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Foram encontradas 60 questões.

730266 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Os registros contábeis devem ser efetuados de forma analítica, refletindo a transação constante em documento hábil, em consonância com os Princípios de Contabilidade. Assinale a alternativa que NÃO contempla um elemento essencial do registro contábil.
 

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729593 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Conta contábil é a expressão qualitativa e quantitativa de atos e fatos de mesma natureza, evidenciando a composição, variação e estado do patrimônio, bem como de bens, direitos, obrigações e situações nele não compreendidas, mas que, direta ou indiretamente, possam vir a afetá-lo. Assinale a alternativa que NÃO corresponde a uma função da conta contábil.
 

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729443 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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A Demonstração Contábil aplicada ao setor público, onde são relacionados os ingressos, inclusive decorrentes de receitas originárias e derivadas, assim como os desembolsos relacionados com a ação pública, dentre outros itens, é denominada:
 

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729310 Ano: 2015
Disciplina: Auditoria
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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O controle interno serve como suporte do sistema de informação contábil, no sentido de minimizar riscos e dar efetividade às informações da contabilidade, visando contribuir para o alcance dos objetivos da entidade do setor público. Assinale a alternativa que NÃO contempla a finalidade do controle interno.
 

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729098 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Assinale a alternativa que NÃO contempla a norma contábil que estabelece critérios de mensuração e reconhecimento para o registro contábil da Depreciação, Amortização e Exaustão.
 

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727734 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
“Bata na madeira”
Em diferentes culturas, é comum ver pessoas fazendo alguns movimentos rituais depois de dizer ou ouvir algo que pode ser relacionado a um “mau agouro” – bater na madeira é um exemplo conhecido dessas ações de esquiva. Agora, um estudo sugere uma explicação para o comportamento supersticioso: gestos desse tipo parecem, de alguma forma, ajudar a afastar ideias negativas da mente.
Pesquisadores da Universidade de Chicago e da Universidade Nacional de Cingapura envolveram alguns voluntários numa conversa banal. Em seguida, conduziram o assunto para um tema relacionado a um infortúnio específico. Um cientista, por exemplo, comentou tragédias automobilísticas e, depois, perguntou: “Acredita que existe alguma possibilidade de que você ou alguém próximo vá sofrer um terrível acidente de carro no próximo inverno?”. Alguns voluntários tiveram de escolher uma entre três respostas neutras apresentadas pelos pesquisadores; outros optaram por uma entre três alternativas elaboradas para soarem presunçosas, como “De jeito nenhum. Ninguém que eu conheça vai passar por isso. É simplesmente impossível”. Um pré-teste já havia confirmado que na verdade esse tipo de argumentação provocava nos participantes uma sensação que pode ser descrita como “desafiar o destino”. Os indivíduos foram instruídos, então, a tentar clarear os pensamentos enquanto batiam na parte de cima ou de baixo de uma mesa de madeira ou, se quisessem, poderiam optar por não executar nenhuma ação.
Os resultados mostraram que aqueles que tinham o sentimento de ter provocado o acaso foram mais propensos a se preocupar com acidentes de carro após a conversa. Entre os que bateram na parte superior da mesa, porém, esse receio diminuiu ao mesmo nível do dos voluntários que deram respostas que não os levavam a crer que haviam testado o destino. Já os participantes que bateram embaixo do móvel ou que não realizaram nenhuma ação continuaram aflitos. Os pesquisadores testaram também outros movimentos que sugeriam aproximação ou evasão. Por exemplo, atirar uma bola – ou somente fingir – foi capaz de reverter o efeito do mau agouro percebido, enquanto apenas segurá-la não. Ao todo, cinco experimentos publicados em junho passado na “Journal of Experimental Psychology” mostram que qualquer comportamento de esquiva pode ajudar a aliviar uma mente agitada.
As ações de esquiva parecem, de acordo com os autores, ter uma espécie de efeito amortecedor sobre a imaginação. Outras perguntas revelaram que indivíduos que o executaram tendiam a manter imagens mentais de resultados negativos mais vivas do que quem teve uma reação de esquiva. Os cientistas sugerem que esses comportamentos são comuns em todas as culturas e ajudam a confortar até mesmo os não supersticiosos, na medida em que enfraquecem a representação psíquica do evento temido.
(Fonte: Texto adaptado – Revista Mente & Cérebro – fev/2015)
Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os verbos, em seu contexto de ocorrência, à sua classificação quanto à predicação.
Coluna 1
1. Verbo Transitivo Direto.
2. Verbo Transitivo Indireto.
3. Verbo Transitivo Direto e Indireto.
4. Verbo Intransitivo.
5. Verbo de Ligação.
Coluna 2
( ) conduziram.
( ) mostraram.
( ) diminuiu.
( ) tendiam.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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726701 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
“Bata na madeira”
Em diferentes culturas, é comum ver pessoas fazendo alguns movimentos rituais depois de dizer ou ouvir algo que pode ser relacionado a um “mau agouro” – bater na madeira é um exemplo conhecido dessas ações de esquiva. Agora, um estudo sugere uma explicação para o comportamento supersticioso: gestos desse tipo parecem, de alguma forma, ajudar a afastar ideias negativas da mente.
Pesquisadores da Universidade de Chicago e da Universidade Nacional de Cingapura envolveram alguns voluntários numa conversa banal. Em seguida, conduziram o assunto para um tema relacionado a um infortúnio específico. Um cientista, por exemplo, comentou tragédias automobilísticas e, depois, perguntou: “Acredita que existe alguma possibilidade de que você ou alguém próximo vá sofrer um terrível acidente de carro no próximo inverno?”. Alguns voluntários tiveram de escolher uma entre três respostas neutras apresentadas pelos pesquisadores; outros optaram por uma entre três alternativas elaboradas para soarem presunçosas, como “De jeito nenhum. Ninguém que eu conheça vai passar por isso. É simplesmente impossível”. Um pré-teste já havia confirmado que na verdade esse tipo de argumentação provocava nos participantes uma sensação que pode ser descrita como “desafiar o destino”. Os indivíduos foram instruídos, então, a tentar clarear os pensamentos enquanto batiam na parte de cima ou de baixo de uma mesa de madeira ou, se quisessem, poderiam optar por não executar nenhuma ação.
Os resultados mostraram que aqueles que tinham o sentimento de ter provocado o acaso foram mais propensos a se preocupar com acidentes de carro após a conversa. Entre os que bateram na parte superior da mesa, porém, esse receio diminuiu ao mesmo nível do dos voluntários que deram respostas que não os levavam a crer que haviam testado o destino. Já os participantes que bateram embaixo do móvel ou que não realizaram nenhuma ação continuaram aflitos. Os pesquisadores testaram também outros movimentos que sugeriam aproximação ou evasão. Por exemplo, atirar uma bola – ou somente fingir – foi capaz de reverter o efeito do mau agouro percebido, enquanto apenas segurá-la não. Ao todo, cinco experimentos publicados em junho passado na “Journal of Experimental Psychology” mostram que qualquer comportamento de esquiva pode ajudar a aliviar uma mente agitada.
As ações de esquiva parecem, de acordo com os autores, ter uma espécie de efeito amortecedor sobre a imaginação. Outras perguntas revelaram que indivíduos que o executaram tendiam a manter imagens mentais de resultados negativos mais vivas do que quem teve uma reação de esquiva. Os cientistas sugerem que esses comportamentos são comuns em todas as culturas e ajudam a confortar até mesmo os não supersticiosos, na medida em que enfraquecem a representação psíquica do evento temido.
(Fonte: Texto adaptado – Revista Mente & Cérebro – fev/2015)
Analise as afirmações abaixo sobre as ideias contidas no texto:
I. Os comportamentos supersticiosos foram provados cientificamente como eficazes na não realização dos maus agouros.
II. Apenas comportamentos muito específicos, como bater na madeira, podem ajudar a afastar pensamentos negativos da mente.
III. Mesmo aqueles que não acreditam em superstição podem acabar sendo confortados pelos comportamentos de esquiva.
Quais estão corretas?
 

