Magna Concursos

Foram encontradas 49 questões.

2553482 Ano: 2018
Disciplina: Estatística
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
Provas:

Uma professora costuma verificar a aprendizagem de seus alunos através da mediana das notas obtidas pela turma. Considere uma turma de 20 alunos que obteve as notas elencadas na tabela abaixo.

18 59 75 85
26 66 78 90
34 68 81 92
50 70 83 93
57 74 84 100

Com base nessas informações, podemos afirmar que a mediana das notas acima é igual a

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2553470 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
Provas:

MAIS PAZ E MENOS IRRITAÇÃO

Lembra do bichinho do rã-rã? Segundo um antigo comercial de tevê, esse bichinho se aloja na garganta e nos obriga a pigarrear (rã-rããã...) para reduzir o incômodo provocado pela sua presença. Mas o que aquela propaganda, feita para vender pastilhas, não contava é que o metafórico bichinho às vezes se instala na alma. Como a irritação que provoca na garganta, ele também é responsável por uma dor que raspa, uma desagradável sensação de areia, um sentimento difuso que nos diz que nada está bom do jeito que está e que isso é quase insuportável. Vamos precisar bem esses sentimentos: a irritação não é uma raiva que explode como um trovão, mas uma emoção contida dentro de um caldeirão que ferve. Com a ausência de pastilhas ou bálsamos para aliviar essa insatisfação da psique, nos tornamos impacientes, intolerantes, ansiosos, mal-humorados, deprimidos.

Agora vem a boa notícia: se é possível acabar com o bichinho do rã-rã quando ele agride o corpo, também é possível eliminá-lo ao atacar a alma. [...]

Primeiro, vamos conhecer onde nasce a irritação. E a tradicional medicina chinesa pode auxiliar muito nisso, pois ela se refere aos circuitos energéticos do corpo e como eles influenciam nossos estados emocionais. [...] A irritação difere muito da raiva. Ela faz parte de um circuito energético diferente. A irritação nasce no coração e é uma emoção relacionada ao elemento fogo. Ela é mais existencial, contínua (em maior ou menor grau), como se fosse um sentimento de fundo relacionado mais à essência da pessoa do que uma resposta imediata a algo que acontece. A irritação pode até ser crônica e se transformar numa característica de personalidade [...]. Já a raiva se origina no fígado: é totalmente reativa, explosiva, agressiva e momentânea. É ligada ao elemento madeira, cuja combustão é rápida.

E nem é preciso dizer que a causa da irritação é interna: algo que existe em mim é que detona o processo, e não o que acontece fora. É por isso mesmo que nos irritamos com coisas bobas, na maioria dos casos, sem sentido. Ela é uma reação desproporcional ao que acontece externamente por conta de um desequilíbrio interno. Para a antiga medicina da China, todas as desordens de saúde nascem na mente (shen). Acontece que, para os chineses, a mente fica no coração. O cérebro seria apenas um decodificador do que o coração diz e pensa. Para essa medicina milenar, é no coração onde está a sede do espírito, da essência, dos pensamentos. A irritação é bem importante, pois prejudica o que temos de mais sutil e etéreo.

Mas o que faria o coração se desequilibrar? Excesso de sua própria energia: muito fogo, agitação mental e pensamentos. O coração feliz é aquele que emite uma alegria serena, tranquila. [...] Não é euforia, mas uma erradiação harmoniosa de paz e contentamento. Portanto, tudo o que ajuda esse conjunto (meditação, oração, contemplação, práticas físicas tranquilas, como ioga e tai-chi, acupuntura, boas leituras, momentos de calma na natureza) contribui para a volta do seu equilíbrio. Receber e dar carinho, ser doce nas palavras, colocar mais afeto no que se faz ou massagens com óleos adocicados também são ações que podem ser consideradas como xaropes emocionais. O doce, segundo a visão chinesa, é um sabor ligado ao elemento terra, que tem a propriedade de suavizar e refrescar o elemento fogo. [...]

Fonte: ALVES, Liane. Mais paz e menos irritação. Revista Vida Simples, ed. 171, jun. 2016, p. 14-20. Adaptado.

No trecho “[...] Vamos precisar bem esses sentimentos: a irritação não é uma raiva que explode como um trovão, mas uma emoção contida dentro de um caldeirão que ferve. [...]” (linhas 5-7), o termo destacado pode ser substituído, sem prejuízo de significado, por

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2553359 Ano: 2018
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
Provas:

Compensação entre Regimes de Previdência

1.573,00

Contribuições Servidores a Previdência Própria

23.958,00

Deduções da Receita Corrente (Exceto FUNDEB)

1.331,00

Deduções de Receita para formação do FUNDEB

50.094,00

Demais Receitas Correntes

55.176,00

Receitas de Contribuições

84.095,00

Receitas de Serviços

42.955,00

Receitas Patrimoniais

34.122,00

Receitas Tributárias

406.802,00

Transferências Correntes

571.725,00

O saldo da receita corrente líquida do munícipio é de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2553134 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
Provas:

MAIS PAZ E MENOS IRRITAÇÃO

Lembra do bichinho do rã-rã? Segundo um antigo comercial de tevê, esse bichinho se aloja na garganta e nos obriga a pigarrear (rã-rããã...) para reduzir o incômodo provocado pela sua presença. Mas o que aquela propaganda, feita para vender pastilhas, não contava é que o metafórico bichinho às vezes se instala na alma. Como a irritação que provoca na garganta, ele também é responsável por uma dor que raspa, uma desagradável sensação de areia, um sentimento difuso que nos diz que nada está bom do jeito que está e que isso é quase insuportável. Vamos precisar bem esses sentimentos: a irritação não é uma raiva que explode como um trovão, mas uma emoção contida dentro de um caldeirão que ferve. Com a ausência de pastilhas ou bálsamos para aliviar essa insatisfação da psique, nos tornamos impacientes, intolerantes, ansiosos, mal-humorados, deprimidos.

Agora vem a boa notícia: se é possível acabar com o bichinho do rã-rã quando ele agride o corpo, também é possível eliminá-lo ao atacar a alma. [...]

Primeiro, vamos conhecer onde nasce a irritação. E a tradicional medicina chinesa pode auxiliar muito nisso, pois ela se refere aos circuitos energéticos do corpo e como eles influenciam nossos estados emocionais. [...] A irritação difere muito da raiva. Ela faz parte de um circuito energético diferente. A irritação nasce no coração e é uma emoção relacionada ao elemento fogo. Ela é mais existencial, contínua (em maior ou menor grau), como se fosse um sentimento de fundo relacionado mais à essência da pessoa do que uma resposta imediata a algo que acontece. A irritação pode até ser crônica e se transformar numa característica de personalidade [...]. Já a raiva se origina no fígado: é totalmente reativa, explosiva, agressiva e momentânea. É ligada ao elemento madeira, cuja combustão é rápida.

E nem é preciso dizer que a causa da irritação é interna: algo que existe em mim é que detona o processo, e não o que acontece fora. É por isso mesmo que nos irritamos com coisas bobas, na maioria dos casos, sem sentido. Ela é uma reação desproporcional ao que acontece externamente por conta de um desequilíbrio interno. Para a antiga medicina da China, todas as desordens de saúde nascem na mente (shen). Acontece que, para os chineses, a mente fica no coração. O cérebro seria apenas um decodificador do que o coração diz e pensa. Para essa medicina milenar, é no coração onde está a sede do espírito, da essência, dos pensamentos. A irritação é bem importante, pois prejudica o que temos de mais sutil e etéreo.

Mas o que faria o coração se desequilibrar? Excesso de sua própria energia: muito fogo, agitação mental e pensamentos. O coração feliz é aquele que emite uma alegria serena, tranquila. [...] Não é euforia, mas uma erradiação harmoniosa de paz e contentamento. Portanto, tudo o que ajuda esse conjunto (meditação, oração, contemplação, práticas físicas tranquilas, como ioga e tai-chi, acupuntura, boas leituras, momentos de calma na natureza) contribui para a volta do seu equilíbrio. Receber e dar carinho, ser doce nas palavras, colocar mais afeto no que se faz ou massagens com óleos adocicados também são ações que podem ser consideradas como xaropes emocionais. O doce, segundo a visão chinesa, é um sabor ligado ao elemento terra, que tem a propriedade de suavizar e refrescar o elemento fogo. [...]

Fonte: ALVES, Liane. Mais paz e menos irritação. Revista Vida Simples, ed. 171, jun. 2016, p. 14-20. Adaptado.

Assinale a alternativa que define o assunto principal do texto.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2552610 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
Provas:

MAIS PAZ E MENOS IRRITAÇÃO

Lembra do bichinho do rã-rã? Segundo um antigo comercial de tevê, esse bichinho se aloja na garganta e nos obriga a pigarrear (rã-rããã...) para reduzir o incômodo provocado pela sua presença. Mas o que aquela propaganda, feita para vender pastilhas, não contava é que o metafórico bichinho às vezes se instala na alma. Como a irritação que provoca na garganta, ele também é responsável por uma dor que raspa, uma desagradável sensação de areia, um sentimento difuso que nos diz que nada está bom do jeito que está e que isso é quase insuportável. Vamos precisar bem esses sentimentos: a irritação não é uma raiva que explode como um trovão, mas uma emoção contida dentro de um caldeirão que ferve. Com a ausência de pastilhas ou bálsamos para aliviar essa insatisfação da psique, nos tornamos impacientes, intolerantes, ansiosos, mal-humorados, deprimidos.

Agora vem a boa notícia: se é possível acabar com o bichinho do rã-rã quando ele agride o corpo, também é possível eliminá-lo ao atacar a alma. [...]

Primeiro, vamos conhecer onde nasce a irritação. E a tradicional medicina chinesa pode auxiliar muito nisso, pois ela se refere aos circuitos energéticos do corpo e como eles influenciam nossos estados emocionais. [...] A irritação difere muito da raiva. Ela faz parte de um circuito energético diferente. A irritação nasce no coração e é uma emoção relacionada ao elemento fogo. Ela é mais existencial, contínua (em maior ou menor grau), como se fosse um sentimento de fundo relacionado mais à essência da pessoa do que uma resposta imediata a algo que acontece. A irritação pode até ser crônica e se transformar numa característica de personalidade [...]. Já a raiva se origina no fígado: é totalmente reativa, explosiva, agressiva e momentânea. É ligada ao elemento madeira, cuja combustão é rápida.

E nem é preciso dizer que a causa da irritação é interna: algo que existe em mim é que detona o processo, e não o que acontece fora. É por isso mesmo que nos irritamos com coisas bobas, na maioria dos casos, sem sentido. Ela é uma reação desproporcional ao que acontece externamente por conta de um desequilíbrio interno. Para a antiga medicina da China, todas as desordens de saúde nascem na mente (shen). Acontece que, para os chineses, a mente fica no coração. O cérebro seria apenas um decodificador do que o coração diz e pensa. Para essa medicina milenar, é no coração onde está a sede do espírito, da essência, dos pensamentos. A irritação é bem importante, pois prejudica o que temos de mais sutil e etéreo.

Mas o que faria o coração se desequilibrar? Excesso de sua própria energia: muito fogo, agitação mental e pensamentos. O coração feliz é aquele que emite uma alegria serena, tranquila. [...] Não é euforia, mas uma erradiação harmoniosa de paz e contentamento. Portanto, tudo o que ajuda esse conjunto (meditação, oração, contemplação, práticas físicas tranquilas, como ioga e tai-chi, acupuntura, boas leituras, momentos de calma na natureza) contribui para a volta do seu equilíbrio. Receber e dar carinho, ser doce nas palavras, colocar mais afeto no que se faz ou massagens com óleos adocicados também são ações que podem ser consideradas como xaropes emocionais. O doce, segundo a visão chinesa, é um sabor ligado ao elemento terra, que tem a propriedade de suavizar e refrescar o elemento fogo. [...]

