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Foram encontradas 40 questões.

2585277 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: CAU-SC

Com relação aos vírus de computador, assinale a alternativa correta.

 

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2585276 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: CAU-SC

Assinale a alternativa que apresenta a opção por meio da qual o usuário, após clicar Enunciado 2585276-1 e selecionar Enunciado 2585276-2, no programa de navegação Google Chrome, em sua versão mais atual, poderá abrir as configurações de proxy do computador.

 

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Assinale a alternativa que apresenta o nome da camada do modelo de referência OSI que é responsável pelo redirecionamento dos pacotes entre redes diferentes.

 

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2585274 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: CAU-SC

No sistema operacional Windows 10, o usuário, ao clicar, com o botão direito do mouse, a barra de tarefas e selecionar Enunciado 2585274-1, encontrará, entre as opções disponíveis, a opção

 

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2585273 Ano: 2022
Disciplina: Informática
Banca: QUADRIX
Orgão: CAU-SC

O equipamento que é formado por um conjunto de baterias e é capaz de fornecer energia, no caso de queda na rede elétrica, evitando a interrupção brusca do processamento, denomina-se

 

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2585272 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CAU-SC

Quando você me diz “lá em casa” eu vejo um bicho feito de ângulos, retas e paralelas, um animal composto de planos e perspectivas, feito bicho fotografado. Vejo uma porção de coisas, só depois vejo gente, quase como se fosse em detalhe. A casa fez o homem, depois descansou e recebeu gente para viver.

Ninguém sabe nada de casa. Assunto é quem nela mora. Mas as casas — as casas são. Não só a decoração, o estilo e a disposição. Algo além, que não foi planejado mas começou a aparecer, desde os primeiros tijolos. A casa sente-se aos poucos, seus sinais de vida. Sua respiração é noturna e descompassada: tem algo de pássaro lidando com ninho. A casa — principalmente à noite quando a gente dorme.

De noite, você range e a casa tem medo. De noite, certos ratos que você não conhece se nutrem. De noite, pessoas parecidas com você passam de um canto para outro e não são notadas. De noite, o estranho no sótão (mesmo que seja apartamento há esse estranho no sótão) sai para brincar. Anões percorrem as estantes, um azulejo muda de lugar, mas se recompõe. Todas essas coisas lógicas e esperadas da casa a sós. A casa se mal assombra, nós apenas nos assombramos. Há uma porta que não empena depois das 23h. Um alçapão que você não conhecia engole bloco de cimento. O mecanismo funciona perfeito. O curto-circuito é você: deitado. Casa não deita: levanta.

Mas ficou sem dormir no escuro: descobrirá como é circunstancial o dono da casa. A casa é história, nós somos cidadãos. Uma casa é um mecanismo que desandou e, de todos os seus ritmos, só oferece a você aquele que você precisa. Mas os outros, estão lá: fique acordado e veja. Nada é estranho. Estranho é você que não sabe parar, a casa é uma perfeição de paradas e freios. Pare, olhe e more.

Quando você dorme, a casa faz. Quando você sai, a casa fica. Na realidade vocês não se conhecem. São uma acomodação interesseira. Se você conseguir — leva tempo — vê-la acordada, vai ser duro para você. Vai querer nunca mais dormir e essa, não há dúvida, é a pior das mortes.

Ivan Lessa. A casa. In: Diário Carioca, Rio de Janeiro, 1965. Internet: <cronicabrasileira.org.br> (com adaptações).

No último parágrafo do texto,

 

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2585271 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CAU-SC

Quando você me diz “lá em casa” eu vejo um bicho feito de ângulos, retas e paralelas, um animal composto de planos e perspectivas, feito bicho fotografado. Vejo uma porção de coisas, só depois vejo gente, quase como se fosse em detalhe. A casa fez o homem, depois descansou e recebeu gente para viver.

Ninguém sabe nada de casa. Assunto é quem nela mora. Mas as casas — as casas são. Não só a decoração, o estilo e a disposição. Algo além, que não foi planejado mas começou a aparecer, desde os primeiros tijolos. A casa sente-se aos poucos, seus sinais de vida. Sua respiração é noturna e descompassada: tem algo de pássaro lidando com ninho. A casa — principalmente à noite quando a gente dorme.

De noite, você range e a casa tem medo. De noite, certos ratos que você não conhece se nutrem. De noite, pessoas parecidas com você passam de um canto para outro e não são notadas. De noite, o estranho no sótão (mesmo que seja apartamento há esse estranho no sótão) sai para brincar. Anões percorrem as estantes, um azulejo muda de lugar, mas se recompõe. Todas essas coisas lógicas e esperadas da casa a sós. A casa se mal assombra, nós apenas nos assombramos. Há uma porta que não empena depois das 23h. Um alçapão que você não conhecia engole bloco de cimento. O mecanismo funciona perfeito. O curto-circuito é você: deitado. Casa não deita: levanta.

Mas ficou sem dormir no escuro: descobrirá como é circunstancial o dono da casa. A casa é história, nós somos cidadãos. Uma casa é um mecanismo que desandou e, de todos os seus ritmos, só oferece a você aquele que você precisa. Mas os outros, estão lá: fique acordado e veja. Nada é estranho. Estranho é você que não sabe parar, a casa é uma perfeição de paradas e freios. Pare, olhe e more.

Quando você dorme, a casa faz. Quando você sai, a casa fica. Na realidade vocês não se conhecem. São uma acomodação interesseira. Se você conseguir — leva tempo — vê-la acordada, vai ser duro para você. Vai querer nunca mais dormir e essa, não há dúvida, é a pior das mortes.

Ivan Lessa. A casa. In: Diário Carioca, Rio de Janeiro, 1965. Internet: <cronicabrasileira.org.br> (com adaptações).

No trecho “A casa se mal assombra, nós apenas nos assombramos.”, a palavra “mal”

 

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2585270 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CAU-SC

Quando você me diz “lá em casa” eu vejo um bicho feito de ângulos, retas e paralelas, um animal composto de planos e perspectivas, feito bicho fotografado. Vejo uma porção de coisas, só depois vejo gente, quase como se fosse em detalhe. A casa fez o homem, depois descansou e recebeu gente para viver.

Ninguém sabe nada de casa. Assunto é quem nela mora. Mas as casas — as casas são. Não só a decoração, o estilo e a disposição. Algo além, que não foi planejado mas começou a aparecer, desde os primeiros tijolos. A casa sente-se aos poucos, seus sinais de vida. Sua respiração é noturna e descompassada: tem algo de pássaro lidando com ninho. A casa — principalmente à noite quando a gente dorme.

De noite, você range e a casa tem medo. De noite, certos ratos que você não conhece se nutrem. De noite, pessoas parecidas com você passam de um canto para outro e não são notadas. De noite, o estranho no sótão (mesmo que seja apartamento há esse estranho no sótão) sai para brincar. Anões percorrem as estantes, um azulejo muda de lugar, mas se recompõe. Todas essas coisas lógicas e esperadas da casa a sós. A casa se mal assombra, nós apenas nos assombramos. Há uma porta que não empena depois das 23h. Um alçapão que você não conhecia engole bloco de cimento. O mecanismo funciona perfeito. O curto-circuito é você: deitado. Casa não deita: levanta.

Mas ficou sem dormir no escuro: descobrirá como é circunstancial o dono da casa. A casa é história, nós somos cidadãos. Uma casa é um mecanismo que desandou e, de todos os seus ritmos, só oferece a você aquele que você precisa. Mas os outros, estão lá: fique acordado e veja. Nada é estranho. Estranho é você que não sabe parar, a casa é uma perfeição de paradas e freios. Pare, olhe e more.

Quando você dorme, a casa faz. Quando você sai, a casa fica. Na realidade vocês não se conhecem. São uma acomodação interesseira. Se você conseguir — leva tempo — vê-la acordada, vai ser duro para você. Vai querer nunca mais dormir e essa, não há dúvida, é a pior das mortes.

Ivan Lessa. A casa. In: Diário Carioca, Rio de Janeiro, 1965. Internet: <cronicabrasileira.org.br> (com adaptações).

No trecho “O curto-circuito é você: deitado. Casa não deita: levanta.”, o sinal de dois-pontos, em suas duas ocorrências,

 

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2585269 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CAU-SC

Quando você me diz “lá em casa” eu vejo um bicho feito de ângulos, retas e paralelas, um animal composto de planos e perspectivas, feito bicho fotografado. Vejo uma porção de coisas, só depois vejo gente, quase como se fosse em detalhe. A casa fez o homem, depois descansou e recebeu gente para viver.

Ninguém sabe nada de casa. Assunto é quem nela mora. Mas as casas — as casas são. Não só a decoração, o estilo e a disposição. Algo além, que não foi planejado mas começou a aparecer, desde os primeiros tijolos. A casa sente-se aos poucos, seus sinais de vida. Sua respiração é noturna e descompassada: tem algo de pássaro lidando com ninho. A casa — principalmente à noite quando a gente dorme.

De noite, você range e a casa tem medo. De noite, certos ratos que você não conhece se nutrem. De noite, pessoas parecidas com você passam de um canto para outro e não são notadas. De noite, o estranho no sótão (mesmo que seja apartamento há esse estranho no sótão) sai para brincar. Anões percorrem as estantes, um azulejo muda de lugar, mas se recompõe. Todas essas coisas lógicas e esperadas da casa a sós. A casa se mal assombra, nós apenas nos assombramos. Há uma porta que não empena depois das 23h. Um alçapão que você não conhecia engole bloco de cimento. O mecanismo funciona perfeito. O curto-circuito é você: deitado. Casa não deita: levanta.

Mas ficou sem dormir no escuro: descobrirá como é circunstancial o dono da casa. A casa é história, nós somos cidadãos. Uma casa é um mecanismo que desandou e, de todos os seus ritmos, só oferece a você aquele que você precisa. Mas os outros, estão lá: fique acordado e veja. Nada é estranho. Estranho é você que não sabe parar, a casa é uma perfeição de paradas e freios. Pare, olhe e more.

Quando você dorme, a casa faz. Quando você sai, a casa fica. Na realidade vocês não se conhecem. São uma acomodação interesseira. Se você conseguir — leva tempo — vê-la acordada, vai ser duro para você. Vai querer nunca mais dormir e essa, não há dúvida, é a pior das mortes.

Ivan Lessa. A casa. In: Diário Carioca, Rio de Janeiro, 1965. Internet: <cronicabrasileira.org.br> (com adaptações).

No primeiro período do primeiro parágrafo do texto,

 

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2585268 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CAU-SC

Quando você me diz “lá em casa” eu vejo um bicho feito de ângulos, retas e paralelas, um animal composto de planos e perspectivas, feito bicho fotografado. Vejo uma porção de coisas, só depois vejo gente, quase como se fosse em detalhe. A casa fez o homem, depois descansou e recebeu gente para viver.

Ninguém sabe nada de casa [D]. Assunto é quem nela mora [B]. Mas as casas — as casas são. Não só a decoração, o estilo e a disposição. Algo além, que não foi planejado mas começou a aparecer, desde os primeiros tijolos. A casa sente-se aos poucos, seus sinais de vida. Sua respiração é noturna e descompassada [E]: tem algo de pássaro lidando com ninho. A casa — principalmente à noite quando a gente dorme.

De noite, você range e a casa tem medo. De noite, certos ratos que você não conhece se nutrem. De noite, pessoas parecidas com você passam de um canto para outro e não são notadas. De noite, o estranho no sótão (mesmo que seja apartamento há esse estranho no sótão) sai para brincar. Anões percorrem as estantes, um azulejo muda de lugar, mas se recompõe. Todas essas coisas lógicas e esperadas da casa a sós. A casa se mal assombra, nós apenas nos assombramos. Há uma porta que não empena depois das 23h. Um alçapão que você não conhecia engole bloco de cimento. O mecanismo funciona perfeito. O curto-circuito é você: deitado. Casa não deita: levanta.

Mas ficou sem dormir no escuro: descobrirá como é circunstancial o dono da casa. A casa é história, nós somos cidadãos. Uma casa é um mecanismo que desandou e, de todos os seus ritmos, só oferece a você aquele que você precisa. Mas os outros, estão lá: fique acordado e veja [C]. Nada é estranho. Estranho é você que não sabe parar, a casa é uma perfeição de paradas e freios. Pare, olhe e more.

Quando você dorme, a casa faz. Quando você sai, a casa fica. Na realidade vocês não se conhecem. São uma acomodação interesseira. Se você conseguir — leva tempo — vê-la acordada, vai ser duro para você. Vai querer nunca mais dormir [A] e essa, não há dúvida, é a pior das mortes.

Ivan Lessa. A casa. In: Diário Carioca, Rio de Janeiro, 1965. Internet: <cronicabrasileira.org.br> (com adaptações).

O autor do texto atribui à casa características típicas de seres vivos, como no trecho

 

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