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Leia o texto, para responder à questão.
Poucas coisas na vida são mais inúteis do que torcer por um time de futebol. Veja bem, gostar de futebol é uma coisa, mas torcer por um clube é completamente outra. Não serve pra absolutamente nada, com frequência te deixa mais triste do que feliz, não modifica sua vida em absoluto, só atrapalha os seus afazeres, mas, mesmo assim, quando o Vasco joga, eu fico nervoso, quero saber do resultado minuto a minuto, fico irritado com o time.
Se perde, eu fico chateado, estraga uma boa parte do meu dia e do meu dia seguinte, e, se ganha, quinze minutos depois a minha felicidade se esvaiu e eu já voltei à minha rotina normal. Não tem lógica nenhuma torcer que nem um imbecil por um time de futebol.
Isso me dói, porque eu não consigo controlar o que eu sinto. É uma perda de tempo na minha vida que não se explica. Eu sou uma espécie de obeso mórbido que não consegue parar de comer bacon. É de uma irracionalidade completa. E o pior é que a gente nasce sem time nenhum. A gente é que escolhe ser idiota.
Eu tive a opção de ser livre, mas eu me prendi a um sentimento que não me deixa descansar. Porque não acaba nunca. Todo ano é um sofrimento. Porque só um time pode ser campeão. Um! Ou seja, por ano, dezenove times da série A do Brasileirão têm seus torcedores deprimidos. E no ano seguinte, é a mesma coisa!
Se alguém souber de um jeito de me fazer parar, por favor, aceito sugestões.
(Fábio Porchat, Futebol. O Estado de S.Paulo, 08.12.2015. Adaptado)
Assinale a alternativa em que as passagens – quando o Vasco joga, eu fico nervoso / Se perde, eu fico chateado – estão reescritas com os verbos em correta correlação temporal.
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Na tabela a seguir, consta o consumo mensal de água, em metros cúbicos, de uma família durante o 1º trimestre de 2015.
| Meses | Consumo (m³) |
| Janeiro | 12,5 |
| Fevereiro | 11,4 |
| Março | 13,7 |
O consumo total de água dessa família no trimestre considerado, em litros, foi
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Leia o texto, para responder à questão.
Poucas coisas na vida são mais inúteis do que torcer por um time de futebol. Veja bem, gostar de futebol é uma coisa, mas torcer por um clube é completamente outra. Não serve pra absolutamente nada, com frequência te deixa mais triste do que feliz, não modifica sua vida em absoluto, só atrapalha os seus afazeres, mas, mesmo assim, quando o Vasco joga, eu fico nervoso, quero saber do resultado minuto a minuto, fico irritado com o time.
Se perde, eu fico chateado, estraga uma boa parte do meu dia e do meu dia seguinte, e, se ganha, quinze minutos depois a minha felicidade se esvaiu e eu já voltei à minha rotina normal. Não tem lógica nenhuma torcer que nem um imbecil por um time de futebol.
Isso me dói, porque eu não consigo controlar o que eu sinto. É uma perda de tempo na minha vida que não se explica. Eu sou uma espécie de obeso mórbido que não consegue parar de comer bacon. É de uma irracionalidade completa. E o pior é que a gente nasce sem time nenhum. A gente é que escolhe ser idiota.
Eu tive a opção de ser livre, mas eu me prendi a um sentimento que não me deixa descansar. Porque não acaba nunca. Todo ano é um sofrimento. Porque só um time pode ser campeão. Um! Ou seja, por ano, dezenove times da série A do Brasileirão têm seus torcedores deprimidos. E no ano seguinte, é a mesma coisa!
Se alguém souber de um jeito de me fazer parar, por favor, aceito sugestões.
(Fábio Porchat, Futebol. O Estado de S.Paulo, 08.12.2015. Adaptado)
É correto afirmar que o autor
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Considerando que as previsões da Constituição Federal sobre o Poder Executivo Federal são aplicáveis ao Poder Executivo Municipal, é correto afirmar:
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Leia o texto da tirinha para responder à questão.

Na fala do rapaz – Como é que a gente vivia antes da internet? –, a palavra destacada estabelece sentido de
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Leia o texto para responder à questão.
O vício da internet
Somos pessoas de hábitos e podemos nos viciar em muitas coisas. Assim como alguns são viciados em drogas, em jogos e no cigarro, outros são viciados em passar horas na internet.
As pessoas usam qualquer coisa em excesso para suprirem uma carência que têm na vida real. Assim nasce o vício, qualquer vício. E a internet não ficaria de fora.
Quem está viciado levanta-se várias vezes, à noite, para ver seus e-mails e mensagens de texto. O vício em tecnologia pode levar a problemas de relacionamento, principalmente quando o viciado se afasta da família. As pessoas ficam muito ansiosas longe de seu celular e de outros aparelhos e, quando percebem, já é tarde.
O mais assustador nesse vício é que há quem morra por permanecer longo tempo na frente do computador. Isso se deve ao fato de haver certas doenças que se desenvolvem pela permanência numa determinada posição; uma dessas doenças é a trombose venal profunda.
Outros problemas, de ordem psicológica, também são resultado desse vício. Há relacionamentos familiares prejudicados, pais e filhos que quase não dialogam, casais que se separam.
O difícil nisso tudo é ter o comando de nossa vontade. O que não é dosado vira vício. E aí começa a luta: largar um pouco para não largar tudo. Não podemos deixar de viver para estar em função do que é virtual.
A máquina mais perfeita, a que tem características próprias, que é única, é a “máquina humana”. Somos o computador mais completo e merecemos cuidados. Nosso tempo é contado. Portanto, a grande luta é buscar o equilíbrio.
(http://taisluso.blogspot.com.br. Acesso em 16.11.2015. Adaptado)
De acordo com o texto, pode-se afirmar que
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Na operação de troca de correia de acessórios, antes da instalação de uma nova correia, os fabricantes recomendam
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Assinale a alternativa que apresenta o nome dado, no Internet Explorer 11, ao recurso que facilita o acesso aos sites mais acessados, permitindo ao usuário salvar seus endereços de internet, atribuindo-lhes uma descrição personalizada.
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Leia o texto para responder à questão.
O vício da internet
Somos pessoas de hábitos e podemos nos viciar em muitas coisas. Assim como alguns são viciados em drogas, em jogos e no cigarro, outros são viciados em passar horas na internet.
As pessoas usam qualquer coisa em excesso para suprirem uma carência que têm na vida real. Assim nasce o vício, qualquer vício. E a internet não ficaria de fora.
Quem está viciado levanta-se várias vezes, à noite, para ver seus e-mails e mensagens de texto. O vício em tecnologia pode levar a problemas de relacionamento, principalmente quando o viciado se afasta da família. As pessoas ficam muito ansiosas longe de seu celular e de outros aparelhos e, quando percebem, já é tarde.
O mais assustador nesse vício é que há quem morra por permanecer longo tempo na frente do computador. Isso se deve ao fato de haver certas doenças que se desenvolvem pela permanência numa determinada posição; uma dessas doenças é a trombose venal profunda.
Outros problemas, de ordem psicológica, também são resultado desse vício. Há relacionamentos familiares prejudicados, pais e filhos que quase não dialogam, casais que se separam.
O difícil nisso tudo é ter o comando de nossa vontade. O que não é dosado vira vício. E aí começa a luta: largar um pouco para não largar tudo. Não podemos deixar de viver para estar em função do que é virtual.
A máquina mais perfeita, a que tem características próprias, que é única, é a “máquina humana”. Somos o computador mais completo e merecemos cuidados. Nosso tempo é contado. Portanto, a grande luta é buscar o equilíbrio.
(http://taisluso.blogspot.com.br. Acesso em 16.11.2015. Adaptado)
No trecho do 7º parágrafo – Portanto, a grande luta é buscar o equilíbrio. –, a palavra destacada estabelece sentido de
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Leia o texto para responder à questão.
A rapidez da Internet e o fácil acesso à troca de informação começam a tornar obrigatória uma revisão das relações trabalhistas. Hoje bastam um computador e uma conexão wi-fi para estabelecer uma relação profissional. Munidos de smartphones, tablets e notebooks, profissionais passam a trabalhar de qualquer lugar, seja em casa, seja no parque ou no escritório – ambiente cada vez mais descartável. É uma mudança radical, já nomeada de “revolução do emprego flexível”. O risco, para os críticos desse movimento, pode ser o início de uma peleja entre empregadores e funcionários, com a deterioração das condições de trabalho. A cada ano, a adoção desse novo método aumenta em até 70%, em substituição à forma tradicional de bater ponto.
O economista inglês Guy Standing, autor de O Precariado: a Nova Classe Perigosa, livro sobre as atuais condições instáveis de trabalho, afirma que o novo método tem espalhado insegurança. Ele calcula que, em cinco anos, uma em cada três relações trabalhistas será realizada on-line. Para Standing, é urgente achar uma forma de fazer a transição sem que, no caminho, funcionários tenham direitos desrespeitados.
Já os defensores do trabalho on-line apostam que a transformação aliviará crises de desemprego, eliminará a ideia de escassez de mão de obra e fundará o conceito de meritocracia global. Funcionários não serão avaliados por quão bem se relacionam com chefes. No trabalho on-line, ninguém tem rosto e, por isso, todos passam a ser julgados apenas pela eficiência. Gostemos ou não, é irreal combatê-lo. Nas palavras do escritor George Bernard Shaw: “O homem razoável se adapta ao mundo; o insensato persiste em tentar adaptar o mundo a ele.”
(Veja. 28.10.2015. Adaptado)
Assinale a alternativa em que a expressão em sentido figurado é explicada corretamente, de acordo com o contexto.
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