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Foram encontradas 80 questões.

1114685 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: FUNCAB
Orgão: CBM-RO

No Windows XP, são opções disponíveis da janela atinente ao botão desligar:

 

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1114682 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNCAB
Orgão: CBM-RO

Como orientador do processo administrativo , pode-se apontar o seguinte princípio:

 

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1114680 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNCAB
Orgão: CBM-RO

O conceito de serviço público em sentido estrito compreende apenas as atividades estatais:

 

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1114672 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: FUNCAB
Orgão: CBM-RO

Na segurança da informação, a assinatura digital garante:

 

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1114620 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: FUNCAB
Orgão: CBM-RO

No MS Excel 2003, é um recurso utilizado para alterar a largura de colunas:

 

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1114590 Ano: 2014
Disciplina: Informática
Banca: FUNCAB
Orgão: CBM-RO

Levando-se em consideração a aparência no Windows XP, a opção relativa à configuração que permite alterar o desenho que vai aparecer na área de trabalho é:

 

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1114513 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCAB
Orgão: CBM-RO

Maria está participando de um jogo de perguntas e respostas . Para cada pergunta respondida corretamente, ela ganha 5 pontos; para cada pergunta respondida incorretamente, ela perde 2 pontos. Maria respondeu a 25 perguntas e totalizou 69 pontos. Determine a quantas perguntas Maria respondeu corretamente.

 

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1114422 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: FUNCAB
Orgão: CBM-RO

Determine o valor da expressão abaixo.

( 4 3 + 20 35 ) . ( 10 11 1) (2+ 3 1 ) . ( 7 10 1)

 

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1114392 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: CBM-RO

Leia o texto abaixo e responda às questões proposta.

“Bullying” e incivilidade

O “bullying” não é um fenômeno moderno, m as hoje os pais estão bem preocupados porque parece que ele se alastrou nos locais onde há grupos de crianças e jovens, principalmente na escola. Todos têm receio de que o filho seja alvo de humilhação, exclusão ou brincadeiras de mau gosto por parte dos colegas, para citar exemplos da prática, mas poucos são os que se preocupam em preparar o filho para que ele não seja autor dessas atividades.

Quando pensamos no “ bullying ” , logo consideram os os atos violentos e agressivos, mas é raro que os considerem os com o atos de incivilidade. Vamos, então, refletir a respeito desse fenômeno sob essa ótica. Por que é que mesmo os adultos que nunca foram vítimas de atos de violência, com o assalto ou furto, sentem uma grande sensação de insegurança nos espaços públicos? Simples: porque eles sentem que nesses locais tudo pode acontecer. A vida em com unidade está comprometida, e cada um faz o que julga o melhor para si sem considerar o bem comum.

Outro dia, vi um a cena que exemplifica bem essa situação. Em uma farmácia repleta de clientes, só dois caixas funcionavam , o que causou um a fila imensa. Em dado momento, um terceiro caixa abriu e o atendente chamou o próximo cliente. O que aconteceu? Várias pessoas que estavam no fim da fila e outras que aguardavam ainda a sua vez correram para serem atendidas. A penas um a jovem mulher reagiu e disse que estavam todos com pressa e aguardando a sua vez. Ela se tornou alvo de ironias e ainda ouviu um homem dizer que “a vida é dos mais espertos".

Essa cena permite um a conclusão: a de que ser um cidadão responsável e respeitoso promove desvantagens. É esse clima que, de um m odo geral, reina entre crianças e jovens: o de que ser um bom garoto ou aluno correto não é um bem em si.

Além disso, as crianças e os jovens também convivem com essa sensação de insegurança de que, na escola, tudo pode acontecer. Muitos criam estratégias para evitar serem vistos com o frágeis e se tornarem alvo de zombarias. Tais estratégias podem se transformar em atos de incivilidade. A convivência promove conflitos variados e é preciso saber negociá-los com estratégias respeitosas e civilizadas.

