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Sobre os deveres do servidor, assinale a alternativa correta.
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Veganismo para leigos
O termo veganismo foi cunhado em 1944, por Donald Watson, fundador da Vegan Society no Reino Unido. Ele criou o termo a partir de um neologismo oriundo da contração da palavra veg (etari) anism = veganism, o que causou uma grande confusão terminológica, que perdura até hoje, já que o termo inicialmente referia-se apenas à retirada de produtos de origem animal da dieta. Somente em 1979 firmou-se o conceito que incluía qualquer forma de exploração animal.
A diferença crucial entre o vegetarianismo e o veganismo passou, então, a designar o primeiro como alusivo somente à alimentação pautada unicamente em vegetais, em geral considerando razões religiosas ou de saúde; e o segundo abrangendo também outros setores da vida humana e rejeitando diretamente qualquer forma de exploração animal para qualquer fim.
Embora o veganismo, da maneira como o entendemos hoje, exista já há algumas décadas, o interesse por ele tem sido crescente nos últimos anos, e sua importância tem se mostrado cada vez mais presente no mundo todo; no Brasil não é diferente. Infelizmente, as fontes de dados estatísticos são mais precisas em países como Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha e Portugal, cujas populações veganas são mais significativas, e há um interesse nessa pesquisa. Por aqui, as estatísticas geralmente unem dados de vegetarianos e veganos; esse é o principal motivo de não haver dados exclusivos da população vegana. Entretanto, o que pode ser observável de forma mais empírica e que evidencia o crescimento do veganismo é o crescimento do mercado, isto é, diversos empreendimentos, eventos, grupos em redes sociais, oferta de produtos, estabelecimentos que visam a atender essa demanda. Até mesmo vêm surgindo cada vez mais indústrias veganas. Como os dados estatísticos, geralmente, são feitos por órgãos governamentais, por não se tratar de uma população majoritária, não há qualquer interesse nessa pesquisa.
Também, com tantos escândalos, notícias e divulgações científicas sobre os múltiplos problemas envolvidos no consumo de produtos de origem animal, especialmente as questões éticas sobre o próprio uso dos animais, torna-se cada vez mais difícil sustentar a crença de que eles são necessários aos seres humanos em qualquer âmbito. No direito e na filosofia, debate-se com cada vez mais seriedade a questão de direitos animais e as questões éticas referentes ao seu uso. Nas neurociências e na psicologia, seguimos avançando com informações fundamentais acerca da senciência, que, objetivamente, refere-se à capacidade dos seres (inclusive humanos) de sentir e perceber dor e medo e evitá-los, bem como sentir, perceber e buscar o prazer por meio da liberdade de realizar a própria natureza. Explorar outras espécies sencientes como nós, simplesmente porque não fazem parte de nossa própria espécie, é justificável moralmente? Esse é o questionamento central do veganismo, ou seja, a crença de que os animais não humanos existem exclusivamente para servir aos humanos e atender seus interesses, sejam eles econômicos ou emocionais, como se não fossem seres, mas objetos.
O veganismo não é apenas um tipo de alimentação; embora seja atrelado à escolha dietética, esta está longe de ser o foco central.
Certamente, a dieta é uma parte importantíssima da questão, já que é um aspecto crucial e intrínseco à existência e à vida, mas ela definitivamente não é a única. Talvez seja a mais fácil num primeiro momento. Ao contrário do que muitos acreditam, também não se trata do problema do sofrimento animal ou do tratamento cruel que recebem ao serem explorados – o que por si só já seria totalmente objetável – mas sim da própria exploração, o próprio uso dos animais em si, independentemente de causar sofrimento físico ou psicológico.
O veganismo questiona a comodificação dos seres de outras espécies, isto é, a deliberação de torná-los coisas, objetos sem qualquer valor inerente, passíveis de uso. Certamente não podemos desconsiderar que a nossa cultura foi amplamente programada para depender da exploração animal e fez crer, por meio da mídia, associada a corporações e instituições, que esse sistema era normal, necessário e, por isso, deveria ser aceito e até mesmo adotado como fetiche por toda a sociedade. Com toda a capacidade criativa humana, nós nos desenvolvemos imensamente do ponto de vista tecnológico, mas nos esquivamos de usar esse desenvolvimento para não mais explorar animais, mesmo com tantas possibilidades que se desvelam nesse sentido.
FONTE: Texto especialmente adaptado para esta prova. Original disponível em: http://
www.personare.com.br/veganismo-para-leigos-m769. Acesso em 24/04/2017.
Considere as seguintes possibilidades de mudança na estrutura e no emprego de sinais de pontuação no seguinte período, retirado do texto.
O veganismo não é apenas um tipo de alimentação; embora seja atrelado à escolha dietética, esta está longe de ser o foco central.
I. O veganismo não é apenas um tipo de alimentação. Embora seja atrelado à escolha dietética, esta está longe de ser o foco central.
II. O veganismo não é apenas um tipo de alimentação, embora seja atrelado à escolha dietética. Esta está longe de ser o foco central.
III. Embora seja atrelado à escolha dietética (a qual está longe ser o foco central), o veganismo não é apenas um tipo de alimentação.
IV. O veganismo, embora seja atrelado à escolha dietética; não é apenas um tipo de alimentação, esta está longe de ser o foco central.
