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2492598
Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CEC
Orgão: Câm. Pontal Paraná-PR
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CEC
Orgão: Câm. Pontal Paraná-PR
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De acordo com o artigo 37 inciso XXI da Constituição Federal, “ressalvados os casos especificados na legislação, as obras, serviços, compras e alienações serão contratados mediante processo de licitação pública que assegure igualdade de condições a todos os concorrentes, com cláusulas que estabeleçam obrigações de pagamento, mantidas as condições efetivas da proposta, nos termos da lei, o qual somente permitirá as exigências de qualificação técnica e econômica indispensáveis à garantia do cumprimento das obrigações”.
No que concerne a tais ressalvas, o legislador ordinário classificou a possibilidade de contratação sem licitação em 2 (duas) modalidades: a licitação DISPENSÁVEL e a licitação INEXIGÍVEL. Sendo assim, relacione as duas colunas e assinale a alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo.
(1) Licitação Dispensável
(2) Licitação Inexigível
( ) Para a compra ou locação de imóvel destinado ao atendimento das finalidades precípuas da administração, cujas necessidades de instalação e localização condicionem a sua escolha.
( ) Na aquisição de bens e contratação de serviços para atender aos contingentes militares das Forças Singulares brasileiras empregadas em operações de paz no exterior.
( ) Para contratação de profissional de setor artístico, diretamente ou através de empresário exclusivo, desde que consagrado pela crítica especializada ou pela opinião pública.
( ) Para aquisição de materiais, equipamentos, ou gêneros que só possam ser fornecidos por produtor, empresa ou representante comercial exclusivo, vedada a preferência de marca.
( ) Para o fornecimento de bens e serviços, produzidos ou prestados no País, que envolvam, cumulativamente, alta complexidade tecnológica e defesa nacional.
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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
A MORTE IDEAL
Quem já passou de certa idade e saltou algumas fogueiras começa a pensar na maneira ideal de morrer. E o resultado é invariável: de uma vez, rapidinho, sem muitas preliminares. Mas, exceto os suicidas, quem pode escolher como morrer?
Há dias, perdemos o dr. Henrique Gandelman. Tinha 80 anos e era advogado – talvez o mais musical que existiu. Na juventude estudou violino, viola, composição e regência. Armou orquestras, criou uma gravadora e produziu discos – inclusive de bossa nova. Mas, no fim, trocou tudo por seu pioneiro e eficiente escritório de administração de direitos autorais de músicos e escritores. Devo-lhe edições de meus livros em vários países e línguas.
Dr. Henrique era como o chamávamos. O tratamento não parecia compatível com o homem que discutia futebol, Beethoven e literatura no Clipper, decano dos botequins do Leblon. Mas ele era um doutor, uma autoridade nas questões sobre quem é dono do quê na obra de arte, e autor de diversos livros a respeito.
Foi dr. Henrique quem dirimiu a caótica situação da obra de seu ídolo Villa-Lobos no exterior. Levou anos varejando escritórios nos Estados Unidos, na Itália e na França, mas conseguiu que os direitos sobre Villa, perdidos, dispersos ou em mãos de terceiros, convergissem para quem de direito: o espólio do maestro. Foi um trabalho de amor, e poucos amavam tanto Villa-Lobos.
Na semana passada, dr. Henrique ia dar uma palestra sobre o artista no Museu Villa-Lobos. E seria também homenageado por seu trabalho de organização jurídica dos contratos da obra do compositor. No camarim, o sistema de som tocava a Floresta amazônica. De mãos dadas com sua mulher, Salomea, dr. Henrique comentou: “Fico sempre arrepiado ao ouvir isto. O Villa é mesmo o maior!”.
Soltou um suspiro grave. A cor lhe fugiu – era o aneurisma, fulminante e fatal. Morreu ali mesmo, no ato. Como se tivesse escolhido morrer ao som de Villa-Lobos.
CASTRO, Ruy. Letra e música: a canção eterna (vol. 1). São Paulo: Cosac Naify, 2013, págs. 40-41
Assinale a alternativa em que haja emprego de linguagem figurada como no trecho a seguir:
Quem já passou de certa idade e saltou algumas fogueiras começa a pensar na maneira ideal de morrer.
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Analise a imagem de parte de uma planilha do Microsoft Excel 2010 e assinale a alternativa correta.

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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
A MORTE IDEAL
Quem já passou de certa idade e saltou algumas fogueiras começa a pensar na maneira ideal de morrer. E o resultado é invariável: de uma vez, rapidinho, sem muitas preliminares. Mas, exceto os suicidas, quem pode escolher como morrer?
