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Uma empresa tem 132 funcionários, sendo a razão entre
o número de homens e o número de mulheres igual a 8/3.
O dono da empresa decidiu dispensar um determinado número de homens e contratar, para substituí-los, esse mesmo número de funcionárias mulheres, de modo que a razão indicada passe a ser igual a 2. Se esse dono executar seu plano, o número de mulheres que serão contratadas é
O dono da empresa decidiu dispensar um determinado número de homens e contratar, para substituí-los, esse mesmo número de funcionárias mulheres, de modo que a razão indicada passe a ser igual a 2. Se esse dono executar seu plano, o número de mulheres que serão contratadas é
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Beatriz investiu x reais em um fundo que no primeiro ano teve um rendimento líquido de 20%. Após o segundo ano,
a performance do fundo gerou um decréscimo líquido de
900 reais, e o montante passou a ser R$ 17.100,00. Após
esses dois anos, qual foi o rendimento líquido obtido por
Beatriz nessa aplicação?
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Uma região retangular de medidas 5,18 m × 3,33 m deve
ser dividida em quadrados iguais, de maneira a não deixar áreas da região sem divisão. Nessas condições, o
menor número de quadrados em que essa divisão pode
ser feita é
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Luzia precisa embalar em caixas uma quantidade maior
do que 170 e menor do que 260 bolinhas idênticas, de maneira que cada caixa tenha o mesmo número de bolinhas
e que seja ocupada com o máximo de bolinhas possível.
Ela tentou embalar em caixas que cabiam 9 bolinhas, mas
sobraram 5. Tentou em caixas que cabiam 12 bolinhas,
mas também sobraram 5. Finalmente, tentou em caixas
que cabiam 13, todas as caixas ficaram completas e sem
sobra de bolinhas.
O número de caixas em que cabem 13 bolinhas que foram necessárias para embalar todas as bolinhas é igual a
O número de caixas em que cabem 13 bolinhas que foram necessárias para embalar todas as bolinhas é igual a
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Luís e Rodrigo, ciclistas, começaram juntos um treinamento cujo objetivo era percorrer uma distância x. Em
uma primeira etapa, Luís percorreu a sexta parte de x e,
na segunda etapa, percorreu 2/15 do que faltava para
completar x. Já Rodrigo, em sua primeira etapa, percorreu a quinta parte de x e, na segunda etapa, percorreu 5/6 do que faltava para completar x. Os dois terminaram a
segunda etapa ao mesmo tempo e, nesse momento, a
fração de x que os separava era igual a
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Assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas do texto a seguir:
Quando se trata da relação com os animais, percebe-se uma certa tolerância _____ barbárie, como se houvesse uma ética ______ parte, que não se aplica __________ seres considerados inferiores e que, no entanto, sofrem.
Quando se trata da relação com os animais, percebe-se uma certa tolerância _____ barbárie, como se houvesse uma ética ______ parte, que não se aplica __________ seres considerados inferiores e que, no entanto, sofrem.
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
A voz sem microfone
Semana passada, animais de toda sorte, desde o cavalo à tartaruga, passando pelo esquilo, foram abençoados
por um frade, em praça pública de Ipanema. Não sei o que
eles acharam da benção. O ponto de vista dos animais não
é necessariamente o nosso, por muito que eles façam para
entender-nos. Mas a benção foi dada com a melhor das
intenções, e a tartaruga não terá motivo para reclamar contra
essa efusão espiritual sobre sua carapaça.
O que não quer dizer que os bichos não tenham opinião.
Tanto a têm que editam um jornalzinho, ou encarregam gente de editá-lo por eles. Chama-se precisamente A Voz dos
Animais e já vai pelo sexto número. Em cinco anos, saiu à
rua seis vezes. Não se pode dizer que os animais abusem do
direito de manifestar-se.
Tenho à mão o número 6 e parece-me ouvir, de fato,
a voz do animal através da modesta textura do papel de
mimeógrafo. Porque o jornal é mimeografado. As finanças da
organização não dão para mais. De qualquer modo, a voz, as
vozes múltiplas e não raro pungentes dos chamados bichos,
os signos linguísticos específicos de várias espécies irrompem do jornalzinho pobre e vêm cutucar-nos o ouvido pouco
afeito a linguagens não dicionarizadas.
Precisamos falar, precisamos ser escutados – diz o
vozeio humilde, e aqui é um gato a protestar contra a estúpida corrida de gatos, ali é o cavalo pingando sangue depois
do rodeio em que o obrigam a derrubar o cavaleiro, esporeando-o nas partes mais sensíveis.
O animal como ator compulsório de um espetáculo de
sadismo com fins comerciais – eis uma das misérias da
sociedade de entretenimento ou de consumo de crueldade.
Ainda nos comprazemos em fazer sofrer, e tiramos disso um
lucro em moeda corrente, que mais uma vez a pequenina,
débil e mimeografada voz dos animais denuncia nos limites
do melhor dos nossos órgãos de imprensa.
(Carlos Drummond de Andrade. Disponível em:
https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/18017/a-voz-sem-microfone)
“O ponto de vista dos animais não é necessariamente o nosso, por muito que eles façam para entender-nos. Mas a benção foi dada com a melhor das intenções, e a tartaruga não terá motivo para reclamar contra essa efusão espiritual sobre sua carapaça” (1° parágrafo).
As palavras destacadas expressam, correta e respectivamente, sentido de
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
A voz sem microfone
Semana passada, animais de toda sorte, desde o cavalo à tartaruga, passando pelo esquilo, foram abençoados
por um frade, em praça pública de Ipanema. Não sei o que
eles acharam da benção. O ponto de vista dos animais não
é necessariamente o nosso, por muito que eles façam para
entender-nos. Mas a benção foi dada com a melhor das
intenções, e a tartaruga não terá motivo para reclamar contra
essa efusão espiritual sobre sua carapaça.
O que não quer dizer que os bichos não tenham opinião.
Tanto a têm que editam um jornalzinho, ou encarregam gente de editá-lo por eles. Chama-se precisamente A Voz dos
Animais e já vai pelo sexto número. Em cinco anos, saiu à
rua seis vezes. Não se pode dizer que os animais abusem do
direito de manifestar-se.
Tenho à mão o número 6 e parece-me ouvir, de fato,
a voz do animal através da modesta textura do papel de
mimeógrafo. Porque o jornal é mimeografado. As finanças da
organização não dão para mais. De qualquer modo, a voz, as
vozes múltiplas e não raro pungentes dos chamados bichos,
os signos linguísticos específicos de várias espécies irrompem do jornalzinho pobre e vêm cutucar-nos o ouvido pouco
afeito a linguagens não dicionarizadas.
Precisamos falar, precisamos ser escutados – diz o
vozeio humilde, e aqui é um gato a protestar contra a estúpida corrida de gatos, ali é o cavalo pingando sangue depois
do rodeio em que o obrigam a derrubar o cavaleiro, esporeando-o nas partes mais sensíveis.
O animal como ator compulsório de um espetáculo de
sadismo com fins comerciais – eis uma das misérias da
sociedade de entretenimento ou de consumo de crueldade.
Ainda nos comprazemos em fazer sofrer, e tiramos disso um
lucro em moeda corrente, que mais uma vez a pequenina,
débil e mimeografada voz dos animais denuncia nos limites
do melhor dos nossos órgãos de imprensa.
(Carlos Drummond de Andrade. Disponível em:
https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/18017/a-voz-sem-microfone)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
A voz sem microfone
Semana passada, animais de toda sorte, desde o cavalo à tartaruga, passando pelo esquilo, foram abençoados
por um frade, em praça pública de Ipanema. Não sei o que
eles acharam da benção. O ponto de vista dos animais não
é necessariamente o nosso, por muito que eles façam para
entender-nos. Mas a benção foi dada com a melhor das
intenções, e a tartaruga não terá motivo para reclamar contra
essa efusão espiritual sobre sua carapaça.
O que não quer dizer que os bichos não tenham opinião.
Tanto a têm que editam um jornalzinho, ou encarregam gente de editá-lo por eles. Chama-se precisamente A Voz dos
Animais e já vai pelo sexto número. Em cinco anos, saiu à
rua seis vezes. Não se pode dizer que os animais abusem do
direito de manifestar-se.
Tenho à mão o número 6 e parece-me ouvir, de fato,
a voz do animal através da modesta textura do papel de
mimeógrafo. Porque o jornal é mimeografado. As finanças da
organização não dão para mais. De qualquer modo, a voz, as
vozes múltiplas e não raro pungentes dos chamados bichos,
os signos linguísticos específicos de várias espécies irrompem do jornalzinho pobre e vêm cutucar-nos o ouvido pouco
afeito a linguagens não dicionarizadas.
Precisamos falar, precisamos ser escutados – diz o
vozeio humilde, e aqui é um gato a protestar contra a estúpida corrida de gatos, ali é o cavalo pingando sangue depois
do rodeio em que o obrigam a derrubar o cavaleiro, esporeando-o nas partes mais sensíveis.
O animal como ator compulsório de um espetáculo de
sadismo com fins comerciais – eis uma das misérias da
sociedade de entretenimento ou de consumo de crueldade.
Ainda nos comprazemos em fazer sofrer, e tiramos disso um
lucro em moeda corrente, que mais uma vez a pequenina,
débil e mimeografada voz dos animais denuncia nos limites
do melhor dos nossos órgãos de imprensa.
(Carlos Drummond de Andrade. Disponível em:
https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/18017/a-voz-sem-microfone)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
A voz sem microfone
Semana passada, animais de toda sorte, desde o cavalo à tartaruga, passando pelo esquilo, foram abençoados
por um frade, em praça pública de Ipanema. Não sei o que
eles acharam da benção. O ponto de vista dos animais não
é necessariamente o nosso, por muito que eles façam para
entender-nos. Mas a benção foi dada com a melhor das
intenções, e a tartaruga não terá motivo para reclamar contra
essa efusão espiritual sobre sua carapaça.
O que não quer dizer que os bichos não tenham opinião.
Tanto a têm que editam um jornalzinho, ou encarregam gente de editá-lo por eles. Chama-se precisamente A Voz dos
Animais e já vai pelo sexto número. Em cinco anos, saiu à
rua seis vezes. Não se pode dizer que os animais abusem do
direito de manifestar-se.
Tenho à mão o número 6 e parece-me ouvir, de fato,
a voz do animal através da modesta textura do papel de
mimeógrafo. Porque o jornal é mimeografado. As finanças da
organização não dão para mais. De qualquer modo, a voz, as
vozes múltiplas e não raro pungentes dos chamados bichos,
os signos linguísticos específicos de várias espécies irrompem do jornalzinho pobre e vêm cutucar-nos o ouvido pouco
afeito a linguagens não dicionarizadas.
Precisamos falar, precisamos ser escutados – diz o
vozeio humilde, e aqui é um gato a protestar contra a estúpida corrida de gatos, ali é o cavalo pingando sangue depois
do rodeio em que o obrigam a derrubar o cavaleiro, esporeando-o nas partes mais sensíveis.
O animal como ator compulsório de um espetáculo de
sadismo com fins comerciais – eis uma das misérias da
sociedade de entretenimento ou de consumo de crueldade.
Ainda nos comprazemos em fazer sofrer, e tiramos disso um
lucro em moeda corrente, que mais uma vez a pequenina,
débil e mimeografada voz dos animais denuncia nos limites
do melhor dos nossos órgãos de imprensa.
(Carlos Drummond de Andrade. Disponível em:
https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/18017/a-voz-sem-microfone)
“De qualquer modo, a voz, as vozes múltiplas e não raro pungentes dos chamados bichos, os signos linguísticos específicos de várias espécies irrompem do jornalzinho pobre e vêm cutucar-nos o ouvido pouco afeito a linguagens não dicionarizadas.” (3° parágrafo)
É correto afirmar que, no trecho,
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