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Foram encontradas 40 questões.

2480729 Ano: 2014
Disciplina: Direito Civil
Banca: CEC
Orgão: Câm. Pontal Paraná-PR
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Quanto aos defeitos dos negócios jurídicos e aos bens públicos, é INCORRETO afirmar:
 

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2480437 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CEC
Orgão: Câm. Pontal Paraná-PR
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Com base nas normas constitucionais de eficácia plena, contida e limitada, é CORRETO afirmar:

 

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2480270 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CEC
Orgão: Câm. Pontal Paraná-PR
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Analise os itens a seguir:

I. Segundo estabelece o texto magno vigente, compete aos Municípios legislar sobre assuntos de interesse local. Tais entidades políticas federativas regem-se por Lei Orgânica, votada em dois turnos, com o interstício mínimo de 15 (quinze) dias, e aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal, que a promulgará, atendidos os princípios estabelecidos na CF/88 e na Constituição do respectivo Estado-membro.

II. Os Municípios, conforme assenta a Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988, não têm qualquer competência para suplementar a legislação federal. Contudo, tais entes federativos têm competência para suplementar a legislação estadual no que couber.

III. A Administração Pública Direta e Indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência.

IV. Os cargos, empregos e funções públicas são acessíveis aos estrangeiros, na forma da lei. É correto afirmar que os estrangeiros não têm um direito autoexercitável de ocupar cargos, empregos e funções públicas, porquanto dependem de lei que lhes possibilite fazê-lo, e só o farão conforme a lei fixe.

V. Os vencimentos dos cargos do Poder Executivo e do Poder Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Legislativo, consoante prescreve o ordenamento constitucional vigente.

VI. Segundo a CF/88, lei complementar reservará percentual dos cargos e empregos públicos para as pessoas portadoras de deficiência e definirá os critérios de sua admissão.

A quantidade de itens INCORRETOS é igual a:

 

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2480226 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CEC
Orgão: Câm. Pontal Paraná-PR
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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
A MORTE IDEAL
Quem já passou de certa idade e saltou algumas fogueiras começa a pensar na maneira ideal de morrer. E o resultado é invariável: de uma vez, rapidinho, sem muitas preliminares. Mas, exceto os suicidas, quem pode escolher como morrer?
Há dias, perdemos o dr. Henrique Gandelman. Tinha 80 anos e era advogado – talvez o mais musical que existiu. Na juventude estudou violino, viola, composição e regência. Armou orquestras, criou uma gravadora e produziu discos – inclusive de bossa nova. Mas, no fim, trocou tudo por seu pioneiro e eficiente escritório de administração de direitos autorais de músicos e escritores. Devo-lhe edições de meus livros em vários países e línguas.
Dr. Henrique era como o chamávamos. O tratamento não parecia compatível com o homem que discutia futebol, Beethoven e literatura no Clipper, decano dos botequins do Leblon. Mas ele era um doutor, uma autoridade nas questões sobre quem é dono do quê na obra de arte, e autor de diversos livros a respeito.
Foi dr. Henrique quem dirimiu a caótica situação da obra de seu ídolo Villa-Lobos no exterior. Levou anos varejando escritórios nos Estados Unidos, na Itália e na França, mas conseguiu que os direitos sobre Villa, perdidos, dispersos ou em mãos de terceiros, convergissem para quem de direito: o espólio do maestro. Foi um trabalho de amor, e poucos amavam tanto Villa-Lobos.
Na semana passada, dr. Henrique ia dar uma palestra sobre o artista no Museu Villa-Lobos. E seria também homenageado por seu trabalho de organização jurídica dos contratos da obra do compositor. No camarim, o sistema de som tocava a Floresta amazônica. De mãos dadas com sua mulher, Salomea, dr. Henrique comentou: “Fico sempre arrepiado ao ouvir isto. O Villa é mesmo o maior!”.
Soltou um suspiro grave. A cor lhe fugiu – era o aneurisma, fulminante e fatal. Morreu ali mesmo, no ato. Como se tivesse escolhido morrer ao som de Villa-Lobos.
CASTRO, Ruy. Letra e música: a canção eterna (vol. 1). São Paulo: Cosac Naify, 2013, págs. 40-41
Pode-se dizer que o texto de Ruy Castro é
 

