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Foram encontradas 40 questões.

2499235 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranapoema-PR
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A Lei n°. 8.666/83 que regulamenta as normas para licitação, estabelece que é dispensável a licitação, EXCETO:
 

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2499234 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranapoema-PR
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Vandalismo ortográfico
É vandalismo ortográfico o que propõem os “simplificadores” da ortografia que contam com a simpatia de senadores da Comissão de Educação do Senado. Dizem que, com a “simplificação”, se resolve o problema do analfabetismo. Iludem os desavisados com números cabalísticos. Afirmam que hoje se gastam 400 horas com o ensino de ortografia e que, com sua poção mágica, tudo se reduziria a 150 horas, com uma economia de R$ 2 bilhões/ano! De que cartola tiraram estes números, ninguém sabe. Não apresentam nem sequer um estudo objetivo. Ninguém em sã consciência pode levá-los a sério.
Não se conhecem os detalhes da proposta.
Aqui e ali se lê que pretendem eliminar o h inicial, abolir o hífen, substituir todo ch por x, reduzir a um simples s as sequências ss, ç, sc, sç, xc. Falam em tornar lógica a ortografia. É difícil, porém, captar o seu conceito de “lógica”. Algumas vezes, parece que “lógico” seria fazer corresponder a cada som uma só letra. Outras vezes, parece que não é som, mas fonema. Uma balbúrdia conceitual: só se pode concluir que o forte desses “simplificadores” não é a fonologia elementar.
Esses “simplificadores” parecem desconhecer também o saber técnico de como se constroem as ortografias. Referem-se a uma “ortografia fonética”.
Mas não se pode adotar um critério fônico para organizar uma ortografia em razão da grande diversidade de pronúncias que caracteriza a língua. Um critério fônico produziria o caos ortográfico, com a multiplicação desordenada de grafias para cada palavra, perdendo-se a utilidade e a funcionalidade da ortografia.
Fazem também uma mixórdia, criticando como antipedagógicas (“decoreba”, dizem eles) as normas de organização da ortografia. Não sabem que normas técnicas existem para balizar a construção do sistema ortográfico, e não para ensinar a ortografia?
Uma proposta, portanto, com achismo demais e conhecimento de menos. A prevalecer o bom senso, seu destino será a lata de lixo. Foi assim no século 19, com proposta quase idêntica em Portugal. Esses “simplificadores” se apresentam com ares de alta modernidade, mas apenas requentam o projeto de Barbóza Leão, de 1878!
Que consequências haveria se fosse em frente uma tal reforma, alterando a grafia de um enorme contingente de palavras? A primeira: em pouco tempo, nossas bibliotecas estariam obsoletas. O resultado do vandalismo ortográfico é, sem mais nem menos, um ato de lesa-cultura. Precisa dizer mais? Ou pior: para ler um livro qualquer anterior a essa tresloucada reforma, as nossas crianças teriam de aprender não uma, mas duas ortografias! Teriam de saber que “eseso” (ou seria “esesu”?) é o mesmo que “excesso”; que “ezato” (ou seria “izatu”, ou “ezatu”?) é o mesmo que “exato”; que “jeso” (ou seria “jesu”?) é o mesmo que “gesso”. E vá o leitor multiplicando a lista para sentir o drama.
E a consequência para nós, que já somos alfabetizados? Amanheceríamos semialfabetizados: perderíamos o saber acumulado e teríamos de voltar à leitura silabada.
Os “simplificadores” parecem ignorar como se dá o processo de leitura. Quando lemos, nos orientamos por um léxico ortográfico mental que registra a forma gráfica da palavra e nos permite ler não letra por letra ou sílaba por sílaba, mas identificando a palavra visualmente mais que fonicamente. Este mesmo léxico ortográfico mental é ativado quando grafamos as palavras. É para sua consolidação cognitiva que a pedagogia da alfabetização deve encaminhar os alfabetizandos, ajudando-os a superar a hipótese cognitiva ingênua de que a ortografia representa a fala.
Por fim, tal reforma, que afeta um volume grande de palavras, teria custos astronômicos (pense-se só na adaptação de um dicionário como o Houaiss) e efeitos educacionais e culturais desagregadores.
É uma proposta recoberta por um discurso populista que abertamente desqualifica o saber técnico. Vale lembrar, então, que uma das pessoas que mais batalhou contra o analfabetismo e pela inclusão social via educação, Paulo Freire, nunca apontou a ortografia como problema. Entendia do riscado.
FARACO, Carlos Alberto. Disponível em:
http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/
Este texto é um(a):
 

