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Com o Decreto n.º 5.626, de 22 de dezembro de 2005, que regulamenta a lei da língua de sinais, a inclusão da libras como disciplina curricular, passa a ser
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Música clássica reduz ansiedade de crianças em atendimentos odontológicos
Estudos da medicina apontam que a música clássica tem efeito significativo sobre o sistema cardiovascular e influencia diretamente os batimentos cardíacos e pressão arterial. Ela provoca uma redução nos marcadores neuro-hormonais de estresse, o que resulta em uma sensação de relaxamento. Uma pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), originada da dissertação de mestrado da cirurgiã-dentista Marcela de Oliveira Brant (CRO 42733), concluiu que o método é eficaz na diminuição dos níveis de ansiedade de crianças durante o atendimento em consultórios odontológicos.
A pesquisa foi um ensaio clínico realizado nas cidades mineiras de Brumadinho e Confins entre agosto de 2014 e abril de 2015. A seleção das crianças, que deveriam ter de quatro a seis anos para participar do estudo, foi feita nas escolas públicas desses municípios. “Precisávamos de 35 crianças nessa faixa etária e que não tivessem experiência com o dentista”, explica Marcela. Para chegar a esse número, a odontopediatra conta que foram enviadas 313 cartas-convite aos pais dos pequenos. “Eu era a única dentista que selecionava, avaliava e realizava o atendimento”, acrescenta. No final, o estudo contava com 34 crianças que cumpriram todos os procedimentos.
Os critérios para inclusão na pesquisa foram que os pacientes não tivessem experiência odontológica prévia e que apresentassem, no mínimo, dois dentes molares de leite com lesões cariosas em superfície oclusal (ou seja, a parte de cima dos dentes), em que fosse possível utilizar o Tratamento Restaurador Atraumático Modificado (ARTm). A técnica consiste em uma restauração de intervenção mínima, sem o uso de anestesia local. Durante a realização do estudo, as crianças foram divididas em dois grupos, ambos submetidos à ARTm com e sem utilização de música.
Para os atendimentos com música, os pacientes utilizaram fones de ouvidos, acoplados a um iPod que reproduzia a Sinfonia 40 em sol menor, de Wolfgang Amadeus Mozart. “Trata-se de uma canção instrumental lenta e relaxante, já testada em estudos anteriores da medicina. O volume foi ajustado de maneira que as crianças pudessem ouvir a música de forma clara, assim como as minhas instruções”, informa Marcela. Os níveis de ansiedade foram mensurados através da obtenção das medidas de frequência cardíaca e saturação de oxigênio, com o uso de um oxímetro de pulso, colocado no dedo indicador da criança ao início da consulta odontológica.
Ao fim da coleta dos dados, os resultados foram analisados. “Vimos estatisticamente que durante a intervenção com música as crianças apresentaram redução nos níveis de frequência cardíaca quando comparado com a intervenção sem música”, comenta Marcela. Essa estratégia de distração, segundo a odontopediatra, pode se apresentar como uma prática possível de reduzir a ansiedade do paciente na cadeira odontológica. “Ela é uma técnica segura, de simples execução, com baixo custo financeiro e que não apresenta efeitos nocivos.” Outro fator importante é que a música pode auxiliar a dispersar a atenção da criança quanto aos ruídos que existem dentro do consultório, como o “motorzinho” ou o barulho do sugador.
A psicóloga e professora de psicoterapia infantil da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) Karin Martins Gomes esclarece que muitos pacientes já chegam tensos aos consultórios odontológicos e a música serve como distração, desviando o foco de atenção dos pequenos. “A criança vai pensando em outras coisas, o que faz com que a tensão acumulada vá se dissuadindo e o procedimento não seja doloroso e traumático.”
[...] O tema do mestrado de Marcela surgiu do desejo de oferecer melhor atendimento aos pacientes infantis. “Sabemos hoje que 39% a 43% das crianças, de quatro a 12 anos, no Brasil, apresentam sentimentos de ansiedade frente a um tratamento odontológico. Busco com esta pesquisa mostrar como é importante eliminar ou reduzir esse problema”, diz.
[...].
Retirado e adaptado de: <http://www.msn.com/pt-br/saude/saude-bucal/m%C3%BAsica-cl%C3%A1ssica-reduz-
ansiedade-de-crian%-C3% A7as-em-atendimentos-odontol%C3%B3gicos/ar=-BBqACIG?li-AAggFpd>. Acesso em: 25 mar. 2016.
Em relação às expressões e aos termos selecionados do texto, assinale a alternativa correta.
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Acerca dos conceitos e tecnologias relacionados à Internet, assinale a alternativa que apresenta o termo utilizado para a identificação (autenticação) de um usuário.

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2513552
Ano: 2016
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Rio Branco-AC
Disciplina: TI - Sistemas Operacionais
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Rio Branco-AC
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Um desenvolvedor necessita de um servidor de aplicações para implementações Java para web.
Para tal, ele poderia utilizar o
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2513535
Ano: 2016
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Rio Branco-AC
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: AOCP
Orgão: Câm. Rio Branco-AC
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- Protocolos e ServiçosInternet e EmailIMAP: Internet Message Access Protocol
- Protocolos e ServiçosInternet e EmailSMTP: Simple Mail Transfer Protocol
Para usar o IMAP (Internet Message Access Protocol), o servidor de correio eletrônico executa um servidor IMAP que utiliza a porta de comunicação
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Esqueça sua data de nascimento: é a idade biológica que diz quantos anos você realmente tem
Não é difícil conhecer alguém com a mesma idade que a sua, mas comportamentos totalmente diferentes. Seja em relação ao jeito de ser, de pensar ou de cuidar do corpo, às vezes parece muito claro que, apesar de terem nascido no mesmo ano, muitas pessoas parecem ter idades completamente distintas.
A novidade é que, agora, talvez essa impressão passe a ser um fato. Pesquisadores americanos, ingleses e suecos do King’s College, em Londres, afirmam que a idade biológica é um dado mais útil do que a data de nascimento de uma pessoa.
Eles chamam de idade biológica um conjunto de fatores usados para determinar quantos anos alguém realmente tem. Cientificamente, pode-se descobrir o ritmo de envelhecimento de um indivíduo, o risco do desenvolvimento de doenças (principalmente as neurológicas) e até estabelecer a “juventude” de um órgão a ser doado. Para saber tudo isso, só é necessária uma amostra de sangue.
“Há uma marca de envelhecimento saudável que é comum a todos os nossos tecidos e parece ser uma previsão para uma variedade de coisas, incluindo a longevidade e comprometimento cognitivo. Parece que, depois de 40 anos, você pode usar isso como um guia para estabelecer quão bem uma pessoa está envelhecendo”, disse à BBC o professor Jamie Timmons.
Foi feita uma pesquisa com um grupo de homens que foram acompanhados durante duas décadas, até os 70 anos. Os responsáveis pelo estudo conseguiram distinguir os que estavam envelhecendo normalmente e os que tinham uma probabilidade até 45% maior de morrerem.
Uma das constatações que mais chama atenção nesta pesquisa é a afirmação dos pesquisadores de que saúde e idade não estão diretamente ligadas. O sedentarismo, por exemplo, pode fazer muito mal à saúde, mas não necessariamente tem a ver com o envelhecimento do organismo. O mais importante para avaliar a saúde de alguém é observar a combinação entre seu estilo de vida e sua idade biológica.
Ainda não foram descobertas formas de retardar o envelhecimento, mas o objetivo da pesquisa é mais focado em alertar e prevenir contra doenças que podem ser tratadas de forma muito mais rápida e eficiente em pacientes que já demonstrem ter pré-disposição para o desenvolvimento delas, como Alzheimer e câncer.
Disponível em: <https://br.vida-estilo.yahoo.com/post/129226924080/esque%
C3%A7a-sua-data-de-nascimento-%C3%A9-a-idade>. Acesso em: 26 mar. 2016.
