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LÍNGUA PORTUGUESA
Corrupção: um desafio do mundo globalizado
Desde nossos ancestrais aos líderes modernos, a corrupção é um desafio para toda a humanidade, uma vez que esse
termo sempre esteve presente na ação cotidiana dos seres
humanos.
De acordo com relatos e escritos, a corrupção existe,
desde antes, mesmo, da dinastia egípcia e ainda persiste em
quase todos os países do mundo, até hoje. Nota-se que a
corrupção pode ser tão antiga quanto a história humana.
A Primeira Dinastia (3100-2700 a.C.) do antigo Egito observou corrupção em seu judiciário e no enriquecimento de alguns Faraós que exploravam a mão de obra de indivíduos
com menos recursos financeiros. A prática corruptiva também era encontrada na China antiga, na Macedônia, emChipre
e em muitas outras regiões.
Olhando através da história, a corrupção parece inevitável.
Batalhas foram travadas pela disputa de poder. Há registro, nos livros de histórias, de que atos de corrupção facilitaram a ascensão de impérios e governantes, muito antes
do marco zero de nossa contagem temporal. Desde a origem
da humanidade, sociedades foram dizimadas pelos efeitos
vorazes das artimanhas, com a finalidade de obtenção de
vantagens ilegais e ilícitas.
Por intermédio de procedimentos de “boa governança”,
entes públicos e privados, ao redor do planeta, estão criando
ferramentas para conter a corrupção, de maneira prioritária.
Estão sendo implementados programas anticorrupção específicos para ajudar os governos a resolver seus problemas internos de desvirtuamento dos procedimentos humanos. Além
disso, várias agências bilaterais de desenvolvimento têm colocado esforços anticorrupção no topo de suas políticas e procedimentos.
Verifica-se que muitos cidadãos reclamam e questionam a postura de políticos e de membros da alta gestão de
nosso país; porém, quando têm a oportunidade, essas mesmas
pessoas deixam de emitir notas fiscais; esquivam-se dos pagamentos de tributos; não declaram seu imposto de renda com
fidedignidade; tentam subornar agentes públicos para evitar
multas; falsificam carteirinha de estudante; adulteram atestados médicos; furam fila; acessam TV a cabo, sem realizar
o contrato com a operadora (apropriação indevida de sinal);
registram o ponto no trabalho de maneira irregular e/ou
pelo colega, entre várias outras atitudes que, mesmo simbólicas ou pequenas, prejudicam, ao longo passo, toda a sociedade.
O combate à corrupção, portanto, deve ser acompanhado do fortalecimento do Estado de Direito, da boa governança e da construção de instituições fortes que, por sua
vez, serão a base e o alicerce para o desenvolvimento sustentável de todo o mundo.
Atitudes corruptas não são meros pormenores ou detalhes. Muito pelo contrário, são desvios que causam impactos
severos, inclusive, na moral social, concernindo na vida das
pessoas. É necessário ultrapassar os regulamentos, assanções
e as punições.
Cada indivíduo de nosso mundo, cada brasileiro, é chamado, todos os dias, a respeitar e cumprir com seus deveres,
o que nem sempre é fácil, especialmente, em tempos difíceis
e diante de tantos dilemas a serem faceados. Assim, o desafio cotidiano e diário do combate à corrupção está na mudança positiva, na metamorfose assertiva de condutas, costumes, culturas e comportamentos de cada um de nós.
(Elise Eleonore de Brites. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/
coluna/governan%C3%A7a-uma-boa-pratica/379136/corrupcao-umdesafio-do-mundo-globalizado. Acesso em: 28/12/2022. Adaptado.)
“Atitudes corruptas não são meros pormenores ou detalhes. Muito pelo contrário, são desvios que causam impactos severos, inclusive, na moral social, concernindo na vida das pessoas. É necessário ultrapassar os regulamentos, as sanções e as punições.
Cada indivíduo de nosso mundo, cada brasileiro, é chamado, todos os dias, a respeitar e cumprir com seus deveres, o que nem sempre é fácil, especialmente, em tempos difíceis e diante de tantos dilemas a serem faceados . Assim, o desafio cotidiano e diário do combate à corrupção está na mudança positiva, na metamorfose assertiva de condutas, costumes, culturas e comportamentos de cada um de nós.” (9º§ e 10º§)
Os vocábulos destacados apresentam significação de acordo com o contexto, indicada em (considere a sequência em que aparecem no texto):
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Corrupção: um desafio do mundo globalizado
Desde nossos ancestrais aos líderes modernos, a corrupção é um desafio para toda a humanidade, uma vez que esse
termo sempre esteve presente na ação cotidiana dos seres
humanos.