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2478750 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: CEC
Orgão: Câm. Pontal Paraná-PR
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Observe as informações abaixo:
Enunciado 2726021-1
De acordo com os dados da tabela de informações acima, analise as afirmações abaixo:
I. 40% dos habitantes de pontal do Paraná é maior que 8.000 habitantes.
II. Se a população fosse de 41.838 habitantes, então teríamos uma densidade 208,62 hab./km²
III. Se 6.973 habitantes de Pontal do Paraná forem fumantes, então menos de 72% do total de habitantes não são fumantes.
Logo, temos na sequência I, II e III (use V para verdadeiro e F para falso):
 

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2478381 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CEC
Orgão: Câm. Pontal Paraná-PR
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A questão baseia no texto apresentado abaixo.
A MORTE IDEAL
Quem já passou de certa idade e saltou algumas fogueiras começa a pensar na maneira ideal de morrer. E o resultado é invariável: de uma vez, rapidinho, sem muitas preliminares. Mas, exceto os suicidas, quem pode escolher como morrer?
Há dias, perdemos o dr. Henrique Gandelman. Tinha 80 anos e era advogado – talvez o mais musical que existiu. Na juventude estudou violino, viola, composição e regência. Armou orquestras, criou uma gravadora e produziu discos – inclusive de bossa nova. Mas, no fim, trocou tudo por seu pioneiro e eficiente escritório de administração de direitos autorais de músicos e escritores. Devo-lhe edições de meus livros em vários países e línguas.
Dr. Henrique era como o chamávamos. O tratamento não parecia compatível com o homem que discutia futebol, Beethoven e literatura no Clipper, decano dos botequins do Leblon. Mas ele era um doutor, uma autoridade nas questões sobre quem é dono do quê na obra de arte, e autor de diversos livros a respeito.
Foi dr. Henrique quem dirimiu a caótica situação da obra de seu ídolo Villa-Lobos no exterior. Levou anos varejando escritórios nos Estados Unidos, na Itália e na França, mas conseguiu que os direitos sobre Villa, perdidos, dispersos ou em mãos de terceiros, convergissem para quem de direito: o espólio do maestro. Foi um trabalho de amor, e poucos amavam tanto Villa-Lobos.
Na semana passada, dr. Henrique ia dar uma palestra sobre o artista no Museu Villa-Lobos. E seria também homenageado por seu trabalho de organização jurídica dos contratos da obra do compositor. No camarim, o sistema de som tocava a Floresta amazônica. De mãos dadas com sua mulher, Salomea, dr. Henrique comentou: “Fico sempre arrepiado ao ouvir isto. O Villa é mesmo o maior!”.
Soltou um suspiro grave. A cor lhe fugiu – era o aneurisma, fulminante e fatal. Morreu ali mesmo, no ato. Como se tivesse escolhido morrer ao som de Villa-Lobos.
CASTRO, Ruy. Letra e música: a canção eterna (vol. 1). São Paulo: Cosac Naify, 2013, págs. 40-41
Com relação aos mecanismos de coesão utilizados no texto, analise as seguintes afirmações:
I. No período “Tinha 80 anos e era advogado”, há a elipse do termo dr. Henrique Gandelman, para as formas verbais “tinha” e “era”.
II. A expressão “o homem que discutia futebol, Beethoven e literatura” refere-se a Villa-Lobos.
III. Em “A cor lhe fugiu”, o pronome “lhe” recupera o sentido do termo “Salomea”.
IV. O pronome relativo “que”, no terceiro parágrafo, retoma o termo “homem”, no caso, o dr. Henrique Gandelman.
V. O termo “maestro” refere-se a Villa-Lobos.
Quais são as afirmações corretas?
 

