Foram encontradas 120 questões.
A medida se referia havia sido sancionada.
O trauma se lembrava foi sofrido na infância.
A série gostou está na quarta temporada.
Seu orgulho falava mais forte a razão.
Prefiro que me critiquem me elogiem.
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.
Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.
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Analise a tirinha abaixo para responder à questão.

As personagens da tirinha acabam de sair do interior da caverna. É correto afirmar que a expressão “contemplar a vida”

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Analise a frase abaixo para responder à questão.
“A empresa enfrenta um colapso financeiro”.
Assinale a alternativa que apresenta a forma verbal da frase acima na voz passiva.
“A empresa enfrenta um colapso financeiro”.
Assinale a alternativa que apresenta a forma verbal da frase acima na voz passiva.
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Nestes dias em que a atualidade nos assusta, o desafio é
encontrar uma maneira de não escrever sobre a atualidade,
embora pensemos nela constantemente. Que assunto nos
levaria o mais longe possível do catastrófico noticiário do dia? Já
sei: a batata.
A batata começou a existir no Peru, onde era tão importante
que os incas a usavam como unidade básica de tempo, o tempo
que levavam para cozinhá-la. Os franceses, a princípio,
resistiram à batata, como resultado de uma crença de que ela
causava lepra. Quem acabou com a crença foi Antoine-Augustin
Parmentier, que adquiriu o gosto pela sopa da batata numa prisão
da Prússia e, na volta à França, transformou o tubérculo num
sucesso, tanto que flores da planta passaram a ser usadas na
lapela, na corte de Luís XVI.
A batata também tem uma história trágica. Na Irlanda do
século 19, as várias virtudes da batata a transformaram numa
virtual monocultura, cujas sucessivas colheitas fracassadas
foram responsáveis pela fome que matou um milhão de pessoas.
Batatas fritas são as batatas mais comuns e democráticas
feitas no mundo desde que elas foram levadas do Peru. Nos
Estados Unidos elas são chamadas de “francesas fritas”, porque
lá gostam de pensar que o que é muito excitante não pode ser
muito americano e, por exemplo, chamam beijo de língua de
“beijos franceses”. Quando os franceses não quiseram apoiar a
invasão do Iraque por tropas americanas, surgiu um movimento
nos Estados Unidos para rebatizar as fritas de “batatas da
liberdade”. Não pegou.
(VERÍSSIMO, Luis Fernando. Batata. O Estado de São Paulo, 08.03.2020.
Adaptado).
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Nestes dias em que a atualidade nos assusta, o desafio é
encontrar uma maneira de não escrever sobre a atualidade,
embora pensemos nela constantemente. Que assunto nos
levaria o mais longe possível do catastrófico noticiário do dia? Já
sei: a batata.
A batata começou a existir no Peru, onde era tão importante
que os incas a usavam como unidade básica de tempo, o tempo
que levavam para cozinhá-la. Os franceses, a princípio,
resistiram à batata, como resultado de uma crença de que ela
causava lepra. Quem acabou com a crença foi Antoine-Augustin
Parmentier, que adquiriu o gosto pela sopa da batata numa prisão
da Prússia e, na volta à França, transformou o tubérculo num
sucesso, tanto que flores da planta passaram a ser usadas na
lapela, na corte de Luís XVI.
A batata também tem uma história trágica. Na Irlanda do
século 19, as várias virtudes da batata a transformaram numa
virtual monocultura, cujas sucessivas colheitas fracassadas
foram responsáveis pela fome que matou um milhão de pessoas.
Batatas fritas são as batatas mais comuns e democráticas
feitas no mundo desde que elas foram levadas do Peru. Nos
Estados Unidos elas são chamadas de “francesas fritas”, porque
lá gostam de pensar que o que é muito excitante não pode ser
muito americano e, por exemplo, chamam beijo de língua de
“beijos franceses”. Quando os franceses não quiseram apoiar a
invasão do Iraque por tropas americanas, surgiu um movimento
nos Estados Unidos para rebatizar as fritas de “batatas da
liberdade”. Não pegou.
(VERÍSSIMO, Luis Fernando. Batata. O Estado de São Paulo, 08.03.2020.
Adaptado).
Que assunto nos levaria o mais longe possível do “catastrófico” noticiário do dia?
A batata também tem uma história “trágica”.
Nos Estados Unidos elas são “chamadas” de “francesas fritas”.
Assinale a alternativa cujas palavras substituam, respectivamente, os termos destacados, conservando o mesmo sentido.
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Nestes dias em que a atualidade nos assusta, o desafio é
encontrar uma maneira de não escrever sobre a atualidade,
embora pensemos nela constantemente. Que assunto nos
levaria o mais longe possível do catastrófico noticiário do dia? Já
sei: a batata.
A batata começou a existir no Peru, onde era tão importante
que os incas a usavam como unidade básica de tempo, o tempo
que levavam para cozinhá-la. Os franceses, a princípio,
resistiram à batata, como resultado de uma crença de que ela
causava lepra. Quem acabou com a crença foi Antoine-Augustin
Parmentier, que adquiriu o gosto pela sopa da batata numa prisão
da Prússia e, na volta à França, transformou o tubérculo num
sucesso, tanto que flores da planta passaram a ser usadas na
lapela, na corte de Luís XVI.
A batata também tem uma história trágica. Na Irlanda do
século 19, as várias virtudes da batata a transformaram numa
virtual monocultura, cujas sucessivas colheitas fracassadas
foram responsáveis pela fome que matou um milhão de pessoas.