De acordo com relatos e escritos, a corrupção existe,
desde antes, mesmo, da dinastia egípcia e ainda persiste em
quase todos os países do mundo, até hoje. Nota-se que a
corrupção pode ser tão antiga quanto a história humana.
A Primeira Dinastia (3100-2700 a.C.) do antigo Egito observou corrupção em seu judiciário e no enriquecimento de alguns Faraós que exploravam a mão de obra de indivíduos
com menos recursos financeiros. A prática corruptiva também era encontrada na China antiga, na Macedônia, emChipre
e em muitas outras regiões.
Olhando através da história, a corrupção parece inevitável.
Batalhas foram travadas pela disputa de poder. Há registro, nos livros de histórias, de que atos de corrupção facilitaram a ascensão de impérios e governantes, muito antes
do marco zero de nossa contagem temporal. Desde a origem
da humanidade, sociedades foram dizimadas pelos efeitos
vorazes das artimanhas, com a finalidade de obtenção de
vantagens ilegais e ilícitas.
Por intermédio de procedimentos de “boa governança”,
entes públicos e privados, ao redor do planeta, estão criando
ferramentas para conter a corrupção, de maneira prioritária.
Estão sendo implementados programas anticorrupção específicos para ajudar os governos a resolver seus problemas internos de desvirtuamento dos procedimentos humanos. Além
disso, várias agências bilaterais de desenvolvimento têm colocado esforços anticorrupção no topo de suas políticas e procedimentos.
Verifica-se que muitos cidadãos reclamam e questionam a postura de políticos e de membros da alta gestão de
nosso país; porém, quando têm a oportunidade, essas mesmas
pessoas deixam de emitir notas fiscais; esquivam-se dos pagamentos de tributos; não declaram seu imposto de renda com
fidedignidade; tentam subornar agentes públicos para evitar
multas; falsificam carteirinha de estudante; adulteram atestados médicos; furam fila; acessam TV a cabo, sem realizar
o contrato com a operadora (apropriação indevida de sinal);
registram o ponto no trabalho de maneira irregular e/ou
pelo colega, entre várias outras atitudes que, mesmo simbólicas ou pequenas, prejudicam, ao longo passo, toda a sociedade.
O combate à corrupção, portanto, deve ser acompanhado do fortalecimento do Estado de Direito, da boa governança e da construção de instituições fortes que, por sua
vez, serão a base e o alicerce para o desenvolvimento sustentável de todo o mundo.
Atitudes corruptas não são meros pormenores ou detalhes. Muito pelo contrário, são desvios que causam impactos
severos, inclusive, na moral social, concernindo na vida das
pessoas. É necessário ultrapassar os regulamentos, assanções
e as punições.
Cada indivíduo de nosso mundo, cada brasileiro, é chamado, todos os dias, a respeitar e cumprir com seus deveres,
o que nem sempre é fácil, especialmente, em tempos difíceis
e diante de tantos dilemas a serem faceados. Assim, o desafio cotidiano e diário do combate à corrupção está na mudança positiva, na metamorfose assertiva de condutas, costumes, culturas e comportamentos de cada um de nós.
(Elise Eleonore de Brites. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/
coluna/governan%C3%A7a-uma-boa-pratica/379136/corrupcao-umdesafio-do-mundo-globalizado. Acesso em: 28/12/2022. Adaptado.)
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Desde nossos ancestrais aos líderes modernos, a corrupção é um desafio para toda a humanidade, uma vez que esse
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humanos.
De acordo com relatos e escritos, a corrupção existe,
desde antes, mesmo, da dinastia egípcia e ainda persiste em
quase todos os países do mundo, até hoje. Nota-se que a
corrupção pode ser tão antiga quanto a história humana.
A Primeira Dinastia (3100-2700 a.C.) do antigo Egito observou corrupção em seu judiciário e no enriquecimento de alguns Faraós que exploravam a mão de obra de indivíduos
com menos recursos financeiros. A prática corruptiva também era encontrada na China antiga, na Macedônia, emChipre
e em muitas outras regiões.
Olhando através da história, a corrupção parece inevitável.
Batalhas foram travadas pela disputa de poder. Há registro, nos livros de histórias, de que atos de corrupção facilitaram a ascensão de impérios e governantes, muito antes
do marco zero de nossa contagem temporal. Desde a origem
da humanidade, sociedades foram dizimadas pelos efeitos
vorazes das artimanhas, com a finalidade de obtenção de
vantagens ilegais e ilícitas.
Por intermédio de procedimentos de “boa governança”,
entes públicos e privados, ao redor do planeta, estão criando
ferramentas para conter a corrupção, de maneira prioritária.
Estão sendo implementados programas anticorrupção específicos para ajudar os governos a resolver seus problemas internos de desvirtuamento dos procedimentos humanos. Além
disso, várias agências bilaterais de desenvolvimento têm colocado esforços anticorrupção no topo de suas políticas e procedimentos.
Verifica-se que muitos cidadãos reclamam e questionam a postura de políticos e de membros da alta gestão de
nosso país; porém, quando têm a oportunidade, essas mesmas
pessoas deixam de emitir notas fiscais; esquivam-se dos pagamentos de tributos; não declaram seu imposto de renda com
fidedignidade; tentam subornar agentes públicos para evitar
multas; falsificam carteirinha de estudante; adulteram atestados médicos; furam fila; acessam TV a cabo, sem realizar
o contrato com a operadora (apropriação indevida de sinal);
registram o ponto no trabalho de maneira irregular e/ou
pelo colega, entre várias outras atitudes que, mesmo simbólicas ou pequenas, prejudicam, ao longo passo, toda a sociedade.
O combate à corrupção, portanto, deve ser acompanhado do fortalecimento do Estado de Direito, da boa governança e da construção de instituições fortes que, por sua
vez, serão a base e o alicerce para o desenvolvimento sustentável de todo o mundo.
Atitudes corruptas não são meros pormenores ou detalhes. Muito pelo contrário, são desvios que causam impactos
severos, inclusive, na moral social, concernindo na vida das
pessoas. É necessário ultrapassar os regulamentos, assanções
e as punições.
Cada indivíduo de nosso mundo, cada brasileiro, é chamado, todos os dias, a respeitar e cumprir com seus deveres,
o que nem sempre é fácil, especialmente, em tempos difíceis
e diante de tantos dilemas a serem faceados. Assim, o desafio cotidiano e diário do combate à corrupção está na mudança positiva, na metamorfose assertiva de condutas, costumes, culturas e comportamentos de cada um de nós.
(Elise Eleonore de Brites. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/
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Desde nossos ancestrais aos líderes modernos, a corrupção é um desafio para toda a humanidade, uma vez que esse
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humanos.
De acordo com relatos e escritos, a corrupção existe,
desde antes, mesmo, da dinastia egípcia e ainda persiste em
quase todos os países do mundo, até hoje. Nota-se que a
corrupção pode ser tão antiga quanto a história humana.
A Primeira Dinastia (3100-2700 a.C.) do antigo Egito observou corrupção em seu judiciário e no enriquecimento de alguns Faraós que exploravam a mão de obra de indivíduos
com menos recursos financeiros. A prática corruptiva também era encontrada na China antiga, na Macedônia, emChipre
e em muitas outras regiões.
Olhando através da história, a corrupção parece inevitável.
Batalhas foram travadas pela disputa de poder. Há registro, nos livros de histórias, de que atos de corrupção facilitaram a ascensão de impérios e governantes, muito antes
do marco zero de nossa contagem temporal. Desde a origem
da humanidade, sociedades foram dizimadas pelos efeitos
vorazes das artimanhas, com a finalidade de obtenção de
vantagens ilegais e ilícitas.
Por intermédio de procedimentos de “boa governança”,
entes públicos e privados, ao redor do planeta, estão criando
ferramentas para conter a corrupção, de maneira prioritária.
Estão sendo implementados programas anticorrupção específicos para ajudar os governos a resolver seus problemas internos de desvirtuamento dos procedimentos humanos. Além
disso, várias agências bilaterais de desenvolvimento têm colocado esforços anticorrupção no topo de suas políticas e procedimentos.
Verifica-se que muitos cidadãos reclamam e questionam a postura de políticos e de membros da alta gestão de
nosso país; porém, quando têm a oportunidade, essas mesmas
pessoas deixam de emitir notas fiscais; esquivam-se dos pagamentos de tributos; não declaram seu imposto de renda com
fidedignidade; tentam subornar agentes públicos para evitar
multas; falsificam carteirinha de estudante; adulteram atestados médicos; furam fila; acessam TV a cabo, sem realizar
o contrato com a operadora (apropriação indevida de sinal);
registram o ponto no trabalho de maneira irregular e/ou
pelo colega, entre várias outras atitudes que, mesmo simbólicas ou pequenas, prejudicam, ao longo passo, toda a sociedade.
O combate à corrupção, portanto, deve ser acompanhado do fortalecimento do Estado de Direito, da boa governança e da construção de instituições fortes que, por sua
vez, serão a base e o alicerce para o desenvolvimento sustentável de todo o mundo.
Atitudes corruptas não são meros pormenores ou detalhes. Muito pelo contrário, são desvios que causam impactos
severos, inclusive, na moral social, concernindo na vida das
pessoas. É necessário ultrapassar os regulamentos, assanções
e as punições.
Cada indivíduo de nosso mundo, cada brasileiro, é chamado, todos os dias, a respeitar e cumprir com seus deveres,
o que nem sempre é fácil, especialmente, em tempos difíceis
e diante de tantos dilemas a serem faceados. Assim, o desafio cotidiano e diário do combate à corrupção está na mudança positiva, na metamorfose assertiva de condutas, costumes, culturas e comportamentos de cada um de nós.
(Elise Eleonore de Brites. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/
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De acordo com relatos e escritos, a corrupção existe,
desde antes, mesmo, da dinastia egípcia e ainda persiste em
quase todos os países do mundo, até hoje. Nota-se que a
corrupção pode ser tão antiga quanto a história humana.
A Primeira Dinastia (3100-2700 a.C.) do antigo Egito observou corrupção em seu judiciário e no enriquecimento de alguns Faraós que exploravam a mão de obra de indivíduos
com menos recursos financeiros. A prática corruptiva também era encontrada na China antiga, na Macedônia, emChipre
e em muitas outras regiões.
Olhando através da história, a corrupção parece inevitável.
Batalhas foram travadas pela disputa de poder. Há registro, nos livros de histórias, de que atos de corrupção facilitaram a ascensão de impérios e governantes, muito antes
do marco zero de nossa contagem temporal. Desde a origem
da humanidade, sociedades foram dizimadas pelos efeitos
vorazes das artimanhas, com a finalidade de obtenção de
vantagens ilegais e ilícitas.
Por intermédio de procedimentos de “boa governança”,
entes públicos e privados, ao redor do planeta, estão criando
ferramentas para conter a corrupção, de maneira prioritária.
Estão sendo implementados programas anticorrupção específicos para ajudar os governos a resolver seus problemas internos de desvirtuamento dos procedimentos humanos. Além
disso, várias agências bilaterais de desenvolvimento têm colocado esforços anticorrupção no topo de suas políticas e procedimentos.
Verifica-se que muitos cidadãos reclamam e questionam a postura de políticos e de membros da alta gestão de
nosso país; porém, quando têm a oportunidade, essas mesmas
pessoas deixam de emitir notas fiscais; esquivam-se dos pagamentos de tributos; não declaram seu imposto de renda com
fidedignidade; tentam subornar agentes públicos para evitar
multas; falsificam carteirinha de estudante; adulteram atestados médicos; furam fila; acessam TV a cabo, sem realizar
o contrato com a operadora (apropriação indevida de sinal);
registram o ponto no trabalho de maneira irregular e/ou
pelo colega, entre várias outras atitudes que, mesmo simbólicas ou pequenas, prejudicam, ao longo passo, toda a sociedade.
O combate à corrupção, portanto, deve ser acompanhado do fortalecimento do Estado de Direito, da boa governança e da construção de instituições fortes que, por sua
vez, serão a base e o alicerce para o desenvolvimento sustentável de todo o mundo.
Atitudes corruptas não são meros pormenores ou detalhes. Muito pelo contrário, são desvios que causam impactos
severos, inclusive, na moral social, concernindo na vida das
pessoas. É necessário ultrapassar os regulamentos, assanções
e as punições.
Cada indivíduo de nosso mundo, cada brasileiro, é chamado, todos os dias, a respeitar e cumprir com seus deveres,
o que nem sempre é fácil, especialmente, em tempos difíceis
e diante de tantos dilemas a serem faceados. Assim, o desafio cotidiano e diário do combate à corrupção está na mudança positiva, na metamorfose assertiva de condutas, costumes, culturas e comportamentos de cada um de nós.
(Elise Eleonore de Brites. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/
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humanos.
De acordo com relatos e escritos, a corrupção existe,
desde antes, mesmo, da dinastia egípcia e ainda persiste em
quase todos os países do mundo, até hoje. Nota-se que a
corrupção pode ser tão antiga quanto a história humana.
A Primeira Dinastia (3100-2700 a.C.) do antigo Egito observou corrupção em seu judiciário e no enriquecimento de alguns Faraós que exploravam a mão de obra de indivíduos
com menos recursos financeiros. A prática corruptiva também era encontrada na China antiga, na Macedônia, emChipre
e em muitas outras regiões.
Olhando através da história, a corrupção parece inevitável.
Batalhas foram travadas pela disputa de poder. Há registro, nos livros de histórias, de que atos de corrupção facilitaram a ascensão de impérios e governantes, muito antes
do marco zero de nossa contagem temporal. Desde a origem
da humanidade, sociedades foram dizimadas pelos efeitos
vorazes das artimanhas, com a finalidade de obtenção de
vantagens ilegais e ilícitas.
Por intermédio de procedimentos de “boa governança”,
entes públicos e privados, ao redor do planeta, estão criando
ferramentas para conter a corrupção, de maneira prioritária.
Estão sendo implementados programas anticorrupção específicos para ajudar os governos a resolver seus problemas internos de desvirtuamento dos procedimentos humanos. Além
disso, várias agências bilaterais de desenvolvimento têm colocado esforços anticorrupção no topo de suas políticas e procedimentos.
Verifica-se que muitos cidadãos reclamam e questionam a postura de políticos e de membros da alta gestão de
nosso país; porém, quando têm a oportunidade, essas mesmas
pessoas deixam de emitir notas fiscais; esquivam-se dos pagamentos de tributos; não declaram seu imposto de renda com
fidedignidade; tentam subornar agentes públicos para evitar
multas; falsificam carteirinha de estudante; adulteram atestados médicos; furam fila; acessam TV a cabo, sem realizar
o contrato com a operadora (apropriação indevida de sinal);
registram o ponto no trabalho de maneira irregular e/ou
pelo colega, entre várias outras atitudes que, mesmo simbólicas ou pequenas, prejudicam, ao longo passo, toda a sociedade.
O combate à corrupção, portanto, deve ser acompanhado do fortalecimento do Estado de Direito, da boa governança e da construção de instituições fortes que, por sua
vez, serão a base e o alicerce para o desenvolvimento sustentável de todo o mundo.
Atitudes corruptas não são meros pormenores ou detalhes. Muito pelo contrário, são desvios que causam impactos
severos, inclusive, na moral social, concernindo na vida das
pessoas. É necessário ultrapassar os regulamentos, assanções
e as punições.
Cada indivíduo de nosso mundo, cada brasileiro, é chamado, todos os dias, a respeitar e cumprir com seus deveres,
o que nem sempre é fácil, especialmente, em tempos difíceis
e diante de tantos dilemas a serem faceados. Assim, o desafio cotidiano e diário do combate à corrupção está na mudança positiva, na metamorfose assertiva de condutas, costumes, culturas e comportamentos de cada um de nós.
(Elise Eleonore de Brites. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/
coluna/governan%C3%A7a-uma-boa-pratica/379136/corrupcao-umdesafio-do-mundo-globalizado. Acesso em: 28/12/2022. Adaptado.)
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Corrupção: um desafio do mundo globalizado
Desde nossos ancestrais aos líderes modernos, a corrupção é um desafio para toda a humanidade, uma vez que esse
termo sempre esteve presente na ação cotidiana dos seres
humanos.