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2477697 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CEC
Orgão: Câm. Pontal Paraná-PR
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Nos termos da Constituição Federal de 1988, julgue os seguintes itens:

I. Conceder-se-á habeas data sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção, por ilegalidade ou abuso de poder.

II. Não mais se exige advogado para a impetração do mandado de segurança individual, conforme estabelecem a CF/88 e a Lei n.º 12.016/2009.

III. O mandado de segurança é um remédio constitucional residual, não sendo cabível quando for o caso de impetração de habeas corpus ou de habeas data.

IV. A Constituição Federal de 1988 fixa em seu texto a gratuidade do habeas corpus e do habeas data.

V. A ação de habeas corpus pode ser ajuizada tanto contra ato emanado de autoridade pública como contra ato de particular, sempre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção. Ademais, o habeas corpus constitui, segundo o Supremo Tribunal Federal, instrumento idôneo para impugnar determinação judicial de quebra dos sigilos fiscal e bancário em procedimento criminal, desde que essa medida implique ofensa indireta, potencial ou reflexa ao direito de locomoção.

 

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2493514 Ano: 2014
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: CEC
Orgão: Câm. Pontal Paraná-PR
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Analise as proposições abaixo e assinale a alternativa correta:

Questão Desatualizada

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2488656 Ano: 2014
Disciplina: Direito Processual Civil
Banca: CEC
Orgão: Câm. Pontal Paraná-PR
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Marque verdadeiro (V) ou falso (F) para as afirmações a seguir e assinale a alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo:
( ) O instituto da coisa julgada sofreu forte mitigação nos últimos anos, especialmente em razão da emenda constitucional que transformou em cláusula pétrea a possibilidade de sua relativização.
( ) A denunciação da lide é uma forma de intervenção de terceiros que busca atender aos princípios da economia e da presteza na entrega da prestação jurisdicional.
( ) A antecipação dos efeitos da tutela tem o mesmo escopo da ação cautelar: garantir a efetividade do processo.
( ) Das decisões interlocutórias caberá agravo, no prazo de dez dias, por instrumento, salvo quando se tratar de decisão suscetível de causar à parte lesão grave e de difícil reparação, bem como nos casos de inadmissão da apelação e nos relativos aos efeitos em que a apelação é recebida, quando será admitida a sua interposição na forma retida.
Questão Desatualizada

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2486492 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: CEC
Orgão: Câm. Pontal Paraná-PR
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A cidade base para quem vem de fora do Paraná conhecer a Ilha do Mel é Curitiba. Chegando por ônibus ou avião até Curitiba, pode-se ir até o litoral para pegar a balsa e desfrutar as maravilhas da Ilha. Existem 2 locais em que se pode pegar a balsa e seguir para a ilha: Pontal do Sul – 130 km de Curitiba e Paranaguá – 90 km de Curitiba. Partindo de Balneário Pontal do Sul, que é a maneira mais utilizada e mais comum para seguir até a Ilha, o tempo de travessia é de 30 minutos, no caminho pode--se ter a companhia de grandes navios que chegam e saem do porto de Paranaguá e com mais sorte pode-se ter a companhia de botos. Partindo de Paranaguá a duração é de 2 horas de travessia. Se Luigi saiu de Curitiba e viajou para Paranaguá com seu carro a uma velocidade média de 90 km/h e chegando em Paranaguá apenas esperou 10 minutos para que sua balsa saísse para a Ilha do Mel e se Luma saiu de Curitiba e viajou para o Balneário Pontal do Sul com seu carro a uma velocidade média de 65 km/h e chegando em Balneário Pontal do Sul esperou apenas 25 minutos para que sua balsa saísse para a ilha do mel, então:
Questão Anulada e Desatualizada

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