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Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém
Havia um grande trabalho a ser feito e Todo Mundo tinha certeza que Alguém o faria.
Qualquer Um poderia tê-lo feito e Ninguém não fez.
Alguém se zangou porque era um trabalho de Todo Mundo.
Todo Mundo pensou que Qualquer Um poderia fazê-lo, mas Ninguém não imaginou que Todo Mundo deixasse de fazer.
Ao final, Todo Mundo culpou Alguém quando Ninguém fez o que Qualquer Um poderia ter feito.
(Autor desconhecido)
Acentuam-se os vocábulos “alguém” e “ninguém” em virtude de ambos:
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Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém
Havia um grande trabalho a ser feito e Todo Mundo tinha certeza que Alguém o faria.
Qualquer Um poderia tê-lo feito e Ninguém não fez.
Alguém se zangou porque era um trabalho de Todo Mundo.
Todo Mundo pensou que Qualquer Um poderia fazê-lo, mas Ninguém não imaginou que Todo Mundo deixasse de fazer.
Ao final, Todo Mundo culpou Alguém quando Ninguém fez o que Qualquer Um poderia ter feito.
(Autor desconhecido)
Em “Qualquer Um poderia tê-lo feito e Ninguém não fez”, sem alterar o sentido da frase, o termo destacado “”e” poderia se substituído por:
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Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém
Havia um grande trabalho a ser feito e Todo Mundo tinha certeza que Alguém o faria.
Qualquer Um poderia tê-lo feito e Ninguém não fez.
Alguém se zangou porque era um trabalho de Todo Mundo.
Todo Mundo pensou que Qualquer Um poderia fazê-lo, mas Ninguém não imaginou que Todo Mundo deixasse de fazer.
Ao final, Todo Mundo culpou Alguém quando Ninguém fez o que Qualquer Um poderia ter feito.
(Autor desconhecido)
No texto “Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém”, o fragmento “Qualquer Um poderia tê-lo feito”, o termo “-lo” se refere a um trabalho:
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Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém
Havia um grande trabalho a ser feito e Todo Mundo tinha certeza que Alguém o faria.
Qualquer Um poderia tê-lo feito e Ninguém não fez.
Alguém se zangou porque era um trabalho de Todo Mundo.
Todo Mundo pensou que Qualquer Um poderia fazê-lo, mas Ninguém não imaginou que Todo Mundo deixasse de fazer.
Ao final, Todo Mundo culpou Alguém quando Ninguém fez o que Qualquer Um poderia ter feito.
(Autor desconhecido)
O texto “Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém” tem o propósito de:
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Todo Mundo, Alguém, Qualquer Um e Ninguém
Havia um grande trabalho a ser feito e Todo Mundo tinha certeza que Alguém o faria.
Qualquer Um poderia tê-lo feito e Ninguém não fez.
Alguém se zangou porque era um trabalho de Todo Mundo.
Todo Mundo pensou que Qualquer Um poderia fazê-lo, mas Ninguém não imaginou que Todo Mundo deixasse de fazer.
Ao final, Todo Mundo culpou Alguém quando Ninguém fez o que Qualquer Um poderia ter feito.
(Autor desconhecido)
Ao afirmar “Ninguém fez o que Qualquer Um poderia ter feito”, segundo o texto, o trabalho
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Ninguém vive sozinho
Quem está vivo precisa de outros seres vivos. Alguns levam isso muito a sério e vivem sempre com outros iguais ou semelhantes a eles. Alguns se juntam com seres vivos de outro tipo.
Formigas, abelhas e cupins vivem em grupos muito grandes. Formigas no formigueiro, abelhas na colméia, cupins no cupinzeiro. Nesses grupos, ou sociedades, cada um tem um trabalho: muitos trazem alimento e constroem a casa, outros só cuidam de ter e criar filhotes.
Tem caranguejo que faz diferente. Não vive em sociedade, mas se junta à anêmona em troca de favores com ela. O corpo do caranguejo é coberto por uma casca, na qual fica a anêmona, que não consegue andar nem nadar sozinha. Assim, o caranguejo ganha um disfarce e a anêmona pode ir pra lá e pra cá, pra onde o caranguejo for.
Tem bichos e plantas que, em vez de ficarem por conta própria, só sabem viver grudados em outros, ou dentro deles. Vão-se aproveitando dos outros sem fazerem nada bom em troca. São os parasitas. O carrapato, na pele; o piolho, no couro cabeludo, e a lombriga, dentro da barriga.
(SOUZA, Maurício de. O Aurélio com a Turma da Mônica, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2003)
A alternativa que contém dois termos em que ocorre dígrafo é:
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Ninguém vive sozinho
Quem está vivo precisa de outros seres vivos. Alguns levam isso muito a sério e vivem sempre com outros iguais ou semelhantes a eles. Alguns se juntam com seres vivos de outro tipo.
Formigas, abelhas e cupins vivem em grupos muito grandes. Formigas no formigueiro, abelhas na colméia, cupins no cupinzeiro. Nesses grupos, ou sociedades, cada um tem um trabalho: muitos trazem alimento e constroem a casa, outros só cuidam de ter e criar filhotes.
Tem caranguejo que faz diferente. Não vive em sociedade, mas se junta à anêmona em troca de favores com ela. O corpo do caranguejo é coberto por uma casca, na qual fica a anêmona, que não consegue andar nem nadar sozinha. Assim, o caranguejo ganha um disfarce e a anêmona pode ir pra lá e pra cá, pra onde o caranguejo for.
Tem bichos e plantas que, em vez de ficarem por conta própria, só sabem viver grudados em outros, ou dentro deles. Vão-se aproveitando dos outros sem fazerem nada bom em troca. São os parasitas. O carrapato, na pele; o piolho, no couro cabeludo, e a lombriga, dentro da barriga.
(SOUZA, Maurício de. O Aurélio com a Turma da Mônica, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2003)
Em “Ninguém vive sozinho”, está dito, no primeiro parágrafo, que, “para viver em sociedade”, os animais:
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Ninguém vive sozinho
Quem está vivo precisa de outros seres vivos. Alguns levam isso muito a sério e vivem sempre com outros iguais ou semelhantes a eles. Alguns se juntam com seres vivos de outro tipo.
Formigas, abelhas e cupins vivem em grupos muito grandes. Formigas no formigueiro, abelhas na colméia, cupins no cupinzeiro. Nesses grupos, ou sociedades, cada um tem um trabalho: muitos trazem alimento e constroem a casa, outros só cuidam de ter e criar filhotes.
Tem caranguejo que faz diferente. Não vive em sociedade, mas se junta à anêmona em troca de favores com ela. O corpo do caranguejo é coberto por uma casca, na qual fica a anêmona, que não consegue andar nem nadar sozinha. Assim, o caranguejo ganha um disfarce e a anêmona pode ir pra lá e pra cá, pra onde o caranguejo for.
Tem bichos e plantas que, em vez de ficarem por conta própria, só sabem viver grudados em outros, ou dentro deles. Vão-se aproveitando dos outros sem fazerem nada bom em troca. São os parasitas. O carrapato, na pele; o piolho, no couro cabeludo, e a lombriga, dentro da barriga.
(SOUZA, Maurício de. O Aurélio com a Turma da Mônica, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2003)
Segundo texto “Ninguém vive sozinho”, o carrapato, o piolho e a lombriga são parasitas porque:
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Ninguém vive sozinho
Quem está vivo precisa de outros seres vivosc. Alguns levam isso muito a sério e vivem sempre com outros iguais ou semelhantes a eles. Alguns se juntam com seres vivos de outro tipo.
Formigas, abelhas e cupins vivem em grupos muito grandes. Formigas no formigueiro, abelhas na colméia, cupins no cupinzeiro. Nesses grupos, ou sociedades, cada um tem um trabalho: muitos trazem alimento e constroem a casaa, outros só cuidam de ter e criar filhotese.
Tem caranguejo que faz diferente. Não vive em sociedade, mas se junta à anêmona em troca de favores com ela. O corpo do caranguejo é coberto por uma cascab, na qual fica a anêmona, que não consegue andar nem nadar sozinha. Assim, o caranguejo ganha um disfarce e a anêmona pode ir pra lá e pra cá, pra onde o caranguejo for.
Tem bichos e plantas que, em vez de ficarem por conta própria, só sabem viver grudados em outrosd, ou dentro deles. Vão-se aproveitando dos outros sem fazerem nada bom em troca. São os parasitas. O carrapato, na pele; o piolho, no couro cabeludo, e a lombriga, dentro da barriga.
(SOUZA, Maurício de. O Aurélio com a Turma da Mônica, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2003)
A principal informação do texto “Ninguém vive sozinho” pode ser argumentada pelo que está expresso na alternativa:
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Ninguém vive sozinho
Quem está vivo precisa de outros seres vivos. Alguns levam isso muito a sério e vivem sempre com outros iguais ou semelhantes a eles. Alguns se juntam com seres vivos de outro tipo.
Formigas, abelhas e cupins vivem em grupos muito grandes. Formigas no formigueiro, abelhas na colméia, cupins no cupinzeiro. Nesses grupos, ou sociedades, cada um tem um trabalho: muitos trazem alimento e constroem a casa, outros só cuidam de ter e criar filhotes.
Tem caranguejo que faz diferente. Não vive em sociedade, mas se junta à anêmona em troca de favores com ela. O corpo do caranguejo é coberto por uma casca, na qual fica a anêmona, que não consegue andar nem nadar sozinha. Assim, o caranguejo ganha um disfarce e a anêmona pode ir pra lá e pra cá, pra onde o caranguejo for.
Tem bichos e plantas que, em vez de ficarem por conta própria, só sabem viver grudados em outros, ou dentro deles. Vão-se aproveitando dos outros sem fazerem nada bom em troca. São os parasitas. O carrapato, na pele; o piolho, no couro cabeludo, e a lombriga, dentro da barriga.
(SOUZA, Maurício de. O Aurélio com a Turma da Mônica, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2003)
No fragmento “só sabem viver grudados” , o termo “grudados” sugere que os seres vivem uma relação de:
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