De acordo com relatos e escritos, a corrupção existe,
desde antes, mesmo, da dinastia egípcia e ainda persiste em
quase todos os países do mundo, até hoje. Nota-se que a
corrupção pode ser tão antiga quanto a história humana.
A Primeira Dinastia (3100-2700 a.C.) do antigo Egito observou corrupção em seu judiciário e no enriquecimento de alguns Faraós que exploravam a mão de obra de indivíduos
com menos recursos financeiros. A prática corruptiva também era encontrada na China antiga, na Macedônia, emChipre
e em muitas outras regiões.
Olhando através da história, a corrupção parece inevitável.
Batalhas foram travadas pela disputa de poder. Há registro, nos livros de histórias, de que atos de corrupção facilitaram a ascensão de impérios e governantes, muito antes
do marco zero de nossa contagem temporal. Desde a origem
da humanidade, sociedades foram dizimadas pelos efeitos
vorazes das artimanhas, com a finalidade de obtenção de
vantagens ilegais e ilícitas.
Por intermédio de procedimentos de “boa governança”,
entes públicos e privados, ao redor do planeta, estão criando
ferramentas para conter a corrupção, de maneira prioritária.
Estão sendo implementados programas anticorrupção específicos para ajudar os governos a resolver seus problemas internos de desvirtuamento dos procedimentos humanos. Além
disso, várias agências bilaterais de desenvolvimento têm colocado esforços anticorrupção no topo de suas políticas e procedimentos.
Verifica-se que muitos cidadãos reclamam e questionam a postura de políticos e de membros da alta gestão de
nosso país; porém, quando têm a oportunidade, essas mesmas
pessoas deixam de emitir notas fiscais; esquivam-se dos pagamentos de tributos; não declaram seu imposto de renda com
fidedignidade; tentam subornar agentes públicos para evitar
multas; falsificam carteirinha de estudante; adulteram atestados médicos; furam fila; acessam TV a cabo, sem realizar
o contrato com a operadora (apropriação indevida de sinal);
registram o ponto no trabalho de maneira irregular e/ou
pelo colega, entre várias outras atitudes que, mesmo simbólicas ou pequenas, prejudicam, ao longo passo, toda a sociedade.
O combate à corrupção, portanto, deve ser acompanhado do fortalecimento do Estado de Direito, da boa governança e da construção de instituições fortes que, por sua
vez, serão a base e o alicerce para o desenvolvimento sustentável de todo o mundo.
Atitudes corruptas não são meros pormenores ou detalhes. Muito pelo contrário, são desvios que causam impactos
severos, inclusive, na moral social, concernindo na vida das
pessoas. É necessário ultrapassar os regulamentos, assanções
e as punições.
Cada indivíduo de nosso mundo, cada brasileiro, é chamado, todos os dias, a respeitar e cumprir com seus deveres,
o que nem sempre é fácil, especialmente, em tempos difíceis
e diante de tantos dilemas a serem faceados. Assim, o desafio cotidiano e diário do combate à corrupção está na mudança positiva, na metamorfose assertiva de condutas, costumes, culturas e comportamentos de cada um de nós.
(Elise Eleonore de Brites. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/
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humanos.
De acordo com relatos e escritos, a corrupção existe,
desde antes, mesmo, da dinastia egípcia e ainda persiste em
quase todos os países do mundo, até hoje. Nota-se que a
corrupção pode ser tão antiga quanto a história humana.
A Primeira Dinastia (3100-2700 a.C.) do antigo Egito observou corrupção em seu judiciário e no enriquecimento de alguns Faraós que exploravam a mão de obra de indivíduos
com menos recursos financeiros. A prática corruptiva também era encontrada na China antiga, na Macedônia, emChipre
e em muitas outras regiões.
Olhando através da história, a corrupção parece inevitável.
Batalhas foram travadas pela disputa de poder. Há registro, nos livros de histórias, de que atos de corrupção facilitaram a ascensão de impérios e governantes, muito antes
do marco zero de nossa contagem temporal. Desde a origem
da humanidade, sociedades foram dizimadas pelos efeitos
vorazes das artimanhas, com a finalidade de obtenção de
vantagens ilegais e ilícitas.
Por intermédio de procedimentos de “boa governança”,
entes públicos e privados, ao redor do planeta, estão criando
ferramentas para conter a corrupção, de maneira prioritária.
