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Tiago herdou 35% do patrimônio do seu pai e doou 15% do que ganhou para seu filho Caio. Qual foi a porcentagem que Caio ganhou em relação ao patrimônio do seu avô?
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Observe a imagem abaixo:

Quais dessas figuras NÃO representam um sólido de revolução?
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.
As Viagens de Marco Polo: a verdadeira história do livro do século XIV
É possível confiar em um homem que afirma ter visto um unicórnio na ilha de Sumatra, na Indonésia?
Esta e outras questões igualmente válidas lançam dúvidas sobre a confiabilidade dos relatos de Marco Polo (1254-1324), desde que o livro As Viagens de Marco Polo se tornou um best-seller, no século XIV.
A obra foi traduzida para dezenas de idiomas, copiada à mão em incontáveis manuscritos e era disponível em qualquer local sofisticado da Europa.
O livro de Marco Polo é o primeiro relato europeu sobre a Rota da Seda. Suas histórias são repletas de maravilhas, especiarias, ouro e pedras preciosas.
Elas também descrevem hábitos extravagantes e fascinantes estratégias de guerra. Tudo isso faz com que a leitura do relato de viagem seja um verdadeiro prazer — mas também, em parte, algo "difícil de acreditar", como observou um copista particularmente escrupuloso ao lado da sua cópia.
Mas não é preciso ser tão cético. Atualmente, setecentos anos após a morte de Marco Polo, no dia 8 de janeiro de 1324, podemos dizer com bastante certeza de que o famoso comerciante, explorador, escritor e antropólogo autodidata veneziano, de fato, viu um unicórnio — ou, pelo menos, não teria mentido a respeito.
"Veneza era a Nova York do mundo da época", segundo o historiador italiano Pieralvise Zorzi. Sua família tem raízes que remontam aos tempos de Marco Polo e mais além.
A cidade era uma metrópole multicultural e receptiva — um centro comercial vibrante que conectava o Ocidente ao Oriente e onde a única religião verdadeira era o comércio. E a família Polo se destacou nesta atividade.
O pai de Marco Polo, Niccolò, e seu tio, Matteo, tinham um palácio muito próximo onde hoje fica o apartamento de Zorzi no Grande Canal de Veneza.
Eles também mantinham escritórios em Istambul, na Turquia, mas sua perspicácia os levou a fechá-los pouco antes que os gregos tomassem a cidade e expulsassem os venezianos.
Niccolò e Matteo Polo venderam tudo na hora certa e saíram para o Oriente, em busca de novos mercados. Eles comercializaram seda, especiarias, pedras preciosas e a cobiçada glândula de um pequeno animal, o veado-almiscareiro, usada no preparo de perfumes.
Eles voltaram a Veneza depois de alguns anos e, na sua segunda viagem à China, em 1271, levaram Marco Polo, então com dezessete anos de idade.
Segundo o relato de Marco Polo, eles viajaram por três anos ao longo da Rota da Seda, a partir de Israel. Eles cruzaram o Oriente Médio e boa parte da Ásia Central, até a corte do imperador mongol Kublai Khan, neto de Gengis Khan, em Pequim, na China.
Os viajantes passaram cerca de vinte anos na China, negociando e trabalhando como uma espécie de embaixadores do governo local.
A família Polo voltou à Europa via Sumatra e ilhas Andaman, no Oceano Índico. Eles contornaram a Índia pelo mar até chegar ao Iêmen, Istambul e, finalmente, Veneza.
Quando os três comerciantes chegaram, Marco Polo estava na casa dos quarenta anos. A lenda conta que, quando eles bateram à porta do seu palácio, o servo perguntou quem era e eles responderam: os donos.
Mas, um ano depois, Marco Polo foi preso. Ele foi capturado pelos genoveses em uma das batalhas entre as cidades marítimas rivais de Veneza e Gênova.
Na prisão, ele teve a sorte de conhecer o escritor e editor Rustichello de Pisa, que percebeu o potencial literário do relato de Marco Polo sobre um mundo que, na época, era bastante desconhecido dos europeus. Eles, então, escreveram a história.
O livro foi um sucesso. O texto era tão envolvente que foi copiado inúmeras vezes e traduzido para diversos idiomas.
