Magna Concursos

Foram encontradas 351 questões.

1082658 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
Eu aprendi a gostar de música clássica muito antes de saber as notas: a minha mãe tocava-as ao piano e elas ficaram gravadas na minha cabeça. Somente depois, já fascinado pela música, fui aprender as notas – porque queria tocar piano. A aprendizagem da música começa
como percepção de uma totalidade – e nunca com o conhecimento das partes.
Isso é verdadeiro também sobre aprender a ler. Tudo começa quando a criança fica fascinada com as coisas maravilhosas que moram dentro do livro. Não são as letras, as sílabas e as palavras que fascinam. É a história. A aprendizagem da leitura começa antes da aprendizagem das letras: quando alguém lê e a criança escuta com prazer. A criança volta-se para aqueles sinais misteriosos chamados letras. Deseja decifrá-los, compreendê-los – porque eles são a chave que abre o mundo das delícias que moram no livro! Deseja autonomia: ser capaz de chegar ao prazer do texto sem precisar da mediação da pessoa que o está a ler.
[...]
Todo texto é uma partitura musical. As palavras são as notas. Se aquele que lê é um artista, se ele domina a técnica, se ele desliza sobre as palavras, se ele está possuído pelo texto – a beleza acontece. E o texto apossase do corpo de quem ouve. Mas se aquele que lê não domina a técnica, se luta com as palavras, se não desliza sobre elas – a leitura não produz prazer: queremos logo que ela acabe.
Rubem Alves. http://pagina-de-vida.blogspot.com/2007/05/o-prazerda- leitura-rubem-alves.html. Acesso em 15/03/2012. Excertos.
No que se refere ao gênero textual, as características presentes no Texto indicam que ele é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1078196 Ano: 2012
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI

Integram a Lei orgânica Municipal de Teresina, capítulo II – Do poder legislativo, Seção I – Da Câmara Municipal, as disposições abaixo, EXCETO:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1078093 Ano: 2012
Disciplina: História
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
Provas:
Dos povos que desenvolveram atividades na região do crescente fértil, os Egípcios possuem um destaque pela complexidade de suas construções e seus aspectos culturais. Sobre este assunto, assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1077938 Ano: 2012
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
Provas:
No que concerne à atividade de definição do esboço de requisitos nos processos ágeis XP, Scrum, FDD e ASD, associe o método, na coluna da esquerda, com a especificação da atividade, na coluna da direita.
Método Especificação da Atividade
1) XP ( )Clientes escrevem as user stories.
2) Scrum ( ) Definição do Product Backlog.
3) FDD ( ) Geração de artefatos para a documentação dos requisitos.
4) ASD ( )Requisitos definidos durante as sessões JAD.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1077890 Ano: 2012
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
Provas:
Sobre a profissão de bibliotecário no Brasil, é correto afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
957825 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
Provas:
Em seu artigo “Por que existem tão poucas teorias da Comunicação” (1991), Charles R. Berger elenca uma série de fatores em função dos quais o campo da Comunicação sofreria de um déficit teórico. De acordo com Luiz C. Martino (2007), qual fator não corresponde aos argumentos que Berger utiliza para defender seu ponto de vista?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
938505 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
Eu aprendi a gostar de música clássica muito antes de saber as notas: a minha mãe tocava-as ao piano e elas ficaram gravadas na minha cabeça. Somente depois, já fascinado pela música, fui aprender as notas – porque queria tocar piano. A aprendizagem da música começa
como percepção de uma totalidade – e nunca com o conhecimento das partes.
Isso é verdadeiro também sobre aprender a ler. Tudo começa quando a criança fica fascinada com as coisas maravilhosas que moram dentro do livro. Não são as letras, as sílabas e as palavras que fascinam. É a história. A aprendizagem da leitura começa antes da aprendizagem das letras: quando alguém lê e a criança escuta com prazer. A criança volta-se para aqueles sinais misteriosos chamados letras. Deseja decifrá-los, compreendê-los – porque eles são a chave que abre o mundo das delícias que moram no livro! Deseja autonomia: ser capaz de chegar ao prazer do texto sem precisar da mediação da pessoa que o está a ler.
[...]
Todo texto é uma partitura musical. As palavras são as notas. Se aquele que lê é um artista, se ele domina a técnica, se ele desliza sobre as palavras, se ele está possuído pelo texto – a beleza acontece. E o texto apossase do corpo de quem ouve. Mas se aquele que lê não domina a técnica, se luta com as palavras, se não desliza sobre elas – a leitura não produz prazer: queremos logo que ela acabe.
Rubem Alves. http://pagina-de-vida.blogspot.com/2007/05/o-prazerda- leitura-rubem-alves.html. Acesso em 15/03/2012. Excertos.
No que se refere a aspectos morfossintáticos do Texto, analise as proposições abaixo.
  1. No trecho: “Somente depois, já fascinado pela música, fui aprender as notas – porque queria tocar piano.”, os sujeitos dos verbos sublinhados, embora estejam elípticos, são os mesmos.
  2. A opção de iniciar o segundo parágrafo com o pronome “isso” leva o leitor a retomar porções anteriores do texto.
  3. No trecho: “Se aquele que lê é um artista, se ele domina a técnica, se ele desliza sobre as palavras, se ele está possuído pelo texto – a beleza acontece.”, identificamos a repetição de orações de valor condicional.
  4. No trecho: “Tudo começa quando a criança fica fascinada com as coisas maravilhosas que moram dentro do livro.”, o segmento destacado tem valor adjetivo.
Estão corretas:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
938460 Ano: 2012
Disciplina: Comunicação Social
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
Provas:
Embora não haja uma receita para se administrar crises, uma vez que elas normalmente acontecem sem aviso prévio e dificilmente se repetem, existem alguns pontos de que todas as organizações devem cuidar a fim de evitar e gerenciar as crises. Assinale a alternativa que não corresponde ao modo mais adequado de agir com relação às crises.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
938379 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
A prática da leitura se faz presente em nossas vidas desde o momento em que começamos a "compreender" o mundo à nossa volta. No constante desejo de decifrar e interpretar o sentido das coisas que nos cercam, de perceber o mundo sob diversas perspectivas, de relacionar a realidade ficcional com a que vivemos, no contato com um livro, enfim, em todos estes casos estamos, de certa forma, lendo - embora, muitas vezes, não nos demos conta.
A atividade de leitura não corresponde a uma simples decodificação de símbolos, mas significa, de fato, interpretar e compreender o que se lê. Nesse processamento do texto, tornam-se imprescindíveis também alguns conhecimentos prévios do leitor: os linguísticos, que correspondem ao vocabulário e a regras da língua e seu uso; os textuais, que englobam o conjunto de noções e conceitos sobre o texto; e os de mundo, que correspondem ao acervo pessoal do leitor. Numa leitura satisfatória, ou seja, na qual a compreensão do que se lê é alcançada, esses diversos tipos de conhecimento estão em interação. Percebemos, então, que a leitura é um processo interativo.
Quando nos referimos à necessidade do conhecimento prévio de mundo para a compreensão da leitura, podemos inferir o caráter subjetivo que essa atividade assume. Assim, conforme afirma Leonardo Boff, cada um lê com os olhos que tem. E interpreta onde os pés pisam. Todo ponto de vista é a vista de um ponto. Para entender o que alguém lê, é necessário saber como são seus olhos e qual é a sua visão de mundo. Isto faz da leitura sempre uma releitura. Sendo assim, fica evidente que cada leitor é coautor.
A partir daí, podemos começar a refletir sobre o relacionamento leitor-texto. Já dissemos que ler é, acima de tudo, compreender. Para que isso aconteça, além dos já referidos processamento cognitivo da leitura e conhecimentos prévios necessários a ela, é preciso que o leitor esteja comprometido com sua leitura. Ele precisa manter um posicionamento crítico sobre o que lê, não apenas passivo. Quando atende a essa necessidade, o leitor se projeta no texto, levando para dentro dele toda sua vivência pessoal, com suas emoções, expectativas, seus
preconceitos etc. É por isso que consegue ser tocado pela leitura.