Fonte: ALVES, Liane. Mais paz e menos irritação. Revista Vida Simples, ed. 171, jun. 2016, p. 14-20. Adaptado.

No trecho “[...] a irritação não é uma raiva que explode como um trovão, mas uma emoção contida dentro de um caldeirão que ferve.” (linhas 6-7), o termo “mas” denota ideia de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2552557 Ano: 2018
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
Provas:

Determinado órgão público irá reformar a sua sede e o valor orçado é de R$ 30.000,00 (trinta mil reais). Considerando somente essas informações e o que está preceituado na Lei n.º 8.666/1993, é CORRETO afirmar que a modalidade de licitação a qual pode ser utilizada é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2552297 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG

A FELICIDADE MORA NAS RELAÇÕES

Os laços que mantemos com os amigos, a família e a comunidade nos tornam mais alegres e saudáveis. A psicóloga canadense Susan Pinker estuda o poder das conexões sociais sobre nós.

Encontrar os amigos com regularidade, estar perto da família ou mesmo cultivar breves conversas com o vizinho enquanto levamos o cachorro para passear pode nos trazer mais alegria e mais saúde do que a gente imagina. Sobre o poder que as conexões sociais têm de nos trazer pertencimento e qualidade de vida, a psicóloga canadense Susan Pinker diz que o isolamento social é mais perigoso que fumar, ser hipertenso ou nunca praticar atividade física. Em época de tanta conectividade — afinal, o WhatsApp apita a todo instante, no Instagram curtimos e seguimos a vida de tanta gente —, ela defende que uma conversa olho no olho ainda é essencial. Um abraço, insubstituível. Depois de anos de pesquisa, inclusive nos vilarejos da Sardenha, cheios de pessoas centenárias, Susan colocou no papel todas essas descobertas e publicou The Village Effect: Why Face to Face Contact Matters, ainda sem tradução no Brasil.

A pesquisadora afirma que o isolamento social sempre foi um problema porque homens são animais feitos para se desenvolverem e conviverem juntos. Há 10 mil anos vivemos em grupos, e a pior punição possível é excluir um dos membros. E a exclusão afeta nosso corpo, nosso cérebro.

Atualmente as pessoas estão vivendo muito mais sozinhas que do que no passado. E isso influencia nosso risco de estresse e até de ter depressão. Ao longo dos anos, essa solidão traz um impacto à saúde. Por exemplo, se você se sente sozinha ou vive sozinha, ou passa muito tempo só, você tem 30% mais chances de morrer em comparação com pessoas com uma vida social ativa. Pessoas que se comprometem a estar com outras aumentam sua expectativa de vida [...]

Disponível em: <https://www.humanasaude.com.br/ouca-um-bom-conselho/a-felicidade-mora-nas-relacoes>. Acesso em: 22 jan. 2019. Adaptado.

Tendo em vista as informações contidas no texto, pode-se inferir que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2552294 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
Provas:

A dona de uma loja de brinquedos comprou essas bonecas abaixo por R$ 500,00 e as vendeu por R$ 560,00. Quanto ela ganhou na venda de cada boneca?

Enunciado 2792181-1

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2552228 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
Provas:

Nos quadros abaixo, temos quadros com números pares e ímpares de figuras. O quadro que tem um número ímpar de figuras é o de

Enunciado 2790193-1

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2552157 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Câm. Monte Azul-MG
Provas:

MAIS PAZ E MENOS IRRITAÇÃO

Lembra do bichinho do rã-rã? Segundo um antigo comercial de tevê, esse bichinho se aloja na garganta e nos obriga a pigarrear (rã-rããã...) para reduzir o incômodo provocado pela sua presença. Mas o que aquela propaganda, feita para vender pastilhas, não contava é que o metafórico bichinho às vezes se instala na alma. Como a irritação que provoca na garganta, ele também é responsável por uma dor que raspa, uma desagradável sensação de areia, um sentimento difuso que nos diz que nada está bom do jeito que está e que isso é quase insuportável. Vamos precisar bem esses sentimentos: a irritação não é uma raiva que explode como um trovão, mas uma emoção contida dentro de um caldeirão que ferve. Com a ausência de pastilhas ou bálsamos para aliviar essa insatisfação da psique, nos tornamos impacientes, intolerantes, ansiosos, mal-humorados, deprimidos.

Agora vem a boa notícia: se é possível acabar com o bichinho do rã-rã quando ele agride o corpo, também é possível eliminá-lo ao atacar a alma. [...]

Primeiro, vamos conhecer onde nasce a irritação. E a tradicional medicina chinesa pode auxiliar muito nisso, pois ela se refere aos circuitos energéticos do corpo e como eles influenciam nossos estados emocionais. [...] A irritação difere muito da raiva. Ela faz parte de um circuito energético diferente. A irritação nasce no coração e é uma emoção relacionada ao elemento fogo. Ela é mais existencial, contínua (em maior ou menor grau), como se fosse um sentimento de fundo relacionado mais à essência da pessoa do que uma resposta imediata a algo que acontece. A irritação pode até ser crônica e se transformar numa característica de personalidade [...]. Já a raiva se origina no fígado: é totalmente reativa, explosiva, agressiva e momentânea. É ligada ao elemento madeira, cuja combustão é rápida.

E nem é preciso dizer que a causa da irritação é interna: algo que existe em mim é que detona o processo, e não o que acontece fora. É por isso mesmo que nos irritamos com coisas bobas, na maioria dos casos, sem sentido. Ela é uma reação desproporcional ao que acontece externamente por conta de um desequilíbrio interno. Para a antiga medicina da China, todas as desordens de saúde nascem na mente (shen). Acontece que, para os chineses, a mente fica no coração. O cérebro seria apenas um decodificador do que o coração diz e pensa. Para essa medicina milenar, é no coração onde está a sede do espírito, da essência, dos pensamentos. A irritação é bem importante, pois prejudica o que temos de mais sutil e etéreo.

Mas o que faria o coração se desequilibrar? Excesso de sua própria energia: muito fogo, agitação mental e pensamentos. O coração feliz é aquele que emite uma alegria serena, tranquila. [...] Não é euforia, mas uma erradiação harmoniosa de paz e contentamento. Portanto, tudo o que ajuda esse conjunto (meditação, oração, contemplação, práticas físicas tranquilas, como ioga e tai-chi, acupuntura, boas leituras, momentos de calma na natureza) contribui para a volta do seu equilíbrio. Receber e dar carinho, ser doce nas palavras, colocar mais afeto no que se faz ou massagens com óleos adocicados também são ações que podem ser consideradas como xaropes emocionais. O doce, segundo a visão chinesa, é um sabor ligado ao elemento terra, que tem a propriedade de suavizar e refrescar o elemento fogo. [...]

Fonte: ALVES, Liane. Mais paz e menos irritação. Revista Vida Simples, ed. 171, jun. 2016, p. 14-20. Adaptado.

Analise as afirmativas a seguir e marque V para as verdadeiras e F para as falsas.

( ) Atitudes afetuosas e carinhosas têm o poder de suavizar e refrescar a irritação.

( ) A mente, para os chineses, localiza-se no coração, onde está a sede do espírito e dos pensamentos.

( ) A raiva advém de um excesso de muito fogo, agitação mental e pensamentos.

( ) Um coração feliz erradia euforia, como também ansiedade e descontentamento.

Assinale a alternativa CORRETA, considerando as afirmativas de cima para baixo:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas