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Foram encontradas 50 questões.

Quando a menina nasceu, nenhum vizinho foi dar os

parabéns aos seus pais. Em regiões do Paquistão como o

Vale do Swat, onde ela vivia, só o nascimento de meninos é

celebrado. Das meninas, espera-se apenas que vivam

quietinhas atrás das cortinas, cozinhem e tenham filhos –

preferencialmente antes dos 18 anos de idade. Aos 12 anos,

para poder continuar indo à escola, desafiou uma das mais

cruéis e violentas milícias em ação, o fundamentalista Talibã.

Aos 15 anos, foi baleada na cabeça em uma tentativa do

grupo de silenciá-la. Sobreviveu ao atentado e, aos 16 anos,

tornou-se porta-voz mundial de uma causa até há pouco

quase obscura, entre outros motivos, por ter surgido em uma

região que já parecia ter problemas a tratar: as milhares de

meninas no Afeganistão e no Paquistão que, graças a uma

interpretação do Islã eivada de ignorância e ódio, são

impedidas de ter acesso à educação e a um futuro melhor.

Revista Veja, 16/10/2013, edição 2.343. Editora Abril, pag. 86, com adaptações

Essa autobiografia da jovem paquistanesa é narrada no livro.

 

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Com base no Código de Ética e Disciplina do CAU/BR, assinale a alternativa correta.
 

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Assinale a alternativa que não apresenta unidade(s) organizacional(is) do CAU/BR.
 

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O Colegiado Permanente com a participação das Entidades Nacionais de Arquitetos e Urbanistas (CEAU), a que se refere o art. 61 da Lei n o 12.378/2010 e instituído pelo art. 7 o do Regimento Geral do CAU/BR, possui qual atribuição?
 

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Com base na Lei n o 12.378/2010, assinale a alternativa que apresenta uma atividade ou atribuição do Arquiteto e Urbanista.
 

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De acordo com a Lei n o 12.378/2010, é competência do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU/BR)
 

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Quando arquiteto e morador encontram-se para

discutir um projeto de habitação, tem-se, por um lado, uma

dimensão de liberdade e de escolha a partir da possibilidade

de pensar e imaginar a casa que se quer e se sonha, baseada

em uma construção cultural, histórica, ideológica e

antropológica. Por outro, há a dimensão da necessidade e da

urgência, quando se trata de população de baixa renda e de

habitação social, traduzida nas ideias da casa como abrigo e

da habitação mínima com sua respectiva solução técnica.

A relação entre essas dimensões revela a

complexidade que caracteriza o diálogo entre arquiteto e

morador e se expressa pelos vínculos e dilemas entre

carência, liberdade, ideologia, gestão, política, técnica e

autonomia. Não me refiro a uma análise dessas categorias em

si, mas às ambiguidades que elas imprimem na produção do

objeto arquitetônico, problematizando o seu processo de

concepção e de construção.

Nesse espaço de diálogos e interlocuções entre

indivíduos e grupos carregados de experiências que ora os

diferenciam, ora os agrupam, efetivam-se as dimensões

participativas, que considero como uma esfera micro da

participação, baseadas no falar e no ouvir o outro a fim de se

conceber e se construir algo coletivamente.

A análise das questões colocadas nessa esfera da

participação pode contribuir para o debate sobre o conceito

de sustentabilidade, aplicado na produção do ambiente

construído, na medida em que pode indicar as limitações e as

potencialidades de um projeto que procura integrar, na

prática, as suas múltiplas dimensões, na perspectiva de se

evitar as categorizações socialmente vazias que são

encontradas em muitas noções sobre sustentabilidade que não

contemplam a diversidade social e suas formas de

apropriação e de uso dos recursos e do ambiente. Além disso,

na discussão sobre princípios e estratégias gerais sobre a

sustentabilidade, há o destaque para a dimensão política por

meio da criação de mecanismos que incrementam a

participação da sociedade nas tomadas de decisão.

SHIMBO, Lúcia Zanin; INO, Akemi. Questões, conflitos e potencialidades do diálogo entre moradores e arquitetos sobre materiais construtivos sustentáveis para habitação. Disponível em: http://www.habitare.org.br/doc/docs_revista/artigo_lucia_shimbo.pdf. Acesso em: 1º/11/2013, com adaptações

Analise as reescrituras do terceiro parágrafo do texto, considerando corretas as que não alteram sintática e semanticamente o texto, e julgue os itens que se seguem.

I. Efetivam-se as dimensões participativas nesse espaço de diálogos e interlocuções entre indivíduos e grupos carregados de experiências que ora os diferenciam, ora os agrupam, que considero como uma esfera micro da participação, baseadas no falar e no ouvir o outro a fim de se conceber e se construir algo coletivamente.

II. Efetivam-se as dimensões participativas nesse espaço de diálogos e interlocuções entre indivíduos e grupos, carregados de experiências baseadas no falar e no ouvir o outro, que ora os diferenciam, ora os agrupam, a fim de se conceber e se construir algo coletivamente que considero como uma esfera micro da participação.

III. Nesse espaço de diálogos e interlocuções entre indivíduos e grupos, carregados de experiências que ora os diferenciam, ora os agrupam, as dimensões participativas, que considero como uma esfera micro da participação, efetivam-se, baseadas no falar e no ouvir o outro a fim de se conceber e se construir algo coletivamente.

IV. As dimensões participativas, que considero como uma esfera micro da participação, baseadas no falar e no ouvir o outro a fim de se conceber e se construir algo coletivamente, efetivam-se nesse espaço de diálogos e interlocuções entre indivíduos e grupos, carregados de experiências que ora os diferenciam, ora os agrupam.

A quantidade de itens certos é igual a

 

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Quando arquiteto e morador encontram-se para

discutir um projeto de habitação, tem-se, por um lado, uma

dimensão de liberdade e de escolha a partir da possibilidade

de pensar e imaginar a casa que se quer e se sonha, baseada

em uma construção cultural, histórica, ideológica e

antropológica. Por outro, há a dimensão da necessidade e da

urgência, quando se trata de população de baixa renda e de

habitação social, traduzida nas ideias da casa como abrigo e

da habitação mínima com sua respectiva solução técnica.

A relação entre essas dimensões revela a

complexidade que caracteriza o diálogo entre arquiteto e

morador e se expressa pelos vínculos e dilemas entre

carência, liberdade, ideologia, gestão, política, técnica e

autonomia. Não me refiro a uma análise dessas categorias em

si, mas às ambiguidades que elas imprimem na produção do

objeto arquitetônico, problematizando o seu processo de

concepção e de construção.

Nesse espaço de diálogos e interlocuções entre

indivíduos e grupos carregados de experiências que ora os

diferenciam, ora os agrupam, efetivam-se as dimensões

participativas, que considero como uma esfera micro da

participação, baseadas no falar e no ouvir o outro a fim de se

conceber e se construir algo coletivamente.

A análise das questões colocadas nessa esfera da

participação pode contribuir para o debate sobre o conceito

de sustentabilidade, aplicado na produção do ambiente

construído, na medida em que pode indicar as limitações e as

potencialidades de um projeto que procura integrar, na

prática, as suas múltiplas dimensões, na perspectiva de se

evitar as categorizações socialmente vazias que são

encontradas em muitas noções sobre sustentabilidade que não

contemplam a diversidade social e suas formas de

apropriação e de uso dos recursos e do ambiente. Além disso,

na discussão sobre princípios e estratégias gerais sobre a

sustentabilidade, há o destaque para a dimensão política por

meio da criação de mecanismos que incrementam a

participação da sociedade nas tomadas de decisão.

SHIMBO, Lúcia Zanin; INO, Akemi. Questões, conflitos e potencialidades do diálogo entre moradores e arquitetos sobre materiais construtivos sustentáveis para habitação. Disponível em: http://www.habitare.org.br/doc/docs_revista/artigo_lucia_shimbo.pdf. Acesso em: 1º/11/2013, com adaptações

Português Caroline Cardoso 1 Considere as afirmações acerca da leitura do texto e julgue os itens subsequentes.

I. O texto é essencialmente informativo.

II. O texto trata da complexa relação entre o processo de concepção da habitação, o produto arquitetônico e o perfil do morador.

III. O texto mostra que é intrínseco à profissão do arquiteto passar por um dilema para escolher entre utilidade e estética.

IV. Os autores do texto assumem um posicionamento crítico em relação ao conceito de sustentabilidade.

A quantidade de itens certos é igual a

 

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Quando arquiteto e morador encontram-se para

discutir um projeto de habitação, tem-se, por um lado, uma

dimensão de liberdade e de escolha a partir da possibilidade

de pensar e imaginar a casa que se quer e se sonha, baseada

em uma construção cultural, histórica, ideológica e

antropológica. Por outro, há a dimensão da necessidade e da

urgência, quando se trata de população de baixa renda e de

habitação social, traduzida nas ideias da casa como abrigo e

da habitação mínima com sua respectiva solução técnica.

A relação entre essas dimensões revela a

complexidade que caracteriza o diálogo entre arquiteto e

morador e se expressa pelos vínculos e dilemas entre

carência, liberdade, ideologia, gestão, política, técnica e

autonomia. Não me refiro a uma análise dessas categorias em

si, mas às ambiguidades que elas imprimem na produção do

objeto arquitetônico, problematizando o seu processo de

concepção e de construção.

Nesse espaço de diálogos e interlocuções entre

indivíduos e grupos carregados de experiências que ora os

diferenciam, ora os agrupam, efetivam-se as dimensões

participativas, que considero como uma esfera micro da

participação, baseadas no falar e no ouvir o outro a fim de se

conceber e se construir algo coletivamente.

A análise das questões colocadas nessa esfera da

participação pode contribuir para o debate sobre o conceito

de sustentabilidade, aplicado na produção do ambiente

construído, na medida em que pode indicar as limitações e as

potencialidades de um projeto que procura integrar, na

prática, as suas múltiplas dimensões, na perspectiva de se

evitar as categorizações socialmente vazias que são

encontradas em muitas noções sobre sustentabilidade que não

contemplam a diversidade social e suas formas de

apropriação e de uso dos recursos e do ambiente. Além disso,

na discussão sobre princípios e estratégias gerais sobre a

sustentabilidade, há o destaque para a dimensão política por

meio da criação de mecanismos que incrementam a

participação da sociedade nas tomadas de decisão.

SHIMBO, Lúcia Zanin; INO, Akemi. Questões, conflitos e potencialidades do diálogo entre moradores e arquitetos sobre materiais construtivos sustentáveis para habitação. Disponível em: http://www.habitare.org.br/doc/docs_revista/artigo_lucia_shimbo.pdf. Acesso em: 1º/11/2013, com adaptações

Acerca da oração “muitas noções sobre sustentabilidade que não contemplam a diversidade social e suas formas de apropriação e de uso dos recursos e do ambiente.”, (linhas de 31 a 33), assinale a alternativa correta.
 

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Quando arquiteto e morador encontram-se para

discutir um projeto de habitação, tem-se, por um lado, uma

dimensão de liberdade e de escolha a partir da possibilidade

de pensar e imaginar a casa que se quer e se sonha, baseada

em uma construção cultural, histórica, ideológica e

antropológica. Por outro, há a dimensão da necessidade e da

urgência, quando se trata de população de baixa renda e de

habitação social, traduzida nas ideias da casa como abrigo e

da habitação mínima com sua respectiva solução técnica.

A relação entre essas dimensões revela a

complexidade que caracteriza o diálogo entre arquiteto e

morador e se expressa pelos vínculos e dilemas entre

carência, liberdade, ideologia, gestão, política, técnica e

autonomia. Não me refiro a uma análise dessas categorias em

si, mas às ambiguidades que elas imprimem na produção do

objeto arquitetônico, problematizando o seu processo de

concepção e de construção.

Nesse espaço de diálogos e interlocuções entre

indivíduos e grupos carregados de experiências que ora os

diferenciam, ora os agrupam, efetivam-se as dimensões

participativas, que considero como uma esfera micro da

participação, baseadas no falar e no ouvir o outro a fim de se

conceber e se construir algo coletivamente.

A análise das questões colocadas nessa esfera da

participação pode contribuir para o debate sobre o conceito

de sustentabilidade, aplicado na produção do ambiente

construído, na medida em que pode indicar as limitações e as

potencialidades de um projeto que procura integrar, na

prática, as suas múltiplas dimensões, na perspectiva de se

evitar as categorizações socialmente vazias que são

encontradas em muitas noções sobre sustentabilidade que não

contemplam a diversidade social e suas formas de

apropriação e de uso dos recursos e do ambiente. Além disso,

na discussão sobre princípios e estratégias gerais sobre a

sustentabilidade, há o destaque para a dimensão política por

meio da criação de mecanismos que incrementam a

participação da sociedade nas tomadas de decisão.

SHIMBO, Lúcia Zanin; INO, Akemi. Questões, conflitos e potencialidades do diálogo entre moradores e arquitetos sobre materiais construtivos sustentáveis para habitação. Disponível em: http://www.habitare.org.br/doc/docs_revista/artigo_lucia_shimbo.pdf. Acesso em: 1º/11/2013, com adaptações

Acerca do texto, assinale a alternativa correta.
 

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