A qual gênero textual pertence o texto “Esqueça sua data de nascimento: é a idade biológica que diz quantos anos você realmente tem”?
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Na lógica proposicional, existe um símbolo que caracteriza uma disjunção.
Sabendo disso, assinale a alternativa que apresenta uma expressão de disjunção de “p” e “q”.
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Um Pendrive utiliza a porta USB para a conexão com o microcomputador e é constituído basicamente de memória do tipo
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Apagão Mental
Subestimada por décadas, a ansiedade pode inviabilizar a vida social e a profissional, mas poucas pessoas buscam tratamento para aliviar os sintomas antes que cheguem ao limite. Segundo a Previdência Social, os transtornos mentais já são a terceira razão de afastamentos do trabalho no Brasil, sendo que os gastos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) giram em torno de R$ 200 milhões em pagamentos de benefícios anuais, dado que reforça a importância de se criar medidas de prevenção. Nesse contexto, a ansiedade, assim como a depressão, são os males que mais afetam as pessoas.
Os gatilhos que desencadeiam a ansiedade são muitos. Os tipos dela, também. Desde que foi categorizada como uma patologia e inserida na terceira edição do DSM (sigla em inglês para Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), a ansiedade desdobrou-se em muitos males, como fobias e alguns tipos de transtorno - do pânico, obsessivo-compulsivo, de estresse pós-traumáticos, de ansiedade social ou de ansiedade generalizada, por exemplo. [...]
Em suma, a ansiedade é entendida como um sintoma disfuncional da personalidade que acarreta em um conjunto de sensações físicas e psicológicas, um sentimento vago e desagradável de medo e tensão que surge com a antecipação de perigo ou uma apreensão em relação ao sofrimento futuro. “A pessoa que está lidando no automático com a vida ou alguma situação específica não consegue compreender o que está fazendo. Geralmente quem vive dessa maneira tem grandes chances de sofrer um episódio de pânico, desenvolver o transtorno de ansiedade generalizada ou uma fobia social. Fazer mais e mais atividades é uma tentativa de não deixar o aparelho psíquico negociar diferentes instâncias”, diz o psicanalista Claudio César Montoto. Nesse sentido, a ansiedade é uma espécie de “acúmulo de várias negligências internas com as próprias necessidades”, completa o psicólogo clínico Frederico Mattos. [...]
Há dois tipos de crise mais comuns. O primeiro é o transtorno do pânico, caracterizado por um ataque em que, de repente, a pessoa passa a sentir falta de ar, taquicardia e chega até a sentir que vai morrer. O segundo é a ansiedade generalizada, que pode trazer tontura, tensão muscular e um medo persistente.
Mas há uma parcela considerável de pessoas que se queixa desse problema num nível, digamos, não patológico. Por isso, entender esse sintoma passa por entender sua ambiguidade: se hoje esse distúrbio parece ser, junto com a depressão, um grande vilão do mundo moderno, ele nem sempre foi visto assim. A psicanálise e até mesmo a medicina, por exemplo, consideraram em outros tempos que esse mal era simplesmente uma condição típica do ser humano, por meio da qual ele se relaciona com o mundo. Nesse cenário, lidar com a ansiedade possibilitou ao homem aprender, por exemplo, a antecipar o risco, o que teria ajudado na sobrevivência da espécie. [...]
(Maria Beatriz Gonçalves, Adaptado de http://tab.uol.com.br/ansiedade/ - acesso em 04 de abril de 2016)
De acordo com o texto,
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Música clássica reduz ansiedade de crianças em atendimentos odontológicos
Estudos da medicina apontam que a música clássica tem efeito significativo sobre o sistema cardiovascular e influencia diretamente os batimentos cardíacos e pressão arterial. Ela provoca uma redução nos marcadores neuro-hormonais de estresse, o que resulta em uma sensação de relaxamento. Uma pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), originada da dissertação de mestrado da cirurgiã-dentista Marcela de Oliveira Brant (CRO 42733), concluiu que o método é eficaz na diminuição dos níveis de ansiedade de crianças durante o atendimento em consultórios odontológicos.
A pesquisa foi um ensaio clínico realizado nas cidades mineiras de Brumadinho e Confins entre agosto de 2014 e abril de 2015. A seleção das crianças, que deveriam ter de quatro a seis anos para participar do estudo, foi feita nas escolas públicas desses municípios. “Precisávamos de 35 crianças nessa faixa etária e que não tivessem experiência com o dentista”, explica Marcela. Para chegar a esse número, a odontopediatra conta que foram enviadas 313 cartas-convite aos pais dos pequenos. “Eu era a única dentista que selecionava, avaliava e realizava o atendimento”, acrescenta. No final, o estudo contava com 34 crianças que cumpriram todos os procedimentos.
Os critérios para inclusão na pesquisa foram que os pacientes não tivessem experiência odontológica prévia e que apresentassem, no mínimo, dois dentes molares de leite com lesões cariosas em superfície oclusal (ou seja, a parte de cima dos dentes), em que fosse possível utilizar o Tratamento Restaurador Atraumático Modificado (ARTm). A técnica consiste em uma restauração de intervenção mínima, sem o uso de anestesia local. Durante a realização do estudo, as crianças foram divididas em dois grupos, ambos submetidos à ARTm com e sem utilização de música.
Para os atendimentos com música, os pacientes utilizaram fones de ouvidos, acoplados a um iPod que reproduzia a Sinfonia 40 em sol menor, de Wolfgang Amadeus Mozart. “Trata-se de uma canção instrumental lenta e relaxante, já testada em estudos anteriores da medicina. O volume foi ajustado de maneira que as crianças pudessem ouvir a música de forma clara, assim como as minhas instruções”, informa Marcela. Os níveis de ansiedade foram mensurados através da obtenção das medidas de frequência cardíaca e saturação de oxigênio, com o uso de um oxímetro de pulso, colocado no dedo indicador da criança ao início da consulta odontológica.
Ao fim da coleta dos dados, os resultados foram analisados. “Vimos estatisticamente que durante a intervenção com música as crianças apresentaram redução nos níveis de frequência cardíaca quando comparado com a intervenção sem música”, comenta Marcela. Essa estratégia de distração, segundo a odontopediatra, pode se apresentar como uma prática possível de reduzir a ansiedade do paciente na cadeira odontológica. “Ela é uma técnica segura, de simples execução, com baixo custo financeiro e que não apresenta efeitos nocivos.” Outro fator importante é que a música pode auxiliar a dispersar a atenção da criança quanto aos ruídos que existem dentro do consultório, como o “motorzinho” ou o barulho do sugador.
A psicóloga e professora de psicoterapia infantil da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc) Karin Martins Gomes esclarece que muitos pacientes já chegam tensos aos consultórios odontológicos e a música serve como distração, desviando o foco de atenção dos pequenos. “A criança vai pensando em outras coisas, o que faz com que a tensão acumulada vá se dissuadindo e o procedimento não seja doloroso e traumático.”
[...] O tema do mestrado de Marcela surgiu do desejo de oferecer melhor atendimento aos pacientes infantis. “Sabemos hoje que 39% a 43% das crianças, de quatro a 12 anos, no Brasil, apresentam sentimentos de ansiedade frente a um tratamento odontológico. Busco com esta pesquisa mostrar como é importante eliminar ou reduzir esse problema”, diz.
[...].
Retirado e adaptado de: <http://www.msn.com/pt-br/saude/saude-bucal/m%C3%BAsica-cl%C3%A1ssica-reduz-
ansiedade-de-crian%-C3% A7as-em-atendimentos-odontol%C3%B3gicos/ar=-BBqACIG?li-AAggFpd>. Acesso em: 25 mar. 2016.
No excerto “O volume foi ajustado de maneira que as crianças pudessem ouvir a música de forma clara, assim como as minhas instruções [...]”, a expressão em destaque pode ser substituída, sem que haja alteração de sentido, pelo
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