Muitos pais ensinam seus filhos a negociarem conflitos de m odo pacífico e polido, mas muitos não o fazem . É preciso estar atento a esse detalhe. Aliás, costumo dizer que é nos detalhes que a educação acontece. Faz parte também do trabalho da escola esse ensinamento. A prender a não cometer atos de incivilidade diminuiria muito o “bullying” .

Para tanto, não se pode abandonar crianças ou jovens à própria sorte: é preciso a presença educativa e reguladora dos adultos. Isso vale, principalmente, nos horários escolares em que o fenômeno m ais ocorre: na entrada, na saída e no recreio.

(SAYÃO, Rosely. “Bullying” e incivilidade. Folha de S. Paulo, São Paulo, 6 mar. 2008.)

“Outro dia, vi um a cena que exemplifica bem essa situação." (parágrafo 3)

Das alterações feitas na oração acima, aquela em que o verbo VER está em pregado no tempo futuro do subjuntivo é:

 

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1114358 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FUNCAB
Orgão: CBM-RO

Leia o texto abaixo e responda às questões proposta.

“Bullying” e incivilidade

O “bullying” não é um fenômeno moderno, m as hoje os pais estão bem preocupados porque parece que ele se alastrou nos locais onde há grupos de crianças e jovens, principalmente na escola. Todos têm receio de que o filho seja alvo de humilhação, exclusão ou brincadeiras de mau gosto por parte dos colegas, para citar exemplos da prática, mas poucos são os que se preocupam em preparar o filho para que ele não seja autor dessas atividades.

Quando pensamos no “ bullying ” , logo consideram os os atos violentos e agressivos, mas é raro que os considerem os com o atos de incivilidade. Vamos, então, refletir a respeito desse fenômeno sob essa ótica. Por que é que mesmo os adultos que nunca foram vítimas de atos de violência, com o assalto ou furto, sentem uma grande sensação de insegurança nos espaços públicos? Simples: porque eles sentem que nesses locais tudo pode acontecer. A vida em com unidade está comprometida, e cada um faz o que julga o melhor para si sem considerar o bem comum.

Outro dia, vi um a cena que exemplifica bem essa situação. Em uma farmácia repleta de clientes, só dois caixas funcionavam , o que causou um a fila imensa. Em dado momento, um terceiro caixa abriu e o atendente chamou o próximo cliente. O que aconteceu? Várias pessoas que estavam no fim da fila e outras que aguardavam ainda a sua vez correram para serem atendidas. A penas um a jovem mulher reagiu e disse que estavam todos com pressa e aguardando a sua vez. Ela se tornou alvo de ironias e ainda ouviu um homem dizer que “a vida é dos mais espertos".

Essa cena permite um a conclusão: a de que ser um cidadão responsável e respeitoso promove desvantagens. É esse clima que, de um m odo geral, reina entre crianças e jovens: o de que ser um bom garoto ou aluno correto não é um bem em si.

Além disso, as crianças e os jovens também convivem com essa sensação de insegurança de que, na escola, tudo pode acontecer. Muitos criam estratégias para evitar serem vistos com o frágeis e se tornarem alvo de zombarias. Tais estratégias podem se transformar em atos de incivilidade. A convivência promove conflitos variados e é preciso saber negociá-los com estratégias respeitosas e civilizadas.

Muitos pais ensinam seus filhos a negociarem conflitos de m odo pacífico e polido, mas muitos não o fazem . É preciso estar atento a esse detalhe. Aliás, costumo dizer que é nos detalhes que a educação acontece. Faz parte também do trabalho da escola esse ensinamento. A prender a não cometer atos de incivilidade diminuiria muito o “bullying” .

Para tanto, não se pode abandonar crianças ou jovens à própria sorte: é preciso a presença educativa e reguladora dos adultos. Isso vale, principalmente, nos horários escolares em que o fenômeno m ais ocorre: na entrada, na saída e no recreio.

(SAYÃO, Rosely. “Bullying” e incivilidade. Folha de S. Paulo, São Paulo, 6 mar. 2008.)

“Todos têm receio de que o filho seja alvo de humilhação, exclusão ou brincadeiras de mau gosto por parte dos colegas..." (parágrafo 1)

A oração subordinada no trecho acima exerce a função sintática de:

 

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