Magna Concursos

Foram encontradas 70 questões.

938316 Ano: 2012
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: AMIGA PÚBLICA
Orgão: Câm. Poço Verde-SE
Provas:
De acordo com o Art. 40 da Lei 4.320/64, quais são os 03 (três) tipos de créditos adicionais?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
935272 Ano: 2012
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMIGA PÚBLICA
Orgão: Câm. Poço Verde-SE
Provas:
A presidente Dilma Rousseff sancionou, sem vetos, na noite do dia 09/07/2012 o projeto que endurece a legislação de combate aos crimes de lavagem de dinheiro, facilitando a caracterização do delito e prevendo maiores punições a laranjas.
Quem foi o autor do referido Projeto de Lei?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
935221 Ano: 2012
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: AMIGA PÚBLICA
Orgão: Câm. Poço Verde-SE
Provas:
Indique a alternativa que contempla as cores luminosas dos semáforos:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
920117 Ano: 2012
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMIGA PÚBLICA
Orgão: Câm. Poço Verde-SE
Provas:

Dentre os municípios apresentados, qual não faz fronteira com o município de Poço Verde?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
918409 Ano: 2012
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMIGA PÚBLICA
Orgão: Câm. Poço Verde-SE
Provas:
Além de jornalista, advogado e político, Laudelino de Oliveira Freire foi:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
908892 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: AMIGA PÚBLICA
Orgão: Câm. Poço Verde-SE
Maneira de amar
O jardineiro conversava com as flores, e elas se habituaram ao diálogo. Passava manhãs contando coisas a uma cravina ou escutando o que lhe confiava um gerânio. O girassol não ia muito com sua cara, ou porque não fosse homem bonito, ou porque os girassóis são orgulhosos de natureza.
Em vão o jardineiro tentava captar-lhe as graças, pois o girassol chegava a voltar-se contra a luz para não ver o rosto que lhe sorria. Era uma situação bastante embaraçosa, que as flores não comentavam. Nunca, entretanto, o jardineiro deixou de regar o pé de girassol e de renovar-lhe a terra, na ocasião devida.
O dono do jardim achou que seu empregado perdia muito tempo parado diante dos canteiros, aparentemente não fazendo coisa alguma. E mandou-o embora, depois de assinar a carteira de trabalho.
Depois que o jardineiro saiu, as flores ficaram tristes e censuravam-se porque não tinham induzido o girassol a mudar de atitude. A mais triste de todas era o girassol, que não se conformava com a ausência do homem. “Você o tratava mal, agora está arrependido?” “Não, respondeu, estou triste porque agora não posso tratá-lo mal. É a minha maneira de amar, ele sabia disso, e gostava.”.
(Contos plausíveis. Rio de Janeiro: Record. www.carlosdrummond.com.br)
saída do jardineiro causou um grande estrago no jardim. Qual o sentimento das flores diante disso?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
903523 Ano: 2012
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: AMIGA PÚBLICA
Orgão: Câm. Poço Verde-SE

Qual a principal atividade econômica de Poço Verde?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
859958 Ano: 2012
Disciplina: Serviços Gerais
Banca: AMIGA PÚBLICA
Orgão: Câm. Poço Verde-SE
NÃO deve ser utilizado na limpeza e/ou conservação de equipamentos de informática.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
854852 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: AMIGA PÚBLICA
Orgão: Câm. Poço Verde-SE
Provas:
A tribo que mais cresce entre nós
“A nova tribo dos micreiros cresceu tanto que talvez já não seja mais apenas uma tribo, mas uma nação, embora a linguagem fechada e o fanatismo com que se dedicam ao seu objetivo de culto sejam quase de uma seita, {...}
Sua linguagem lembra a dos funkeiros em quantidade de importações vocabulares adulteradas, porém é mais ágil e rica, talvez a mais rápida das tribos urbanas modernas. Dança quem não souber o que é BBS, internet, modem, interface, configuração, acessar e assim por diante. Alguns termos são neologismos e, outros, reações semânticas de velhos significados, como janela, sistema, ícone, maximizar. Quando ouvi outro dia que ‘fulano é ‘interneteiro’, achei que era uma grave acusação.
No começo da informatização das redações de jornais, não faz muito tempo, houve um divertido mal-entendido quando uma jovem repórter disse pela primeira vez: ‘Eu abortei!’ Ela acabava de rejeitar não um filho, mas uma matéria. Hoje, ninguém mais associa essa palavra ao ato pecaminoso. Aborta se tão impune e frequentemente quanto se acessa.
Nada mais tem forma e sim ‘formatação’. Foi-se o tempo em que ‘fazer programa’ era uma aventura amorosa. O ‘vírus’ que apavora os micreiros não é o HIV, mas uma intromissão indevida no ‘sistema’, outra palavra cujo sentido atual nao tem nada a ver com os significados anteriores. A geração de 1968 lutou para derrubar o sistema; hoje o sistema cai a toda hora.
{...}
Falar mal hoje do computador é tão inútil e reacionário quanto foi quebrar máquinas no começo da primeira Revolução Industrial. Ele veio pra ficar, como se diz, e seu sucesso é avassalador. Basta ver o entusiasmo das adesões.
Está bem que não se deve ser ‘neoconservador’, como diria o presidente. Devemos ser modernos, se possível pós- modernos. Mas também é ridículo ficar rendendo homenagem à arrogância e onipotência do computador como se fosse tornar obsoleta a inteligência humana, como um salvador da pátria, como se fosse resolver todos os nossos problemas, como se fosse o marco zero de uma nova civilização, como um exterminador do futuro: ‘Ele vai acabar com o livro, vai acabar com o jornal, vai acabar com isso e com aquilo.’ Se a tecnofobia é obsoleta, a tecnofilia pode ser mistificadora. {...}
Talvez esteja na hora de baixar um pouco a bola do computador --- até porque, {...}, ele é burro, burro como um robô, só sabe repetir, não sabe nada que você já não tenha sabido antes. Além de não ter imaginação, rejeita o desconhecido e a originalidade. {...}
Como é que se pode confiar no discernimento de uma máquina que não é capaz de reconhecer a palavra árvore, ou qualquer outra, se lhe faltar apenas uma simples letra. {...}
No fundo, o computador é o personagem daquela famosa piada do próprio Millôr: ‘Para bom entendedor meia palavra basta, não é becil?’”
(VENTURA, Zuenir, In: Crônicas de um fim de século. Rio de Janeiro: Objetiv, 1999, p. 56 - 8)
No 3º parágrafo o autor afirma que pela primeira vez uma jovem repórter disse que tinha abortado. Qual o sentido da palavra em destaque em relação ao contexto?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
848746 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: AMIGA PÚBLICA
Orgão: Câm. Poço Verde-SE
Provas:
A tribo que mais cresce entre nós
“A nova tribo dos micreiros cresceu tanto que talvez já não seja mais apenas uma tribo, mas uma nação, embora a linguagem fechada e o fanatismo com que se dedicam ao seu objetivo de culto sejam quase de uma seita, {...}
Sua linguagem lembra a dos funkeiros em quantidade de importações vocabulares adulteradas, porém é mais ágil e rica, talvez a mais rápida das tribos urbanas modernas. Dança quem não souber o que é BBS, internet, modem, interface, configuração, acessar e assim por diante. Alguns termos são neologismos e, outros, reações semânticas de velhos significados, como janela, sistema, ícone, maximizar. Quando ouvi outro dia que ‘fulano é ‘interneteiro’, achei que era uma grave acusação.
No começo da informatização das redações de jornais, não faz muito tempo, houve um divertido mal-entendido quando uma jovem repórter disse pela primeira vez: ‘Eu abortei!’ Ela acabava de rejeitar não um filho, mas uma matéria. Hoje, ninguém mais associa essa palavra ao ato pecaminoso. Aborta se tão impune e frequentemente quanto se acessa.
Nada mais tem forma e sim ‘formatação’. Foi-se o tempo em que ‘fazer programa’ era uma aventura amorosa. O ‘vírus’ que apavora os micreiros não é o HIV, mas uma intromissão indevida no ‘sistema’, outra palavra cujo sentido atual nao tem nada a ver com os significados anteriores. A geração de 1968 lutou para derrubar o sistema; hoje o sistema cai a toda hora.
{...}
Falar mal hoje do computador é tão inútil e reacionário quanto foi quebrar máquinas no começo da primeira Revolução Industrial. Ele veio pra ficar, como se diz, e seu sucesso é avassalador. Basta ver o entusiasmo das adesões.
Está bem que não se deve ser ‘neoconservador’, como diria o presidente. Devemos ser modernos, se possível pós- modernos. Mas também é ridículo ficar rendendo homenagem à arrogância e onipotência do computador como se fosse tornar obsoleta a inteligência humana, como um salvador da pátria, como se fosse resolver todos os nossos problemas, como se fosse o marco zero de uma nova civilização, como um exterminador do futuro: ‘Ele vai acabar com o livro, vai acabar com o jornal, vai acabar com isso e com aquilo.’ Se a tecnofobia é obsoleta, a tecnofilia pode ser mistificadora. {...}
Talvez esteja na hora de baixar um pouco a bola do computador --- até porque, {...}, ele é burro, burro como um robô, só sabe repetir, não sabe nada que você já não tenha sabido antes. Além de não ter imaginação, rejeita o desconhecido e a originalidade. {...}
Como é que se pode confiar no discernimento de uma máquina que não é capaz de reconhecer a palavra árvore, ou qualquer outra, se lhe faltar apenas uma simples letra. {...}
No fundo, o computador é o personagem daquela famosa piada do próprio Millôr: ‘Para bom entendedor meia palavra basta, não é becil?’”
(VENTURA, Zuenir, In: Crônicas de um fim de século. Rio de Janeiro: Objetiv, 1999, p. 56 - 8)
De acordo com o contexto e a noção de neologismo semântico, o que o autor quis dizer com a seguinte frase: “A geração de 1968 lutou para derrubar o sistema; hoje o sistema cai a toda”.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas