de nos trazer pertencimento e qualidade de vida, a psicóloga canadense Susan Pinker diz que o isolamento social é mais perigoso que fumar, ser hipertenso ou nunca praticar atividade física. Em época de tanta conectividade — afinal, o WhatsApp apita a todo instante, no Instagram curtimos e seguimos a vida de tanta gente —, ela defende que uma conversa olho no olho ainda é essencial. Um abraço, insubstituível. Depois de anos de pesquisa, inclusive nos vilarejos da Sardenha, cheios de pessoas centenárias, Susan colocou no papel todas essas descobertas e publicou The Village Effect: Why Face to Face Contact Matters, ainda sem tradução no Brasil.
A pesquisadora afirma que o isolamento social sempre foi um problema porque homens são animais feitos para se desenvolverem e conviverem juntos. Há 10 mil anos vivemos em grupos, e a pior punição possível é excluir um dos membros. E a exclusão afeta nosso corpo, nosso cérebro.
Atualmente as pessoas estão vivendo muito mais sozinhas que do que no passado. E isso influencia nosso risco de estresse e até de ter depressão. Ao longo dos anos, essa solidão traz um impacto à saúde. Por exemplo, se você se sente sozinha ou vive sozinha, ou passa muito tempo só, você tem 30% mais chances de morrer em comparação com pessoas com uma vida social ativa. Pessoas que se comprometem a estar com outras aumentam sua expectativa de vida [...]
Disponível em: <https://www.humanasaude.com.br/ouca-um-bom-conselho/a-felicidade-mora-nas-relacoes>. Acesso em: 22 jan. 2019. Adaptado.
Considere o trecho: “Ao longo dos anos essa solidão traz um impacto à saúde.” (Linha 14) No trecho, o uso do sinal indicativo de crase é
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Uma pessoa pretende criar uma senha com 6 caracteres distintos. Essa senha deve conter as letras A e B e os números 1, 2, 3 e 4. Nessas condições, é CORRETO afirmar que o número total de senhas que essa pessoa pode formar, desde que essas senhas comecem e terminem com letras, é
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A FELICIDADE MORA NAS RELAÇÕES
Os laços que mantemos com os amigos, a família e a comunidade nos tornam mais alegres e saudáveis. A psicóloga canadense Susan Pinker estuda o poder das conexões sociais sobre nós.
Encontrar os amigos com regularidade, estar perto da família ou mesmo cultivar breves conversas com o vizinho enquanto levamos o cachorro para passear pode nos trazer mais alegria e mais saúde do que a gente imagina. Sobre o poder que as conexões sociais têm de nos trazer pertencimento e qualidade de vida, a psicóloga canadense Susan Pinker diz que o isolamento social é mais perigoso que fumar, ser hipertenso ou nunca praticar atividade física. Em época de tanta conectividade — afinal, o WhatsApp apita a todo instante, no Instagram curtimos e seguimos a vida de tanta gente —, ela defende que uma conversa olho no olho ainda é essencial. Um abraço, insubstituível. Depois de anos de pesquisa, inclusive nos vilarejos da Sardenha, cheios de pessoas centenárias, Susan colocou no papel todas essas descobertas e publicou The Village Effect: Why Face to Face Contact Matters, ainda sem tradução no Brasil.
A pesquisadora afirma que o isolamento social sempre foi um problema porque homens são animais feitos para se desenvolverem e conviverem juntos. Há 10 mil anos vivemos em grupos, e a pior punição possível é excluir um dos membros. E a exclusão afeta nosso corpo, nosso cérebro.
Atualmente as pessoas estão vivendo muito mais sozinhas que do que no passado. E isso influencia nosso risco de estresse e até de ter depressão. Ao longo dos anos, essa solidão traz um impacto à saúde. Por exemplo, se você se sente sozinha ou vive sozinha, ou passa muito tempo só, você tem 30% mais chances de morrer em comparação com pessoas com uma vida social ativa. Pessoas que se comprometem a estar com outras aumentam sua expectativa de vida [...]
Disponível em: <https://www.humanasaude.com.br/ouca-um-bom-conselho/a-felicidade-mora-nas-relacoes>. Acesso em: 22 jan. 2019. Adaptado.
De acordo com a pesquisadora, o isolamento social é
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A FELICIDADE MORA NAS RELAÇÕES
Os laços que mantemos com os amigos, a família e a comunidade nos tornam mais alegres e saudáveis. A psicóloga canadense Susan Pinker estuda o poder das conexões sociais sobre nós.
Encontrar os amigos com regularidade, estar perto da família ou mesmo cultivar breves conversas com o vizinho enquanto levamos o cachorro para passear pode nos trazer mais alegria e mais saúde do que a gente imagina. Sobre o poder que as conexões sociais têm de nos trazer pertencimento e qualidade de vida, a psicóloga canadense Susan Pinker diz que o isolamento social é mais perigoso que fumar, ser hipertenso ou nunca praticar atividade física. Em época de tanta conectividade — afinal, o WhatsApp apita a todo instante, no Instagram curtimos e seguimos a vida de tanta gente —, ela defende que uma conversa olho no olho ainda é essencial. Um abraço, insubstituível. Depois de anos de pesquisa, inclusive nos vilarejos da Sardenha, cheios de pessoas centenárias, Susan colocou no papel todas essas descobertas e publicou The Village Effect: Why Face to Face Contact Matters, ainda sem tradução no Brasil.
A pesquisadora afirma que o isolamento social sempre foi um problema porque homens são animais feitos para se desenvolverem e conviverem juntos. Há 10 mil anos vivemos em grupos, e a pior punição possível é excluir um dos membros. E a exclusão afeta nosso corpo, nosso cérebro.
Atualmente as pessoas estão vivendo muito mais sozinhas que do que no passado. E isso influencia nosso risco de estresse e até de ter depressão. Ao longo dos anos, essa solidão traz um impacto à saúde. Por exemplo, se você se sente sozinha ou vive sozinha, ou passa muito tempo só, você tem 30% mais chances de morrer em comparação com pessoas com uma vida social ativa. Pessoas que se comprometem a estar com outras aumentam sua expectativa de vida [...]
Disponível em: <https://www.humanasaude.com.br/ouca-um-bom-conselho/a-felicidade-mora-nas-relacoes>. Acesso em: 22 jan. 2019. Adaptado.
No texto, predomina a linguagem
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O número decimal que representa as partes pintadas em verde é o

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