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2497199 Ano: 2014
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranapoema-PR
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De acordo com a Lei 7.347/1985, que regulamente a Ação Civil Pública, é CORRETO afirmar:
 

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2497191 Ano: 2014
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranapoema-PR
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A entidade deve avaliar se há alguma indicação de que um ativo imobilizado ou intangível possa ter sofrido perda. Caso o valor contábil de um ativo imobilizado ou intangível apresente valor acima do valor justo por meio do uso ou da venda desse ativo, é possível afirmar que esse ativo está em imparidade (impairment). O impairment é a desvalorização de um ativo quando seu valor contábil excede o valor justo, ou seja, representa a perda dos futuros benefícios econômicos ou do potencial de serviços de um ativo, além da depreciação. Segundo o Manual de Contabilidade do Setor Público – MCASP, assinale a alternativa que contém a associação CORRETA com esta afirmativa:
 

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2496979 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranapoema-PR
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Uma sociedade empresária apresentou saldo Capital Social R$ 500.000,00 e Reserva de Lucros R$ 100.000,00 em 01.01.2013. No exercício de 2013, apresentou as seguintes mutações no patrimônio líquido:
Aumento de Capital em dinheiro 300.000,00
Lucro Líquido do exercício 180.000,00
Dividendos distribuídos sobre o resultado do exercício 126.000,00
Reserva de Lucros constituída no período 54.000,00
A variação total do Patrimônio Líquido no exercício é de:
 

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2496803 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranapoema-PR
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Com base no Balancete de Verificação de uma sociedade empresária apurado no encerramento do exercício, avalie as informações contábeis apresentadas e responda as questões 11 e 12:
BALANCETE DE VERIFICAÇÃO
CONTAS DÉBITO CRÉDITO
Caixa e equivalente de caixa 728.040,00
Fornecedores a pagar 90.000,00
Empréstimos a pagar longo prazo 150.000,00
Duplicatas a receber 80.000,00
Capital Social 550.000,00
Estoque 45.000,00
Reserva de Lucros 80.740,00
Veículos 18.000,00
Depreciação Acumulada de Veículos 300,00
TOTAL 871.040,00 871.040,00
O capital circulante líquido apurado no encerramento do exercício é de:
 