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724641 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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O Art. 64 da referida Lei determina competência à Câmara Municipal para legislar sobre assuntos de interesse local, suplementar à legislação federal e estadual e fiscalizar mediante controle externo:

I. A administração direta e indireta.

II. As fundações.

III. As empresas em que o Município detenha a maioria do capital social com direito a voto.

Quais estão corretas?

 

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724487 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Encarar a mente como máquina é mais dogma que ciência
A conquista da Lua estimulou a imaginação de muita gente. Se foi possível colocar um humano em outro corpo celeste, não tardaria para que Marte fosse conquistado e, lá pelo ano 2000, colônias por todo o Universo estivessem em andamento. Boa parte da ficção científica se inspirou nela, mais preocupada com questões humanas (deslumbramento, isolamento, choque cultural) do que com a parte técnica. Hoje isso acontece com a "singularidade".
O cérebro humano ainda é uma grande incógnita. Por mais que a força bruta do desenvolvimento tecnológico leve a crer que seja possível reproduzi-lo, ainda não se chegou a um consenso a respeito do seu funcionamento. Sem saber o que é inteligência, como separá-la em camadas e decompô-la em módulos, não será possível controlá-la, melhorá-la ou dar a ela qualquer aplicação prática.
Quando se compara o cérebro ao computador, o que é comparado? Em termos de hardware, sua estrutura muda segundo o contexto, a emoção e a utilização da informação recebida. Em software, como medir sua capacidade? Pelo QI? Talento? Memória? Empatia? Agilidade? Aprendizado? Como mensurar a inteligência emocional e outras tantas propostas por teóricos como Howard Gardner?
Para piorar, mudanças anatômicas ou bioquímicas no cérebro alteram completamente alguns processos mentais enquanto mantêm outros inalterados, como bem o sabe quem acorda com vergonha do que fez, alcoolizado, na noite anterior. Isso não acontece em um computador, muito pelo contrário. Os algoritmos que conhecemos funcionam sempre da mesma maneira, pouco importa a máquina em que estejam. Seu Excel pode ser mais lerdo, mas ainda é um Excel.
A metáfora da mente como máquina está mais para dogma do que para ciência. Como um fractal, que imita a forma de planta mas não é vivo, a "inteligência artificial" ainda não é capaz de compreender o que faz. A ideia de que a vida seja computável é um velho resquício taylorista, do qual IBM e Google – não por coincidência principais patrocinadores da tecnologia – são grandes adeptos.
Máquinas "espertas" são fundamentais para o progresso, mas ainda estão longe de se tornar conscientes e deixará o mito de uma singularidade mais próximo. Mas, como todo mito, intangível.
(Fonte: texto adaptado – Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/tec/2014/02/1405903-opiniao-encarar-amente-como-maquina-e-mais-dogma-que-ciencia.shtml.)
Considere a seguinte frase retirada do texto:
Como um fractal, que imita a forma de planta mas não é vivo (1), a "inteligência artificial" ainda não é capaz de compreender o que faz(2)
Os itens sublinhados são classificados, correta e respectivamente, como:
 

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1477005 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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A entidade do setor público deve manter procedimentos uniformes de registros contábeis, por meio de processo manual, mecanizado ou eletrônico, em rigorosa ordem cronológica, como suporte às informações. Assinale a alternativa que NÃO representa uma característica do registro e da informação contábil do setor público, de acordo com os princípios e normas brasileiras aplicadas ao setor público.
Questão Desatualizada

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