E quanto ao unicórnio?
Marco Polo explicou que seu chifre é grosso e preto. Sua cabeça parece a de um javali selvagem, ele está sempre olhando para baixo e adora a lama.
"Ele é muito feio e não se parece em nada com o que imaginamos, nem com uma criatura que pudesse ser embalada por uma mulher virgem, pelo contrário", escreveu ele.
Marco Polo realmente viu esse animal. Era o que hoje chamamos de rinoceronte.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8v2zrnqpe4o. Adaptado.
'Sua cabeça parece a de um javali selvagem', ele está sempre olhando para baixo e adora a lama.
Na frase destacada encontra-se uma figura de linguagem denominada:
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- MorfologiaEstrutura das PalavrasComposição
- MorfologiaEstrutura das PalavrasDerivaçãoDerivação prefixal
- MorfologiaEstrutura das PalavrasDerivaçãoDerivação sufixal
- MorfologiaEstrutura das PalavrasDerivaçãoDerivação parassintética (circunfixação)
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 12.
As Viagens de Marco Polo: a verdadeira história do livro do século XIV
É possível confiar em um homem que afirma ter visto um unicórnio na ilha de Sumatra, na Indonésia?
Esta e outras questões igualmente válidas lançam dúvidas sobre a confiabilidade dos relatos de Marco Polo (1254-1324), desde que o livro As Viagens de Marco Polo se tornou um best-seller, no século XIV.
A obra foi traduzida para dezenas de idiomas, copiada à mão em incontáveis manuscritos e era disponível em qualquer local sofisticado da Europa.
O livro de Marco Polo é o primeiro relato europeu sobre a Rota da Seda. Suas histórias são repletas de maravilhas, especiarias, ouro e pedras preciosas.
Elas também descrevem hábitos extravagantes e fascinantes estratégias de guerra. Tudo isso faz com que a leitura do relato de viagem seja um verdadeiro prazer — mas também, em parte, algo "difícil de acreditar", como observou um copista particularmente escrupuloso ao lado da sua cópia.
Mas não é preciso ser tão cético. Atualmente, setecentos anos após a morte de Marco Polo, no dia 8 de janeiro de 1324, podemos dizer com bastante certeza de que o famoso comerciante, explorador, escritor e antropólogo autodidata veneziano, de fato, viu um unicórnio — ou, pelo menos, não teria mentido a respeito.
"Veneza era a Nova York do mundo da época", segundo o historiador italiano Pieralvise Zorzi. Sua família tem raízes que remontam aos tempos de Marco Polo e mais além.
A cidade era uma metrópole multicultural e receptiva — um centro comercial vibrante que conectava o Ocidente ao Oriente e onde a única religião verdadeira era o comércio. E a família Polo se destacou nesta atividade.
O pai de Marco Polo, Niccolò, e seu tio, Matteo, tinham um palácio muito próximo onde hoje fica o apartamento de Zorzi no Grande Canal de Veneza.
Eles também mantinham escritórios em Istambul, na Turquia, mas sua perspicácia os levou a fechá-los pouco antes que os gregos tomassem a cidade e expulsassem os venezianos.
Niccolò e Matteo Polo venderam tudo na hora certa e saíram para o Oriente, em busca de novos mercados. Eles comercializaram seda, especiarias, pedras preciosas e a cobiçada glândula de um pequeno animal, o veado-almiscareiro, usada no preparo de perfumes.
Eles voltaram a Veneza depois de alguns anos e, na sua segunda viagem à China, em 1271, levaram Marco Polo, então com dezessete anos de idade.
Segundo o relato de Marco Polo, eles viajaram por três anos ao longo da Rota da Seda, a partir de Israel. Eles cruzaram o Oriente Médio e boa parte da Ásia Central, até a corte do imperador mongol Kublai Khan, neto de Gengis Khan, em Pequim, na China.
Os viajantes passaram cerca de vinte anos na China, negociando e trabalhando como uma espécie de embaixadores do governo local.
A família Polo voltou à Europa via Sumatra e ilhas Andaman, no Oceano Índico. Eles contornaram a Índia pelo mar até chegar ao Iêmen, Istambul e, finalmente, Veneza.
Quando os três comerciantes chegaram, Marco Polo estava na casa dos quarenta anos. A lenda conta que, quando eles bateram à porta do seu palácio, o servo perguntou quem era e eles responderam: os donos.
Mas, um ano depois, Marco Polo foi preso. Ele foi capturado pelos genoveses em uma das batalhas entre as cidades marítimas rivais de Veneza e Gênova.
Na prisão, ele teve a sorte de conhecer o escritor e editor Rustichello de Pisa, que percebeu o potencial literário do relato de Marco Polo sobre um mundo que, na época, era bastante desconhecido dos europeus. Eles, então, escreveram a história.
O livro foi um sucesso. O texto era tão envolvente que foi copiado inúmeras vezes e traduzido para diversos idiomas.
E quanto ao unicórnio?
Marco Polo explicou que seu chifre é grosso e preto. Sua cabeça parece a de um javali selvagem, ele está sempre olhando para baixo e adora a lama.
"Ele é muito feio e não se parece em nada com o que imaginamos, nem com uma criatura que pudesse ser embalada por uma mulher virgem, pelo contrário", escreveu ele.
Marco Polo realmente viu esse animal. Era o que hoje chamamos de rinoceronte.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8v2zrnqpe4o. Adaptado.
Eles comercializaram seda, especiarias, pedras preciosas e a cobiçada glândula de um pequeno animal, o 'veado-almiscareiro', usada no preparo de perfumes.
O vocábulo destacado na frase é formado por:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
Algumas pessoas se sentem cansadas o tempo todo
O cansaço é uma queixa muito comum entre os pacientes da médica Rosalind Adam, que trabalha em Aberdeen, no Reino Unido, há mais de uma década.
A condição é tão comum que o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido tem seu próprio nome para ela: "cansado o tempo todo".
Mas, apesar da sua onipresença, a compreensão dos cientistas sobre a fadiga é incrivelmente limitada, incluindo suas causas, como ela altera o nosso corpo e o cérebro e sua melhor forma de tratamento. Até a sua definição é complicada.
O cansaço é diferente do sono, que é mais uma propensão a adormecer. Os dois estão relacionados, mas a fadiga é muito mais multidimensional. É uma espécie de conceito geral da sensação de cansaço. E existem muitas formas de se sentir cansado. Existe, por exemplo, a fadiga física, que você sente depois de uma longa caminhada ou de uma sessão particularmente extenuante na academia.
Esta é a fadiga fisiológica normal, pois ela é fácil de compreender e as pessoas estudam a fadiga muscular há muito tempo. Mas a fadiga pode também englobar um aspecto emocional e cognitivo. Isso explica por que, quando estamos cansados, podemos sentir nevoeiro cerebral, ter dificuldade para fazer as coisas ou cochilar em meio às outras pessoas.
Somente na última década, os cientistas conseguiram estudar mais a fundo essas outras formas de fadiga, graças aos avanços da tecnologia de formação de imagens e dos testes bioquímicos que nos permitem estudar as mudanças cerebrais em tempo real.
Outra dificuldade é o fato de que a fadiga é incrivelmente subjetiva e pode surgir por inúmeras razões. Ela é um sintoma de muitas doenças e condições crônicas, incluindo câncer, esclerose múltipla, covid longa, depressão e encefalomielite miálgica. Mas pode também ter outras causas, de menor gravidade.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g09w3e4pyo. Adaptado.
Mas, apesar da sua onipresença, a compreensão dos cientistas sobre a fadiga é incrivelmente limitada, incluindo suas causas, como ela altera o nosso corpo e o cérebro e sua melhor forma de tratamento.
Assinale a opção correta quanto às classes gramaticais dos vocábulos apresentados.
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
Algumas pessoas se sentem cansadas o tempo todo
O cansaço é uma queixa muito comum entre os pacientes da médica Rosalind Adam, que trabalha em Aberdeen, no Reino Unido, há mais de uma década.
A condição é tão comum que o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido tem seu próprio nome para ela: "cansado o tempo todo".
Mas, apesar da sua onipresença, a compreensão dos cientistas sobre a fadiga é incrivelmente limitada, incluindo suas causas, como ela altera o nosso corpo e o cérebro e sua melhor forma de tratamento. Até a sua definição é complicada.
O cansaço é diferente do sono, que é mais uma propensão a adormecer. Os dois estão relacionados, mas a fadiga é muito mais multidimensional. É uma espécie de conceito geral da sensação de cansaço. E existem muitas formas de se sentir cansado. Existe, por exemplo, a fadiga física, que você sente depois de uma longa caminhada ou de uma sessão particularmente extenuante na academia.
Esta é a fadiga fisiológica normal, pois ela é fácil de compreender e as pessoas estudam a fadiga muscular há muito tempo. Mas a fadiga pode também englobar um aspecto emocional e cognitivo. Isso explica por que, quando estamos cansados, podemos sentir nevoeiro cerebral, ter dificuldade para fazer as coisas ou cochilar em meio às outras pessoas.
Somente na última década, os cientistas conseguiram estudar mais a fundo essas outras formas de fadiga, graças aos avanços da tecnologia de formação de imagens e dos testes bioquímicos que nos permitem estudar as mudanças cerebrais em tempo real.
Outra dificuldade é o fato de que a fadiga é incrivelmente subjetiva e pode surgir por inúmeras razões. Ela é um sintoma de muitas doenças e condições crônicas, incluindo câncer, esclerose múltipla, covid longa, depressão e encefalomielite miálgica. Mas pode também ter outras causas, de menor gravidade.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g09w3e4pyo. Adaptado.
O cansaço é diferente do sono, que é mais uma propensão a adormecer. Os dois estão relacionados, mas a fadiga é muito mais multidimensional.
Assinale a opção que contenha apenas adjetivos.
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- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de ModoIndicativo
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de TempoEmprego dos Tempos Verbais
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
Algumas pessoas se sentem cansadas o tempo todo
O cansaço é uma queixa muito comum entre os pacientes da médica Rosalind Adam, que trabalha em Aberdeen, no Reino Unido, há mais de uma década.
A condição é tão comum que o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido tem seu próprio nome para ela: "cansado o tempo todo".
Mas, apesar da sua onipresença, a compreensão dos cientistas sobre a fadiga é incrivelmente limitada, incluindo suas causas, como ela altera o nosso corpo e o cérebro e sua melhor forma de tratamento. Até a sua definição é complicada.
O cansaço é diferente do sono, que é mais uma propensão a adormecer. Os dois estão relacionados, mas a fadiga é muito mais multidimensional. É uma espécie de conceito geral da sensação de cansaço. E existem muitas formas de se sentir cansado. Existe, por exemplo, a fadiga física, que você sente depois de uma longa caminhada ou de uma sessão particularmente extenuante na academia.
Esta é a fadiga fisiológica normal, pois ela é fácil de compreender e as pessoas estudam a fadiga muscular há muito tempo. Mas a fadiga pode também englobar um aspecto emocional e cognitivo. Isso explica por que, quando estamos cansados, podemos sentir nevoeiro cerebral, ter dificuldade para fazer as coisas ou cochilar em meio às outras pessoas.
Somente na última década, os cientistas conseguiram estudar mais a fundo essas outras formas de fadiga, graças aos avanços da tecnologia de formação de imagens e dos testes bioquímicos que nos permitem estudar as mudanças cerebrais em tempo real.
Outra dificuldade é o fato de que a fadiga é incrivelmente subjetiva e pode surgir por inúmeras razões. Ela é um sintoma de muitas doenças e condições crônicas, incluindo câncer, esclerose múltipla, covid longa, depressão e encefalomielite miálgica. Mas pode também ter outras causas, de menor gravidade.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g09w3e4pyo. Adaptado.
Esta 'é' a fadiga fisiológica normal, pois ela é fácil de compreender.
Conjugando o verbo destacado no pretérito mais que perfeito do indicativo, tem-se:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
Algumas pessoas se sentem cansadas o tempo todo
O cansaço é uma queixa muito comum entre os pacientes da médica Rosalind Adam, que trabalha em Aberdeen, no Reino Unido, há mais de uma década.
A condição é tão comum que o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido tem seu próprio nome para ela: "cansado o tempo todo".
Mas, apesar da sua onipresença, a compreensão dos cientistas sobre a fadiga é incrivelmente limitada, incluindo suas causas, como ela altera o nosso corpo e o cérebro e sua melhor forma de tratamento. Até a sua definição é complicada.
O cansaço é diferente do sono, que é mais uma propensão a adormecer. Os dois estão relacionados, mas a fadiga é muito mais multidimensional. É uma espécie de conceito geral da sensação de cansaço. E existem muitas formas de se sentir cansado. Existe, por exemplo, a fadiga física, que você sente depois de uma longa caminhada ou de uma sessão particularmente extenuante na academia.
Esta é a fadiga fisiológica normal, pois ela é fácil de compreender e as pessoas estudam a fadiga muscular há muito tempo. Mas a fadiga pode também englobar um aspecto emocional e cognitivo. Isso explica por que, quando estamos cansados, podemos sentir nevoeiro cerebral, ter dificuldade para fazer as coisas ou cochilar em meio às outras pessoas.
Somente na última década, os cientistas conseguiram estudar mais a fundo essas outras formas de fadiga, graças aos avanços da tecnologia de formação de imagens e dos testes bioquímicos que nos permitem estudar as mudanças cerebrais em tempo real.
Outra dificuldade é o fato de que a fadiga é incrivelmente subjetiva e pode surgir por inúmeras razões. Ela é um sintoma de muitas doenças e condições crônicas, incluindo câncer, esclerose múltipla, covid longa, depressão e encefalomielite miálgica. Mas pode também ter outras causas, de menor gravidade.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g09w3e4pyo. Adaptado.
Oito horas e meia depois, meu despertador toca e eu acordo me sentindo... cansada.
Com base no texto sobre a fadiga e suas diversas dimensões, assinale a alternativa correta.
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
Algumas pessoas se sentem cansadas o tempo todo
O cansaço é uma queixa muito comum entre os pacientes da médica Rosalind Adam, que trabalha em Aberdeen, no Reino Unido, há mais de uma década.
A condição é tão comum que o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido tem seu próprio nome para ela: "cansado o tempo todo".
Mas, apesar da sua onipresença, a compreensão dos cientistas sobre a fadiga é incrivelmente limitada, incluindo suas causas, como ela altera o nosso corpo e o cérebro e sua melhor forma de tratamento. Até a sua definição é complicada.
O cansaço é diferente do sono, que é mais uma propensão a adormecer. Os dois estão relacionados, mas a fadiga é muito mais multidimensional. É uma espécie de conceito geral da sensação de cansaço. E existem muitas formas de se sentir cansado. Existe, por exemplo, a fadiga física, que você sente depois de uma longa caminhada ou de uma sessão particularmente extenuante na academia.
Esta é a fadiga fisiológica normal, pois ela é fácil de compreender e as pessoas estudam a fadiga muscular há muito tempo. Mas a fadiga pode também englobar um aspecto emocional e cognitivo. Isso explica por que, quando estamos cansados, podemos sentir nevoeiro cerebral, ter dificuldade para fazer as coisas ou cochilar em meio às outras pessoas.
Somente na última década, os cientistas conseguiram estudar mais a fundo essas outras formas de fadiga, graças aos avanços da tecnologia de formação de imagens e dos testes bioquímicos que nos permitem estudar as mudanças cerebrais em tempo real.
Outra dificuldade é o fato de que a fadiga é incrivelmente subjetiva e pode surgir por inúmeras razões. Ela é um sintoma de muitas doenças e condições crônicas, incluindo câncer, esclerose múltipla, covid longa, depressão e encefalomielite miálgica. Mas pode também ter outras causas, de menor gravidade.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c3g09w3e4pyo. Adaptado.
Outra dificuldade é o fato de que a fadiga é incrivelmente subjetiva e pode surgir por inúmeras razões. Ela é um sintoma de muitas doenças e condições crônicas, incluindo câncer, esclerose múltipla, covid longa, depressão e encefalomielite miálgica.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 10.
As Viagens de Marco Polo: a verdadeira história do livro do século XIV
É possível confiar em um homem que afirma ter visto um unicórnio na ilha de Sumatra, na Indonésia?
Esta e outras questões igualmente válidas lançam dúvidas sobre a confiabilidade dos relatos de Marco Polo (1254-1324), desde que o livro As Viagens de Marco Polo se tornou um best-seller, no século XIV.
A obra foi traduzida para dezenas de idiomas, copiada à mão em incontáveis manuscritos e era disponível em qualquer local sofisticado da Europa.
O livro de Marco Polo é o primeiro relato europeu sobre a Rota da Seda. Suas histórias são repletas de maravilhas, especiarias, ouro e pedras preciosas.
Elas também descrevem hábitos extravagantes e fascinantes estratégias de guerra. Tudo isso faz com que a leitura do relato de viagem seja um verdadeiro prazer — mas também, em parte, algo "difícil de acreditar", como observou um copista particularmente escrupuloso ao lado da sua cópia.
Mas não é preciso ser tão cético. Atualmente, setecentos anos após a morte de Marco Polo, no dia 8 de janeiro de 1324, podemos dizer com bastante certeza de que o famoso comerciante, explorador, escritor e antropólogo autodidata veneziano, de fato, viu um unicórnio — ou, pelo menos, não teria mentido a respeito.
"Veneza era a Nova York do mundo da época", segundo o historiador italiano Pieralvise Zorzi. Sua família tem raízes que remontam aos tempos de Marco Polo e mais além.
A cidade era uma metrópole multicultural e receptiva — um centro comercial vibrante que conectava o Ocidente ao Oriente e onde a única religião verdadeira era o comércio. E a família Polo se destacou nesta atividade.
O pai de Marco Polo, Niccolò, e seu tio, Matteo, tinham um palácio muito próximo onde hoje fica o apartamento de Zorzi no Grande Canal de Veneza.
Eles também mantinham escritórios em Istambul, na Turquia, mas sua perspicácia os levou a fechá-los pouco antes que os gregos tomassem a cidade e expulsassem os venezianos.
Niccolò e Matteo Polo venderam tudo na hora certa e saíram para o Oriente, em busca de novos mercados. Eles comercializaram seda, especiarias, pedras preciosas e a cobiçada glândula de um pequeno animal, o veado-almiscareiro, usada no preparo de perfumes.
Eles voltaram a Veneza depois de alguns anos e, na sua segunda viagem à China, em 1271, levaram Marco Polo, então com dezessete anos de idade.
Segundo o relato de Marco Polo, eles viajaram por três anos ao longo da Rota da Seda, a partir de Israel. Eles cruzaram o Oriente Médio e boa parte da Ásia Central, até a corte do imperador mongol Kublai Khan, neto de Gengis Khan, em Pequim, na China.
Os viajantes passaram cerca de vinte anos na China, negociando e trabalhando como uma espécie de embaixadores do governo local.
A família Polo voltou à Europa via Sumatra e ilhas Andaman, no Oceano Índico. Eles contornaram a Índia pelo mar até chegar ao Iêmen, Istambul e, finalmente, Veneza.
Quando os três comerciantes chegaram, Marco Polo estava na casa dos quarenta anos. A lenda conta que, quando eles bateram à porta do seu palácio, o servo perguntou quem era e eles responderam: os donos.
Mas, um ano depois, Marco Polo foi preso. Ele foi capturado pelos genoveses em uma das batalhas entre as cidades marítimas rivais de Veneza e Gênova.
Na prisão, ele teve a sorte de conhecer o escritor e editor Rustichello de Pisa, que percebeu o potencial literário do relato de Marco Polo sobre um mundo que, na época, era bastante desconhecido dos europeus. Eles, então, escreveram a história.
O livro foi um sucesso. O texto era tão envolvente que foi copiado inúmeras vezes e traduzido para diversos idiomas.
E quanto ao unicórnio?
Marco Polo explicou que seu chifre é grosso e preto. Sua cabeça parece a de um javali selvagem, ele está sempre olhando para baixo e adora a lama.
"Ele é muito feio e não se parece em nada com o que imaginamos, nem com uma criatura que pudesse ser embalada por uma mulher virgem, pelo contrário", escreveu ele.
Marco Polo realmente viu esse animal. Era o que hoje chamamos de rinoceronte.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8v2zrnqpe4o. Adaptado.
"Veneza era a Nova York do mundo da época", segundo o historiador italiano Zorzi. Sua família tem raízes que remontam aos tempos de Marco Polo e mais além.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que:
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