Foram encontradas 220 questões.
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Sobre a barulheira e a verdade dos fatos
Para que serve a imprensa, afinal? Por que o cidadão
não deveria simplesmente substituir os jornais pelos aplicativos de mensagem da vida? A resposta é: a imprensa é o
único método social capaz de ajudar o público a examinar,
com base nos fatos, o exercício do poder. Não há, em qualquer modelo de democracia conhecido, outra instituição que
entregue esse serviço para a sociedade. As redes sociais não
fazem isso. Não apuram os fatos e não fornecem relatos confiáveis para abastecer o debate político mais consequente.
A imprensa nos entrega ainda outro benefício. Ela expande na prática a liberdade de expressão e o direito à informação. Com isso, dá mais vigor à política democrática.
Portanto, se trocassem as redações profissionais por
redes sociais, os cidadãos renunciariam a tudo aquilo que
faz deles cidadãos e se reduziriam a meros espectadores
do entretenimento generalizado. Estariam trocando uma
assembleia por um programa de auditório. Em outras
palavras, estariam deixando de lado o diálogo amparado em
balizas racionais e abandonando o debate entre argumentos para embarcar no fanatismo. O barulho das redes, em
lugar de contribuir para identificar os fatos, só faz soterrá-los
e condená-los ao esquecimento.
(Eugênio Bucci, “Sobre a barulheira e a verdade dos fatos”.
Disponível em: https://www.estadao.com.br/opiniao/eugenio-bucci/
sobre-a-barulheira-e-a-verdade-dos-fatos/. 29.06.2025. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
O céu pode esperar
Certa manhã acordei com uma rádio de Belo Horizonte
noticiando que Humberto Werneck havia morrido. Para quem,
como eu, chama-se Humberto Werneck, não há pior maneira
de começar o dia.
Nem um minuto se passou e em nossa casa começaram
a desabar dezenas de telefonemas, de amigos e parentes
consternados com o meu falecimento. Não me ocorreu saborear aquelas manifestações póstumas de estima e consideração. Estava ressabiadíssimo.
Pelo meio-dia, já mais à vontade, veio-me a ideia macabra de comparecer a meu próprio velório. Só não fui porque
minha mãe me alertou para as imprevisíveis consequências
de encontrar, à beira do caixão, alguém que ali chegasse
para me velar.
Durante anos, de fato, volta e meia topei com pessoas
que me julgavam morto − um conhecido deixou cair uma
garrafa de cerveja ao me ver entrar, vivinho, na Lanchonete
Nacional. Mas não foi desse susto, felizmente, que meu
amigo veio a morrer, pouco tempo mais tarde.
Quanto a mim, acabei tropeçando um dia com o que
poderia ser o meu túmulo, enquanto procurava o de meus
avós no cemitério Bonfim. Não há como descrever a sensação de ler, numa lápide negra, o nosso nome e as datas de
nascimento e morte.
Fui à Administração e exumei a ficha: o inquilino da
sepultura era um segundo-sargento da Polícia Militar mineira.
Fosse apenas o sargento − mas não: tempos depois, me
morre outro Humberto Werneck, no Rio de Janeiro. Nunca
mais me livrei da impressão de que, já tendo morrido dois, a
bola da vez, agora, sou eu.
(Humberto Werneck, “O céu pode esperar”, O espalhador de passarinhos,
2010. Adaptado)
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O céu pode esperar
Certa manhã acordei com uma rádio de Belo Horizonte
noticiando que Humberto Werneck havia morrido. Para quem,
como eu, chama-se Humberto Werneck, não há pior maneira
de começar o dia.
Nem um minuto se passou e em nossa casa começaram
a desabar dezenas de telefonemas, de amigos e parentes
consternados com o meu falecimento. Não me ocorreu saborear aquelas manifestações póstumas de estima e consideração. Estava ressabiadíssimo.
Pelo meio-dia, já mais à vontade, veio-me a ideia macabra de comparecer a meu próprio velório. Só não fui porque
minha mãe me alertou para as imprevisíveis consequências
de encontrar, à beira do caixão, alguém que ali chegasse
para me velar.
Durante anos, de fato, volta e meia topei com pessoas
que me julgavam morto − um conhecido deixou cair uma
garrafa de cerveja ao me ver entrar, vivinho, na Lanchonete
Nacional. Mas não foi desse susto, felizmente, que meu
amigo veio a morrer, pouco tempo mais tarde.
Quanto a mim, acabei tropeçando um dia com o que
poderia ser o meu túmulo, enquanto procurava o de meus
avós no cemitério Bonfim. Não há como descrever a sensação de ler, numa lápide negra, o nosso nome e as datas de
nascimento e morte.
Fui à Administração e exumei a ficha: o inquilino da
sepultura era um segundo-sargento da Polícia Militar mineira.
Fosse apenas o sargento − mas não: tempos depois, me
morre outro Humberto Werneck, no Rio de Janeiro. Nunca
mais me livrei da impressão de que, já tendo morrido dois, a
bola da vez, agora, sou eu.
(Humberto Werneck, “O céu pode esperar”, O espalhador de passarinhos,
2010. Adaptado)
• “... um conhecido deixou cair uma garrafa de cerveja ao me ver entrar...” (4° parágrafo)
• “... já tendo morrido dois, a bola da vez, agora, sou eu.” (7° parágrafo)
Preservando-se o sentido original, os trechos destacados podem ser, correta e respectivamente, substituídos por:
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O céu pode esperar
Certa manhã acordei com uma rádio de Belo Horizonte
noticiando que Humberto Werneck havia morrido. Para quem,
como eu, chama-se Humberto Werneck, não há pior maneira
de começar o dia.
Nem um minuto se passou e em nossa casa começaram
a desabar dezenas de telefonemas, de amigos e parentes
consternados com o meu falecimento. Não me ocorreu saborear aquelas manifestações póstumas de estima e consideração. Estava ressabiadíssimo.
Pelo meio-dia, já mais à vontade, veio-me a ideia macabra de comparecer a meu próprio velório. Só não fui porque
minha mãe me alertou para as imprevisíveis consequências
de encontrar, à beira do caixão, alguém que ali chegasse
para me velar.
Durante anos, de fato, volta e meia topei com pessoas
que me julgavam morto − um conhecido deixou cair uma
garrafa de cerveja ao me ver entrar, vivinho, na Lanchonete
Nacional. Mas não foi desse susto, felizmente, que meu
amigo veio a morrer, pouco tempo mais tarde.
Quanto a mim, acabei tropeçando um dia com o que
poderia ser o meu túmulo, enquanto procurava o de meus
avós no cemitério Bonfim. Não há como descrever a sensação de ler, numa lápide negra, o nosso nome e as datas de
nascimento e morte.
Fui à Administração e exumei a ficha: o inquilino da
sepultura era um segundo-sargento da Polícia Militar mineira.
Fosse apenas o sargento − mas não: tempos depois, me
morre outro Humberto Werneck, no Rio de Janeiro. Nunca
mais me livrei da impressão de que, já tendo morrido dois, a
bola da vez, agora, sou eu.
(Humberto Werneck, “O céu pode esperar”, O espalhador de passarinhos,
2010. Adaptado)
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Certa manhã acordei com uma rádio de Belo Horizonte
noticiando que Humberto Werneck havia morrido. Para quem,
como eu, chama-se Humberto Werneck, não há pior maneira
de começar o dia.
Nem um minuto se passou e em nossa casa começaram
a desabar dezenas de telefonemas, de amigos e parentes
consternados com o meu falecimento. Não me ocorreu saborear aquelas manifestações póstumas de estima e consideração. Estava ressabiadíssimo.
Pelo meio-dia, já mais à vontade, veio-me a ideia macabra de comparecer a meu próprio velório. Só não fui porque
minha mãe me alertou para as imprevisíveis consequências
de encontrar, à beira do caixão, alguém que ali chegasse
para me velar.
Durante anos, de fato, volta e meia topei com pessoas
que me julgavam morto − um conhecido deixou cair uma
garrafa de cerveja ao me ver entrar, vivinho, na Lanchonete
Nacional. Mas não foi desse susto, felizmente, que meu
amigo veio a morrer, pouco tempo mais tarde.
Quanto a mim, acabei tropeçando um dia com o que
poderia ser o meu túmulo, enquanto procurava o de meus
avós no cemitério Bonfim. Não há como descrever a sensação de ler, numa lápide negra, o nosso nome e as datas de
nascimento e morte.
Fui à Administração e exumei a ficha: o inquilino da
sepultura era um segundo-sargento da Polícia Militar mineira.
Fosse apenas o sargento − mas não: tempos depois, me
morre outro Humberto Werneck, no Rio de Janeiro. Nunca
mais me livrei da impressão de que, já tendo morrido dois, a
bola da vez, agora, sou eu.
(Humberto Werneck, “O céu pode esperar”, O espalhador de passarinhos,
2010. Adaptado)
• “... volta e meia topei com pessoas que me julgavam morto...”
• “... não foi desse susto, felizmente, que meu amigo veio a morrer...”
As expressões destacadas apresentam, correta e respectivamente, circunstâncias de
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noticiando que Humberto Werneck havia morrido. Para quem,
como eu, chama-se Humberto Werneck, não há pior maneira
de começar o dia.
Nem um minuto se passou e em nossa casa começaram
a desabar dezenas de telefonemas, de amigos e parentes
consternados com o meu falecimento. Não me ocorreu saborear aquelas manifestações póstumas de estima e consideração. Estava ressabiadíssimo.
Pelo meio-dia, já mais à vontade, veio-me a ideia macabra de comparecer a meu próprio velório. Só não fui porque
minha mãe me alertou para as imprevisíveis consequências
de encontrar, à beira do caixão, alguém que ali chegasse
para me velar.
Durante anos, de fato, volta e meia topei com pessoas
que me julgavam morto − um conhecido deixou cair uma
garrafa de cerveja ao me ver entrar, vivinho, na Lanchonete
Nacional. Mas não foi desse susto, felizmente, que meu
amigo veio a morrer, pouco tempo mais tarde.
Quanto a mim, acabei tropeçando um dia com o que
poderia ser o meu túmulo, enquanto procurava o de meus
avós no cemitério Bonfim. Não há como descrever a sensação de ler, numa lápide negra, o nosso nome e as datas de
nascimento e morte.
Fui à Administração e exumei a ficha: o inquilino da
sepultura era um segundo-sargento da Polícia Militar mineira.
Fosse apenas o sargento − mas não: tempos depois, me
morre outro Humberto Werneck, no Rio de Janeiro. Nunca
mais me livrei da impressão de que, já tendo morrido dois, a
bola da vez, agora, sou eu.
(Humberto Werneck, “O céu pode esperar”, O espalhador de passarinhos,
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de começar o dia.
Nem um minuto se passou e em nossa casa começaram
a desabar dezenas de telefonemas, de amigos e parentes
consternados com o meu falecimento. Não me ocorreu saborear aquelas manifestações póstumas de estima e consideração. Estava ressabiadíssimo.
Pelo meio-dia, já mais à vontade, veio-me a ideia macabra de comparecer a meu próprio velório. Só não fui porque
minha mãe me alertou para as imprevisíveis consequências
de encontrar, à beira do caixão, alguém que ali chegasse
para me velar.
Durante anos, de fato, volta e meia topei com pessoas
que me julgavam morto − um conhecido deixou cair uma
garrafa de cerveja ao me ver entrar, vivinho, na Lanchonete
Nacional. Mas não foi desse susto, felizmente, que meu
amigo veio a morrer, pouco tempo mais tarde.
Quanto a mim, acabei tropeçando um dia com o que
poderia ser o meu túmulo, enquanto procurava o de meus
avós no cemitério Bonfim. Não há como descrever a sensação de ler, numa lápide negra, o nosso nome e as datas de
nascimento e morte.
Fui à Administração e exumei a ficha: o inquilino da
sepultura era um segundo-sargento da Polícia Militar mineira.
Fosse apenas o sargento − mas não: tempos depois, me
morre outro Humberto Werneck, no Rio de Janeiro. Nunca
mais me livrei da impressão de que, já tendo morrido dois, a
bola da vez, agora, sou eu.
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de começar o dia.
Nem um minuto se passou e em nossa casa começaram
a desabar dezenas de telefonemas, de amigos e parentes
consternados com o meu falecimento. Não me ocorreu saborear aquelas manifestações póstumas de estima e consideração. Estava ressabiadíssimo.
Pelo meio-dia, já mais à vontade, veio-me a ideia macabra de comparecer a meu próprio velório. Só não fui porque
minha mãe me alertou para as imprevisíveis consequências
de encontrar, à beira do caixão, alguém que ali chegasse
para me velar.
Durante anos, de fato, volta e meia topei com pessoas
que me julgavam morto − um conhecido deixou cair uma
garrafa de cerveja ao me ver entrar, vivinho, na Lanchonete
Nacional. Mas não foi desse susto, felizmente, que meu
amigo veio a morrer, pouco tempo mais tarde.
Quanto a mim, acabei tropeçando um dia com o que
poderia ser o meu túmulo, enquanto procurava o de meus
avós no cemitério Bonfim. Não há como descrever a sensação de ler, numa lápide negra, o nosso nome e as datas de
nascimento e morte.
Fui à Administração e exumei a ficha: o inquilino da
sepultura era um segundo-sargento da Polícia Militar mineira.
Fosse apenas o sargento − mas não: tempos depois, me
morre outro Humberto Werneck, no Rio de Janeiro. Nunca
mais me livrei da impressão de que, já tendo morrido dois, a
bola da vez, agora, sou eu.
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de começar o dia.
Nem um minuto se passou e em nossa casa começaram
a desabar dezenas de telefonemas, de amigos e parentes
consternados com o meu falecimento. Não me ocorreu saborear aquelas manifestações póstumas de estima e consideração. Estava ressabiadíssimo.
Pelo meio-dia, já mais à vontade, veio-me a ideia macabra de comparecer a meu próprio velório. Só não fui porque
minha mãe me alertou para as imprevisíveis consequências
de encontrar, à beira do caixão, alguém que ali chegasse
para me velar.
Durante anos, de fato, volta e meia topei com pessoas
que me julgavam morto − um conhecido deixou cair uma
garrafa de cerveja ao me ver entrar, vivinho, na Lanchonete
Nacional. Mas não foi desse susto, felizmente, que meu
amigo veio a morrer, pouco tempo mais tarde.
Quanto a mim, acabei tropeçando um dia com o que
poderia ser o meu túmulo, enquanto procurava o de meus
avós no cemitério Bonfim. Não há como descrever a sensação de ler, numa lápide negra, o nosso nome e as datas de
nascimento e morte.
Fui à Administração e exumei a ficha: o inquilino da
sepultura era um segundo-sargento da Polícia Militar mineira.
Fosse apenas o sargento − mas não: tempos depois, me
morre outro Humberto Werneck, no Rio de Janeiro. Nunca
mais me livrei da impressão de que, já tendo morrido dois, a
bola da vez, agora, sou eu.
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Nem um minuto se passou e em nossa casa começaram
a desabar dezenas de telefonemas, de amigos e parentes
consternados com o meu falecimento. Não me ocorreu saborear aquelas manifestações póstumas de estima e consideração. Estava ressabiadíssimo.
Pelo meio-dia, já mais à vontade, veio-me a ideia macabra de comparecer a meu próprio velório. Só não fui porque
minha mãe me alertou para as imprevisíveis consequências
de encontrar, à beira do caixão, alguém que ali chegasse
para me velar.
Durante anos, de fato, volta e meia topei com pessoas
que me julgavam morto − um conhecido deixou cair uma
garrafa de cerveja ao me ver entrar, vivinho, na Lanchonete
Nacional. Mas não foi desse susto, felizmente, que meu
amigo veio a morrer, pouco tempo mais tarde.
Quanto a mim, acabei tropeçando um dia com o que
poderia ser o meu túmulo, enquanto procurava o de meus
avós no cemitério Bonfim. Não há como descrever a sensação de ler, numa lápide negra, o nosso nome e as datas de
nascimento e morte.
Fui à Administração e exumei a ficha: o inquilino da
sepultura era um segundo-sargento da Polícia Militar mineira.
Fosse apenas o sargento − mas não: tempos depois, me
morre outro Humberto Werneck, no Rio de Janeiro. Nunca
mais me livrei da impressão de que, já tendo morrido dois, a
bola da vez, agora, sou eu.
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