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Foram encontradas 210 questões.

2116030 Ano: 2020
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Vila Velha-ES
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Empresa oficialmente responsabilizada por um acidente que afetou o meio ambiente de um determinado município, estimou que a multa a ser aplicada terá o valor entre R$ 500.000,00 e R$ 700.000,00. Identifique nas alternativas disponibilizadas, como a Contabilidade da empresa deverá proceder em relação ao registro desse fato contábil.

 

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2116029 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Vila Velha-ES
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Considere uma planilha Excel com os seguintes dados nas células: a1=10, a2=8, a3= 6, b1=4, b2=6, b3=2.

O valor retornado na célula C1, se ele contiver a fórmula: =SE(SOMA(A1:A3)>16;SOMA(B1:B3))será de:

 

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2116028 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Vila Velha-ES
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ÉTICA E CIDADANIA: elementos para uma reflexão

A ética é a casa do homem, diziam os primeiros filósofos gregos no século VI a. C.

Ética surge do grego ethos, que significa "modo de ser" ou "caráter". Para eles, o ethos agia e acolhia os indivíduos-cidadãos, aqueles responsáveis pelos destinos da polis (cidade). Nesta permanência, os homens sentiamse em segurança. Isto significa que, vivendo de acordo com as leis, os cidadãos poderiam tornar a sociedade melhor e também encontrar nela seu cuidado.

O ethos reflete a palavra mos (moris) da língua latina, da qual se origina o termo moral. Ética e moral são, do ponto de vista etimológico, sinônimos. Todavia, hoje podemos assegurar uma diferença entre um e outro, porque a ética se estrutura como uma parte da filosofia que trata da moral ou da moralidade do ser humano. Isto é, a moral se apresenta nos dias de hoje como um objeto da ética.

Desde os gregos, a educação se caracteriza como um elemento fundamental para a constituição da sociabilidade. Dessa forma, a educação iria se estabelecer como um importante instrumento para o desenvolvimento moral da pessoa. Isto porque, na sociedade da polis, as virtudes que elucidam a perfeição moral dos responsáveis sociais poderiam ser transmitidas por meio dos ensinamentos. A educação estaria, pois, no suporte da organização do indivíduo bom e do cidadão exemplar.

A formação do cidadão em suas particularidades projeta também a formação do animal político, como dizia Aristóteles. A ética não apenas representa o equipamento fundamental para a instauração de um viver em conjunto, como serve de base à construção do espaço da política. Disso se entende que, para os gregos, ética e política são instâncias indissociáveis, realidades que se adicionam. A necessidade de cada homem respeitar os hábitos e os preceitos da sociedade revela a importância que a ética tem em suas vidas.

Nesta ocasião, observamos que os melhores filósofos gregos elaboraram o conceito conforme o qual nenhuma comunidade humana pode sobreviver sem o mínimo de regras e padrões de conduta, isto é, sem um código de norma. Tal regulamento recebe os ensinamentos que orientam a nossa ação e dizem como devemos nos comportar no mundo e, principalmente, agir em face do outro.

A moral trata, deste modo, da atitude do homem, da relação entre sua vontade e o compromisso de seguir uma diretriz, do que é o bem e de onde vem o mal, do que é certo e errado, da liberdade e da obrigação de cuidar do próximo. As regras morais mostram que nossas ações resultam em repercussões na coletividade, portanto, cada homem deve zelar por suas atitudes.

Como o homem é, ao mesmo tempo, natureza e liberdade, a ética auxiliaria para regular as vontades humanas e controlá-las por meio do uso da razão (logos). Ela surge quando o homem supera a sua natureza instintiva e se torna membro de uma coletividade controlada por leis racionais. Apesar disso os processos históricos constatam que tais leis mudam, quer dizer, a realidade moral.

Numa sociedade justa torna-se possível criar um clima de solidariedade e entendimento recíproco entre os indivíduos. Na medida em que a justiça deixa de ser praticada, os indivíduos ficam expostos à violência, à hostilidade e à guerra. A lei é, antes de qualquer coisa, um valor moral, isto é, um valor que diz respeito aos princípios morais. Estes nos ensinam que a justiça é a principal utilidade da vida em sociedade. A equidade não é algo que exclusivamente se pratica nos tribunais, nos juizados, nos fóruns judiciários, mas deve existir no dia a dia de todos nós. Praticar a lei significa favorecer a paz e respeitar as normas morais.

Assim sendo, não se pode supor que um dia alcançaremos o domínio da paz se não lutarmos para minimizar as injustiças sociais efetivas na nossa sociedade. A paz é, pois, peça da justiça. A lei é uma qualidade que deve ser praticada por todo sujeito moral. A ética e a cidadania são o caminho para a vida, indicado pela paz, pelo respeito mútuo, pela independência, pela justiça, pela tolerância, pela valorização do homem.

(meuartigo.brasilescola.uol.com.br/atualidades)

No trecho, no último parágrafo, “...não se pode supor que um dia alcançaremos o domínio da paz, se não lutarmos para minimizarmos as injustiças sociais...” os termos em destaques pertencem, respectivamente, às seguintes categorias gramaticais:

 

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2116027 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Vila Velha-ES
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ÉTICA E CIDADANIA: elementos para uma reflexão

A ética é a casa do homem, diziam os primeiros filósofos gregos no século VI a. C.

Ética surge do grego ethos, que significa "modo de ser" ou "caráter". Para eles, o ethos agia e acolhia os indivíduos-cidadãos, aqueles responsáveis pelos destinos da polis (cidade). Nesta permanência, os homens sentiamse em segurança. Isto significa que, vivendo de acordo com as leis, os cidadãos poderiam tornar a sociedade melhor e também encontrar nela seu cuidado.

O ethos reflete a palavra mos (moris) da língua latina, da qual se origina o termo moral. Ética e moral são, do ponto de vista etimológico, sinônimos. Todavia, hoje podemos assegurar uma diferença entre um e outro, porque a ética se estrutura como uma parte da filosofia que trata da moral ou da moralidade do ser humano. Isto é, a moral se apresenta nos dias de hoje como um objeto da ética.

Desde os gregos, a educação se caracteriza como um elemento fundamental para a constituição da sociabilidade. Dessa forma, a educação iria se estabelecer como um importante instrumento para o desenvolvimento moral da pessoa. Isto porque, na sociedade da polis, as virtudes que elucidam a perfeição moral dos responsáveis sociais poderiam ser transmitidas por meio dos ensinamentos. A educação estaria, pois, no suporte da organização do indivíduo bom e do cidadão exemplar.

A formação do cidadão em suas particularidades projeta também a formação do animal político, como dizia Aristóteles. A ética não apenas representa o equipamento fundamental para a instauração de um viver em conjunto, como serve de base à construção do espaço da política. Disso se entende que, para os gregos, ética e política são instâncias indissociáveis, realidades que se adicionam. A necessidade de cada homem respeitar os hábitos e os preceitos da sociedade revela a importância que a ética tem em suas vidas.

Nesta ocasião, observamos que os melhores filósofos gregos elaboraram o conceito conforme o qual nenhuma comunidade humana pode sobreviver sem o mínimo de regras e padrões de conduta, isto é, sem um código de norma. Tal regulamento recebe os ensinamentos que orientam a nossa ação e dizem como devemos nos comportar no mundo e, principalmente, agir em face do outro.

A moral trata, deste modo, da atitude do homem, da relação entre sua vontade e o compromisso de seguir uma diretriz, do que é o bem e de onde vem o mal, do que é certo e errado, da liberdade e da obrigação de cuidar do próximo. As regras morais mostram que nossas ações resultam em repercussões na coletividade, portanto, cada homem deve zelar por suas atitudes.

Como o homem é, ao mesmo tempo, natureza e liberdade, a ética auxiliaria para regular as vontades humanas e controlá-las por meio do uso da razão (logos). Ela surge quando o homem supera a sua natureza instintiva e se torna membro de uma coletividade controlada por leis racionais. Apesar disso os processos históricos constatam que tais leis mudam, quer dizer, a realidade moral.

Numa sociedade justa torna-se possível criar um clima de solidariedade e entendimento recíproco entre os indivíduos. Na medida em que a justiça deixa de ser praticada, os indivíduos ficam expostos à violência, à hostilidade e à guerra. A lei é, antes de qualquer coisa, um valor moral, isto é, um valor que diz respeito aos princípios morais. Estes nos ensinam que a justiça é a principal utilidade da vida em sociedade. A equidade não é algo que exclusivamente se pratica nos tribunais, nos juizados, nos fóruns judiciários, mas deve existir no dia a dia de todos nós. Praticar a lei significa favorecer a paz e respeitar as normas morais.

Assim sendo, não se pode supor que um dia alcançaremos o domínio da paz se não lutarmos para minimizar as injustiças sociais efetivas na nossa sociedade. A paz é, pois, peça da justiça. A lei é uma qualidade que deve ser praticada por todo sujeito moral. A ética e a cidadania são o caminho para a vida, indicado pela paz, pelo respeito mútuo, pela independência, pela justiça, pela tolerância, pela valorização do homem.

(meuartigo.brasilescola.uol.com.br/atualidades)

No segmento “Como o homem é, ao mesmo tempo, natureza e liberdade, a ética auxiliaria para regular...”, o termo em destaque tem o valor semântico de:

 

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2089581 Ano: 2020
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Vila Velha-ES
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Com o objetivo de preservar a apuração do resultado econômico, uma empresa registrou uma despesa relativa ao mês de maio de x0, no mês do seu pagamento, em julho de x0. Identifique entre alternativas, sob o ponto de vista dos Princípios Contábeis, aquela que melhor traduz a situação relatada.

 

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2089580 Ano: 2020
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Vila Velha-ES
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Analise as afirmativas abaixo:

I – Situação líquida nula quando não houver Ativo.

II – Ativo > que as obrigações = situação líquida ativa.

III – Situação líquida passiva é = passivo a descoberto.

IV – O Total das obrigações é = situação deficitária.

Estão corretas, somente:

 

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2089579 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Vila Velha-ES
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ÉTICA E CIDADANIA: elementos para uma reflexão

A ética é a casa do homem, diziam os primeiros filósofos gregos no século VI a. C.

Ética surge do grego ethos, que significa "modo de ser" ou "caráter". Para eles, o ethos agia e acolhia os indivíduos-cidadãos, aqueles responsáveis pelos destinos da polis (cidade). Nesta permanência, os homens sentiamse em segurança. Isto significa que, vivendo de acordo com as leis, os cidadãos poderiam tornar a sociedade melhor e também encontrar nela seu cuidado.

O ethos reflete a palavra mos (moris) da língua latina, da qual se origina o termo moral. Ética e moral são, do ponto de vista etimológico, sinônimos. Todavia, hoje podemos assegurar uma diferença entre um e outro, porque a ética se estrutura como uma parte da filosofia que trata da moral ou da moralidade do ser humano. Isto é, a moral se apresenta nos dias de hoje como um objeto da ética.

Desde os gregos, a educação se caracteriza como um elemento fundamental para a constituição da sociabilidade. Dessa forma, a educação iria se estabelecer como um importante instrumento para o desenvolvimento moral da pessoa. Isto porque, na sociedade da polis, as virtudes que elucidam a perfeição moral dos responsáveis sociais poderiam ser transmitidas por meio dos ensinamentos. A educação estaria, pois, no suporte da organização do indivíduo bom e do cidadão exemplar.

A formação do cidadão em suas particularidades projeta também a formação do animal político, como dizia Aristóteles. A ética não apenas representa o equipamento fundamental para a instauração de um viver em conjunto, como serve de base à construção do espaço da política. Disso se entende que, para os gregos, ética e política são instâncias indissociáveis, realidades que se adicionam. A necessidade de cada homem respeitar os hábitos e os preceitos da sociedade revela a importância que a ética tem em suas vidas.

Nesta ocasião, observamos que os melhores filósofos gregos elaboraram o conceito conforme o qual nenhuma comunidade humana pode sobreviver sem o mínimo de regras e padrões de conduta, isto é, sem um código de norma. Tal regulamento recebe os ensinamentos que orientam a nossa ação e dizem como devemos nos comportar no mundo e, principalmente, agir em face do outro.

A moral trata, deste modo, da atitude do homem, da relação entre sua vontade e o compromisso de seguir uma diretriz, do que é o bem e de onde vem o mal, do que é certo e errado, da liberdade e da obrigação de cuidar do próximo. As regras morais mostram que nossas ações resultam em repercussões na coletividade, portanto, cada homem deve zelar por suas atitudes.

Como o homem é, ao mesmo tempo, natureza e liberdade, a ética auxiliaria para regular as vontades humanas e controlá-las por meio do uso da razão (logos). Ela surge quando o homem supera a sua natureza instintiva e se torna membro de uma coletividade controlada por leis racionais. Apesar disso os processos históricos constatam que tais leis mudam, quer dizer, a realidade moral.

Numa sociedade justa torna-se possível criar um clima de solidariedade e entendimento recíproco entre os indivíduos. Na medida em que a justiça deixa de ser praticada, os indivíduos ficam expostos à violência, à hostilidade e à guerra. A lei é, antes de qualquer coisa, um valor moral, isto é, um valor que diz respeito aos princípios morais. Estes nos ensinam que a justiça é a principal utilidade da vida em sociedade. A equidade não é algo que exclusivamente se pratica nos tribunais, nos juizados, nos fóruns judiciários, mas deve existir no dia a dia de todos nós. Praticar a lei significa favorecer a paz e respeitar as normas morais.

Assim sendo, não se pode supor que um dia alcançaremos o domínio da paz se não lutarmos para minimizar as injustiças sociais efetivas na nossa sociedade. A paz é, pois, peça da justiça. A lei é uma qualidade que deve ser praticada por todo sujeito moral. A ética e a cidadania são o caminho para a vida, indicado pela paz, pelo respeito mútuo, pela independência, pela justiça, pela tolerância, pela valorização do homem.

(meuartigo.brasilescola.uol.com.br/atualidades)

Observe os itens abaixo.

I – Todo cidadão aspira a uma vida de paz.

II – O mundo inteiro anda à procura de paz.

III – A sociedade brasileira necessita de paz.

A sequência que relaciona, respectivamente, as funções sintáticas dos termos destacados, é:

 

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2089578 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Vila Velha-ES
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ÉTICA E CIDADANIA: elementos para uma reflexão

A ética é a casa do homem, diziam os primeiros filósofos gregos no século VI a. C.

Ética surge do grego ethos, que significa "modo de ser" ou "caráter". Para eles, o ethos agia e acolhia os indivíduos-cidadãos, aqueles responsáveis pelos destinos da polis (cidade). Nesta permanência, os homens sentiamse em segurança. Isto significa que, vivendo de acordo com as leis, os cidadãos poderiam tornar a sociedade melhor e também encontrar nela seu cuidado.

O ethos reflete a palavra mos (moris) da língua latina, da qual se origina o termo moral. Ética e moral são, do ponto de vista etimológico, sinônimos. Todavia, hoje podemos assegurar uma diferença entre um e outro, porque a ética se estrutura como uma parte da filosofia que trata da moral ou da moralidade do ser humano. Isto é, a moral se apresenta nos dias de hoje como um objeto da ética.

Desde os gregos, a educação se caracteriza como um elemento fundamental para a constituição da sociabilidade. Dessa forma, a educação iria se estabelecer como um importante instrumento para o desenvolvimento moral da pessoa. Isto porque, na sociedade da polis, as virtudes que elucidam a perfeição moral dos responsáveis sociais poderiam ser transmitidas por meio dos ensinamentos. A educação estaria, pois, no suporte da organização do indivíduo bom e do cidadão exemplar.

A formação do cidadão em suas particularidades projeta também a formação do animal político, como dizia Aristóteles. A ética não apenas representa o equipamento fundamental para a instauração de um viver em conjunto, como serve de base à construção do espaço da política. Disso se entende que, para os gregos, ética e política são instâncias indissociáveis, realidades que se adicionam. A necessidade de cada homem respeitar os hábitos e os preceitos da sociedade revela a importância que a ética tem em suas vidas.

Nesta ocasião, observamos que os melhores filósofos gregos elaboraram o conceito conforme o qual nenhuma comunidade humana pode sobreviver sem o mínimo de regras e padrões de conduta, isto é, sem um código de norma. Tal regulamento recebe os ensinamentos que orientam a nossa ação e dizem como devemos nos comportar no mundo e, principalmente, agir em face do outro.

A moral trata, deste modo, da atitude do homem, da relação entre sua vontade e o compromisso de seguir uma diretriz, do que é o bem e de onde vem o mal, do que é certo e errado, da liberdade e da obrigação de cuidar do próximo. As regras morais mostram que nossas ações resultam em repercussões na coletividade, portanto, cada homem deve zelar por suas atitudes.

Como o homem é, ao mesmo tempo, natureza e liberdade, a ética auxiliaria para regular as vontades humanas e controlá-las por meio do uso da razão (logos). Ela surge quando o homem supera a sua natureza instintiva e se torna membro de uma coletividade controlada por leis racionais. Apesar disso os processos históricos constatam que tais leis mudam, quer dizer, a realidade moral.

Numa sociedade justa torna-se possível criar um clima de solidariedade e entendimento recíproco entre os indivíduos. Na medida em que a justiça deixa de ser praticada, os indivíduos ficam expostos à violência, à hostilidade e à guerra. A lei é, antes de qualquer coisa, um valor moral, isto é, um valor que diz respeito aos princípios morais. Estes nos ensinam que a justiça é a principal utilidade da vida em sociedade. A equidade não é algo que exclusivamente se pratica nos tribunais, nos juizados, nos fóruns judiciários, mas deve existir no dia a dia de todos nós. Praticar a lei significa favorecer a paz e respeitar as normas morais.

Assim sendo, não se pode supor que um dia alcançaremos o domínio da paz se não lutarmos para minimizar as injustiças sociais efetivas na nossa sociedade. A paz é, pois, peça da justiça. A lei é uma qualidade que deve ser praticada por todo sujeito moral. A ética e a cidadania são o caminho para a vida, indicado pela paz, pelo respeito mútuo, pela independência, pela justiça, pela tolerância, pela valorização do homem.

(meuartigo.brasilescola.uol.com.br/atualidades)

Dentre as alternativas abaixo, a que NÃO contempla a mensagem do texto é a:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2035754 Ano: 2020
Disciplina: Auditoria
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Vila Velha-ES
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“Atitude mental imparcial que permite aos auditores internos executar os trabalhos de auditoria de maneira a ter confiança no resultado de seu trabalho e que não haja nenhum comprometimento da qualidade”. Esse atributo requer que os auditores internos não subordinem a outras pessoas o seu julgamento em assuntos de auditoria”. A denominação atribuída a esse fragmento, dentro do contexto da IIA/AUDIBRA, que faz referência a Auditoria Interna, é:

 

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2035753 Ano: 2020
Disciplina: Auditoria
Banca: IBADE
Orgão: Câm. Vila Velha-ES
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A auditoria operacional é uma atividade de avaliação independente dentro da organização, com a finalidade de revisar as operações contábeis, financeiras e outras, como um serviço prestado aos gestores da empresa. É um controle gerencial cuja função é de medir a eficácia dos outros controles. Observe os itens abaixo:

I – Planejamento estratégico.

II – Investimento de recursos ociosos.

III - Planos orçamentários.

IV – Controles de desempenho.

V - Fontes e técnicas de tomada de empréstimos.

O conjunto de interesses relacionados com a função orçamentária de uma empresa, está presente na alternativa:

 

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