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Foram encontradas 49 questões.

2551999 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG

A FELICIDADE MORA NAS RELAÇÕES

Os laços que mantemos com os amigos, a família e a comunidade nos tornam mais alegres e saudáveis. A psicóloga canadense Susan Pinker estuda o poder das conexões sociais sobre nós.

Encontrar os amigos com regularidade, estar perto da família ou mesmo cultivar breves conversas com o vizinho enquanto levamos o cachorro para passear pode nos trazer mais alegria e mais saúde do que a gente imagina. Sobre o poder que as conexões sociais têm de nos trazer pertencimento e qualidade de vida, a psicóloga canadense Susan Pinker diz que o isolamento social é mais perigoso que fumar, ser hipertenso ou nunca praticar atividade física. Em época de tanta conectividade — afinal, o WhatsApp apita a todo instante, no Instagram curtimos e seguimos a vida de tanta gente —, ela defende que uma conversa olho no olho ainda é essencial. Um abraço, insubstituível. Depois de anos de pesquisa, inclusive nos vilarejos da Sardenha, cheios de pessoas centenárias, Susan colocou no papel todas essas descobertas e publicou The Village Effect: Why Face to Face Contact Matters, ainda sem tradução no Brasil.

A pesquisadora afirma que o isolamento social sempre foi um problema porque homens são animais feitos para se desenvolverem e conviverem juntos. Há 10 mil anos vivemos em grupos, e a pior punição possível é excluir um dos membros. E a exclusão afeta nosso corpo, nosso cérebro.

Atualmente as pessoas estão vivendo muito mais sozinhas que do que no passado. E isso influencia nosso risco de estresse e até de ter depressão. Ao longo dos anos, essa solidão traz um impacto à saúde. Por exemplo, se você se sente sozinha ou vive sozinha, ou passa muito tempo só, você tem 30% mais chances de morrer em comparação com pessoas com uma vida social ativa. Pessoas que se comprometem a estar com outras aumentam sua expectativa de vida [...]

Disponível em: <https://www.humanasaude.com.br/ouca-um-bom-conselho/a-felicidade-mora-nas-relacoes>. Acesso em: 22 jan. 2019. Adaptado.

Texto 02

Enunciado 2781770-1

Disponível em: <http://teetm.over-blog.com/2017/09/a-internet-e-seu-poder-de-deixar-as-pessoas-proximas-cada-vez-mais-longes.html>. Acesso em : 10 março 2019.

Comparando o texto 02 ao texto 01, observa-se que

 

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2551930 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
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Considere a !$ \in !$ !$ \mathbb{R} !$ , A(-3, -1), B(1, 3) e C(a, 1). Se C é equidistante de A e B, então as coordenadas do ponto C são, respectivamente,

 

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2551909 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
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MAIS PAZ E MENOS IRRITAÇÃO

Lembra do bichinho do rã-rã? Segundo um antigo comercial de tevê, esse bichinho se aloja na garganta e nos obriga a pigarrear (rã-rããã...) para reduzir o incômodo provocado pela sua presença. Mas o que aquela propaganda, feita para vender pastilhas, não contava é que o metafórico bichinho às vezes se instala na alma. Como a irritação que provoca na garganta, ele também é responsável por uma dor que raspa, uma desagradável sensação de areia, um sentimento difuso que nos diz que nada está bom do jeito que está e que isso é quase insuportável. Vamos precisar bem esses sentimentos: a irritação não é uma raiva que explode como um trovão, mas uma emoção contida dentro de um caldeirão que ferve. Com a ausência de pastilhas ou bálsamos para aliviar essa insatisfação da psique, nos tornamos impacientes, intolerantes, ansiosos, mal-humorados, deprimidos.

Agora vem a boa notícia: se é possível acabar com o bichinho do rã-rã quando ele agride o corpo, também é possível eliminá-lo ao atacar a alma. [...]