Quais mantêm a correção estrutural e o sentido original?
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O termo veganismo foi cunhado em 1944, por Donald Watson, fundador da Vegan Society no Reino Unido. Ele criou o termo a partir de um neologismo oriundo da contração da palavra veg (etari)anism = veganism, o que causou uma grande confusão terminológica, que perdura até hoje, já que o termo inicialmente referia-se apenas à retirada de produtos de origem animal da dieta. Somente em 1979 firmou-se o conceito que incluía qualquer forma de exploração animal.
A diferença crucial entre o vegetarianismo e o veganismo passou, então, a designar o primeiro como alusivo somente à alimentação pautada unicamente em vegetais, em geral considerando razões religiosas ou de saúde; e o segundo abrangendo também outros setores da vida humana e rejeitando diretamente qualquer forma de exploração animal para qualquer fim.
Embora o veganismo, da maneira como o entendemos hoje, exista já há algumas décadas, o interesse por ele tem sido crescente nos últimos anos, e sua importância tem se mostrado cada vez mais presente no mundo todo; no Brasil não é diferente. Infelizmente, as fontes de dados estatísticos são mais precisas em países como Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha e Portugal, cujas populações veganas são mais significativas, e há um interesse nessa pesquisa. Por aqui, as estatísticas geralmente unem dados de vegetarianos e veganos; esse é o principal motivo de não haver dados exclusivos da população vegana. Entretanto, o que pode ser observável de forma mais empírica e que evidencia o crescimento do veganismo é o crescimento do mercado, isto é, diversos empreendimentos, eventos, grupos em redes sociais, oferta de produtos, estabelecimentos que visam a atender essa demanda. Até mesmo vêm surgindo cada vez mais indústrias veganas. Como os dados estatísticos, geralmente, são feitos por órgãos governamentais, por não se tratar de uma população majoritária, não há qualquer interesse nessa pesquisa.
Também, com tantos escândalos, notícias e divulgações científicas sobre os múltiplos problemas envolvidos no consumo de produtos de origem animal, especialmente as questões éticas sobre o próprio uso dos animais, torna-se cada vez mais difícil sustentar a crença de que eles são necessários aos seres humanos em qualquer âmbito. No direito e na filosofia, debate-se com cada vez mais seriedade a questão de direitos animais e as questões éticas referentes ao seu uso. Nas neurociências e na psicologia, seguimos avançando com informações fundamentais acerca da senciência, que, objetivamente, refere-se à capacidade dos seres (inclusive humanos) de sentir e perceber dor e medo e evitá-los, bem como sentir, perceber e buscar o prazer por meio da liberdade de realizar a própria natureza. Explorar outras espécies sencientes como nós, simplesmente porque não fazem parte de nossa própria espécie, é justificável moralmente? Esse é o questionamento central do veganismo, ou seja, a crença de que os animais não humanos existem exclusivamente para servir aos humanos e atender seus interesses, sejam eles econômicos ou emocionais, como se não fossem seres, mas objetos.
O veganismo não é apenas um tipo de alimentação; embora seja atrelado à escolha dietética, esta está longe de ser o foco central.
Certamente, a dieta é uma parte importantíssima da questão, já que é um aspecto crucial e intrínseco à existência e à vida, mas ela definitivamente não é a única. Talvez seja a mais fácil num primeiro momento. Ao contrário do que muitos acreditam, também não se trata do problema do sofrimento animal ou do tratamento cruel que recebem ao serem explorados – o que por si só já seria totalmente objetável – mas sim da própria exploração, o próprio uso dos animais em si, independentemente de causar sofrimento físico ou psicológico.
O veganismo questiona a comodificação dos seres de outras espécies, isto é, a deliberação de torná-los coisas, objetos sem qualquer valor inerente, passíveis de uso. Certamente não podemos desconsiderar que a nossa cultura foi amplamente programada para depender da exploração animal e fez crer, por meio da mídia, associada a corporações e instituições, que esse sistema era normal, necessário e, por isso, deveria ser aceito e até mesmo adotado como fetiche por toda a sociedade. Com toda a capacidade criativa humana, nós nos desenvolvemos imensamente do ponto de vista tecnológico, mas nos esquivamos de usar esse desenvolvimento para não mais explorar animais, mesmo com tantas possibilidades que se desvelam nesse sentido.
FONTE: Texto especialmente adaptado para esta prova. Original disponível em: http://
www.personare.com.br/veganismo-para-leigos-m769. Acesso em 24/04/2017.
Assinale V, se verdadeiras ou F, se falsas nas seguintes afirmativas sobre palavras retiradas do texto.
( ) Em leigos, meio e animais, há ditongo.
( ) Em pesquisa, demanda e crescimento, há dígrafo.
( ) Em esquivamos, humanos e possibilidades, há mais letras do que fonemas.
( ) Em vegetais e majoritária, um mesmo fonema é representado por letras diferentes; já em origem e veganismo, uma mesma letra representa fonemas diferentes.
A ordem correta de preenchimento dos parentes, de cima para baixo, é:
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O termo veganismo foi cunhado em 1944, por Donald Watson, fundador da Vegan Society no Reino Unido. Ele criou o termo a partir de um neologismo oriundo da contração da palavra veg (etari)anism = veganism, o que causou uma grande confusão terminológica, que perdura até hoje, já que o termo inicialmente referia-se apenas à retirada de produtos de origem animal da dieta. Somente em 1979 firmou-se o conceito que incluía qualquer forma de exploração animal.
A diferença crucial entre o vegetarianismo e o veganismo passou, então, a designar o primeiro como alusivo somente à alimentação pautada unicamente em vegetais, em geral considerando razões religiosas ou de saúde; e o segundo abrangendo também outros setores da vida humana e rejeitando diretamente qualquer forma de exploração animal para qualquer fim.
Embora o veganismo, da maneira como o entendemos hoje, exista já há algumas décadas, o interesse por ele tem sido crescente nos últimos anos, e sua importância tem se mostrado cada vez mais presente no mundo todo; no Brasil não é diferente. Infelizmente, as fontes de dados estatísticos são mais precisas em países como Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha e Portugal, cujas populações veganas são mais significativas, e há um interesse nessa pesquisa. Por aqui, as estatísticas geralmente unem dados de vegetarianos e veganos; esse é o principal motivo de não haver dados exclusivos da população vegana. Entretanto, o que pode ser observável de forma mais empírica e que evidencia o crescimento do veganismo é o crescimento do mercado, isto é, diversos empreendimentos, eventos, grupos em redes sociais, oferta de produtos, estabelecimentos que visam a atender essa demanda. Até mesmo vêm surgindo cada vez mais indústrias veganas. Como os dados estatísticos, geralmente, são feitos por órgãos governamentais, por não se tratar de uma população majoritária, não há qualquer interesse nessa pesquisa.
Também, com tantos escândalos, notícias e divulgações científicas sobre os múltiplos problemas envolvidos no consumo de produtos de origem animal, especialmente as questões éticas sobre o próprio uso dos animais, torna-se cada vez mais difícil sustentar a crença de que eles são necessários aos seres humanos em qualquer âmbito. No direito e na filosofia, debate-se com cada vez mais seriedade a questão de direitos animais e as questões éticas referentes ao seu uso. Nas neurociências e na psicologia, seguimos avançando com informações fundamentais acerca da senciência, que, objetivamente, refere-se à capacidade dos seres (inclusive humanos) de sentir e perceber dor e medo e evitá-los, bem como sentir, perceber e buscar o prazer por meio da liberdade de realizar a própria natureza. Explorar outras espécies sencientes como nós, simplesmente porque não fazem parte de nossa própria espécie, é justificável moralmente? Esse é o questionamento central do veganismo, ou seja, a crença de que os animais não humanos existem exclusivamente para servir aos humanos e atender seus interesses, sejam eles econômicos ou emocionais, como se não fossem seres, mas objetos.
O veganismo não é apenas um tipo de alimentação; embora seja atrelado à escolha dietética, esta está longe de ser o foco central.
Certamente, a dieta é uma parte importantíssima da questão, já que é um aspecto crucial e intrínseco à existência e à vida, mas ela definitivamente não é a única. Talvez seja a mais fácil num primeiro momento. Ao contrário do que muitos acreditam, também não se trata do problema do sofrimento animal ou do tratamento cruel que recebem ao serem explorados – o que por si só já seria totalmente objetável – mas sim da própria exploração, o próprio uso dos animais em si, independentemente de causar sofrimento físico ou psicológico.
O veganismo questiona a comodificação dos seres de outras espécies, isto é, a deliberação de torná-los coisas, objetos sem qualquer valor inerente, passíveis de uso. Certamente não podemos desconsiderar que a nossa cultura foi amplamente programada para depender da exploração animal e fez crer, por meio da mídia, associada a corporações e instituições, que esse sistema era normal, necessário e, por isso, deveria ser aceito e até mesmo adotado como fetiche por toda a sociedade. Com toda a capacidade criativa humana, nós nos desenvolvemos imensamente do ponto de vista tecnológico, mas nos esquivamos de usar esse desenvolvimento para não mais explorar animais, mesmo com tantas possibilidades que se desvelam nesse sentido.
FONTE: Texto especialmente adaptado para esta prova. Original disponível em: http://
www.personare.com.br/veganismo-para-leigos-m769. Acesso em 24/04/2017.
Considere as seguintes possibilidades de reescrita da frase abaixo, retirada do texto:
No direito e na filosofia, debate-se com cada vez mais seriedade a questão de direitos animais e as questões éticas referentes ao seu uso.
I. Com cada vez mais seriedade, debatem-se – no direito e na filosofia – a questão de direitos animais e as questões éticas referentes ao seu uso.
II. No direito e na filosofia, a questão de direitos animais e as questões éticas referentes ao uso desses seres são debatidas com cada vez mais seriedade.
III. As questões éticas referentes ao uso dos animais, assim como o aspecto referente a seus direitos, são alvo de debates aos quais se imprime crescente seriedade.
IV. Aos animais – especificamente as questões relativas a seu uso e a seus direitos – são debatidos, cada vez mais, no direito e na filosofia.
Quais preservam o sentido original e a correção linguística?
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O termo veganismo foi cunhado em 1944, por Donald Watson, fundador da Vegan Society no Reino Unido. Ele criou o termo a partir de um neologismo oriundo da contração da palavra veg (etari)anism = veganism, o que causou uma grande confusão terminológica, que perdura até hoje, já que o termo inicialmente referia-se apenas à retirada de produtos de origem animal da dieta. Somente em 1979 firmou-se o conceito que incluía qualquer forma de exploração animal.
A diferença crucial entre o vegetarianismo e o veganismo passou, então, a designar o primeiro como alusivo somente à alimentação pautada unicamente em vegetais, em geral considerando razões religiosas ou de saúde; e o segundo abrangendo também outros setores da vida humana e rejeitando diretamente qualquer forma de exploração animal para qualquer fim.
Embora o veganismo, da maneira como o entendemos hoje, exista já há algumas décadas, o interesse por ele tem sido crescente nos últimos anos, e sua importância tem se mostrado cada vez mais presente no mundo todo; no Brasil não é diferente. Infelizmente, as fontes de dados estatísticos são mais precisas em países como Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha e Portugal, cujas populações veganas são mais significativas, e há um interesse nessa pesquisa. Por aqui, as estatísticas geralmente unem dados de vegetarianos e veganos; esse é o principal motivo de não haver dados exclusivos da população vegana. Entretanto, o que pode ser observável de forma mais empírica e que evidencia o crescimento do veganismo é o crescimento do mercado, isto é, diversos empreendimentos, eventos, grupos em redes sociais, oferta de produtos, estabelecimentos que visam a atender essa demanda. Até mesmo vêm surgindo cada vez mais indústrias veganas. Como os dados estatísticos, geralmente, são feitos por órgãos governamentais, por não se tratar de uma população majoritária, não há qualquer interesse nessa pesquisa.
Também, com tantos escândalos, notícias e divulgações científicas sobre os múltiplos problemas envolvidos no consumo de produtos de origem animal, especialmente as questões éticas sobre o próprio uso dos animais, torna-se cada vez mais difícil sustentar a crença de que eles são necessários aos seres humanos em qualquer âmbito. No direito e na filosofia, debate-se com cada vez mais seriedade a questão de direitos animais e as questões éticas referentes ao seu uso. Nas neurociências e na psicologia, seguimos avançando com informações fundamentais acerca da senciência, que, objetivamente, refere-se à capacidade dos seres (inclusive humanos) de sentir e perceber dor e medo e evitá-los, bem como sentir, perceber e buscar o prazer por meio da liberdade de realizar a própria natureza. Explorar outras espécies sencientes como nós, simplesmente porque não fazem parte de nossa própria espécie, é justificável moralmente? Esse é o questionamento central do veganismo, ou seja, a crença de que os animais não humanos existem exclusivamente para servir aos humanos e atender seus interesses, sejam eles econômicos ou emocionais, como se não fossem seres, mas objetos.
O veganismo não é apenas um tipo de alimentação; embora seja atrelado à escolha dietética, esta está longe de ser o foco central.
Certamente, a dieta é uma parte importantíssima da questão, já que é um aspecto crucial e intrínseco à existência e à vida, mas ela definitivamente não é a única. Talvez seja a mais fácil num primeiro momento. Ao contrário do que muitos acreditam, também não se trata do problema do sofrimento animal ou do tratamento cruel que recebem ao serem explorados – o que por si só já seria totalmente objetável – mas sim da própria exploração, o próprio uso dos animais em si, independentemente de causar sofrimento físico ou psicológico.
O veganismo questiona a comodificação dos seres de outras espécies, isto é, a deliberação de torná-los coisas, objetos sem qualquer valor inerente, passíveis de uso. Certamente não podemos desconsiderar que a nossa cultura foi amplamente programada para depender da exploração animal e fez crer, por meio da mídia, associada a corporações e instituições, que esse sistema era normal, necessário e, por isso, deveria ser aceito e até mesmo adotado como fetiche por toda a sociedade. Com toda a capacidade criativa humana, nós nos desenvolvemos imensamente do ponto de vista tecnológico, mas nos esquivamos de usar esse desenvolvimento para não mais explorar animais, mesmo com tantas possibilidades que se desvelam nesse sentido.
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www.personare.com.br/veganismo-para-leigos-m769. Acesso em 24/04/2017.
Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação INCORRETA quanto à acentuação gráfica de vocábulos do texto.
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A diferença crucial entre o vegetarianismo e o veganismo passou, então, a designar o primeiro como alusivo somente à alimentação pautada unicamente em vegetais, em geral considerando razões religiosas ou de saúde; e o segundo abrangendo também outros setores da vida humana e rejeitando diretamente qualquer forma de exploração animal para qualquer fim.
Embora o veganismo, da maneira como o entendemos hoje, exista já há algumas décadas, o interesse por ele tem sido crescente nos últimos anos, e sua importância tem se mostrado cada vez mais presente no mundo todo; no Brasil não é diferente. Infelizmente, as fontes de dados estatísticos são mais precisas em países como Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha e Portugal, cujas populações veganas são mais significativas, e há um interesse nessa pesquisa. Por aqui, as estatísticas geralmente unem dados de vegetarianos e veganos; esse é o principal motivo de não haver dados exclusivos da população vegana. Entretanto, o que pode ser observável de forma mais empírica e que evidencia o crescimento do veganismo é o crescimento do mercado, isto é, diversos empreendimentos, eventos, grupos em redes sociais, oferta de produtos, estabelecimentos que visam a atender essa demanda. Até mesmo vêm surgindo cada vez mais indústrias veganas. Como os dados estatísticos, geralmente, são feitos por órgãos governamentais, por não se tratar de uma população majoritária, não há qualquer interesse nessa pesquisa.
Também, com tantos escândalos, notícias e divulgações científicas sobre os múltiplos problemas envolvidos no consumo de produtos de origem animal, especialmente as questões éticas sobre o próprio uso dos animais, torna-se cada vez mais difícil sustentar a crença de que eles são necessários aos seres humanos em qualquer âmbito. No direito e na filosofia, debate-se com cada vez mais seriedade a questão de direitos animais e as questões éticas referentes ao seu uso. Nas neurociências e na psicologia, seguimos avançando com informações fundamentais acerca da senciência, que, objetivamente, refere-se à capacidade dos seres (inclusive humanos) de sentir e perceber dor e medo e evitá-los, bem como sentir, perceber e buscar o prazer por meio da liberdade de realizar a própria natureza. Explorar outras espécies sencientes como nós, simplesmente porque não fazem parte de nossa própria espécie, é justificável moralmente? Esse é o questionamento central do veganismo, ou seja, a crença de que os animais não humanos existem exclusivamente para servir aos humanos e atender seus interesses, sejam eles econômicos ou emocionais, como se não fossem seres, mas objetos.
O veganismo não é apenas um tipo de alimentação; embora seja atrelado à escolha dietética, esta está longe de ser o foco central.
Certamente, a dieta é uma parte importantíssima da questão, já que é um aspecto crucial e intrínseco à existência e à vida, mas ela definitivamente não é a única. Talvez seja a mais fácil num primeiro momento. Ao contrário do que muitos acreditam, também não se trata do problema do sofrimento animal ou do tratamento cruel que recebem ao serem explorados – o que por si só já seria totalmente objetável – mas sim da própria exploração, o próprio uso dos animais em si, independentemente de causar sofrimento físico ou psicológico.
O veganismo questiona a comodificação dos seres de outras espécies, isto é, a deliberação de torná-los coisas, objetos sem qualquer valor inerente, passíveis de uso. Certamente não podemos desconsiderar que a nossa cultura foi amplamente programada para depender da exploração animal e fez crer, por meio da mídia, associada a corporações e instituições, que esse sistema era normal, necessário e, por isso, deveria ser aceito e até mesmo adotado como fetiche por toda a sociedade. Com toda a capacidade criativa humana, nós nos desenvolvemos imensamente do ponto de vista tecnológico, mas nos esquivamos de usar esse desenvolvimento para não mais explorar animais, mesmo com tantas possibilidades que se desvelam nesse sentido.
FONTE: Texto especialmente adaptado para esta prova. Original disponível em: http://
www.personare.com.br/veganismo-para-leigos-m769. Acesso em 24/04/2017.
No fragmento “(...) o que causou uma grande confusão terminológica, que perdura até hoje (...)”, O verbo grifado apresenta a mesma predicação que o verbo da alternativa:
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A diferença crucial entre o vegetarianismo e o veganismo passou, então, a designar o primeiro como alusivo somente à alimentação pautada unicamente em vegetais, em geral considerando razões religiosas ou de saúde; e o segundo abrangendo também outros setores da vida humana e rejeitando diretamente qualquer forma de exploração animal para qualquer fim.
Embora o veganismo, da maneira como o entendemos hoje, exista já há algumas décadas, o interesse por ele tem sido crescente nos últimos anos, e sua importância tem se mostrado cada vez mais presente no mundo todo; no Brasil não é diferente. Infelizmente, as fontes de dados estatísticos são mais precisas em países como Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha e Portugal, cujas populações veganas são mais significativas, e há um interesse nessa pesquisa. Por aqui, as estatísticas geralmente unem dados de vegetarianos e veganos; esse é o principal motivo de não haver dados exclusivos da população vegana. Entretanto, o que pode ser observável de forma mais empírica e que evidencia o crescimento do veganismo é o crescimento do mercado, isto é, diversos empreendimentos, eventos, grupos em redes sociais, oferta de produtos, estabelecimentos que visam a atender essa demanda. Até mesmo vêm surgindo cada vez mais indústrias veganas. Como os dados estatísticos, geralmente, são feitos por órgãos governamentais, por não se tratar de uma população majoritária, não há qualquer interesse nessa pesquisa.
Também, com tantos escândalos, notícias e divulgações científicas sobre os múltiplos problemas envolvidos no consumo de produtos de origem animal, especialmente as questões éticas sobre o próprio uso dos animais, torna-se cada vez mais difícil sustentar a crença de que eles são necessários aos seres humanos em qualquer âmbito. No direito e na filosofia, debate-se com cada vez mais seriedade a questão de direitos animais e as questões éticas referentes ao seu uso. Nas neurociências e na psicologia, seguimos avançando com informações fundamentais acerca da senciência, que, objetivamente, refere-se à capacidade dos seres (inclusive humanos) de sentir e perceber dor e medo e evitá-los, bem como sentir, perceber e buscar o prazer por meio da liberdade de realizar a própria natureza. Explorar outras espécies sencientes como nós, simplesmente porque não fazem parte de nossa própria espécie, é justificável moralmente? Esse é o questionamento central do veganismo, ou seja, a crença de que os animais não humanos existem exclusivamente para servir aos humanos e atender seus interesses, sejam eles econômicos ou emocionais, como se não fossem seres, mas objetos.
O veganismo não é apenas um tipo de alimentação; embora seja atrelado à escolha dietética, esta está longe de ser o foco central.
Certamente, a dieta é uma parte importantíssima da questão, já que é um aspecto crucial e intrínseco à existência e à vida, mas ela definitivamente não é a única. Talvez seja a mais fácil num primeiro momento. Ao contrário do que muitos acreditam, também não se trata do problema do sofrimento animal ou do tratamento cruel que recebem ao serem explorados – o que por si só já seria totalmente objetável – mas sim da própria exploração, o próprio uso dos animais em si, independentemente de causar sofrimento físico ou psicológico.
O veganismo questiona a comodificação dos seres de outras espécies, isto é, a deliberação de torná-los coisas, objetos sem qualquer valor inerente, passíveis de uso. Certamente não podemos desconsiderar que a nossa cultura foi amplamente programada para depender da exploração animal e fez crer, por meio da mídia, associada a corporações e instituições, que esse sistema era normal, necessário e, por isso, deveria ser aceito e até mesmo adotado como fetiche por toda a sociedade. Com toda a capacidade criativa humana, nós nos desenvolvemos imensamente do ponto de vista tecnológico, mas nos esquivamos de usar esse desenvolvimento para não mais explorar animais, mesmo com tantas possibilidades que se desvelam nesse sentido.
FONTE: Texto especialmente adaptado para esta prova. Original disponível em: http://
www.personare.com.br/veganismo-para-leigos-m769. Acesso em 24/04/2017.
Assinale a alternativa em que a relação textual apresentada pela expressão à esquerda, retirada do texto, NÃO está corretamente indicada.
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O termo veganismo foi cunhado em 1944, por Donald Watson, fundador da Vegan Society no Reino Unido. Ele criou o termo a partir de um neologismo oriundo da contração da palavra veg (etari)anism = veganism, o que causou uma grande confusão terminológica, que perdura até hoje, já que o termo inicialmente referia-se apenas à retirada de produtos de origem animal da dieta. Somente em 1979 firmou-se o conceito que incluía qualquer forma de exploração animal. A diferença crucial entre o vegetarianismo e o veganismo passou, então, a designar o primeiro como alusivo somente à alimentação pautada unicamente em vegetais, em geral considerando razões religiosas ou de saúde; e o segundo abrangendo também outros setores da vida humana e rejeitando diretamente qualquer forma de exploração animal para qualquer fim.
Embora o veganismo, da maneira como o entendemos hoje, exista já há algumas décadas, o interesse por ele tem sido crescente nos últimos anos, e sua importância tem se mostrado cada vez mais presente no mundo todo; no Brasil não é diferente. Infelizmente, as fontes de dados estatísticos são mais precisas em países como Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha e Portugal, cujas populações veganas são mais significativas, e há um interesse nessa pesquisa. Por aqui, as estatísticas geralmente unem dados de vegetarianos e veganos; esse é o principal motivo de não haver dados exclusivos da população vegana. Entretanto, o que pode ser observável de forma mais empírica e que evidencia o crescimento do veganismo é o crescimento do mercado, isto é, diversos empreendimentos, eventos, grupos em redes sociais, oferta de produtos, estabelecimentos que visam a atender essa demanda. Até mesmo vêm surgindo cada vez mais indústrias veganas. Como os dados estatísticos, geralmente, são feitos por órgãos governamentais, por não se tratar de uma população majoritária, não há qualquer interesse nessa pesquisa.
Também, com tantos escândalos, notícias e divulgações científicas sobre os múltiplos problemas envolvidos no consumo de produtos de origem animal, especialmente as questões éticas sobre o próprio uso dos animais, torna-se cada vez mais difícil sustentar a crença de que eles são necessários aos seres humanos em qualquer âmbito. No direito e na filosofia, debate-se com cada vez mais seriedade a questão de direitos animais e as questões éticas referentes ao seu uso. Nas neurociências e na psicologia, seguimos avançando com informações fundamentais acerca da senciência, que, objetivamente, refere-se à capacidade dos seres (inclusive humanos) de sentir e perceber dor e medo e evitá-los, bem como sentir, perceber e buscar o prazer por meio da liberdade de realizar a própria natureza. Explorar outras espécies sencientes como nós, simplesmente porque não fazem parte de nossa própria espécie, é justificável moralmente? Esse é o questionamento central do veganismo, ou seja, a crença de que os animais não humanos existem exclusivamente para servir aos humanos e atender seus interesses, sejam eles econômicos ou emocionais, como se não fossem seres, mas objetos.
O veganismo não é apenas um tipo de alimentação; embora seja atrelado à escolha dietética, esta está longe de ser o foco central. Certamente, a dieta é uma parte importantíssima da questão, já que é um aspecto crucial e intrínseco à existência e à vida, mas ela definitivamente não é a única. Talvez seja a mais fácil num primeiro momento. Ao contrário do que muitos acreditam, também não se trata do problema do sofrimento animal ou do tratamento cruel que recebem ao serem explorados – o que por si só já seria totalmente objetável – mas sim da própria exploração, o próprio uso dos animais em si, independentemente de causar sofrimento físico ou psicológico.
