Magna Concursos

Foram encontradas 275 questões.

1629866 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Sumaré-SP
Provas:
Suzana liga para o Suporte Técnico da empresa em que trabalha e informa que não está conseguindo conectar-se aos arquivos de rede, e-mail, internet e demais serviços. O técnico se apresenta para verificar se a estação de trabalho está conectada e, após procedimentos realizados para correção, finaliza digitando um comando no Prompt de Comando (cmd) para verificar se a máquina voltou a conectar-se ao servidor de rede e ao domínio, exibindo as informações de endereço físico e demais configurações de rede do computador. O comando digitado foi
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1628980 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Sumaré-SP
Provas:
Depois do jogo América x Santos, seria um crime não fazer de Pelé o meu personagem da semana. Grande figura, que o meu confrade Albert Laurence chama de “o Domingos da Guia do ataque”.
Examino a ficha de Pelé e tomo um susto: — dezessete anos! Há certas idades que são aberrantes, inverossímeis. Uma delas é a de Pelé. Eu, com mais de quarenta, custo a crer que alguém possa ter dezessete anos, jamais.
Pois bem: — verdadeiro garoto, o meu personagem anda em campo com uma dessas autoridades irresistíveis e fatais. Dirseia um rei, não sei se Lear, se imperador Jones, se etíope. Racionalmente perfeito, do seu peito parecem pender mantos invisíveis. Em suma: — Ponham-no em qualquer rancho e sua majestade dinástica há de ofuscar toda a corte em derredor.
O que nós chamamos de realeza é, acima de tudo, um estado de alma. E Pelé leva sobre os demais jogadores uma vantagem considerável: — a de se sentir rei, da cabeça aos pés.
Quando ele apanha a bola e dribla um adversário, é como quem enxota, quem escorraça um plebeu ignaro e piolhento. E o meu personagem tem uma tal sensação de superioridade que não faz cerimônias. Já lhe perguntaram: — “Quem é o maior meia do mundo?”. Ele respondeu, com a ênfase das certezas eternas: — “Eu”. Insistiram: — “Qual é o maior ponta do mundo?”. E Pelé: — “Eu”. Em outro qualquer, esse desplante faria rir ou sorrir. Mas o fabuloso craque põe no que diz uma tal carga de convicção, que ninguém reage e todos passam a admitir que ele seja, realmente, o maior de todas as posições. Nas pontas, nas meias e no centro, há de ser o mesmo, isto é, o incomparável Pelé.
Vejam o que ele fez, outro dia, no já referido América x Santos. Enfiou, e quase sempre pelo esforço pessoal, quatro gols em Pompeia. Sozinho, liquidou a partida, liquidou o América, monopolizou o placar. Ao meu lado, um americano doente estrebuchava: — “Vá jogar bem assim no diabo que o carregue!”.
De certa feita, foi até desmoralizante. Ainda no primeiro tempo, ele recebe o couro no meio do campo. Outro qualquer teria despachado. Pelé, não. Olha para frente e o caminho até o gol está entupido de adversários. Mas o homem resolve fazer tudo sozinho. Dribla o primeiro e o segundo. Vem-lhe ao encalço, ferozmente, o terceiro, que Pelé corta sensacionalmente. Numa palavra: — sem passar a ninguém e sem ajuda de ninguém, ele promoveu a destruição minuciosa e sádica da defesa rubra. Até que chegou um momento em que não havia mais ninguém para driblar. Não existia uma defesa. Ou por outra: — a defesa estava indefesa. E, então, livre na área inimiga, Pelé achou que era demais driblar Pompeia e encaçapou de maneira genial e inapelável.
Ora, para fazer um gol assim não basta apenas o simples e puro futebol. É preciso algo mais, ou seja, essa plenitude de confiança, certeza, de otimismo, que faz de Pelé o craque imbatível. Quero crer que a sua maior virtude é, justamente, a imodéstia absoluta. Põe-se por cima de tudo e de todos. E acaba intimidando a própria bola, que vem aos seus pés com uma lambida docilidade de cadelinha. Hoje, até uma cambaxirra sabe que Pelé é imprescindível em qualquer escrete. Na Suécia, ele não tremerá de ninguém. Há de olhar os húngaros, os ingleses, os russos de alto a baixo. Não se inferiorizará diante de ninguém.
E é dessa atitude viril e mesmo insolente que precisamos. Sim, amigos: — aposto minha cabeça como Pelé vai achar todos os nossos adversários uns pernas-de-pau.
(RODRIGUES, Nelson. Extraído de http://esportes.estadao.com.br/blogs/robsonmorelli/
a-primeira-cronica-de-nelson-rodrigues-sobre-pele/. Acesso em
13.04.2018).
Nessa crônica, Nelson Rodrigues mescla passagens em linguagem coloquial e culta. Assinale a alternativa que apresenta essa dualidade.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1628204 Ano: 2018
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Sumaré-SP
Provas:
Sobre a proposta de Emenda à Constituição do Estado de São Paulo, estabelecida pelo artigo 22, assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1627914 Ano: 2018
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Sumaré-SP
Provas:
O administrador público deverá optar, entre as modalidades de licitação, por aquela que melhor se adeque à sua demanda de aquisição de produtos ou serviços. Nesse sentido, assinale a alternativa que apresenta a modalidade de licitação que tenha a seguinte característica: “é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou remuneração aos vencedores, conforme critérios constantes de edital publicado na imprensa oficial com antecedência mínima de 45 (quarenta e cinco) dias”.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1627779 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Sumaré-SP
Provas:
Robson tem 123 figurinhas da copa do mundo, Pedro tem o dobro dessa quantidade mais 15 e Leonel tem a terça parte das figurinhas que Pedro tem. Os três juntos possuem
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1627773 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Sumaré-SP
Assinale a oração em que o pronome oblíquo foi corretamente empregado.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1627530 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Sumaré-SP
Observe a expressão abaixo.
!$ [ ( { \large 1 \over 4} \, - \, { \large 2 \over 3} ). \, { \large 7 \over 5}]^2 \, - 8º \, - \, 0,25 !$
Assinale a fração correspondente ao valor da expressão acima.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1627522 Ano: 2018
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Sumaré-SP
Provas:

