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Foram encontradas 50 questões.

1432015 Ano: 2015
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
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Numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, associando as denominações de operações de crédito às suas definições ou características.
COLUNA I
1. Aquisição financiada de bens
2. Mútuo financeiro
3. Arrendamento mercantil
4. Emissão de títulos
COLUNA II
( ) Operação de crédito contratual em que não há ingresso efetivo de recursos financeiros nos cofres da entidade.
( ) Corresponde à obrigação financeira interna ou externa assumida em decorrência da captação de recursos.
( ) Há obtenção de recurso junto a uma instituição financeira para pagamento posterior acrescido de juros e demais encargos contratualmente previstos.
( ) É um tipo de contrato que pode prever ou não a opção de compra, pela entidade cliente, do bem que ela utilizou
Assinale a sequência CORRETA.
 

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1431943 Ano: 2015
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
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A Lei Complementar Nº 101/2000 estabelece, em regime nacional, parâmetros a serem seguidos relativos ao gasto público de cada ente federativo (estados e municípios) brasileiro. As restrições orçamentárias visam preservara situação fiscal dos entes federativos, de acordo com seus balanços anuais, com o objetivo de garantir a saúde financeira de estados e municípios, a aplicação de recursos nas esferas adequadas e uma boa herança administrativa para os futuros gestores.
Analise as seguintes afirmações sobre preceitos dessa lei e da Constituição Federal sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias, a qual especifica como deve ser elaborado o orçamento de cada ano.
I. A Lei Orçamentária deve conter um demonstrativo dos riscos fiscais, no qual devem ser avaliados os passivos contingentes e outros riscos capazes de afetar as contas públicas, informando as providências a serem tomadas, caso se concretizem.
II. A Lei Orçamentária deve definir o equilíbrio entre receitas e despesas, os critérios e as formas de ajustes de empenhos e as normas relativas ao controle de custos e à maximização dos resultados dos programas e políticas públicas.
III. A Lei Orçamentária deve conter demonstrativo das metas anuais, instruído com memória e metodologia de cálculo que justifiquem os resultados pretendidos, comparando-as com as fixadas nos três exercícios anteriores.
Está(ão) CORRETA(S) as afirmativas:
 

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1431933 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
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As Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público (DCASP) são compostas pelas demonstrações enumeradas pela Lei Nº 4.320/1964, pela NBC T 16.6 e pela Lei Complementar Nº 101/2000.
Acerca das prescrições dessas normas legais sobre as DCASP, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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1431894 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
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O Plano de Contas Aplicado ao Setor Público (PCASP) elenca alguns tipos de provisões, que são obrigações presentes, derivadas de eventos passados. Essas obrigações devem ser reconhecidas como contas patrimoniais e se distinguem dos demais passivos.
Considerando esse contexto, analise as afirmativas a seguir sobre provisões.
I. Uma característica de uma provisão é que se seja provável uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos ou potencial de serviços para a extinção da obrigação.
II. Ajustes de perdas estimadas, como perdas com ativos e créditos de liquidação duvidosa, inclusive os créditos de dívida ativa, são exemplos de provisões.
III. O valor reconhecido como provisão deve ser uma estimativa do desembolso exigido para se extinguir a obrigação presente na data das demonstrações contábeis, sendo que tal estimativa deve ser comprovada por relatórios de peritos independentes.
IV. Se já não for mais provável que seja necessária uma saída de recursos que incorporam benefícios econômicos futuros para o pagamento da obrigação, a provisão deve ser revertida.
Estão CORRETAS as afirmativas:
 

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1431480 Ano: 2015
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
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Em sentido restrito, receitas públicas são as entradas que se incorporam ao patrimônio como elemento novo e positivo; em sentido lato, são todas quantias recebidas pelos cofres públicos, denominando-se entradas ou ingressos. A Lei Nº 4.320/1964 classifica a receita pública em categorias. As categoria de receita estão associadas a categorias de despesas.
Acerca da classificação das receitas públicas, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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1431089 Ano: 2015
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
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O orçamento é o instrumento de planejamento de qualquer entidade, pública ou privada, e representa o fluxo de ingressos e aplicação de recursos em determinado período. Para o setor público, é de vital importância, pois é a lei orçamentária que fixa a despesa pública autorizada para um exercício financeiro.
A despesa pública é o conjunto de dispêndios realizados pelos entes públicos para o funcionamento e manutenção dos serviços públicos prestados à sociedade. Sobre procedimentos orçamentários e contábeis aplicados à despesa pública, assinale a alternativa CORRETA.
 

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1431069 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
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Cada uma das Demonstrações Contábeis Aplicadas ao Setor Público (DCASP) evidencia um conjunto de informações.
Acerca dos preceitos das normas legais vigentes em relação às DCASP, em particular sobre as informações por elas evidenciadas, assinale a alternativa que não define uma dessas informações.
 

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1431018 Ano: 2015
Disciplina: Direito Financeiro
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
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A Lei Complementar Nº 101/2000, também conhecida como Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal, dispõe que, ao final de cada quadrimestre, as entidades do setor público devem emitir Relatório de Gestão Fiscal.
Sobre o conteúdo desse relatório, previsto na LRF, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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1413078 Ano: 2015
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
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Considerando o funcionamento da Câmara de Vereadores de Nova Serrana, numere a COLUNA II de acordo com a COLUNA I, estabelecendo a adequada correlação entre as figuras regimentais e suas respectivas características.
COLUNA I
1. Legislatura
2. Sessão legislativa
3. Sessão ordinária
4. Sessão extraordinária
COLUNA II
( ) Ocorre nos períodos de 2 de fevereiro a 15 de julho e de 1° de agosto a 15 de dezembro.
( ) Coincide com o mandato dos vereadores.
( ) Corresponde a um ano civil completo.
( ) Ocorre mediante convocação.
Assinale a sequência CORRETA.
 

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1411506 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDEP
Orgão: Câm. Nova Serrana-MG
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A nova exclusão digital
O conhecimento digital, habilidade de acessar, criar, assimilar e adaptar conhecimento através das tecnologias da informação, é cada vez mais importante em um mundo em crescente digitalização. Quem não sabe usar a Internet e as tecnologias digitais está cada vez mais preso a profissões do século passado, e certamente figurará entre os primeiros a ter sua profissão automatizada.
Já faz um bom tempo que o acesso à rede é um fator de riqueza e desenvolvimento nacional. Segundo um relatório da Comissão Europeia, cerca de 90% dos empregos nas próximas décadas demandarão alguma forma de alfabetização digital. Reforçando a previsão, um relatório do Banco Mundial de 2009 projeta um crescimento de quase 1,5% da economia de um país para cada 10% de penetração de serviços de banda larga. Não é preciso ser economista para imaginar que a recíproca também deve ser verdadeira, e que países que não invistam na adoção e aprendizado das novas tecnologias verão diversos segmentos econômicos em crise em um mundo cada vez mais competitivo.
À medida que governos e empresas correm para prover um número cada vez maior e mais variado de produtos digitais, aqueles que não conseguem tirar proveito deles tendem a se distanciar em termos de oportunidades socioeconômicas. Em diversas partes do mundo, a exclusão digital reflete um problema social. Muito mais importante do que o acesso à rede está na velocidade desse acesso e na capacidade de tirar proveito dele.
É hora de reconsiderar a natureza da exclusão digital. Enquanto algumas diferenças foram diminuídas nas últimas décadas, outras divisões emergiram como novos desafios. O abismo que separa os conectados dos não conectados foi nas últimas duas décadas visto como uma questão de acesso. À medida que essa divisão diminui, a questão dos benefícios do impacto dessas tecnologias em pessoas e empresas é cada vez mais relevante.
A exclusão digital é um problema relativamente novo que evolui com a rede. Como todo progresso, a digitalização é irregular. Ela se dá através das regiões do país, zonas urbanas ou rurais, faixas etárias, habilidades profissionais, níveis de alfabetização e conhecimento técnico. A tecnologia só pode ser considerada democrática e empoderadora quando é acessível. Enquanto todos não tiverem um acesso de qualidade mínima, a tecnologia servirá como mais um elemento de segregação e divisão social.
As últimas pesquisas realizadas pelo IBGE e pelo Comitê Gestor da Internet mostram que o crescimento no acesso vem perdendo seu fôlego. Em parte isto se deve ao alto preço da conexão em áreas rurais ou remotas – não se pode demandar uma qualidade de serviço japonesa ou coreana em um país de dimensões continentais – mas boa parte da diminuição nas taxas de crescimento deve-se à falta de interesse por parte de muitos usuários.
Para muita gente não há motivo para gastar uma fatia considerável do orçamento familiar em uma rede que traz poucos conteúdos de verdadeira relevância ou crescimento profissional. Ao contrário de um celular, que para muitas pessoas ao redor do mundo é ferramenta de cidadania e inclusão, boa parte do uso da Internet é sinônimo de perda de tempo e pornografia. Na virada do século, muitos referiam-se à rede como uma grande biblioteca, ambiente de valor completamente diferente de Facebook, YouTube, Netflix e RedTube. Para muitos dos desconectados, a rede não é muito diferente de uma forma de televisão pela qual o acesso é pago. É difícil tirar-lhes a razão.
Não haveria nada de errado com redes sociais e videogames se o seu consumo correspondesse a usos mais profissionais da rede. Da mesma forma que uma cidade não pode sobreviver apenas de bares e cinemas, boa parte dos serviços da rede precisa ter um alcance muito maior do que se imagina hoje para que se possa tirar dela seu verdadeiro valor. Muitos segmentos profissionais não sentem a menor necessidade de explorar a rede e se refugiam em seus domínios cartoriais. Quando uma tecnologia diruptiva como o AirBnB ou Nubank aparecem, eles simplesmente não sabem o que fazer. Como perderam o trem-bala da história, só lhes resta protestar na forma de carreatas e carteiradas diversas, sabendo que o fim está próximo.
Qualquer que seja a área de atuação, tecnologias de informação e comunicação tendem a servir como excelentes ferramentas para corte de custos e aumento de transparência e eficiência. Ao forçar a digitalização de serviços governamentais, governos de países pequenos como a Dinamarca estimam economias da ordem de 160 milhões de euros. Em países gigantescos e de estrutura precária como o nosso, a economia poderia ser maior do que o melhor lucro de uma Petrobras.
A digitalização de processos ainda reduz os serviços cartoriais, o que naturalmente diminui a burocracia e as oportunidades para a corrupção. Mas para isso é preciso mais do que um website. Da mesma forma que a digitalização da declaração de imposto de renda aumentou a arrecadação, diminuiu a sonegação e acelerou a restituição, serviços robustos de governo eletrônico, de preferência em plataformas móveis, podem eliminar de maneira quase instantânea problemas estruturais que pareciam insolúveis.
É preciso dar mais atenção para o problema da exclusão digital, antes que seus efeitos aumentem os problemas já graves de desigualdade e competitividade que o Brasil enfrenta. Não basta espalhar cabos de fibra ótica, é necessário educar os novos usuários, fomentar o desenvolvimento de pequenas e médias empresas, investir na digitalização de serviços e formar multidões de novos profissionais de infraestrutura para que o digital não se transforme em uma versão eletrônica do cartório.
Diminuir o abismo digital é do interesse de todos. O governo minimiza custos e torna suas operações mais eficientes, empresas se tornam mais competitivas e diversificadas e todos tendem a desfrutar de serviços de maior qualidade e racionalidade. Para isso é necessário estabelecer um bom sistema regulatório que garanta a competitividade e o acesso, sem explorar seus usuários finais. Na França, por exemplo, 90% das residências tem acesso a pelo menos dois provedores de serviços digitais, garantindo maior qualidade a um preço aceitável. Nos EUA, ao contrário, a liberalização do mercado fez com que as empresas fatiassem o país entre si, fazendo com que apenas 15% da população tenha opção de fornecedor.
Ao diminuir as diferenças entre conectados e analógicos, caminha-se para uma sociedade com serviços de maior qualidade e, ao mesmo tempo, melhores oportunidades para todos, aumentando a transparência, eficiência e participação social de todos.
RADFAHRER, Luli. A nova exclusão digital.
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ luliradfahrer/2015/08/1666939-a-nova-exclusao-digital.shtml>. Acesso em: 13 ago. 2015 (Adaptação).
Analise o período a seguir.
“Para muitos dos desconectados, a rede não é muito diferente de uma forma de televisão pela qual o acesso é pago.”
Reescreve-se corretamente o período em análise, substituindo-se o trecho em destaque por
 

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