Assim, o leitor mergulha no texto e se confunde com ele, em busca de seu sentido. Ao comparar o leitor a uma aranha, Roland Barthes afirma que “o texto se faz, se trabalha através de um entrelaçamento perpétuo; perdido neste tecido - nessa textura -, o sujeito se desfaz nele, qual uma aranha que se dissolve ela mesma nas secreções construtivas de sua teia.” Dessa forma, o único limite para a amplidão da leitura é a imaginação do leitor; é ele mesmo quem constrói as imagens acerca do que está lendo. Por isso ela se revela como uma atividade extremamente frutífera e prazerosa. Por meio dela, além de adquirirmos mais conhecimentos e cultura - o que nos fornece maior
capacidade de diálogo e nos prepara melhor para atingir às necessidades de um mercado de trabalho exigente -, experimentamos novas experiências, ao conhecermos mais do mundo em que vivemos e também sobre nós mesmos, já que ela nos leva à reflexão.
E refletir, sabemos, é o que permite ao homem abrir as portas de sua percepção. Quando movido por curiosidade, pelo desejo de crescer, o homem se renova constantemente, tornando-se cada dia mais apto a estar no mundo, capaz de compreender até as entrelinhas daquilo que ouve e vê, do sistema em que está inserido. Assim, tem ampliada sua visão de mundo e seu horizonte de expectativas. Desse modo, a leitura se configura como um poderoso e essencial instrumento libertário para a sobrevivência do homem.
Há, entretanto, uma condição para que a leitura seja de fato prazerosa e válida: o desejo do leitor. Como afirma Daniel Pennac, "o verbo ler não suporta o imperativo". Quando transformada em obrigação, a leitura se resume a simples enfado. Para suscitar esse desejo e garantir o prazer da leitura, Pennac prescreve alguns direitos do leitor, como o de escolher o que quer ler, o de reler, o de ler em qualquer lugar, ou, até mesmo, o de não ler. Respeitados esses direitos, o leitor, da mesma forma, passa a respeitar e valorizar a leitura. Está criado, então, um vínculo indissociável. A leitura passa a ser um imã que atrai e prende o leitor, numa relação de amor da qual ele, por sua vez, não deseja desprender-se.
Maria Carolina. Disponível em: http://colegiosantamaria.com.br/ santamaria/aprenda-mais/artigos/ver.asp?artigo_id=2. Acesso em 15/03/2012. Adaptado.
“o texto se faz, se trabalha através de um entrelaçamento perpétuo; perdido neste tecido - nessa textura -, o sujeito se desfaz nele, qual uma aranha que se dissolve ela mesma nas secreções construtivas de sua teia.” (5º §). O termo destacado nesse trecho tem função:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
873240 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: NUCEPE
Orgão: Câm. Teresina-PI
Eu aprendi a gostar de música clássica muito antes de saber as notas: a minha mãe tocava-as ao piano e elas ficaram gravadas na minha cabeça. Somente depois, já fascinado pela música, fui aprender as notas – porque queria tocar piano. A aprendizagem da música começa
como percepção de uma totalidade – e nunca com o conhecimento das partes.
Isso é verdadeiro também sobre aprender a ler. Tudo começa quando a criança fica fascinada com as coisas maravilhosas que moram dentro do livro. Não são as letras, as sílabas e as palavras que fascinam. É a história. A aprendizagem da leitura começa antes da aprendizagem das letras: quando alguém lê e a criança escuta com prazer. A criança volta-se para aqueles sinais misteriosos chamados letras. Deseja decifrá-los, compreendê-los – porque eles são a chave que abre o mundo das delícias que moram no livro! Deseja autonomia: ser capaz de chegar ao prazer do texto sem precisar da mediação da pessoa que o está a ler.
[...]
Todo texto é uma partitura musical. As palavras são as notas. Se aquele que lê é um artista, se ele domina a técnica, se ele desliza sobre as palavras, se ele está possuído pelo texto – a beleza acontece. E o texto apossase do corpo de quem ouve. Mas se aquele que lê não domina a técnica, se luta com as palavras, se não desliza sobre elas – a leitura não produz prazer: queremos logo que ela acabe.
Rubem Alves. http://pagina-de-vida.blogspot.com/2007/05/o-prazerda- leitura-rubem-alves.html. Acesso em 15/03/2012. Excertos.
Uma ideia compartilhada pelos autores dos Textos é a de que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas