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- Auditoria InternaNormas de Execução dos Trabalhos de Auditoria InternaProcedimentos da Auditoria InternaTipos de Procedimentos e Testes de Auditoria Interna
Analise o texto abaixo:
A importância dos testes de auditoria
Os auditores internos são conhecidos por sua revisão rigorosa dos processos organizacionais e controles internos, e os testes ou procedimentos de auditoria são onde essa habilidade realmente se manifesta. Especificamente, o auditor avalia a adequação e eficácia dos processos e controles durante esta fase da auditoria.
O tipo de teste (procedimento) selecionado geralmente corresponde aos critérios que estão sendo testados. Os testes devem ser selecionados com cuidado, para que possam gerar resultados que respondam à consulta em questão. Um erro comum é conduzir um teste irrelevante.
Fonte: https://iiabrasil.org.br/noticia/a-importancia-dos-testes-de-auditoria (com adaptações) 25/01/2022
Com base no texto acima e de acordo com os conhecimentos sobre testes ou procedimentos de auditoria, é correto afirmar que o exame de registros ou documentos, internos ou externos, em papel, em forma eletrônica ou em outras mídias, ou o exame físico de ativo é o teste ou procedimento de auditoria chamado de:
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Qual recurso do MS Excel do Microsoft 365 em português exibe detalhes de quem alterou o que, onde e quando em uma dada pasta de trabalho?
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Texto 1
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A ideologia econômica do arcabouço fiscal
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Gastar menos do que ganha é uma boa prática para pessoas, empresas e governos. Em relação ao governo federal, quando acontece essa relação positiva entre receitas e despesas, excetuando os dispêndios financeiros (ex.: pagamento de juros da dívida pública), há um superávit primário.
Desconheço economistas, de quaisquer vertentes ideológicas, que discordam da importância desse saldo/resultado primário positivo. O problema é como obtê-lo. É sobre qual procedimento adotar que, no campo da disciplina fiscal, ortodoxos (conservadores/ liberais) e heterodoxos (progressistas) se dividem como água e óleo.
A turma da Direita prega, como dogma de fé, que o ajuste fiscal é condição inegociável para diminuir a pressão sobre o nível geral de preços. Ou seja, se o Estado não diminui os gastos, não corta as despesas, a inflação corre solta.
Em linhas gerais, ajuste fiscal possui o mesmo significado que âncora fiscal, também equivalente ao termo da moda: arcabouço fiscal. Genericamente, arcabouço fiscal corresponde a um conjunto de medidas utilizadas com o objetivo de garantir o equilíbrio orçamentário do Estado. É uma estrutura conceitual e ideológica, apresentada como científica e irretocável pelos ortodoxos, sendo diversas as formas pelas quais esse conceito pode se manifestar.
Por exemplo, a depender de qual seja o mecanismo de controle do endividamento, pode ser o Novo Regime Fiscal (EC 95/2016), mais conhecido como Teto de Gastos, ou o Regime Fiscal Sustentável, também nominado como Novo Arcabouço Fiscal (PLP 93/2023).
De todo modo, os ortodoxos defendem, com unhas e dentes, que o arcabouço fiscal é um receituário lógico, confluindo-se à indicação de uma elevada “Taxa Selic” (juros de referência para o sistema financeiro nacional) para diminuir ou evitar o déficit nominal. Querem a queda da taxa básica de juros? Governo, diminua suas despesas!
Portanto, que fique bem nítido: arcabouço fiscal é gênero. A defesa engessada desse conceito teórico faz parte de uma ideologia que advoga por menos intervenção do Estado na economia. A influência diária dessa ideologia, escamoteada pelo viés do arcabouço fiscal, não pode ser subestimada.
O problema metodológico dos defensores do arcabouço fiscal é que eles, por se julgarem muito práticos e técnicos, tentam se desgarrar do aspecto ideológico, mas não conseguem. Sobre essa questão da ideologia na Economia, J. M. Keynes, ao escrever em 1936 a obra-prima dele (A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda), nos alertou (p. 349) o seguinte: “Os homens objetivos que se julgam livres de qualquer influência intelectual são, em geral, escravos de algum economista defunto”
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RAULINO NETO, VALTER G. Disponível em: < https://oestadoce.com.br/opiniao/a-ideologia-economica-do-arcabouco-fiscal/>. Publicado em 02 de junho 2023. Adaptado.
Sobre o texto 1, é correto o que se afirma em:
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Texto 1
A ideologia econômica do arcabouço fiscal
Gastar menos do que ganha é uma boa prática para pessoas, empresas e governos. Em relação ao governo federal, quando acontece essa relação positiva entre receitas e despesas, excetuando os dispêndios financeiros (ex.: pagamento de juros da dívida pública), há um superávit primário.
Desconheço economistas, de quaisquer vertentes ideológicas, que discordam da importância desse saldo/resultado primário positivo. O problema é como obtê-lo. É sobre qual procedimento adotar que, no campo da disciplina fiscal, ortodoxos (conservadores/ liberais) e heterodoxos (progressistas) se dividem como água e óleo.
A turma da Direita prega, como dogma de fé, que o ajuste fiscal é condição inegociável para diminuir a pressão sobre o nível geral de preços. Ou seja, se o Estado não diminui os gastos, não corta as despesas, a inflação corre solta.
Em linhas gerais, ajuste fiscal possui o mesmo significado que âncora fiscal, também equivalente ao termo da moda: arcabouço fiscal. Genericamente, arcabouço fiscal corresponde a um conjunto de medidas utilizadas com o objetivo de garantir o equilíbrio orçamentário do Estado. É uma estrutura conceitual e ideológica, apresentada como científica e irretocável pelos ortodoxos, sendo diversas as formas pelas quais esse conceito pode se manifestar.
Por exemplo, a depender de qual seja o mecanismo de controle do endividamento, pode ser o Novo Regime Fiscal (EC 95/2016), mais conhecido como Teto de Gastos, ou o Regime Fiscal Sustentável, também nominado como Novo Arcabouço Fiscal (PLP 93/2023).
De todo modo, os ortodoxos defendem, com unhas e dentes, que o arcabouço fiscal é um receituário lógico, confluindo-se à indicação de uma elevada “Taxa Selic” (juros de referência para o sistema financeiro nacional) para diminuir ou evitar o déficit nominal. Querem a queda da taxa básica de juros? Governo, diminua suas despesas!
Portanto, que fique bem nítido: arcabouço fiscal é gênero. A defesa engessada desse conceito teórico faz parte de uma ideologia que advoga por menos intervenção do Estado na economia. A influência diária dessa ideologia, escamoteada pelo viés do arcabouço fiscal, não pode ser subestimada.
O problema metodológico dos defensores do arcabouço fiscal é que eles, por se julgarem muito práticos e técnicos, tentam se desgarrar do aspecto ideológico, mas não conseguem. Sobre essa questão da ideologia na Economia, J. M. Keynes, ao escrever em 1936 a obra-prima dele (A Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda), nos alertou (p. 349) o seguinte: “Os homens objetivos que se julgam livres de qualquer influência intelectual são, em geral, escravos de algum economista defunto”
RAULINO NETO, VALTER G. Disponível em: < https://oestadoce.com.br/opiniao/a-ideologia-economica-do-arcabouco-fiscal/>. Publicado em 02 de junho 2023. Adaptado.
Sobre o texto 1, assinale a alternativa correta.
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De acordo com Lei Orgânica do Município de Videira, cabe à câmara de vereadores, com a sanção do prefeito, dispor sobre as matérias de competência do município e especialmente:
1. Autorizar concessões e permissões de serviços públicos.
2. Nomear e exonerar os secretários municipais.
3. Deliberar sobre obtenção e concessão de empréstimos e operações de crédito, bem como a forma e os meios de pagamento.
4. Exercer sua competência privativa de elaborar os projetos de lei do plano plurianual, da lei de diretrizes orçamentárias e da lei do orçamento anual.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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De acordo com a Lei nº 4.320/1964, classificam-se como inversões financeiras as dotações destinadas:
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Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FEPESE
Orgão: Câm. Videira-SC
De acordo com a Lei de Responsabilidade Fiscal, o anexo que integra o Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias, em que são estabelecidas metas anuais, em valores correntes e constantes, relativas a receitas, despesas, resultados nominal e primário e montante da dívida pública, para o exercício a que se referirem e para os dois seguintes, é o Anexo de:
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O balanço financeiro evidencia as receitas e despesas orçamentárias, bem como os ingressos e dispêndios extraorçamentários, conjugados com os saldos de caixa do exercício anterior e os que se transferem para o início do exercício seguinte.
O balanço financeiro possibilita a apuração do resultado financeiro do exercício. Um dos modos de apuração do resultado financeiro do exercício é pela diferença entre o:
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São créditos adicionais as autorizações de despesa não computadas ou insuficientemente dotadas na lei de orçamento.
Quando um município da federação abre um crédito adicional destinado a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica, então esse crédito adicional é classificado como:
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|
CÓDIGO |
CONTA CONTÁBIL | DÉBITOS |
CRÉDITOS |
|
5.2.1.1.x.xx.xx |
Previsão Inicial da Receita | 600.000 | |
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6.2.1.2.x.xx.xx |
Receita Realizada |
580.000 |
|
|
6.2.1.1.x.xx.xx |
Receita a Realizar | 580.000 |
600.000 |
|
5.2.2.1.1.xx.xx |
Dotação Inicial | 600.000 | |
|
6.2.2.1.1.xx.xx |
Crédito Disponível | 560.000 |
600.000 |
|
6.2.2.1.3.01.xx |
Crédito Empenhado a Liquidar |
540.000 |
560.000 |
|
6.2.2.1.3.03.xx |
Crédito Empenhado Liquidado a Pagar |
530.000 |
540.000 |
|
6.2.2.1.3.04.xx |
Crédito Empenhado Pago |
530.000 |
|
|
TOTAL |
3.410.000 |
3.410.000 |
A respeito das operações ocorridas durante o mês de dezembro de 2022, é correto afirmar que:
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