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O mecanismo de funcionamento de uma câmera digital é semelhante à analógica. O princípio continua o mesmo, entretanto uma das diferenças é que as câmeras digitais não utilizam filme, elas capturam a luz da cena a ser fotografada por meio de células fotossensíveis chamadas Charged Coupled Device (CCD). Assim, assinale a alternativa CORRETA.
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Os valores-notícia são critérios de seleção ligados ao contexto de produção das notícias que influenciam na transformação de um fato em notícia. Assinale a alternativa que apresenta exemplos de valores-notícia.
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Considerando, exclusivamente, o quadro abaixo, com as contas extraídas do balancete de verificação da Prefeitura Municipal Fictícia de “Prata”, com seus respectivos saldos em 31 de dezembro de 20X1, responda a questão.
| Conta | Saldo em 31/12/20X1 |
| Caixa e Equivalentes de Caixa | 252.000,00 |
| Diversas Variações Patrimoniais Diminutivas | 5.000,00 |
| Dívida Ativa Tributária – LP | 108.000,00 |
| Receitas de Impostos | 1.100.000,00 |
| Salário Família | 23.000,00 |
| Despesas com Subvenções Econômicas | 4.000,00 |
| Estoques | 7.000,00 |
| Ganhos com Incorporação de Ativos | 58.000,00 |
| Bens Móveis | 5.100.000,00 |
| Material de Expediente Consumido | 1.300.000,00 |
| (-) Depreciação, Exaustão e Amortização Acumuladas | 3.348.000,00 |
| Despesas com Serviços | 640.000,00 |
| Bens Imóveis | 10.200.000,00 |
| Encargos Patronais | 690.000,00 |
| Diversas Variações Patrimoniais Aumentativas | 6.000,00 |
| Receita de Taxas | 13.000,00 |
| Fornecedores e Contas a Pagar a Curto Prazo (F) | 240.000,00 |
| Depreciação, Exaustão e Amortização | 2031.000,00 |
| Demais Obrigações a Curto Prazo (F) | 12.000,00 |
| Transferências das Instituições Multigovernamentais Recebidas | 2.700.000,00 |
| Obrigações Trabalhistas, Previdenciárias e Assistenciais a Pagar a Longo (P) | 3.600.000,00 |
| Receitas de Taxas e Contribuições de Melhoria | 88.000,00 |
| Transferências a Instituições Privadas Concedidas | 37.000,00 |
| Remuneração de Depósitos Bancários e Aplicações Financeiras | 59.000,00 |
| Resultados de Exercícios Anteriores | 8.000.000,00 |
| Despesa com Pessoal | 4.338.000,00 |
| Receita de Contribuição de Iluminação Pública | 87.000,00 |
| Transferências Intragovernamentais Concedidas | 2.200.000,00 |
| Transferências Intergovernamentais Recebidas | 7.800.000,00 |
| Inscrição de Restos a Pagar Não Processados no Exercício (Subsistema Orçamentário) | 143.000,00 |
De acordo com o art. 105, da Lei Federal nº 4.320/64 e MCASP, o total do Passivo Financeiro, em 31 de dezembro de 20X1, é de:
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Texto I

Texto II
A terceira idade no mundo digital
Sabemos que o século XX presenciou um intenso desenvolvimento tecnológico. [...] Tais avanços têm se refletido em diversos âmbitos sociais, ocasionando, assim, a reconfiguração das relações sociais a das práticas cotidianas. Em função disso, o acesso ao mundo digital vem, continuamente, sendo algo presente nas práticas das relações sociais em diversas faixas etárias. É nesse contexto que o uso do computador e, consequentemente, o uso das Tecnologias da Informação e da Comunicação – TICs tem crescido intensamente, sobretudo, no que tange ao público da terceira idade.
Durante muito tempo, a terceira idade, ou como muitos chamam: a velhice, era sinônimo de inércia, de descanso, de ostracismo e de afastamento de diversos tipos de atividades. Diante disso, as pessoas pertencentes a essa faixa etária não praticavam inúmeros tipos de atividades, tais como: lúdicas, esportivas, etc, o que alçava esses sujeitos a um papel passivo nas práticas sociais do dia-a-dia. Contudo, nos últimos anos, a sociedade tem passado por diversas modificações no âmbito das relações sociais, o que tem acarretado reconfigurações nos papéis sociais. É nesse cenário, que a terceira idade passa a ser concebida como uma faixa etária comum e que pode desempenhar seu papel/função social.
É nesse cenário, também, que muitos idosos têm se dedicado a diversos tipos de atividades, tais como: esportes, atividades de lazer, cursos e, até mesmo, ao campo profissional. Em outras palavras, muitas pessoas dessa faixa etária se inserem novamente no mercado de trabalho, ainda que já sejam aposentadas. No entanto, um aspecto que se destaca nas novas práticas corriqueiras do dia-a-dia desse público diz respeito ao acesso à informática e, por conseguinte, ao universo digital. Dentro dessa perspectiva, o acesso à internet, às redes sociais, a recursos de entretenimento, o uso de e-mails, compras virtuais, cursos na modalidade EaD, pagamentos de contas e outros recursos oriundos do âmbito digital têm feito parte da rotina cotidiana da terceira idade. Essa utilização das TICs tem gerado inúmeros benefícios e facilidades para as mais diversas faixas etárias e, acima de tudo, para a terceira idade. O que reforça a perspectiva do computador como algo necessário.
Entretanto, o acesso ao mundo digital não se restringe aos benefícios da vida cotidiana, mas também abrange benefícios cognitivos. Isto é, o fato de levar o idoso a utilizar a mente e o intelecto, produzindo, assim, o conhecimento [dando sentido e elaborando significados a partir das informações recebidas]. Não se pode negar que, para uma grande parte de pessoas pertencentes a esse público, a utilização desses artefatos da informática ainda é um desafio. Dito de outra forma, o medo/ receio do novo e de algo contemporâneo é algo compartilhado por diversas pessoas da terceira idade. Além disso, muitos são refratários à informática. Contudo, a nova perspectiva do acesso ao universo digital por parte da terceira idade alça esse público à condição de um sujeito ativo nas práticas cotidianas das relações sociais, o que transcende a perspectiva do ostracismo.
Fonte: adaptado de: SILVA, Silvio Profírio da. Disponível em:
<http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/opiniao/noticia/2011/07/31/a-terceira-idade-no-mundodigital-
11626.php>. Acesso em: 6 fev. 2018.
Assinale a alternativa INCORRETA, cujo trecho, retirado integralmente do texto II estabelece diálogo com as ideias expressas no texto I.
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Sobre os valores limites de contratação por modalidade, apresentados na Lei nº 8666/93, assinale a alternativa CORRETA.
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1513243
Ano: 2018
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFT
Orgão: Câm. Palmas-TO
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFT
Orgão: Câm. Palmas-TO
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Com base nos dados abaixo, referentes à execução orçamentário-financeira ocorrida no exercício de 20X1, da Prefeitura Municipal Fictícia “Mar Amarelo”, responda a questão:
I. Crédito em conta bancária de transferência de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM): R$ 120.000,00.
II. Crédito em conta bancária de transferência do Estado referente à cota-parte do ICMS: R$ 65.000,00.
III. Pagamento de restos a pagar processados inscritos no exercício anterior: R$ 29.000,00.
IV. Obtenção de empréstimo junto a uma instituição financeira para atender insuficiência de caixa: R$ 52.000,00.
V. Recebimento, em conta bancária, de empréstimos concedidos: R$ 72.000,00.
VI. Despesa somente empenhada e liquidada com aquisição de serviços de terceiros (pessoa jurídica): R$ 47.000,00.
VII. Debito indevido efetuado na conta bancária da Prefeitura: R$ 14.000,00.
VIII. Despesa empenhada, liquidada e paga com pessoal e encargos sociais: R$ 136.000,00.
IX. Recebimento, em conta bancária, de taxas pela prestação de serviços de limpeza pública: R$ 31.000,00.
X. Crédito em conta bancária referente a estorno parcial de débito indevido: R$ 9.000,00.
XI. Cancelamento de restos a pagar não processados no total de R$ 17.000,00.
Assinale a alternativa CORRETA que apresenta o total dos ingressos e dispêndios, respectivamente, no exercício de 20X1:
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Assinale a alternativa INCORRETA, com relação às entradas de linha e de microfone.
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A carteira
…De repente, Honório olhou para o chão e viu uma carteira. Abaixar-se, apanhá-la e guardá-la foi obra de alguns instantes. Ninguém o viu, salvo um homem que estava à porta de uma loja, e que, sem o conhecer, lhe disse rindo:
— Olhe, se não dá por ela; perdia-a de uma vez.
— É verdade, concordou Honório envergonhado.
Para avaliar a oportunidade desta carteira, é preciso saber que Honório tem de pagar amanhã uma dívida, quatrocentos e tantos mil-réis, e a carteira trazia o bojo recheado. A dívida não parece grande para um homem da posição de Honório, que advoga; mas todas as quantias são grandes ou pequenas, segundo as circunstâncias, e as dele não podiam ser piores. Gastos de família excessivos, a princípio por servir a parentes, e depois por agradar à mulher, que vivia aborrecida da solidão; baile daqui, jantar dali, chapéus, leques, tanta cousa mais, que não havia remédio senão ir descontando o futuro. Endividou-se. Começou pelas contas de lojas e armazéns; passou aos empréstimos, duzentos a um, trezentos a outro, quinhentos a outro, e tudo a crescer, e os bailes a darem-se, e os jantares a comerem-se, um turbilhão perpétuo, uma voragem.
— Tu agora vais bem, não? dizia-lhe ultimamente o Gustavo C..., advogado e familiar da casa.
— Agora vou, mentiu o Honório.
A verdade é que ia mal. Poucas causas, de pequena monta, e constituintes remissos; por desgraça perdera ultimamente um processo, em que fundara grandes esperanças. Não só recebeu pouco, mas até parece que ele lhe tirou alguma cousa à reputação jurídica; em todo caso, andavam mofinas nos jornais.
D. Amélia não sabia nada; ele não contava nada à mulher, bons ou maus negócios. Não contava nada a ninguém. Fingia-se tão alegre como se nadasse em um mar de prosperidades. Quando o Gustavo, que ia todas as noites à casa dele, dizia uma ou duas pilhérias, ele respondia com três e quatro; e depois ia ouvir os trechos de música alemã, que D. Amélia tocava muito bem ao piano, e que o Gustavo escutava com indizível prazer, ou jogavam cartas, ou simplesmente falavam de política. [...]
Eram cinco horas da tarde. Tinha-se lembrado de ir a um agiota, mas voltou sem ousar pedir nada. Ao enfiar pela Rua da Assembleia é que viu a carteira no chão, apanhou-a, meteu no bolso, e foi andando.
Durante os primeiros minutos, Honório não pensou nada; foi andando, andando, andando, até o Largo da Carioca. No Largo parou alguns instantes, – enfiou depois pela Rua da Carioca, mas voltou logo, e entrou na Rua Uruguaiana. Sem saber como, achou-se daí a pouco no Largo de S. Francisco de Paula; e ainda, sem saber como, entrou em um Café. Pediu alguma cousa e encostou-se à parede, olhando para fora. Tinha medo de abrir a carteira; podia não achar nada, apenas papéis e sem valor para ele. Ao mesmo tempo, e esta era a causa principal das reflexões, a consciência perguntava-lhe se podia utilizar-se do dinheiro que achasse. Não lhe perguntava com o ar de quem não sabe, mas antes com uma expressão irônica e de censura. Podia lançar mão do dinheiro, e ir pagar com ele a dívida? Eis o ponto. A consciência acabou por lhe dizer que não podia, que devia levar a carteira à polícia, ou anunciá-la; mas tão depressa acabava de lhe dizer isto, vinham os apuros da ocasião, e puxavam por ele, e convidavam-no a ir pagar a cocheira. Chegavam mesmo a dizer-lhe que, se fosse ele que a tivesse perdido, ninguém iria entregar-lha; insinuação que lhe deu ânimo.
Tudo isso antes de abrir a carteira. Tirou-a do bolso, finalmente, mas com medo, quase às escondidas; abriu-a, e ficou trêmulo. Tinha dinheiro, muito dinheiro; não contou, mas viu duas notas de duzentos mil-réis, algumas de cinquenta e vinte; calculou uns setecentos mil réis ou mais; quando menos, seiscentos. Era a dívida paga; eram menos algumas despesas urgentes. Honório teve tentações de fechar os olhos, correr à cocheira, pagar, e, depois de paga a dívida, adeus; reconciliar-se- ia consigo. Fechou a carteira, e com medo de a perder, tornou a guardá-la.
Mas daí a pouco tirou-a outra vez, e abriu-a, com vontade de contar o dinheiro. Contar para quê? era dele? Afinal venceu-se e contou: eram setecentos e trinta mil-réis. Honório teve um calafrio. Ninguém viu, ninguém soube; podia ser um lance da fortuna, a sua boa sorte, um anjo... Honório teve pena de não crer nos anjos... Mas por que não havia de crer neles? E voltava ao dinheiro, olhava, passava-o pelas mãos; depois, resolvia o contrário, não usar do achado, restituí-lo. Restituí-lo a quem? Tratou de ver se havia na carteira algum sinal.
"Se houver um nome, uma indicação qualquer, não posso utilizar-me do dinheiro," pensou ele.
Esquadrinhou os bolsos da carteira. Achou cartas, que não abriu, bilhetinhos dobrados, que não leu, e por fim um cartão de visita; leu o nome; era do Gustavo. Mas então, a carteira?... Examinou-a por fora, e pareceu-lhe efetivamente do amigo. Voltou ao interior; achou mais dous cartões, mais três, mais cinco. Não havia duvidar; era dele.
A descoberta entristeceu-o. Não podia ficar com o dinheiro, sem praticar um ato ilícito, e, naquele caso, doloroso ao seu coração porque era em dano de um amigo. Todo o castelo levantado esboroou-se como se fosse de cartas. Bebeu a última gota de café, sem reparar que estava frio. Saiu, e só então reparou que era quase noite. Caminhou para casa. Parece que a necessidade ainda lhe deu uns dous empurrões, mas ele resistiu.
"Paciência, disse ele consigo; verei amanhã o que posso fazer."
Chegando a casa, já ali achou o Gustavo, um pouco preocupado e a própria D. Amélia o parecia também. Entrou rindo, e perguntou ao amigo se lhe faltava alguma cousa.
— Nada.
— Nada?
— Por quê?
— Mete a mão no bolso; não te falta nada?
— Falta-me a carteira, disse o Gustavo sem meter a mão no bolso. Sabes se alguém a achou? — Achei-a eu, disse Honório entregando-lha.
— Nada?
— Por quê?
— Mete a mão no bolso; não te falta nada?
— Falta-me a carteira, disse o Gustavo sem meter a mão no bolso. Sabes se alguém a achou? — Achei-a eu, disse Honório entregando-lha.
Gustavo pegou dela precipitadamente, e olhou desconfiado para o amigo. Esse olhar foi para Honório como um golpe de estilete; depois de tanta luta com a necessidade, era um triste prêmio. Sorriu amargamente; e, como o outro lhe perguntasse onde a achara, deu-lhe as explicações precisas.
— Mas conheceste-a?
— Não; achei os teus bilhetes de visita.
— Não; achei os teus bilhetes de visita.
Honório deu duas voltas, e foi mudar de toilette para o jantar. Então Gustavo sacou novamente a carteira, abriu-a, foi a um dos bolsos, tirou um dos bilhetinhos, que o outro não quis abrir nem ler, e estendeu-o a D. Amélia, que, ansiosa e trêmula, rasgou-o em trinta mil pedaços: era um bilhetinho de amor.
Fonte: adaptado de: ASSIS, Machado. Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bv000169.pdf> Acesso em: 6 fev. 2018.
Sobre os aspectos gramaticais, analise as afirmativas.
I. Na oração: “Tu agora vais bem, não?”, o verbo está conjugado na 2.ª pessoa do plural.
II. Na oração: “Eram cinco horas da tarde”, o elemento destacado poderia estar no singular, conforme a gramática normativa.
III. Nas orações: “Mas por que não havia de crer neles?” e “Entrou rindo, e perguntou ao amigo se lhe faltava alguma cousa. – Nada./- Nada?/ - Por quê?, nos elementos em destaque é facultativo o uso do acento no termo “que”, de acordo com a gramática normativa.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Leia o texto a seguir e responda a questão.
Afinal, o que é ser cidadão?
Ser cidadão é ter direito à vida, à liberdade, à propriedade, à igualdade perante a lei: é, em resumo, ter direitos civis. É também participar no destino da sociedade, votar, ser votado, ter direitos políticos. Os direitos civis e políticos não asseguram a democracia sem os direitos sociais, aqueles que garantem a participação do indivíduo na riqueza coletiva: o direito à educação, ao trabalho, ao salário justo, à saúde, a uma velhice tranquila. Exercer a cidadania plena é ter direitos civis, políticos e sociais, fruto de um longo processo histórico que levou a sociedade ocidental a conquistar parte desses direitos.
Fonte: Disponível em: < http://1.bp.blogspot.com/-
5SLsI0HN2dM/T1_4CfgcMOI/AAAAAAAADgg/o2aARnu8y1A/s1600/imagem.jpg >. Acesso em:
11 fev. 2018. (Texto adaptado).
Quanto à separação silábica das palavras, assinale a alternativa INCORRETA.
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Assinale a alternativa CORRETA do registro contábil no subsistema patrimonial, referente à liquidação da amortização da parcela de um financiamento.
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