O veganismo questiona a comodificação dos seres de outras espécies, isto é, a deliberação de torná-los coisas, objetos sem qualquer valor inerente, passíveis de uso. Certamente não podemos desconsiderar que a nossa cultura foi amplamente programada para depender da exploração animal e fez crer, por meio da mídia, associada a corporações e instituições, que esse sistema era normal, necessário e, por isso, deveria ser aceito e até mesmo adotado como fetiche por toda a sociedade. Com toda a capacidade criativa humana, nós nos desenvolvemos imensamente do ponto de vista tecnológico, mas nos esquivamos de usar esse desenvolvimento para não mais explorar animais, mesmo com tantas possibilidades que se desvelam nesse sentido.
FONTE: Texto especialmente adaptado para esta prova. Original disponível em: http://
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Assinale a alternativa que faz uma afirmação INCORRETA sobre o tema abordado no texto.
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Veganismo para leigos
O termo veganismo foi cunhado em 1944, por Donald Watson, fundador da Vegan Society no Reino Unido. Ele criou o termo a partir de um neologismo oriundo da contração da palavra veg (etari)anism = veganism, o que causou uma grande confusão terminológica, que perdura até hoje, já que o termo inicialmente referia-se apenas à retirada de produtos de origem animal da dieta. Somente em 1979 firmou-se o conceito que incluía qualquer forma de exploração animal. A diferença crucial entre o vegetarianismo e o veganismo passou, então, a designar o primeiro como alusivo somente à alimentação pautada unicamente em vegetais, em geral considerando razões religiosas ou de saúde; e o segundo abrangendo também outros setores da vida humana e rejeitando diretamente qualquer forma de exploração animal para qualquer fim.
Embora o veganismo, da maneira como o entendemos hoje, exista já há algumas décadas, o interesse por ele tem sido crescente nos últimos anos, e sua importância tem se mostrado cada vez mais presente no mundo todo; no Brasil não é diferente. Infelizmente, as fontes de dados estatísticos são mais precisas em países como Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha e Portugal, cujas populações veganas são mais significativas, e há um interesse nessa pesquisa. Por aqui, as estatísticas geralmente unem dados de vegetarianos e veganos; esse é o principal motivo de não haver dados exclusivos da população vegana. Entretanto, o que pode ser observável de forma mais empírica e que evidencia o crescimento do veganismo é o crescimento do mercado, isto é, diversos empreendimentos, eventos, grupos em redes sociais, oferta de produtos, estabelecimentos que visam a atender essa demanda. Até mesmo vêm surgindo cada vez mais indústrias veganas. Como os dados estatísticos, geralmente, são feitos por órgãos governamentais, por não se tratar de uma população majoritária, não há qualquer interesse nessa pesquisa.
Também, com tantos escândalos, notícias e divulgações científicas sobre os múltiplos problemas envolvidos no consumo de produtos de origem animal, especialmente as questões éticas sobre o próprio uso dos animais, torna-se cada vez mais difícil sustentar a crença de que eles são necessários aos seres humanos em qualquer âmbito. No direito e na filosofia, debate-se com cada vez mais seriedade a questão de direitos animais e as questões éticas referentes ao seu uso. Nas neurociências e na psicologia, seguimos avançando com informações fundamentais acerca da senciência, que, objetivamente, refere-se à capacidade dos seres (inclusive humanos) de sentir e perceber dor e medo e evitá-los, bem como sentir, perceber e buscar o prazer por meio da liberdade de realizar a própria natureza. Explorar outras espécies sencientes como nós, simplesmente porque não fazem parte de nossa própria espécie, é justificável moralmente? Esse é o questionamento central do veganismo, ou seja, a crença de que os animais não humanos existem exclusivamente para servir aos humanos e atender seus interesses, sejam eles econômicos ou emocionais, como se não fossem seres, mas objetos.
O veganismo não é apenas um tipo de alimentação; embora seja atrelado à escolha dietética, esta está longe de ser o foco central. Certamente, a dieta é uma parte importantíssima da questão, já que é um aspecto crucial e intrínseco à existência e à vida, mas ela definitivamente não é a única. Talvez seja a mais fácil num primeiro momento. Ao contrário do que muitos acreditam, também não se trata do problema do sofrimento animal ou do tratamento cruel que recebem ao serem explorados – o que por si só já seria totalmente objetável – mas sim da própria exploração, o próprio uso dos animais em si, independentemente de causar sofrimento físico ou psicológico.
O veganismo questiona a comodificação dos seres de outras espécies, isto é, a deliberação de torná-los coisas, objetos sem qualquer valor inerente, passíveis de uso. Certamente não podemos desconsiderar que a nossa cultura foi amplamente programada para depender da exploração animal e fez crer, por meio da mídia, associada a corporações e instituições, que esse sistema era normal, necessário e, por isso, deveria ser aceito e até mesmo adotado como fetiche por toda a sociedade. Com toda a capacidade criativa humana, nós nos desenvolvemos imensamente do ponto de vista tecnológico, mas nos esquivamos de usar esse desenvolvimento para não mais explorar animais, mesmo com tantas possibilidades que se desvelam nesse sentido.
FONTE: Texto especialmente adaptado para esta prova. Original disponível em: http://
www.personare.com.br/veganismo-para-leigos-m769. Acesso em 24/04/2017.
Considere as seguintes assertivas sobre a abordagem feita ao veganismo segundo o texto:
I. O texto nos informa que o veganismo já existiu com um sentido diferente do que lhe é atribuído hoje.
II. A causa vegana tem argumentos impactantes, como as notícias sobre os prejuízos causados à saúde pelo consumo de produtos animais, como carne e leite contaminados.
III. Defensores do veganismo difundem a crença de que a exploração dos animais pelo homem é, principalmente, um traço cultural, que deve ser abolido, pois há possibilidades para isso.
IV. Há o entendimento, dos defensores do veganismo, de que os animais são seres sencientes; ou seja, assim como os seres humanos, podem sentir emoções como medo e prazer.
Quais encontram respaldo no texto?
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O termo veganismo foi cunhado em 1944, por Donald Watson, fundador da Vegan Society no Reino Unido. Ele criou o termo a partir de um neologismo oriundo da contração da palavra veg (etari) anism = veganism, o que causou uma grande confusão terminológica, que perdura até hoje, já que o termo inicialmente referia-se apenas à retirada de produtos de origem animal da dieta. Somente em 1979 firmou-se o conceito que incluía qualquer forma de exploração animal. A diferença crucial entre o vegetarianismo e o veganismo passou, então, a designar o primeiro como alusivo somente à alimentação pautada unicamente em vegetais, em geral considerando razões religiosas ou de saúde; e o segundo abrangendo também outros setores da vida humana e rejeitando diretamente qualquer forma de exploração animal para qualquer fim.
Embora o veganismo, da maneira como o entendemos hoje, exista já há algumas décadas, o interesse por ele sido crescente nos últimos anos, e sua importância tem se mostrado cada vez mais presente no mundo todo; no Brasil não é diferente. Infelizmente, as fontes de dados estatísticos são mais precisas em países como Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha e Portugal, cujas populações veganas são mais significativas, e há um interesse nessa pesquisa. Por aqui, as estatísticas geralmente unem dados de vegetarianos e veganos; esse é o principal motivo de não dados exclusivos da população vegana. Entretanto, o que pode ser observável de forma mais empírica e que evidencia o crescimento do veganismo é o crescimento do mercado, isto é, diversos empreendimentos, eventos, grupos em redes sociais, oferta de produtos, estabelecimentos que visam a atender essa demanda. Até mesmo surgindo cada vez mais indústrias veganas. Como os dados estatísticos, geralmente, são feitos por órgãos governamentais, por não se tratar de uma população majoritária, não há qualquer interesse nessa pesquisa.
Também, com tantos escândalos, notícias e divulgações científicas sobre os múltiplos problemas envolvidos no consumo de produtos de origem animal, especialmente as questões éticas sobre o próprio uso dos animais, torna-se cada vez mais difícil sustentar a crença de que eles são necessários aos seres humanos em qualquer âmbito. No direito e na filosofia, debate-se com cada vez mais seriedade a questão de direitos animais e as questões éticas referentes ao seu uso. Nas neurociências e na psicologia, seguimos avançando com informações fundamentais acerca da senciência, que, objetivamente, refere-se à capacidade dos seres (inclusive humanos) de sentir e perceber dor e medo e evitá-los, bem como sentir, perceber e buscar o prazer por meio da liberdade de realizar a própria natureza. Explorar outras espécies sencientes como nós, simplesmente porque não fazem parte de nossa própria espécie, é justificável moralmente? Esse é o questionamento central do veganismo, ou seja, a crença de que os animais não humanos existem exclusivamente para servir aos humanos e atender seus interesses, sejam eles econômicos ou emocionais, como se não fossem seres, mas objetos.
O veganismo não é apenas um tipo de alimentação; embora seja atrelado à escolha dietética, esta está longe de ser o foco central. Certamente, a dieta é uma parte importantíssima da questão, já que é um aspecto crucial e intrínseco à existência e à vida, mas ela definitivamente não é a única. Talvez seja a mais fácil num primeiro momento. Ao contrário do que muitos acreditam, também não se trata do problema do sofrimento animal ou do tratamento cruel que recebem ao serem explorados – o que por si só já seria totalmente objetável – mas sim da própria exploração, o próprio uso dos animais em si, independentemente de causar sofrimento físico ou psicológico.
O veganismo questiona a comodificação dos seres de outras espécies, isto é, a deliberação de torná-los coisas, objetos sem qualquer valor inerente, passíveis de uso. Certamente não podemos desconsiderar que a nossa cultura foi amplamente programada para depender da exploração animal e fez crer, por meio da mídia, associada a corporações e instituições, que esse sistema era normal, necessário e, por isso, deveria ser aceito e até mesmo adotado como fetiche por toda a sociedade. Com toda a capacidade criativa humana, nós nos desenvolvemos imensamente do ponto de vista tecnológico, mas nos esquivamos de usar esse desenvolvimento para não mais explorar animais, mesmo com tantas possibilidades que se desvelam nesse sentido.
FONTE: Texto especialmente adaptado para esta prova. Original disponível em: http://
www.personare.com.br/veganismo-para-leigos-m769. Acesso em 24/04/2017.
Considerando a concordância dos elementos do texto, assinale a alternativa que completa – correta e respectivamente – as lacunas tracejadas das linhas.
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