Batatas fritas são as batatas mais comuns e democráticas
feitas no mundo desde que elas foram levadas do Peru. Nos
Estados Unidos elas são chamadas de “francesas fritas”, porque
lá gostam de pensar que o que é muito excitante não pode ser
muito americano e, por exemplo, chamam beijo de língua de
“beijos franceses”. Quando os franceses não quiseram apoiar a
invasão do Iraque por tropas americanas, surgiu um movimento
nos Estados Unidos para rebatizar as fritas de “batatas da
liberdade”. Não pegou.
(VERÍSSIMO, Luis Fernando. Batata. O Estado de São Paulo, 08.03.2020.
Adaptado).
O termo destacado desempenha a função de conjunção
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Nestes dias em que a atualidade nos assusta, o desafio é
encontrar uma maneira de não escrever sobre a atualidade,
embora pensemos nela constantemente. Que assunto nos
levaria o mais longe possível do catastrófico noticiário do dia? Já
sei: a batata.
A batata começou a existir no Peru, onde era tão importante
que os incas a usavam como unidade básica de tempo, o tempo
que levavam para cozinhá-la. Os franceses, a princípio,
resistiram à batata, como resultado de uma crença de que ela
causava lepra. Quem acabou com a crença foi Antoine-Augustin
Parmentier, que adquiriu o gosto pela sopa da batata numa prisão
da Prússia e, na volta à França, transformou o tubérculo num
sucesso, tanto que flores da planta passaram a ser usadas na
lapela, na corte de Luís XVI.
A batata também tem uma história trágica. Na Irlanda do
século 19, as várias virtudes da batata a transformaram numa
virtual monocultura, cujas sucessivas colheitas fracassadas
foram responsáveis pela fome que matou um milhão de pessoas.
Batatas fritas são as batatas mais comuns e democráticas
feitas no mundo desde que elas foram levadas do Peru. Nos
Estados Unidos elas são chamadas de “francesas fritas”, porque
lá gostam de pensar que o que é muito excitante não pode ser
muito americano e, por exemplo, chamam beijo de língua de
“beijos franceses”. Quando os franceses não quiseram apoiar a
invasão do Iraque por tropas americanas, surgiu um movimento
nos Estados Unidos para rebatizar as fritas de “batatas da
liberdade”. Não pegou.
(VERÍSSIMO, Luis Fernando. Batata. O Estado de São Paulo, 08.03.2020.
Adaptado).
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Nestes dias em que a atualidade nos assusta, o desafio é
encontrar uma maneira de não escrever sobre a atualidade,
embora pensemos nela constantemente. Que assunto nos
levaria o mais longe possível do catastrófico noticiário do dia? Já
sei: a batata.
A batata começou a existir no Peru, onde era tão importante
que os incas a usavam como unidade básica de tempo, o tempo
que levavam para cozinhá-la. Os franceses, a princípio,
resistiram à batata, como resultado de uma crença de que ela
causava lepra. Quem acabou com a crença foi Antoine-Augustin
Parmentier, que adquiriu o gosto pela sopa da batata numa prisão
da Prússia e, na volta à França, transformou o tubérculo num
sucesso, tanto que flores da planta passaram a ser usadas na
lapela, na corte de Luís XVI.
A batata também tem uma história trágica. Na Irlanda do
século 19, as várias virtudes da batata a transformaram numa
virtual monocultura, cujas sucessivas colheitas fracassadas
foram responsáveis pela fome que matou um milhão de pessoas.
Batatas fritas são as batatas mais comuns e democráticas
feitas no mundo desde que elas foram levadas do Peru. Nos
Estados Unidos elas são chamadas de “francesas fritas”, porque
lá gostam de pensar que o que é muito excitante não pode ser
muito americano e, por exemplo, chamam beijo de língua de
“beijos franceses”. Quando os franceses não quiseram apoiar a
invasão do Iraque por tropas americanas, surgiu um movimento
nos Estados Unidos para rebatizar as fritas de “batatas da
liberdade”. Não pegou.
(VERÍSSIMO, Luis Fernando. Batata. O Estado de São Paulo, 08.03.2020.
Adaptado).
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Nestes dias em que a atualidade nos assusta, o desafio é
encontrar uma maneira de não escrever sobre a atualidade,
embora pensemos nela constantemente. Que assunto nos
levaria o mais longe possível do catastrófico noticiário do dia? Já
sei: a batata.
A batata começou a existir no Peru, onde era tão importante
que os incas a usavam como unidade básica de tempo, o tempo
que levavam para cozinhá-la. Os franceses, a princípio,
resistiram à batata, como resultado de uma crença de que ela
causava lepra. Quem acabou com a crença foi Antoine-Augustin
Parmentier, que adquiriu o gosto pela sopa da batata numa prisão
da Prússia e, na volta à França, transformou o tubérculo num
sucesso, tanto que flores da planta passaram a ser usadas na
lapela, na corte de Luís XVI.
A batata também tem uma história trágica. Na Irlanda do
século 19, as várias virtudes da batata a transformaram numa
virtual monocultura, cujas sucessivas colheitas fracassadas
foram responsáveis pela fome que matou um milhão de pessoas.
Batatas fritas são as batatas mais comuns e democráticas
feitas no mundo desde que elas foram levadas do Peru. Nos
Estados Unidos elas são chamadas de “francesas fritas”, porque
lá gostam de pensar que o que é muito excitante não pode ser
muito americano e, por exemplo, chamam beijo de língua de
“beijos franceses”. Quando os franceses não quiseram apoiar a
invasão do Iraque por tropas americanas, surgiu um movimento
nos Estados Unidos para rebatizar as fritas de “batatas da
liberdade”. Não pegou.
(VERÍSSIMO, Luis Fernando. Batata. O Estado de São Paulo, 08.03.2020.
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famílias não cabe, essa altura, ligar o
tempo todo para as escolas em busca de acompanhar novas notícias que são liberadas.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto ao uso da crase, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto ao uso da crase, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.
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Cadernos
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