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Uma professora costuma verificar a aprendizagem de seus alunos através da mediana das notas obtidas pela turma. Considere uma turma de 20 alunos que obteve as notas elencadas na tabela abaixo.
| 18 | 59 | 75 | 85 |
| 26 | 66 | 78 | 90 |
| 34 | 68 | 81 | 92 |
| 50 | 70 | 83 | 93 |
| 57 | 74 | 84 | 100 |
Com base nessas informações, podemos afirmar que a mediana das notas acima é igual a
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MAIS PAZ E MENOS IRRITAÇÃO
Lembra do bichinho do rã-rã? Segundo um antigo comercial de tevê, esse bichinho se aloja na garganta e nos obriga a pigarrear (rã-rããã...) para reduzir o incômodo provocado pela sua presença. Mas o que aquela propaganda, feita para vender pastilhas, não contava é que o metafórico bichinho às vezes se instala na alma. Como a irritação que provoca na garganta, ele também é responsável por uma dor que raspa, uma desagradável sensação de areia, um sentimento difuso que nos diz que nada está bom do jeito que está e que isso é quase insuportável. Vamos precisar bem esses sentimentos: a irritação não é uma raiva que explode como um trovão, mas uma emoção contida dentro de um caldeirão que ferve. Com a ausência de pastilhas ou bálsamos para aliviar essa insatisfação da psique, nos tornamos impacientes, intolerantes, ansiosos, mal-humorados, deprimidos.
Agora vem a boa notícia: se é possível acabar com o bichinho do rã-rã quando ele agride o corpo, também é possível eliminá-lo ao atacar a alma. [...]
Primeiro, vamos conhecer onde nasce a irritação. E a tradicional medicina chinesa pode auxiliar muito nisso, pois ela se refere aos circuitos energéticos do corpo e como eles influenciam nossos estados emocionais. [...] A irritação difere muito da raiva. Ela faz parte de um circuito energético diferente. A irritação nasce no coração e é uma emoção relacionada ao elemento fogo. Ela é mais existencial, contínua (em maior ou menor grau), como se fosse um sentimento de fundo relacionado mais à essência da pessoa do que uma resposta imediata a algo que acontece. A irritação pode até ser crônica e se transformar numa característica de personalidade [...]. Já a raiva se origina no fígado: é totalmente reativa, explosiva, agressiva e momentânea. É ligada ao elemento madeira, cuja combustão é rápida.
E nem é preciso dizer que a causa da irritação é interna: algo que existe em mim é que detona o processo, e não o que acontece fora. É por isso mesmo que nos irritamos com coisas bobas, na maioria dos casos, sem sentido. Ela é uma reação desproporcional ao que acontece externamente por conta de um desequilíbrio interno. Para a antiga medicina da China, todas as desordens de saúde nascem na mente (shen). Acontece que, para os chineses, a mente fica no coração. O cérebro seria apenas um decodificador do que o coração diz e pensa. Para essa medicina milenar, é no coração onde está a sede do espírito, da essência, dos pensamentos. A irritação é bem importante, pois prejudica o que temos de mais sutil e etéreo.
Mas o que faria o coração se desequilibrar? Excesso de sua própria energia: muito fogo, agitação mental e pensamentos. O coração feliz é aquele que emite uma alegria serena, tranquila. [...] Não é euforia, mas uma erradiação harmoniosa de paz e contentamento. Portanto, tudo o que ajuda esse conjunto (meditação, oração, contemplação, práticas físicas tranquilas, como ioga e tai-chi, acupuntura, boas leituras, momentos de calma na natureza) contribui para a volta do seu equilíbrio. Receber e dar carinho, ser doce nas palavras, colocar mais afeto no que se faz ou massagens com óleos adocicados também são ações que podem ser consideradas como xaropes emocionais. O doce, segundo a visão chinesa, é um sabor ligado ao elemento terra, que tem a propriedade de suavizar e refrescar o elemento fogo. [...]
Fonte: ALVES, Liane. Mais paz e menos irritação. Revista Vida Simples, ed. 171, jun. 2016, p. 14-20. Adaptado.
No trecho “[...] Vamos precisar bem esses sentimentos: a irritação não é uma raiva que explode como um trovão, mas uma emoção contida dentro de um caldeirão que ferve. [...]” (linhas 5-7), o termo destacado pode ser substituído, sem prejuízo de significado, por
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| Compensação entre Regimes de Previdência | 1.573,00 |
| Contribuições Servidores a Previdência Própria | 23.958,00 |
| Deduções da Receita Corrente (Exceto FUNDEB) | 1.331,00 |
| Deduções de Receita para formação do FUNDEB | 50.094,00 |
| Demais Receitas Correntes | 55.176,00 |
| Receitas de Contribuições | 84.095,00 |
| Receitas de Serviços | 42.955,00 |
| Receitas Patrimoniais | 34.122,00 |
| Receitas Tributárias | 406.802,00 |
| Transferências Correntes | 571.725,00 |
O saldo da receita corrente líquida do munícipio é de:
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MAIS PAZ E MENOS IRRITAÇÃO
Lembra do bichinho do rã-rã? Segundo um antigo comercial de tevê, esse bichinho se aloja na garganta e nos obriga a pigarrear (rã-rããã...) para reduzir o incômodo provocado pela sua presença. Mas o que aquela propaganda, feita para vender pastilhas, não contava é que o metafórico bichinho às vezes se instala na alma. Como a irritação que provoca na garganta, ele também é responsável por uma dor que raspa, uma desagradável sensação de areia, um sentimento difuso que nos diz que nada está bom do jeito que está e que isso é quase insuportável. Vamos precisar bem esses sentimentos: a irritação não é uma raiva que explode como um trovão, mas uma emoção contida dentro de um caldeirão que ferve. Com a ausência de pastilhas ou bálsamos para aliviar essa insatisfação da psique, nos tornamos impacientes, intolerantes, ansiosos, mal-humorados, deprimidos.
Agora vem a boa notícia: se é possível acabar com o bichinho do rã-rã quando ele agride o corpo, também é possível eliminá-lo ao atacar a alma. [...]
Primeiro, vamos conhecer onde nasce a irritação. E a tradicional medicina chinesa pode auxiliar muito nisso, pois ela se refere aos circuitos energéticos do corpo e como eles influenciam nossos estados emocionais. [...] A irritação difere muito da raiva. Ela faz parte de um circuito energético diferente. A irritação nasce no coração e é uma emoção relacionada ao elemento fogo. Ela é mais existencial, contínua (em maior ou menor grau), como se fosse um sentimento de fundo relacionado mais à essência da pessoa do que uma resposta imediata a algo que acontece. A irritação pode até ser crônica e se transformar numa característica de personalidade [...]. Já a raiva se origina no fígado: é totalmente reativa, explosiva, agressiva e momentânea. É ligada ao elemento madeira, cuja combustão é rápida.
E nem é preciso dizer que a causa da irritação é interna: algo que existe em mim é que detona o processo, e não o que acontece fora. É por isso mesmo que nos irritamos com coisas bobas, na maioria dos casos, sem sentido. Ela é uma reação desproporcional ao que acontece externamente por conta de um desequilíbrio interno. Para a antiga medicina da China, todas as desordens de saúde nascem na mente (shen). Acontece que, para os chineses, a mente fica no coração. O cérebro seria apenas um decodificador do que o coração diz e pensa. Para essa medicina milenar, é no coração onde está a sede do espírito, da essência, dos pensamentos. A irritação é bem importante, pois prejudica o que temos de mais sutil e etéreo.
Mas o que faria o coração se desequilibrar? Excesso de sua própria energia: muito fogo, agitação mental e pensamentos. O coração feliz é aquele que emite uma alegria serena, tranquila. [...] Não é euforia, mas uma erradiação harmoniosa de paz e contentamento. Portanto, tudo o que ajuda esse conjunto (meditação, oração, contemplação, práticas físicas tranquilas, como ioga e tai-chi, acupuntura, boas leituras, momentos de calma na natureza) contribui para a volta do seu equilíbrio. Receber e dar carinho, ser doce nas palavras, colocar mais afeto no que se faz ou massagens com óleos adocicados também são ações que podem ser consideradas como xaropes emocionais. O doce, segundo a visão chinesa, é um sabor ligado ao elemento terra, que tem a propriedade de suavizar e refrescar o elemento fogo. [...]
Fonte: ALVES, Liane. Mais paz e menos irritação. Revista Vida Simples, ed. 171, jun. 2016, p. 14-20. Adaptado.
Assinale a alternativa que define o assunto principal do texto.
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MAIS PAZ E MENOS IRRITAÇÃO
Lembra do bichinho do rã-rã? Segundo um antigo comercial de tevê, esse bichinho se aloja na garganta e nos obriga a pigarrear (rã-rããã...) para reduzir o incômodo provocado pela sua presença. Mas o que aquela propaganda, feita para vender pastilhas, não contava é que o metafórico bichinho às vezes se instala na alma. Como a irritação que provoca na garganta, ele também é responsável por uma dor que raspa, uma desagradável sensação de areia, um sentimento difuso que nos diz que nada está bom do jeito que está e que isso é quase insuportável. Vamos precisar bem esses sentimentos: a irritação não é uma raiva que explode como um trovão, mas uma emoção contida dentro de um caldeirão que ferve. Com a ausência de pastilhas ou bálsamos para aliviar essa insatisfação da psique, nos tornamos impacientes, intolerantes, ansiosos, mal-humorados, deprimidos.
Agora vem a boa notícia: se é possível acabar com o bichinho do rã-rã quando ele agride o corpo, também é possível eliminá-lo ao atacar a alma. [...]
Primeiro, vamos conhecer onde nasce a irritação. E a tradicional medicina chinesa pode auxiliar muito nisso, pois ela se refere aos circuitos energéticos do corpo e como eles influenciam nossos estados emocionais. [...] A irritação difere muito da raiva. Ela faz parte de um circuito energético diferente. A irritação nasce no coração e é uma emoção relacionada ao elemento fogo. Ela é mais existencial, contínua (em maior ou menor grau), como se fosse um sentimento de fundo relacionado mais à essência da pessoa do que uma resposta imediata a algo que acontece. A irritação pode até ser crônica e se transformar numa característica de personalidade [...]. Já a raiva se origina no fígado: é totalmente reativa, explosiva, agressiva e momentânea. É ligada ao elemento madeira, cuja combustão é rápida.
E nem é preciso dizer que a causa da irritação é interna: algo que existe em mim é que detona o processo, e não o que acontece fora. É por isso mesmo que nos irritamos com coisas bobas, na maioria dos casos, sem sentido. Ela é uma reação desproporcional ao que acontece externamente por conta de um desequilíbrio interno. Para a antiga medicina da China, todas as desordens de saúde nascem na mente (shen). Acontece que, para os chineses, a mente fica no coração. O cérebro seria apenas um decodificador do que o coração diz e pensa. Para essa medicina milenar, é no coração onde está a sede do espírito, da essência, dos pensamentos. A irritação é bem importante, pois prejudica o que temos de mais sutil e etéreo.
Mas o que faria o coração se desequilibrar? Excesso de sua própria energia: muito fogo, agitação mental e pensamentos. O coração feliz é aquele que emite uma alegria serena, tranquila. [...] Não é euforia, mas uma erradiação harmoniosa de paz e contentamento. Portanto, tudo o que ajuda esse conjunto (meditação, oração, contemplação, práticas físicas tranquilas, como ioga e tai-chi, acupuntura, boas leituras, momentos de calma na natureza) contribui para a volta do seu equilíbrio. Receber e dar carinho, ser doce nas palavras, colocar mais afeto no que se faz ou massagens com óleos adocicados também são ações que podem ser consideradas como xaropes emocionais. O doce, segundo a visão chinesa, é um sabor ligado ao elemento terra, que tem a propriedade de suavizar e refrescar o elemento fogo. [...]
Fonte: ALVES, Liane. Mais paz e menos irritação. Revista Vida Simples, ed. 171, jun. 2016, p. 14-20. Adaptado.
No trecho “[...] a irritação não é uma raiva que explode como um trovão, mas uma emoção contida dentro de um caldeirão que ferve.” (linhas 6-7), o termo “mas” denota ideia de
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Determinado órgão público irá reformar a sua sede e o valor orçado é de R$ 30.000,00 (trinta mil reais). Considerando somente essas informações e o que está preceituado na Lei n.º 8.666/1993, é CORRETO afirmar que a modalidade de licitação a qual pode ser utilizada é:
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A FELICIDADE MORA NAS RELAÇÕES
Os laços que mantemos com os amigos, a família e a comunidade nos tornam mais alegres e saudáveis. A psicóloga canadense Susan Pinker estuda o poder das conexões sociais sobre nós.
Encontrar os amigos com regularidade, estar perto da família ou mesmo cultivar breves conversas com o vizinho enquanto levamos o cachorro para passear pode nos trazer mais alegria e mais saúde do que a gente imagina. Sobre o poder que as conexões sociais têm de nos trazer pertencimento e qualidade de vida, a psicóloga canadense Susan Pinker diz que o isolamento social é mais perigoso que fumar, ser hipertenso ou nunca praticar atividade física. Em época de tanta conectividade — afinal, o WhatsApp apita a todo instante, no Instagram curtimos e seguimos a vida de tanta gente —, ela defende que uma conversa olho no olho ainda é essencial. Um abraço, insubstituível. Depois de anos de pesquisa, inclusive nos vilarejos da Sardenha, cheios de pessoas centenárias, Susan colocou no papel todas essas descobertas e publicou The Village Effect: Why Face to Face Contact Matters, ainda sem tradução no Brasil.
A pesquisadora afirma que o isolamento social sempre foi um problema porque homens são animais feitos para se desenvolverem e conviverem juntos. Há 10 mil anos vivemos em grupos, e a pior punição possível é excluir um dos membros. E a exclusão afeta nosso corpo, nosso cérebro.
Atualmente as pessoas estão vivendo muito mais sozinhas que do que no passado. E isso influencia nosso risco de estresse e até de ter depressão. Ao longo dos anos, essa solidão traz um impacto à saúde. Por exemplo, se você se sente sozinha ou vive sozinha, ou passa muito tempo só, você tem 30% mais chances de morrer em comparação com pessoas com uma vida social ativa. Pessoas que se comprometem a estar com outras aumentam sua expectativa de vida [...]
Disponível em: <https://www.humanasaude.com.br/ouca-um-bom-conselho/a-felicidade-mora-nas-relacoes>. Acesso em: 22 jan. 2019. Adaptado.
Tendo em vista as informações contidas no texto, pode-se inferir que
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A dona de uma loja de brinquedos comprou essas bonecas abaixo por R$ 500,00 e as vendeu por R$ 560,00. Quanto ela ganhou na venda de cada boneca?

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Nos quadros abaixo, temos quadros com números pares e ímpares de figuras. O quadro que tem um número ímpar de figuras é o de

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MAIS PAZ E MENOS IRRITAÇÃO
Lembra do bichinho do rã-rã? Segundo um antigo comercial de tevê, esse bichinho se aloja na garganta e nos obriga a pigarrear (rã-rããã...) para reduzir o incômodo provocado pela sua presença. Mas o que aquela propaganda, feita para vender pastilhas, não contava é que o metafórico bichinho às vezes se instala na alma. Como a irritação que provoca na garganta, ele também é responsável por uma dor que raspa, uma desagradável sensação de areia, um sentimento difuso que nos diz que nada está bom do jeito que está e que isso é quase insuportável. Vamos precisar bem esses sentimentos: a irritação não é uma raiva que explode como um trovão, mas uma emoção contida dentro de um caldeirão que ferve. Com a ausência de pastilhas ou bálsamos para aliviar essa insatisfação da psique, nos tornamos impacientes, intolerantes, ansiosos, mal-humorados, deprimidos.
Agora vem a boa notícia: se é possível acabar com o bichinho do rã-rã quando ele agride o corpo, também é possível eliminá-lo ao atacar a alma. [...]
Primeiro, vamos conhecer onde nasce a irritação. E a tradicional medicina chinesa pode auxiliar muito nisso, pois ela se refere aos circuitos energéticos do corpo e como eles influenciam nossos estados emocionais. [...] A irritação difere muito da raiva. Ela faz parte de um circuito energético diferente. A irritação nasce no coração e é uma emoção relacionada ao elemento fogo. Ela é mais existencial, contínua (em maior ou menor grau), como se fosse um sentimento de fundo relacionado mais à essência da pessoa do que uma resposta imediata a algo que acontece. A irritação pode até ser crônica e se transformar numa característica de personalidade [...]. Já a raiva se origina no fígado: é totalmente reativa, explosiva, agressiva e momentânea. É ligada ao elemento madeira, cuja combustão é rápida.
E nem é preciso dizer que a causa da irritação é interna: algo que existe em mim é que detona o processo, e não o que acontece fora. É por isso mesmo que nos irritamos com coisas bobas, na maioria dos casos, sem sentido. Ela é uma reação desproporcional ao que acontece externamente por conta de um desequilíbrio interno. Para a antiga medicina da China, todas as desordens de saúde nascem na mente (shen). Acontece que, para os chineses, a mente fica no coração. O cérebro seria apenas um decodificador do que o coração diz e pensa. Para essa medicina milenar, é no coração onde está a sede do espírito, da essência, dos pensamentos. A irritação é bem importante, pois prejudica o que temos de mais sutil e etéreo.
Mas o que faria o coração se desequilibrar? Excesso de sua própria energia: muito fogo, agitação mental e pensamentos. O coração feliz é aquele que emite uma alegria serena, tranquila. [...] Não é euforia, mas uma erradiação harmoniosa de paz e contentamento. Portanto, tudo o que ajuda esse conjunto (meditação, oração, contemplação, práticas físicas tranquilas, como ioga e tai-chi, acupuntura, boas leituras, momentos de calma na natureza) contribui para a volta do seu equilíbrio. Receber e dar carinho, ser doce nas palavras, colocar mais afeto no que se faz ou massagens com óleos adocicados também são ações que podem ser consideradas como xaropes emocionais. O doce, segundo a visão chinesa, é um sabor ligado ao elemento terra, que tem a propriedade de suavizar e refrescar o elemento fogo. [...]
Fonte: ALVES, Liane. Mais paz e menos irritação. Revista Vida Simples, ed. 171, jun. 2016, p. 14-20. Adaptado.
Analise as afirmativas a seguir e marque V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) Atitudes afetuosas e carinhosas têm o poder de suavizar e refrescar a irritação.
( ) A mente, para os chineses, localiza-se no coração, onde está a sede do espírito e dos pensamentos.
( ) A raiva advém de um excesso de muito fogo, agitação mental e pensamentos.
( ) Um coração feliz erradia euforia, como também ansiedade e descontentamento.
Assinale a alternativa CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo:
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