Estão sendo implementados programas anticorrupção específicos para ajudar os governos a resolver seus problemas internos de desvirtuamento dos procedimentos humanos. Além
disso, várias agências bilaterais de desenvolvimento têm colocado esforços anticorrupção no topo de suas políticas e procedimentos.
Verifica-se que muitos cidadãos reclamam e questionam a postura de políticos e de membros da alta gestão de
nosso país; porém, quando têm a oportunidade, essas mesmas
pessoas deixam de emitir notas fiscais; esquivam-se dos pagamentos de tributos; não declaram seu imposto de renda com
fidedignidade; tentam subornar agentes públicos para evitar
multas; falsificam carteirinha de estudante; adulteram atestados médicos; furam fila; acessam TV a cabo, sem realizar
o contrato com a operadora (apropriação indevida de sinal);
registram o ponto no trabalho de maneira irregular e/ou
pelo colega, entre várias outras atitudes que, mesmo simbólicas ou pequenas, prejudicam, ao longo passo, toda a sociedade.
O combate à corrupção, portanto, deve ser acompanhado do fortalecimento do Estado de Direito, da boa governança e da construção de instituições fortes que, por sua
vez, serão a base e o alicerce para o desenvolvimento sustentável de todo o mundo.
Atitudes corruptas não são meros pormenores ou detalhes. Muito pelo contrário, são desvios que causam impactos
severos, inclusive, na moral social, concernindo na vida das
pessoas. É necessário ultrapassar os regulamentos, assanções
e as punições.
Cada indivíduo de nosso mundo, cada brasileiro, é chamado, todos os dias, a respeitar e cumprir com seus deveres,
o que nem sempre é fácil, especialmente, em tempos difíceis
e diante de tantos dilemas a serem faceados. Assim, o desafio cotidiano e diário do combate à corrupção está na mudança positiva, na metamorfose assertiva de condutas, costumes, culturas e comportamentos de cada um de nós.
(Elise Eleonore de Brites. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/
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Desde nossos ancestrais aos líderes modernos, a corrupção é um desafio para toda a humanidade, uma vez que esse
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humanos.
De acordo com relatos e escritos, a corrupção existe,
desde antes, mesmo, da dinastia egípcia e ainda persiste em
quase todos os países do mundo, até hoje. Nota-se que a
corrupção pode ser tão antiga quanto a história humana.
A Primeira Dinastia (3100-2700 a.C.) do antigo Egito observou corrupção em seu judiciário e no enriquecimento de alguns Faraós que exploravam a mão de obra de indivíduos
com menos recursos financeiros. A prática corruptiva também era encontrada na China antiga, na Macedônia, emChipre
e em muitas outras regiões.
Olhando através da história, a corrupção parece inevitável.
Batalhas foram travadas pela disputa de poder. Há registro, nos livros de histórias, de que atos de corrupção facilitaram a ascensão de impérios e governantes, muito antes
do marco zero de nossa contagem temporal. Desde a origem
da humanidade, sociedades foram dizimadas pelos efeitos
vorazes das artimanhas, com a finalidade de obtenção de
vantagens ilegais e ilícitas.
Por intermédio de procedimentos de “boa governança”,
entes públicos e privados, ao redor do planeta, estão criando
ferramentas para conter a corrupção, de maneira prioritária.
Estão sendo implementados programas anticorrupção específicos para ajudar os governos a resolver seus problemas internos de desvirtuamento dos procedimentos humanos. Além
disso, várias agências bilaterais de desenvolvimento têm colocado esforços anticorrupção no topo de suas políticas e procedimentos.
Verifica-se que muitos cidadãos reclamam e questionam a postura de políticos e de membros da alta gestão de
nosso país; porém, quando têm a oportunidade, essas mesmas
pessoas deixam de emitir notas fiscais; esquivam-se dos pagamentos de tributos; não declaram seu imposto de renda com
fidedignidade; tentam subornar agentes públicos para evitar
multas; falsificam carteirinha de estudante; adulteram atestados médicos; furam fila; acessam TV a cabo, sem realizar
o contrato com a operadora (apropriação indevida de sinal);
registram o ponto no trabalho de maneira irregular e/ou
pelo colega, entre várias outras atitudes que, mesmo simbólicas ou pequenas, prejudicam, ao longo passo, toda a sociedade.
O combate à corrupção, portanto, deve ser acompanhado do fortalecimento do Estado de Direito, da boa governança e da construção de instituições fortes que, por sua
vez, serão a base e o alicerce para o desenvolvimento sustentável de todo o mundo.
Atitudes corruptas não são meros pormenores ou detalhes. Muito pelo contrário, são desvios que causam impactos
severos, inclusive, na moral social, concernindo na vida das
pessoas. É necessário ultrapassar os regulamentos, assanções
e as punições.
Cada indivíduo de nosso mundo, cada brasileiro, é chamado, todos os dias, a respeitar e cumprir com seus deveres,
o que nem sempre é fácil, especialmente, em tempos difíceis
e diante de tantos dilemas a serem faceados. Assim, o desafio cotidiano e diário do combate à corrupção está na mudança positiva, na metamorfose assertiva de condutas, costumes, culturas e comportamentos de cada um de nós.
(Elise Eleonore de Brites. Disponível em: https://www.migalhas.com.br/
coluna/governan%C3%A7a-uma-boa-pratica/379136/corrupcao-umdesafio-do-mundo-globalizado. Acesso em: 28/12/2022. Adaptado.)
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LÍNGUA PORTUGUESA
Sabei cristãos, sabei príncipes, sabei ministros, que se vos
há de pedir estreita conta do que fizestes; mas muito mais
estreita do que deixastes de fazer. Pelo que fizeram, se hão de
condenar muitos, pelo que não fizeram, todos. [...]
Desçamos a exemplos mais públicos. Por uma omissão
perde-se uma maré, por uma maré perde-se uma viagem, por
uma viagem perde-se uma armada, por uma armada perde-se
um Estado: dai conta a Deus de uma Índia, dai conta a Deus de
um Brasil, por uma omissão. Por uma omissão perde-se um
aviso, por um aviso perde-se uma ocasião, por uma ocasião
perde-se um negócio, por um negócio perde-se um reino: dai
conta a Deus de tantas casas, dai conta a Deus de tantas vidas,
dai conta a Deus de tantas fazendas, dai conta a Deus de tantas
honras, por uma omissão. Oh que arriscada salvação! Oh que
arriscado ofício é o dos príncipes e o dos ministros! Está o
príncipe, está o ministro divertido, sem fazer má obra, sem dizer
má palavra, sem ter mau nem bom pensamento: e talvez naquela mesma hora, por culpa de uma omissão, está cometendo
maiores danos, maiores estragos, maiores destruições, que
todos os malfeitores do mundo em muitos anos. O salteador na
charneca com um tiro mata um homem; o príncipe e o ministro
com uma omissão matam de um golpe uma monarquia. A
omissão é o pecado que com mais facilidade se comete e com
mais dificuldade se conhece; e o que facilmente se comete e
dificultosamente se conhece, raramente se emenda. A omissão
é um pecado que se faz não fazendo. [...]
Mas por que se perdem tantos? Os menos maus perdem-se pelo que fazem, que estes são os menos maus; os
piores perdem-se pelo que deixam de fazer, que estes são
os piores: por omissões, por negligências, por descuidos, por
desatenções, por divertimentos, por vagares, por dilações, por
eternidades. Eis aqui um pecado de que não fazem escrúpulo
os ministros, e um pecado por que se perdem muitos. Mas
percam-se eles embora, já que assim o querem: o mal é que
se perdem a si e perdem a todos; mas de todos hão de dar
conta a Deus. Uma das cousas de que se devem acusar e fazer
grande escrúpulo os ministros, é dos pecados do tempo.
Porque fizeram o mês que vem o que se havia de fazer
o passado; porque fizeram amanhã o que se havia de fazer
hoje; porque fizeram depois o que se havia de fazer agora;
porque fizeram logo o que se havia de fazer já. Tão delicadas
como isto hão de ser as consciências dos que governam, em
matérias de momentos. O ministro que não faz grande escrúpulo de momentos não anda em bom estado: a fazenda
pode-se restituir; a fama, ainda que mal, também se restitui;
o tempo não tem restituição alguma.
(Sermões, Padre Antônio Vieira. Erechim: Edelbra, 1998. Excerto.)
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