Há dias, perdemos o dr. Henrique Gandelman. Tinha 80 anos e era advogado – talvez o mais musical que existiu. Na juventude estudou violino, viola, composição e regência. Armou orquestras, criou uma gravadora e produziu discos – inclusive de bossa nova. Mas, no fim, trocou tudo por seu pioneiro e eficiente escritório de administração de direitos autorais de músicos e escritores. Devo-lhe edições de meus livros em vários países e línguas.
Dr. Henrique era como o chamávamos. O tratamento não parecia compatível com o homem que discutia futebol, Beethoven e literatura no Clipper, decano dos botequins do Leblon. Mas ele era um doutor, uma autoridade nas questões sobre quem é dono do quê na obra de arte, e autor de diversos livros a respeito.
Foi dr. Henrique quem dirimiu a caótica situação da obra de seu ídolo Villa-Lobos no exterior. Levou anos varejando escritórios nos Estados Unidos, na Itália e na França, mas conseguiu que os direitos sobre Villa, perdidos, dispersos ou em mãos de terceiros, convergissem para quem de direito: o espólio do maestro. Foi um trabalho de amor, e poucos amavam tanto Villa-Lobos.
Na semana passada, dr. Henrique ia dar uma palestra sobre o artista no Museu Villa-Lobos. E seria também homenageado por seu trabalho de organização jurídica dos contratos da obra do compositor. No camarim, o sistema de som tocava a Floresta amazônica. De mãos dadas com sua mulher, Salomea, dr. Henrique comentou: “Fico sempre arrepiado ao ouvir isto. O Villa é mesmo o maior!”.
Soltou um suspiro grave. A cor lhe fugiu – era o aneurisma, fulminante e fatal. Morreu ali mesmo, no ato. Como se tivesse escolhido morrer ao som de Villa-Lobos.
CASTRO, Ruy. Letra e música: a canção eterna (vol. 1). São Paulo: Cosac Naify, 2013, págs. 40-41
Observe com atenção o trecho a seguir:
Foi um trabalho de amor, e poucos amavam tanto Villa-Lobos.
Agora, assinale a alternativa em que a vírgula foi utilizada, corretamente, pelo mesmo motivo que no trecho em destaque:
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Sobre o Microsoft Windows 7, é correto afirmar:
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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
A MORTE IDEAL
Quem já passou de certa idade e saltou algumas fogueiras começa a pensar na maneira ideal de morrer. E o resultado é invariável: de uma vez, rapidinho, sem muitas preliminares. Mas, exceto os suicidas, quem pode escolher como morrer?
Há dias, perdemos o dr. Henrique Gandelman. Tinha 80 anos e era advogado – talvez o mais musical que existiu. Na juventude estudou violino, viola, composição e regência. Armou orquestras, criou uma gravadora e produziu discos – inclusive de bossa nova. Mas, no fim, trocou tudo por seu pioneiro e eficiente escritório de administração de direitos autorais de músicos e escritores. Devo-lhe edições de meus livros em vários países e línguas.
Dr. Henrique era como o chamávamos. O tratamento não parecia compatível com o homem que discutia futebol, Beethoven e literatura no Clipper, decano dos botequins do Leblon. Mas ele era um doutor, uma autoridade nas questões sobre quem é dono do quê na obra de arte, e autor de diversos livros a respeito.
Foi dr. Henrique quem dirimiu a caótica situação da obra de seu ídolo Villa-Lobos no exterior. Levou anos varejando escritórios nos Estados Unidos, na Itália e na França, mas conseguiu que os direitos sobre Villa, perdidos, dispersos ou em mãos de terceiros, convergissem para quem de direito: o espólio do maestro. Foi um trabalho de amor, e poucos amavam tanto Villa-Lobos.
Na semana passada, dr. Henrique ia dar uma palestra sobre o artista no Museu Villa-Lobos. E seria também homenageado por seu trabalho de organização jurídica dos contratos da obra do compositor. No camarim, o sistema de som tocava a Floresta amazônica. De mãos dadas com sua mulher, Salomea, dr. Henrique comentou: “Fico sempre arrepiado ao ouvir isto. O Villa é mesmo o maior!”.
Soltou um suspiro grave. A cor lhe fugiu – era o aneurisma, fulminante e fatal. Morreu ali mesmo, no ato. Como se tivesse escolhido morrer ao som de Villa-Lobos.
CASTRO, Ruy. Letra e música: a canção eterna (vol. 1). São Paulo: Cosac Naify, 2013, págs. 40-41
Qual alternativa apresenta palavra que é acentuada pelo mesmo motivo que a palavra REGÊNCIA tem acento gráfico?
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Assinale a alternativa em que há frase em que os vocábulos destacados pertencem à mesma classe gramatical e possuem significado diferente:
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Assinale a alternativa cuja expressão completa corretamente o texto a seguir:
O funcionário público que vem se apropriar de dinheiro ou qualquer utilidade que, no exercício do cargo, recebeu por erro de outrem, comete o crime de .
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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
A MORTE IDEAL
Quem já passou de certa idade e saltou algumas fogueiras começa a pensar na maneira ideal de morrer. E o resultado é invariável: de uma vez, rapidinho, sem muitas preliminares. Mas, exceto os suicidas, quem pode escolher como morrer?
Há dias, perdemos o dr. Henrique Gandelman. Tinha 80 anos e era advogado – talvez o mais musical que existiu. Na juventude estudou violino, viola, composição e regência. Armou orquestras, criou uma gravadora e produziu discos – inclusive de bossa nova. Mas, no fim, trocou tudo por seu pioneiro e eficiente escritório de administração de direitos autorais de músicos e escritores. Devo-lhe edições de meus livros em vários países e línguas.
Dr. Henrique era como o chamávamos. O tratamento não parecia compatível com o homem que discutia futebol, Beethoven e literatura no Clipper, decano dos botequins do Leblon. Mas ele era um doutor, uma autoridade nas questões sobre quem é dono do quê na obra de arte, e autor de diversos livros a respeito.
Foi dr. Henrique quem dirimiu a caótica situação da obra de seu ídolo Villa-Lobos no exterior. Levou anos varejando escritórios nos Estados Unidos, na Itália e na França, mas conseguiu que os direitos sobre Villa, perdidos, dispersos ou em mãos de terceiros, convergissem para quem de direito: o espólio do maestro. Foi um trabalho de amor, e poucos amavam tanto Villa-Lobos.
Na semana passada, dr. Henrique ia dar uma palestra sobre o artista no Museu Villa-Lobos. E seria também homenageado por seu trabalho de organização jurídica dos contratos da obra do compositor. No camarim, o sistema de som tocava a Floresta amazônica. De mãos dadas com sua mulher, Salomea, dr. Henrique comentou: “Fico sempre arrepiado ao ouvir isto. O Villa é mesmo o maior!”.
Soltou um suspiro grave. A cor lhe fugiu – era o aneurisma, fulminante e fatal. Morreu ali mesmo, no ato. Como se tivesse escolhido morrer ao som de Villa-Lobos.
CASTRO, Ruy. Letra e música: a canção eterna (vol. 1). São Paulo: Cosac Naify, 2013, págs. 40-41
Em relação às ideias do texto, é válido dizer que
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A MORTE IDEAL
Quem já passou de certa idade e saltou algumas fogueiras começa a pensar na maneira ideal de morrer. E o resultado é invariável: de uma vez, rapidinho, sem muitas preliminares. Mas, exceto os suicidas, quem pode escolher como morrer?
Há dias, perdemos o dr. Henrique Gandelman. Tinha 80 anos e era advogado – talvez o mais musical que existiu. Na juventude estudou violino, viola, composição e regência. Armou orquestras, criou uma gravadora e produziu discos – inclusive de bossa nova. Mas, no fim, trocou tudo por seu pioneiro e eficiente escritório de administração de direitos autorais de músicos e escritores. Devo-lhe edições de meus livros em vários países e línguas.
Dr. Henrique era como o chamávamos. O tratamento não parecia compatível com o homem que discutia futebol, Beethoven e literatura no Clipper, decano dos botequins do Leblon. Mas ele era um doutor, uma autoridade nas questões sobre quem é dono do quê na obra de arte, e autor de diversos livros a respeito.
Foi dr. Henrique quem dirimiu a caótica situação da obra de seu ídolo Villa-Lobos no exterior. Levou anos varejando escritórios nos Estados Unidos, na Itália e na França, mas conseguiu que os direitos sobre Villa, perdidos, dispersos ou em mãos de terceiros, convergissem para quem de direito: o espólio do maestro. Foi um trabalho de amor, e poucos amavam tanto Villa-Lobos.
Na semana passada, dr. Henrique ia dar uma palestra sobre o artista no Museu Villa-Lobos. E seria também homenageado por seu trabalho de organização jurídica dos contratos da obra do compositor. No camarim, o sistema de som tocava a Floresta amazônica. De mãos dadas com sua mulher, Salomea, dr. Henrique comentou: “Fico sempre arrepiado ao ouvir isto. O Villa é mesmo o maior!”.
Soltou um suspiro grave. A cor lhe fugiu – era o aneurisma, fulminante e fatal. Morreu ali mesmo, no ato. Como se tivesse escolhido morrer ao som de Villa-Lobos.
CASTRO, Ruy. Letra e música: a canção eterna (vol. 1). São Paulo: Cosac Naify, 2013, págs. 40-41
Assinale a alternativa em que a substituição da palavra em destaque por outra provocou significativa alteração de sentido:
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