Primeiro, vamos conhecer onde nasce a irritação. E a tradicional medicina chinesa pode auxiliar muito nisso, pois ela se refere aos circuitos energéticos do corpo e como eles influenciam nossos estados emocionais. [...] A irritação difere muito da raiva. Ela faz parte de um circuito energético diferente. A irritação nasce no coração e é uma emoção relacionada ao elemento fogo. Ela é mais existencial, contínua (em maior ou menor grau), como se fosse um sentimento de fundo relacionado mais à essência da pessoa do que uma resposta imediata a algo que acontece. A irritação pode até ser crônica e se transformar numa característica de personalidade [...]. Já a raiva se origina no fígado: é totalmente reativa, explosiva, agressiva e momentânea. É ligada ao elemento madeira, cuja combustão é rápida.

E nem é preciso dizer que a causa da irritação é interna: algo que existe em mim é que detona o processo, e não o que acontece fora. É por isso mesmo que nos irritamos com coisas bobas, na maioria dos casos, sem sentido. Ela é uma reação desproporcional ao que acontece externamente por conta de um desequilíbrio interno. Para a antiga medicina da China, todas as desordens de saúde nascem na mente (shen). Acontece que, para os chineses, a mente fica no coração. O cérebro seria apenas um decodificador do que o coração diz e pensa. Para essa medicina milenar, é no coração onde está a sede do espírito, da essência, dos pensamentos. A irritação é bem importante, pois prejudica o que temos de mais sutil e etéreo.

Mas o que faria o coração se desequilibrar? Excesso de sua própria energia: muito fogo, agitação mental e pensamentos. O coração feliz é aquele que emite uma alegria serena, tranquila. [...] Não é euforia, mas uma erradiação harmoniosa de paz e contentamento. Portanto, tudo o que ajuda esse conjunto (meditação, oração, contemplação, práticas físicas tranquilas, como ioga e tai-chi, acupuntura, boas leituras, momentos de calma na natureza) contribui para a volta do seu equilíbrio. Receber e dar carinho, ser doce nas palavras, colocar mais afeto no que se faz ou massagens com óleos adocicados também são ações que podem ser consideradas como xaropes emocionais. O doce, segundo a visão chinesa, é um sabor ligado ao elemento terra, que tem a propriedade de suavizar e refrescar o elemento fogo. [...]

Fonte: ALVES, Liane. Mais paz e menos irritação. Revista Vida Simples, ed. 171, jun. 2016, p. 14-20. Adaptado.

Há uma regra de acentuação gráfica que é prescrita da seguinte maneira: “todas as palavras oxítonas terminadas em -a(s), -e(s) e -o(s) recebem acento”. Assinale a alternativa em que todas as palavras são acentuadas com base nessa regra.

 

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2551873 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
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Observe, na tabela abaixo, a extensão territorial dos estados da região Sudeste. Qual é a extensão territorial total da região Sudeste?

ESTADOS

EXTENSÃO EM Km2

RIO DE JANEIRO

43 409

SÃO PAULO

248 808

MINAS GERAIS

588 383

ESPÍRITO SANTO

46 184

 

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2551702 Ano: 2018
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
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Qual princípio orçamentário previsto no Art. 167 da Constituição Federal afirma que não poderá haver vinculação de receita de impostos a órgãos, fundo ou despesa, salvo as disposições autorizadas pela própria Constituição ou em lei específica?

 

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2551593 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG

A FELICIDADE MORA NAS RELAÇÕES

Os laços que mantemos com os amigos, a família e a comunidade nos tornam mais alegres e saudáveis. A psicóloga canadense Susan Pinker estuda o poder das conexões sociais sobre nós.

Encontrar os amigos com regularidade, estar perto da família ou mesmo cultivar breves conversas com o vizinho enquanto levamos o cachorro para passear pode nos trazer mais alegria e mais saúde do que a gente imagina. Sobre o poder que as conexões sociais têm de nos trazer pertencimento e qualidade de vida, a psicóloga canadense Susan Pinker diz que o isolamento social é mais perigoso que fumar, ser hipertenso ou nunca praticar atividade física. Em época de tanta conectividade — afinal, o WhatsApp apita a todo instante, no Instagram curtimos e seguimos a vida de tanta gente —, ela defende que uma conversa olho no olho ainda é essencial. Um abraço, insubstituível. Depois de anos de pesquisa, inclusive nos vilarejos da Sardenha, cheios de pessoas centenárias, Susan colocou no papel todas essas descobertas e publicou The Village Effect: Why Face to Face Contact Matters, ainda sem tradução no Brasil.

A pesquisadora afirma que o isolamento social sempre foi um problema porque homens são animais feitos para se desenvolverem e conviverem juntos. Há 10 mil anos vivemos em grupos, e a pior punição possível é excluir um dos membros. E a exclusão afeta nosso corpo, nosso cérebro.

Atualmente as pessoas estão vivendo muito mais sozinhas que do que no passado. E isso influencia nosso risco de estresse e até de ter depressão. Ao longo dos anos, essa solidão traz um impacto à saúde. Por exemplo, se você se sente sozinha ou vive sozinha, ou passa muito tempo só, você tem 30% mais chances de morrer em comparação com pessoas com uma vida social ativa. Pessoas que se comprometem a estar com outras aumentam sua expectativa de vida [...]

Disponível em: <https://www.humanasaude.com.br/ouca-um-bom-conselho/a-felicidade-mora-nas-relacoes>. Acesso em: 22 jan. 2019. Adaptado.

A autora NÃO defende que

 

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2551291 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
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MAIS PAZ E MENOS IRRITAÇÃO

Lembra do bichinho do rã-rã? Segundo um antigo comercial de tevê, esse bichinho se aloja na garganta e nos obriga a pigarrear (rã-rããã...) para reduzir o incômodo provocado pela sua presença. Mas o que aquela propaganda, feita para vender pastilhas, não contava é que o metafórico bichinho às vezes se instala na alma. Como a irritação que provoca na garganta, ele também é responsável por uma dor que raspa, uma desagradável sensação de areia, um sentimento difuso que nos diz que nada está bom do jeito que está e que isso é quase insuportável. Vamos precisar bem esses sentimentos: a irritação não é uma raiva que explode como um trovão, mas uma emoção contida dentro de um caldeirão que ferve. Com a ausência de pastilhas ou bálsamos para aliviar essa insatisfação da psique, nos tornamos impacientes, intolerantes, ansiosos, mal-humorados, deprimidos.

Agora vem a boa notícia: se é possível acabar com o bichinho do rã-rã quando ele agride o corpo, também é possível eliminá-lo ao atacar a alma. [...]

Primeiro, vamos conhecer onde nasce a irritação. E a tradicional medicina chinesa pode auxiliar muito nisso, pois ela se refere aos circuitos energéticos do corpo e como eles influenciam nossos estados emocionais. [...] A irritação difere muito da raiva. Ela faz parte de um circuito energético diferente. A irritação nasce no coração e é uma emoção relacionada ao elemento fogo. Ela é mais existencial, contínua (em maior ou menor grau), como se fosse um sentimento de fundo relacionado mais à essência da pessoa do que uma resposta imediata a algo que acontece. A irritação pode até ser crônica e se transformar numa característica de personalidade [...]. Já a raiva se origina no fígado: é totalmente reativa, explosiva, agressiva e momentânea. É ligada ao elemento madeira, cuja combustão é rápida.

E nem é preciso dizer que a causa da irritação é interna: algo que existe em mim é que detona o processo, e não o que acontece fora. É por isso mesmo que nos irritamos com coisas bobas, na maioria dos casos, sem sentido. Ela é uma reação desproporcional ao que acontece externamente por conta de um desequilíbrio interno. Para a antiga medicina da China, todas as desordens de saúde nascem na mente (shen). Acontece que, para os chineses, a mente fica no coração. O cérebro seria apenas um decodificador do que o coração diz e pensa. Para essa medicina milenar, é no coração onde está a sede do espírito, da essência, dos pensamentos. A irritação é bem importante, pois prejudica o que temos de mais sutil e etéreo.

Mas o que faria o coração se desequilibrar? Excesso de sua própria energia: muito fogo, agitação mental e pensamentos. O coração feliz é aquele que emite uma alegria serena, tranquila. [...] Não é euforia, mas uma erradiação harmoniosa de paz e contentamento. Portanto, tudo o que ajuda esse conjunto (meditação, oração, contemplação, práticas físicas tranquilas, como ioga e tai-chi, acupuntura, boas leituras, momentos de calma na natureza) contribui para a volta do seu equilíbrio. Receber e dar carinho, ser doce nas palavras, colocar mais afeto no que se faz ou massagens com óleos adocicados também são ações que podem ser consideradas como xaropes emocionais. O doce, segundo a visão chinesa, é um sabor ligado ao elemento terra, que tem a propriedade de suavizar e refrescar o elemento fogo. [...]

Fonte: ALVES, Liane. Mais paz e menos irritação. Revista Vida Simples, ed. 171, jun. 2016, p. 14-20. Adaptado.

A palavra “xarope” (linha 31) foi utilizada em sentido

 

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2551109 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
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Um avião voava a uma altura de 6980 metros. Veja, no desenho abaixo, a altura que passou a voar depois que desceu alguns metros. O avião desceu

Enunciado 2749606-1

 

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2550963 Ano: 2018
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
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Considerando o tema restos a pagar, marque a alternativa CORRETA.

 

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2550962 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG

A FELICIDADE MORA NAS RELAÇÕES

Os laços que mantemos com os amigos, a família e a comunidade nos tornam mais alegres e saudáveis. A psicóloga canadense Susan Pinker estuda o poder das conexões sociais sobre nós.

Encontrar os amigos com regularidade, estar perto da família ou mesmo cultivar breves conversas com o vizinho enquanto levamos o cachorro para passear pode nos trazer mais alegria e mais saúde do que a gente imagina. Sobre o poder que as conexões sociais têm de nos trazer pertencimento e qualidade de vida, a psicóloga canadense Susan Pinker diz que o isolamento social é mais perigoso que fumar, ser hipertenso ou nunca praticar atividade física. Em época de tanta conectividade — afinal, o WhatsApp apita a todo instante, no Instagram curtimos e seguimos a vida de tanta gente —, ela defende que uma conversa olho no olho ainda é essencial. Um abraço, insubstituível. Depois de anos de pesquisa, inclusive nos vilarejos da Sardenha, cheios de pessoas centenárias, Susan colocou no papel todas essas descobertas e publicou The Village Effect: Why Face to Face Contact Matters, ainda sem tradução no Brasil.

A pesquisadora afirma que o isolamento social sempre foi um problema porque homens são animais feitos para se desenvolverem e conviverem juntos. Há 10 mil anos vivemos em grupos, e a pior punição possível é excluir um dos membros. E a exclusão afeta nosso corpo, nosso cérebro.

Atualmente as pessoas estão vivendo muito mais sozinhas que do que no passado. E isso influencia nosso risco de estresse e até de ter depressão. Ao longo dos anos, essa solidão traz um impacto à saúde. Por exemplo, se você se sente sozinha ou vive sozinha, ou passa muito tempo só, você tem 30% mais chances de morrer em comparação com pessoas com uma vida social ativa. Pessoas que se comprometem a estar com outras aumentam sua expectativa de vida [...]

Disponível em: <https://www.humanasaude.com.br/ouca-um-bom-conselho/a-felicidade-mora-nas-relacoes>. Acesso em: 22 jan. 2019. Adaptado.

Assinale a alternativa que extrapola as ideias defendidas pela pesquisadora.

 

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