Segundo a Constituição Federal de 1988, é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos, exceto, quando houver ________________ de horários, observado, em qualquer caso, o disposto em lei.

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1627140 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Sumaré-SP
Provas:
Trilhão
Certas palavras nos dão a impressão de que voam, ao saírem da boca. "Sílfide", por exemplo. É dizer "Sílfide" e ficar vendo suas evoluções no ar, como as de uma borboleta. Não tem nada a ver com o que a palavra significa. "Sílfide", eu sei, é o feminino de "silfo", o espírito do ar, e quer mesmo dizer uma coisa diáfana, leve, borboleteante. [...] A própria palavra "borboleta" não voa, ou voa mal. Bate as asas, tenta manter-se aérea, mas choca-se contra a parede. Sempre achei que a palavra mais bonita da língua portuguesa é "sobrancelha". Esta não voa, mas paira no ar, como a neblina das manhãs até ser desmanchada pelo sol. Já a terrível palavra "seborréia" escorre pelos cantos da boca e pinga no tapete.
"Trilhão" era uma palavra pouco usada, antigamente. Uma pessoa podia nascer e morrer sem jamais ouvir a palavra "trilhão", ou só ouvi-la em vagas especulações sobre as estrelas do Universo. O "trilhão" ficava um pouco antes do infinito. Diziase "trilhão" em vez de se dizer "incalculável" ou "sei lá". Certa vez (autobiografia) tive de responder a uma questão de Geografia no colégio. [...] "Responda, qual é a população da China?" Eu não sabia. Estava de pé, na frente dos outros, e tinha que dizer em voz alta o que não sabia. Qual era a população da China? Com alguma presença de espírito, eu poderia dizer: "A senhora quer dizer neste exato momento?", dando a entender que, como o que mais acontece na China é nascer gente, uma resposta exata seria impossível. Mas meu espírito não estava ali. Meu espírito ainda estava em casa, dormindo. "Então, senhor Veríssimo, qual é a população da China?" E eu respondi:
– Numerosa.
Ganhei zero, claro. Mas "trilhão", entende, era sinônimo de "numeroso". Não era um número, era uma generalização. Você dizia "trilhão" e a palavra subia como um balão desamarrado, não dava tempo nem para ver a sua cor. E hoje não passa dia em que não se ouve falar em trilhões. O "trilhão" vai, aos poucos, se tornando nosso íntimo. É o mais novo personagem da nossa aflição. Quantos zeros tem um trilhão? Doze, acertei? Se os zeros fossem pneus, o trilhão seria uma jamanta daquelas de carregar gerador para usina atômica parada. Felizmente vem aí uma reforma e outra moeda, com menos zeros e mais respeito.
Se não chegaríamos à desmoralização completa.
– E o troco do meu tri?
– Serve uma bala?
Desconfio que o que apressará a reforma é a iminência do quatrilhão. "Quatrilhão" é pior que "seborréia". Depois de dizer "quatrilhão" você tem que pular para trás, senão ele esmaga os seus pés. [...] "Quatrilhão" cai, pesadamente, no chão e fica. [...] A mente humana, ou pelo menos a mente brasileira, não está preparada para o "quatrillião". As futuras gerações precisam ser protegidas do "quatrilhão". As reformas monetárias, quando vêm, são sempre para acomodar as máquinas calculadoras e o nosso senso do ridículo, já que caem os zeros, mas nada, realmente, muda. A próxima reforma seria a primeira motivada, também, por um pudor linguístico. No momento em que o "quatrilhão" se instalasse no nosso vocabulário cotidiano, mesmo que fosse só para descrever a dívida interna, alguma coisa se romperia na alma brasileira. Seria o caos.
E "caos", você sabe. É uma palavra chiclé-balão. Pode explodir na nossa cara.
(VERÍSSIMO, Luís Fernando. Comédias da Vida Pública, 1997).
O narrador recordou um episódio escolar acontecido durante sua infância, para demonstrar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1625939 Ano: 2018
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Sumaré-SP
Provas:

Devem existir procedimentos adequados para armazenagem de substâncias / produtos químicos e demais materiais considerados perigosos. Acerca do assunto, analise as proposições abaixo.

I. O almoxarifado deve ser organizado de acordo com a compatibilidade das substâncias e produtos químicos, devendo os cianetos serem armazenados em local confinado, com ventilação adequada, separado das demais substâncias e produtos químicos.

II. As prateleiras e pisos devem ser demarcados e sinalizados quanto aos locais destinados às substâncias e produtos químicos.

III. Bombonas e recipientes que contêm líquidos devem ser armazenados na prateleira de nível mais baixo.

É correto o que se afirma em

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas