Foram encontradas 220 questões.
Leia o texto a seguir para responder à questão:
A voz sem microfone
Semana passada, animais de toda sorte, desde o cavalo à tartaruga, passando pelo esquilo, foram abençoados
por um frade, em praça pública de Ipanema. Não sei o que
eles acharam da benção. O ponto de vista dos animais não
é necessariamente o nosso, por muito que eles façam para
entender-nos. Mas a benção foi dada com a melhor das
intenções, e a tartaruga não terá motivo para reclamar contra
essa efusão espiritual sobre sua carapaça.
O que não quer dizer que os bichos não tenham opinião.
Tanto a têm que editam um jornalzinho, ou encarregam gente de editá-lo por eles. Chama-se precisamente A Voz dos
Animais e já vai pelo sexto número. Em cinco anos, saiu à
rua seis vezes. Não se pode dizer que os animais abusem do
direito de manifestar-se.
Tenho à mão o número 6 e parece-me ouvir, de fato,
a voz do animal através da modesta textura do papel de
mimeógrafo. Porque o jornal é mimeografado. As finanças da
organização não dão para mais. De qualquer modo, a voz, as
vozes múltiplas e não raro pungentes dos chamados bichos,
os signos linguísticos específicos de várias espécies irrompem do jornalzinho pobre e vêm cutucar-nos o ouvido pouco
afeito a linguagens não dicionarizadas.
Precisamos falar, precisamos ser escutados – diz o
vozeio humilde, e aqui é um gato a protestar contra a estúpida corrida de gatos, ali é o cavalo pingando sangue depois
do rodeio em que o obrigam a derrubar o cavaleiro, esporeando-o nas partes mais sensíveis.
O animal como ator compulsório de um espetáculo de
sadismo com fins comerciais – eis uma das misérias da
sociedade de entretenimento ou de consumo de crueldade.
Ainda nos comprazemos em fazer sofrer, e tiramos disso um
lucro em moeda corrente, que mais uma vez a pequenina,
débil e mimeografada voz dos animais denuncia nos limites
do melhor dos nossos órgãos de imprensa.
(Carlos Drummond de Andrade. Disponível em:
https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/18017/a-voz-sem-microfone)
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A voz sem microfone
Semana passada, animais de toda sorte, desde o cavalo à tartaruga, passando pelo esquilo, foram abençoados
por um frade, em praça pública de Ipanema. Não sei o que
eles acharam da benção. O ponto de vista dos animais não
é necessariamente o nosso, por muito que eles façam para
entender-nos. Mas a benção foi dada com a melhor das
intenções, e a tartaruga não terá motivo para reclamar contra
essa efusão espiritual sobre sua carapaça.
O que não quer dizer que os bichos não tenham opinião.
Tanto a têm que editam um jornalzinho, ou encarregam gente de editá-lo por eles. Chama-se precisamente A Voz dos
Animais e já vai pelo sexto número. Em cinco anos, saiu à
rua seis vezes. Não se pode dizer que os animais abusem do
direito de manifestar-se.
Tenho à mão o número 6 e parece-me ouvir, de fato,
a voz do animal através da modesta textura do papel de
mimeógrafo. Porque o jornal é mimeografado. As finanças da
organização não dão para mais. De qualquer modo, a voz, as
vozes múltiplas e não raro pungentes dos chamados bichos,
os signos linguísticos específicos de várias espécies irrompem do jornalzinho pobre e vêm cutucar-nos o ouvido pouco
afeito a linguagens não dicionarizadas.
Precisamos falar, precisamos ser escutados – diz o
vozeio humilde, e aqui é um gato a protestar contra a estúpida corrida de gatos, ali é o cavalo pingando sangue depois
do rodeio em que o obrigam a derrubar o cavaleiro, esporeando-o nas partes mais sensíveis.
O animal como ator compulsório de um espetáculo de
sadismo com fins comerciais – eis uma das misérias da
sociedade de entretenimento ou de consumo de crueldade.
Ainda nos comprazemos em fazer sofrer, e tiramos disso um
lucro em moeda corrente, que mais uma vez a pequenina,
débil e mimeografada voz dos animais denuncia nos limites
do melhor dos nossos órgãos de imprensa.
(Carlos Drummond de Andrade. Disponível em:
https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/18017/a-voz-sem-microfone)
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Chuvas e constelações
Um tema pouco veiculado na literatura etnológica brasileira é o calendário das atividades de subsistência de um grupo indígena – os Desâna, do rio Tiquié –, determinado pelo
aparecimento de certas constelações. O conhecimento empírico dos Desâna divide o clima da região em certo número
de “verões”, alguns muito curtos, outros mais longos, entremeados por chuvas, estas anunciadas pelas constelações.
A ambas – constelações e chuvas – estão associados os ciclos
econômicos naturais: início, amadurecimento e término das
safras de frutas; ocorrência de piracemas; safras de insetos,
como a maniuara e a saúva, de grande importância alimentar.
Às referidas mudanças climáticas vincula-se também o ciclo
agrícola, pois a queima das roças é feita nas estiagens.
O ano dos indígenas Desâna começa em outubro, quando surge no poente a constelação “Iluminação da jararaca”
(añá siñoliru). A pesada chuva que ela anuncia também tem
esse nome. Logo surgem, uma em seguida à outra, as constelações que completam a figura da cobra: a “Cabeça de jararaca” (añá dihpuro puiró) e o “Corpo de jararaca” (añá dëhpë
puiro). É época de fazer a limpeza do solo e a derrubada das
árvores para abrir novas roças.
Em janeiro vem o “verão do abiu” (kané were: abiu,
verão), que dura cinco dias. É quando essa fruta começa a
escassear. Vem em seguida o “verão do ingá” (mené were:
ingá, verão), também assinalado pelo término da safra dessa
fruta de vagem comprida. Esse verão dura de oito a 15 dias,
tempo dedicado à queima da roça aberta na mata virgem
derrubada em outubro. Quando acaba esse verão, no fim
de janeiro, começa a chuva “Fêmur de tatu”, anunciada pela
constelação do mesmo nome (pamo ngoá dëhka).
As observações climáticas dos Desâna contradizem a
noção de que, na região, há apenas duas estações: seca e
chuvosa, ou “verão” e “inverno”. Também superam outra classificação simplista, que só distingue no solo amazônico a terra
firme, a campina e a várzea. Disso se conclui que o conhecimento indígena dos fenômenos climáticos deve ser considerado para a compreensão da etnoecologia da Amazônia.
(Berta Ribeiro e Tolamãn Kenhíri. Chuvas e Constelações:
Calendário econômico dos índios Desâna. Disponível em:
https://revistacienciaecultura.org.br/?artigos=chuvas-e-constelacoes)
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Chuvas e constelações
Um tema pouco veiculado na literatura etnológica brasileira é o calendário das atividades de subsistência de um grupo indígena – os Desâna, do rio Tiquié –, determinado pelo
aparecimento de certas constelações. O conhecimento empírico dos Desâna divide o clima da região em certo número
de “verões”, alguns muito curtos, outros mais longos, entremeados por chuvas, estas anunciadas pelas constelações.
A ambas – constelações e chuvas – estão associados os ciclos
econômicos naturais: início, amadurecimento e término das
safras de frutas; ocorrência de piracemas; safras de insetos,
como a maniuara e a saúva, de grande importância alimentar.
Às referidas mudanças climáticas vincula-se também o ciclo
agrícola, pois a queima das roças é feita nas estiagens.
O ano dos indígenas Desâna começa em outubro, quando surge no poente a constelação “Iluminação da jararaca”
(añá siñoliru). A pesada chuva que ela anuncia também tem
esse nome. Logo surgem, uma em seguida à outra, as constelações que completam a figura da cobra: a “Cabeça de jararaca” (añá dihpuro puiró) e o “Corpo de jararaca” (añá dëhpë
puiro). É época de fazer a limpeza do solo e a derrubada das
árvores para abrir novas roças.
Em janeiro vem o “verão do abiu” (kané were: abiu,
verão), que dura cinco dias. É quando essa fruta começa a
escassear. Vem em seguida o “verão do ingá” (mené were:
ingá, verão), também assinalado pelo término da safra dessa
fruta de vagem comprida. Esse verão dura de oito a 15 dias,
tempo dedicado à queima da roça aberta na mata virgem
derrubada em outubro. Quando acaba esse verão, no fim
de janeiro, começa a chuva “Fêmur de tatu”, anunciada pela
constelação do mesmo nome (pamo ngoá dëhka).
As observações climáticas dos Desâna contradizem a
noção de que, na região, há apenas duas estações: seca e
chuvosa, ou “verão” e “inverno”. Também superam outra classificação simplista, que só distingue no solo amazônico a terra
firme, a campina e a várzea. Disso se conclui que o conhecimento indígena dos fenômenos climáticos deve ser considerado para a compreensão da etnoecologia da Amazônia.
(Berta Ribeiro e Tolamãn Kenhíri. Chuvas e Constelações:
Calendário econômico dos índios Desâna. Disponível em:
https://revistacienciaecultura.org.br/?artigos=chuvas-e-constelacoes)
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Chuvas e constelações
Um tema pouco veiculado na literatura etnológica brasileira é o calendário das atividades de subsistência de um grupo indígena – os Desâna, do rio Tiquié –, determinado pelo
aparecimento de certas constelações. O conhecimento empírico dos Desâna divide o clima da região em certo número
de “verões”, alguns muito curtos, outros mais longos, entremeados por chuvas, estas anunciadas pelas constelações.
A ambas – constelações e chuvas – estão associados os ciclos
econômicos naturais: início, amadurecimento e término das
safras de frutas; ocorrência de piracemas; safras de insetos,
como a maniuara e a saúva, de grande importância alimentar.
Às referidas mudanças climáticas vincula-se também o ciclo
agrícola, pois a queima das roças é feita nas estiagens.
O ano dos indígenas Desâna começa em outubro, quando surge no poente a constelação “Iluminação da jararaca”
(añá siñoliru). A pesada chuva que ela anuncia também tem
esse nome. Logo surgem, uma em seguida à outra, as constelações que completam a figura da cobra: a “Cabeça de jararaca” (añá dihpuro puiró) e o “Corpo de jararaca” (añá dëhpë
puiro). É época de fazer a limpeza do solo e a derrubada das
árvores para abrir novas roças.
Em janeiro vem o “verão do abiu” (kané were: abiu,
verão), que dura cinco dias. É quando essa fruta começa a
escassear. Vem em seguida o “verão do ingá” (mené were:
ingá, verão), também assinalado pelo término da safra dessa
fruta de vagem comprida. Esse verão dura de oito a 15 dias,
tempo dedicado à queima da roça aberta na mata virgem
derrubada em outubro. Quando acaba esse verão, no fim
de janeiro, começa a chuva “Fêmur de tatu”, anunciada pela
constelação do mesmo nome (pamo ngoá dëhka).
As observações climáticas dos Desâna contradizem a
noção de que, na região, há apenas duas estações: seca e
chuvosa, ou “verão” e “inverno”. Também superam outra classificação simplista, que só distingue no solo amazônico a terra
firme, a campina e a várzea. Disso se conclui que o conhecimento indígena dos fenômenos climáticos deve ser considerado para a compreensão da etnoecologia da Amazônia.
(Berta Ribeiro e Tolamãn Kenhíri. Chuvas e Constelações:
Calendário econômico dos índios Desâna. Disponível em:
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Um tema pouco veiculado na literatura etnológica brasileira é o calendário das atividades de subsistência de um grupo indígena – os Desâna, do rio Tiquié –, determinado pelo
aparecimento de certas constelações. O conhecimento empírico dos Desâna divide o clima da região em certo número
de “verões”, alguns muito curtos, outros mais longos, entremeados por chuvas, estas anunciadas pelas constelações.
A ambas – constelações e chuvas – estão associados os ciclos
econômicos naturais: início, amadurecimento e término das
safras de frutas; ocorrência de piracemas; safras de insetos,
como a maniuara e a saúva, de grande importância alimentar.
Às referidas mudanças climáticas vincula-se também o ciclo
agrícola, pois a queima das roças é feita nas estiagens.
O ano dos indígenas Desâna começa em outubro, quando surge no poente a constelação “Iluminação da jararaca”
(añá siñoliru). A pesada chuva que ela anuncia também tem
esse nome. Logo surgem, uma em seguida à outra, as constelações que completam a figura da cobra: a “Cabeça de jararaca” (añá dihpuro puiró) e o “Corpo de jararaca” (añá dëhpë
puiro). É época de fazer a limpeza do solo e a derrubada das
árvores para abrir novas roças.
Em janeiro vem o “verão do abiu” (kané were: abiu,
verão), que dura cinco dias. É quando essa fruta começa a
escassear. Vem em seguida o “verão do ingá” (mené were:
ingá, verão), também assinalado pelo término da safra dessa
fruta de vagem comprida. Esse verão dura de oito a 15 dias,
tempo dedicado à queima da roça aberta na mata virgem
derrubada em outubro. Quando acaba esse verão, no fim
de janeiro, começa a chuva “Fêmur de tatu”, anunciada pela
constelação do mesmo nome (pamo ngoá dëhka).
As observações climáticas dos Desâna contradizem a
noção de que, na região, há apenas duas estações: seca e
chuvosa, ou “verão” e “inverno”. Também superam outra classificação simplista, que só distingue no solo amazônico a terra
firme, a campina e a várzea. Disso se conclui que o conhecimento indígena dos fenômenos climáticos deve ser considerado para a compreensão da etnoecologia da Amazônia.
(Berta Ribeiro e Tolamãn Kenhíri. Chuvas e Constelações:
Calendário econômico dos índios Desâna. Disponível em:
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Chuvas e constelações
Um tema pouco veiculado na literatura etnológica brasileira é o calendário das atividades de subsistência de um grupo indígena – os Desâna, do rio Tiquié –, determinado pelo
aparecimento de certas constelações. O conhecimento empírico dos Desâna divide o clima da região em certo número
de “verões”, alguns muito curtos, outros mais longos, entremeados por chuvas, estas anunciadas pelas constelações.
A ambas – constelações e chuvas – estão associados os ciclos
econômicos naturais: início, amadurecimento e término das
safras de frutas; ocorrência de piracemas; safras de insetos,
como a maniuara e a saúva, de grande importância alimentar.
Às referidas mudanças climáticas vincula-se também o ciclo
agrícola, pois a queima das roças é feita nas estiagens.
O ano dos indígenas Desâna começa em outubro, quando surge no poente a constelação “Iluminação da jararaca”
(añá siñoliru). A pesada chuva que ela anuncia também tem
esse nome. Logo surgem, uma em seguida à outra, as constelações que completam a figura da cobra: a “Cabeça de jararaca” (añá dihpuro puiró) e o “Corpo de jararaca” (añá dëhpë
puiro). É época de fazer a limpeza do solo e a derrubada das
árvores para abrir novas roças.
Em janeiro vem o “verão do abiu” (kané were: abiu,
verão), que dura cinco dias. É quando essa fruta começa a
escassear. Vem em seguida o “verão do ingá” (mené were:
ingá, verão), também assinalado pelo término da safra dessa
fruta de vagem comprida. Esse verão dura de oito a 15 dias,
tempo dedicado à queima da roça aberta na mata virgem
derrubada em outubro. Quando acaba esse verão, no fim
de janeiro, começa a chuva “Fêmur de tatu”, anunciada pela
constelação do mesmo nome (pamo ngoá dëhka).
As observações climáticas dos Desâna contradizem a
noção de que, na região, há apenas duas estações: seca e
chuvosa, ou “verão” e “inverno”. Também superam outra classificação simplista, que só distingue no solo amazônico a terra
firme, a campina e a várzea. Disso se conclui que o conhecimento indígena dos fenômenos climáticos deve ser considerado para a compreensão da etnoecologia da Amazônia.
(Berta Ribeiro e Tolamãn Kenhíri. Chuvas e Constelações:
Calendário econômico dos índios Desâna. Disponível em:
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Chuvas e constelações
Um tema pouco veiculado na literatura etnológica brasileira é o calendário das atividades de subsistência de um grupo indígena – os Desâna, do rio Tiquié –, determinado pelo
aparecimento de certas constelações. O conhecimento empírico dos Desâna divide o clima da região em certo número
de “verões”, alguns muito curtos, outros mais longos, entremeados por chuvas, estas anunciadas pelas constelações.
A ambas – constelações e chuvas – estão associados os ciclos
econômicos naturais: início, amadurecimento e término das
safras de frutas; ocorrência de piracemas; safras de insetos,
como a maniuara e a saúva, de grande importância alimentar.
Às referidas mudanças climáticas vincula-se também o ciclo
agrícola, pois a queima das roças é feita nas estiagens.
O ano dos indígenas Desâna começa em outubro, quando surge no poente a constelação “Iluminação da jararaca”
(añá siñoliru). A pesada chuva que ela anuncia também tem
esse nome. Logo surgem, uma em seguida à outra, as constelações que completam a figura da cobra: a “Cabeça de jararaca” (añá dihpuro puiró) e o “Corpo de jararaca” (añá dëhpë
puiro). É época de fazer a limpeza do solo e a derrubada das
árvores para abrir novas roças.
Em janeiro vem o “verão do abiu” (kané were: abiu,
verão), que dura cinco dias. É quando essa fruta começa a
escassear. Vem em seguida o “verão do ingá” (mené were:
ingá, verão), também assinalado pelo término da safra dessa
fruta de vagem comprida. Esse verão dura de oito a 15 dias,
tempo dedicado à queima da roça aberta na mata virgem
derrubada em outubro. Quando acaba esse verão, no fim
de janeiro, começa a chuva “Fêmur de tatu”, anunciada pela
constelação do mesmo nome (pamo ngoá dëhka).
As observações climáticas dos Desâna contradizem a
noção de que, na região, há apenas duas estações: seca e
chuvosa, ou “verão” e “inverno”. Também superam outra classificação simplista, que só distingue no solo amazônico a terra
firme, a campina e a várzea. Disso se conclui que o conhecimento indígena dos fenômenos climáticos deve ser considerado para a compreensão da etnoecologia da Amazônia.
(Berta Ribeiro e Tolamãn Kenhíri. Chuvas e Constelações:
Calendário econômico dos índios Desâna. Disponível em:
https://revistacienciaecultura.org.br/?artigos=chuvas-e-constelacoes)
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Leia a tira a seguir para responder à questão:

(Charles Schulz. Peanuts completo: 1955-1956, 2014)
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(Charles Schulz. Peanuts completo: 1955-1956, 2014)
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