Foram encontradas 40 questões.
Observe a Imagem 1 para responder à questão.
Imagem 1

Disponível em: <https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/geral/noticia/2018/06/confira-acharge-do-iotti-desta-quarta-feira-10374237.html>. Acesso em: 2 jan. 2025.
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Leia o Texto 3 para responder à questão.
Texto 3
A Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) instalou 7,3
mil módulos de placas solares em uma área de 10 mil metros
quadrados no reservatório da Usina Hidrelétrica de Sobradinho,
no rio São Francisco, na Bahia.
A plataforma flutuante é fixada no fundo do reservatório por
cabos e ainda serão instalados contêineres de conversão de
energia em corrente contínua para corrente alternada,
adequada para ser enviada às linhas de transmissão da usina.
Acredita-se que o novo sistema flutuante fotovoltaico, resfriado
pela água e pelo vento, seja mais eficaz do que as placas
instaladas em terra, que perdem eficiência com o forte calor.
Com esse projeto, a Chesf pretende viabilizar as usinas
flutuantes em termos técnicos, econômicos e ambientais. Se
funcionarem, elas poderiam ser aplicadas em outros
reservatórios ou mesmo em rios de superfície ampla, como os
da Amazônia e do Centro-Oeste, evitando a desapropriação de
terras e reduzindo as perdas de energia.
Disponível em: <https://revistapesquisa.fapesp.br/milhares-de-paineissolares-na-represa-desobradinho/#:~:text=A%20Companhia%20Hidrel%C3%A9trica%20do%20S %C3%A3o,rio%20S%C3%A3o%20Francisco%2C%20na%20Bahia>. Acesso em: 2 jan. 2025. [Adaptado].
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Texto 3
A Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) instalou 7,3
mil módulos de placas solares em uma área de 10 mil metros
quadrados no reservatório da Usina Hidrelétrica de Sobradinho,
no rio São Francisco, na Bahia.
A plataforma flutuante é fixada no fundo do reservatório por
cabos e ainda serão instalados contêineres de conversão de
energia em corrente contínua para corrente alternada,
adequada para ser enviada às linhas de transmissão da usina.
Acredita-se que o novo sistema flutuante fotovoltaico, resfriado
pela água e pelo vento, seja mais eficaz do que as placas
instaladas em terra, que perdem eficiência com o forte calor.
Com esse projeto, a Chesf pretende viabilizar as usinas
flutuantes em termos técnicos, econômicos e ambientais. Se
funcionarem, elas poderiam ser aplicadas em outros
reservatórios ou mesmo em rios de superfície ampla, como os
da Amazônia e do Centro-Oeste, evitando a desapropriação de
terras e reduzindo as perdas de energia.
Disponível em: <https://revistapesquisa.fapesp.br/milhares-de-paineissolares-na-represa-desobradinho/#:~:text=A%20Companhia%20Hidrel%C3%A9trica%20do%20S %C3%A3o,rio%20S%C3%A3o%20Francisco%2C%20na%20Bahia>. Acesso em: 2 jan. 2025. [Adaptado].
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A Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) instalou 7,3
mil módulos de placas solares em uma área de 10 mil metros
quadrados no reservatório da Usina Hidrelétrica de Sobradinho,
no rio São Francisco, na Bahia.
A plataforma flutuante é fixada no fundo do reservatório por
cabos e ainda serão instalados contêineres de conversão de
energia em corrente contínua para corrente alternada,
adequada para ser enviada às linhas de transmissão da usina.
Acredita-se que o novo sistema flutuante fotovoltaico, resfriado
pela água e pelo vento, seja mais eficaz do que as placas
instaladas em terra, que perdem eficiência com o forte calor.
Com esse projeto, a Chesf pretende viabilizar as usinas
flutuantes em termos técnicos, econômicos e ambientais. Se
funcionarem, elas poderiam ser aplicadas em outros
reservatórios ou mesmo em rios de superfície ampla, como os
da Amazônia e do Centro-Oeste, evitando a desapropriação de
terras e reduzindo as perdas de energia.
Disponível em: <https://revistapesquisa.fapesp.br/milhares-de-paineissolares-na-represa-desobradinho/#:~:text=A%20Companhia%20Hidrel%C3%A9trica%20do%20S %C3%A3o,rio%20S%C3%A3o%20Francisco%2C%20na%20Bahia>. Acesso em: 2 jan. 2025. [Adaptado].
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Leia o Texto 2 para responder à questão.
Texto 2
O apagão de 2009 foi um dos maiores do século. A quantidade
de energia desligada foi de 28 mil megawatts (MW) no
Brasil, afetando 18 estados, e de 980 MW no Paraguai. Uma
tempestade causou uma falha no sistema de transmissão
elétrica da principal usina de energia do país. Além da ausência
completa de energia elétrica em quatro unidades federativas,
outras 14 ficaram parcialmente no breu. Quase 60 milhões de
pessoas ficaram sem energia elétrica, devido à interrupção de
três linhas de alta tensão provenientes de Itaipu, afetadas por
problemas na subestação de Itaberá, em São Paulo. A
interrupção, uma das mais longas já registradas no país, durou
de três horas e meia a seis horas.
Disponível em: <https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2023/08/15/relembreoutros-apagoes-que-marcaram-o-brasil.ghtml>. Acesso em: 2 jan. 2025. [Adaptado].
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Texto 2
O apagão de 2009 foi um dos maiores do século. A quantidade
de energia desligada foi de 28 mil megawatts (MW) no
Brasil, afetando 18 estados, e de 980 MW no Paraguai. Uma
tempestade causou uma falha no sistema de transmissão
elétrica da principal usina de energia do país. Além da ausência
completa de energia elétrica em quatro unidades federativas,
outras 14 ficaram parcialmente no breu. Quase 60 milhões de
pessoas ficaram sem energia elétrica, devido à interrupção de
três linhas de alta tensão provenientes de Itaipu, afetadas por
problemas na subestação de Itaberá, em São Paulo. A
interrupção, uma das mais longas já registradas no país, durou
de três horas e meia a seis horas.
Disponível em: <https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2023/08/15/relembreoutros-apagoes-que-marcaram-o-brasil.ghtml>. Acesso em: 2 jan. 2025. [Adaptado].
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Texto 2
O apagão de 2009 foi um dos maiores do século. A quantidade
de energia desligada foi de 28 mil megawatts (MW) no
Brasil, afetando 18 estados, e de 980 MW no Paraguai. Uma
tempestade causou uma falha no sistema de transmissão
elétrica da principal usina de energia do país. Além da ausência
completa de energia elétrica em quatro unidades federativas,
outras 14 ficaram parcialmente no breu. Quase 60 milhões de
pessoas ficaram sem energia elétrica, devido à interrupção de
três linhas de alta tensão provenientes de Itaipu, afetadas por
problemas na subestação de Itaberá, em São Paulo. A
interrupção, uma das mais longas já registradas no país, durou
de três horas e meia a seis horas.
Disponível em: <https://oglobo.globo.com/brasil/noticia/2023/08/15/relembreoutros-apagoes-que-marcaram-o-brasil.ghtml>. Acesso em: 2 jan. 2025. [Adaptado].
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Texto 1
A transição energética global representa um desafio no sentido
de propiciar desenvolvimento econômico e social a partir de
menores emissões de carbono e com maior participação das
fontes limpas e renováveis. Ao atingir a marca de 200 gigawatts
(GW) de potência centralizada, o Brasil prova seu protagonismo
e está sintonizado com a transição energética. De acordo com
os dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), dos
200 GW alcançados, 84,25% são de fontes renováveis e
15,75% de fontes não renováveis (1% Nuclear). Atualmente as
três maiores fontes renováveis que compõem a matriz de
energia elétrica brasileira são hídrica (55%), Eólica (14,8%) e
Biomassa (8,4%) e das fontes não renováveis, as maiores são
Gás Natural (9%), Petróleo (4%) e Carvão Mineral (1,75%).
Disponível em: <https://www.gov.br/aneel/ptbr/assuntos/noticias/2024/matriz-eletrica-brasileira-alcanca-200-gw>. Acesso em: 2 jan. 2025.
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Texto 1
A transição energética global representa um desafio no sentido
de propiciar desenvolvimento econômico e social a partir de
menores emissões de carbono e com maior participação das
fontes limpas e renováveis. Ao atingir a marca de 200 gigawatts
(GW) de potência centralizada, o Brasil prova seu protagonismo
e está sintonizado com a transição energética. De acordo com
os dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), dos
200 GW alcançados, 84,25% são de fontes renováveis e
15,75% de fontes não renováveis (1% Nuclear). Atualmente as
três maiores fontes renováveis que compõem a matriz de
energia elétrica brasileira são hídrica (55%), Eólica (14,8%) e
Biomassa (8,4%) e das fontes não renováveis, as maiores são
Gás Natural (9%), Petróleo (4%) e Carvão Mineral (1,75%).
Disponível em: <https://www.gov.br/aneel/ptbr/assuntos/noticias/2024/matriz-eletrica-brasileira-alcanca-200-gw>. Acesso em: 2 jan. 2025.
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