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2496617 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranapoema-PR
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A respeito dos contratos administrativos tratados pela Lei 8.666/93, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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2496540 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranapoema-PR
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Vandalismo ortográfico
É vandalismo ortográfico o que propõem os “simplificadores” da ortografia que contam com a simpatia de senadores da Comissão de Educação do Senado. Dizem que, com a “simplificação”, se resolve o problema do analfabetismo. Iludem os desavisados com números cabalísticos. Afirmam que hoje se gastam 400 horas com o ensino de ortografia e que, com sua poção mágica, tudo se reduziria a 150 horas, com uma economia de R$ 2 bilhões/ano! De que cartola tiraram estes números, ninguém sabe. Não apresentam nem sequer um estudo objetivo. Ninguém em sã consciência pode levá-los a sério.
Não se conhecem os detalhes da proposta.
Aqui e ali se lê que pretendem eliminar o h inicial, abolir o hífen, substituir todo ch por x, reduzir a um simples s as sequências ss, ç, sc, sç, xc. Falam em tornar lógica a ortografia. É difícil, porém, captar o seu conceito de “lógica”. Algumas vezes, parece que “lógico” seria fazer corresponder a cada som uma só letra. Outras vezes, parece que não é som, mas fonema. Uma balbúrdia conceitual: só se pode concluir que o forte desses “simplificadores” não é a fonologia elementar.
Esses “simplificadores” parecem desconhecer também o saber técnico de como se constroem as ortografias. Referem-se a uma “ortografia fonética”.
Mas não se pode adotar um critério fônico para organizar uma ortografia em razão da grande diversidade de pronúncias que caracteriza a língua. Um critério fônico produziria o caos ortográfico, com a multiplicação desordenada de grafias para cada palavra, perdendo-se a utilidade e a funcionalidade da ortografia.
Fazem também uma mixórdia, criticando como antipedagógicas (“decoreba”, dizem eles) as normas de organização da ortografia. Não sabem que normas técnicas existem para balizar a construção do sistema ortográfico, e não para ensinar a ortografia?
Uma proposta, portanto, com achismo demais e conhecimento de menos. A prevalecer o bom senso, seu destino será a lata de lixo. Foi assim no século 19, com proposta quase idêntica em Portugal. Esses “simplificadores” se apresentam com ares de alta modernidade, mas apenas requentam o projeto de Barbóza Leão, de 1878!
Que consequências haveria se fosse em frente uma tal reforma, alterando a grafia de um enorme contingente de palavras? A primeira: em pouco tempo, nossas bibliotecas estariam obsoletas. O resultado do vandalismo ortográfico é, sem mais nem menos, um ato de lesa-cultura. Precisa dizer mais? Ou pior: para ler um livro qualquer anterior a essa tresloucada reforma, as nossas crianças teriam de aprender não uma, mas duas ortografias! Teriam de saber que “eseso” (ou seria “esesu”?) é o mesmo que “excesso”; que “ezato” (ou seria “izatu”, ou “ezatu”?) é o mesmo que “exato”; que “jeso” (ou seria “jesu”?) é o mesmo que “gesso”. E vá o leitor multiplicando a lista para sentir o drama.
E a consequência para nós, que já somos alfabetizados? Amanheceríamos semialfabetizados: perderíamos o saber acumulado e teríamos de voltar à leitura silabada.
Os “simplificadores” parecem ignorar como se dá o processo de leitura. Quando lemos, nos orientamos por um léxico ortográfico mental que registra a forma gráfica da palavra e nos permite ler não letra por letra ou sílaba por sílaba, mas identificando a palavra visualmente mais que fonicamente. Este mesmo léxico ortográfico mental é ativado quando grafamos as palavras. É para sua consolidação cognitiva que a pedagogia da alfabetização deve encaminhar os alfabetizandos, ajudando-os a superar a hipótese cognitiva ingênua de que a ortografia representa a fala.
Por fim, tal reforma, que afeta um volume grande de palavras, teria custos astronômicos (pense-se só na adaptação de um dicionário como o Houaiss) e efeitos educacionais e culturais desagregadores.
É uma proposta recoberta por um discurso populista que abertamente desqualifica o saber técnico. Vale lembrar, então, que uma das pessoas que mais batalhou contra o analfabetismo e pela inclusão social via educação, Paulo Freire, nunca apontou a ortografia como problema. Entendia do riscado.
FARACO, Carlos Alberto. Disponível em:
http://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/
Na oração: “Quando lemos, nos orientamos por um léxico ortográfico mental que registra a forma gráfica da palavra e nos permite ler não letra por letra ou sílaba por sílaba, mas identificando a palavra visualmente mais que fonicamente”, os termos em destaque classificam-se como pronomes pessoais, que indicam:
 

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2496192 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranapoema-PR
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São princípios da licitação expressos no artigo 3º, EXCETO:
 

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2496040 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FAFIPA
Orgão: Câm. Paranapoema-PR
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De acordo com a Escrituração e Consolidação das Contas prevista na Lei Complementar n°. 101/00 das finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal, assinale “V” para Verdadeiro ou “F” para Falso:
( ) A disponibilidade de caixa será demonstrado em registro sintético, de modo que os recursos fiquem demonstrados de forma resumida. É facultativa a escrituração de forma individualizada.
( ) A despesa e a assunção de compromisso serão registradas segundo o regime de caixa, apurando-se, em caráter complementar, o resultado dos fluxos financeiros pelo regime de competência.
( ) As receitas e despesas previdenciárias serão apresentadas em demonstrativos financeiros e orçamentários específicos.
( ) A demonstração das variações patrimoniais dará destaque à origem e ao destino dos recursos provenientes da alienação de ativos.
Após classificar as afirmativas, assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA, de cima para baixo:
 

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