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A concordância está correta na frase:
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Atenção: As questões de números 1 a 7 baseiam-se no texto apresentado abaixo.
O tempo está se acelerando. Mas há uma sensação generalizada de que não conseguimos fazer tudo que queremos. Falta tempo. Pagamos fortunas por novidades tecnológicas que deveriam facilitar nossas vidas e continuamos com uma pressa insaciável.
Essa histeria provavelmente começou na Revolução Industrial, com máquinas que trabalhavam mais rápido que os homens. Muitas atividades rotineiras foram agilizadas. Entre elas, uma vital: a capacidade de deslocamento. Dos tempos de Júlio César, no século I a.C., aos de Napoleão, no século XIX de nossa era, nossa velocidade de movimentação foi quase a mesma: a que o cavalo permitisse. A invenção dos motores, colocados em trens, mudou tudo. E o impacto provocou a organização sólida do tempo, com a conseqüente importância dos fusos horários, pela velocidade com que os deslocamentos entre pontos de um território começaram a ser feitos.
A tecnologia então disparou a oferecer velocidade a quem quiser consumi-la. No final do século XX, transfigurou-se nossa capacidade de nos comunicarmos. “A tecnologia e a internet provocaram uma revolução na troca e na quantidade de informações”, diz um especialista. Vemo-nos num círculo vicioso aparentemente inquebrável: a tecnologia gera demanda por velocidade, que empurra o desenvolvimento de novas tecnologias que precisam ser mais rápidas.
O resultado dessa avidez por ganhar tempo é que estamos cada vez mais com a sensação de perdê-lo. Pressa. Ansiedade. E a sensação de que nunca é possível fazer tudo – além da certeza de que a vida está passando rápido demais. Essas são as principais conseqüências de vivermos num mundo em que para tudo vale a regra do “quanto mais rápido, melhor”.
Psiquiatras já discutem a existência de um distúrbio conhecido como “doença da pressa”, cujos sintomas seriam a alta ansiedade, dificuldade para relaxar e, em casos mais graves, problemas de saúde e de relacionamento. A resposta para esse dilema é qualidade, não quantidade.
(GWERCMAN, Sérgio. Cada vez mais acelerado. Superinteressante, São Paulo, ed. 211, p. 52-55, mar. 2005, com adaptações)
E o impacto provocou a organização sólida do tempo ... (2º parágrafo)
O verbo que exige o mesmo tipo de complemento existente na frase acima está em:
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Atenção: As questões de números 1 a 7 baseiam-se no texto apresentado abaixo.
O tempo está se acelerando. Mas há uma sensação generalizada de que não conseguimos fazer tudo que queremos. Falta tempo. Pagamos fortunas por novidades tecnológicas que deveriam facilitar nossas vidas e continuamos com uma pressa insaciável.
Essa histeria provavelmente começou na Revolução Industrial, com máquinas que trabalhavam mais rápido que os homens. Muitas atividades rotineiras foram agilizadas. Entre elas, uma vital: a capacidade de deslocamento. Dos tempos de Júlio César, no século I a.C., aos de Napoleão, no século XIX de nossa era, nossa velocidade de movimentação foi quase a mesma: a que o cavalo permitisse. A invenção dos motores, colocados em trens, mudou tudo. E o impacto provocou a organização sólida do tempo, com a conseqüente importância dos fusos horários, pela velocidade com que os deslocamentos entre pontos de um território começaram a ser feitos.
A tecnologia então disparou a oferecer velocidade a quem quiser consumi-la. No final do século XX, transfigurou-se nossa capacidade de nos comunicarmos. “A tecnologia e a internet provocaram uma revolução na troca e na quantidade de informações”, diz um especialista. Vemo-nos num círculo vicioso aparentemente inquebrável: a tecnologia gera demanda por velocidade, que empurra o desenvolvimento de novas tecnologias que precisam ser mais rápidas.
O resultado dessa avidez por ganhar tempo é que estamos cada vez mais com a sensação de perdê-lo. Pressa. Ansiedade. E a sensação de que nunca é possível fazer tudo – além da certeza de que a vida está passando rápido demais. Essas são as principais conseqüências de vivermos num mundo em que para tudo vale a regra do “quanto mais rápido, melhor”.
Psiquiatras já discutem a existência de um distúrbio conhecido como “doença da pressa”, cujos sintomas seriam a alta ansiedade, dificuldade para relaxar e, em casos mais graves, problemas de saúde e de relacionamento. A resposta para esse dilema é qualidade, não quantidade.
(GWERCMAN, Sérgio. Cada vez mais acelerado. Superinteressante, São Paulo, ed. 211, p. 52-55, mar. 2005, com adaptações)
Instruções: Para responder às questões de números 5 e 6, considere a seguinte frase do texto:
... a que o cavalo permitisse. (2º parágrafo)
A forma verbal permitisse indica, considerando-se o contexto,
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Atenção: As questões de números 1 a 7 baseiam-se no texto apresentado abaixo.
O tempo está se acelerando. Mas há uma sensação generalizada de que não conseguimos fazer tudo que queremos. Falta tempo. Pagamos fortunas por novidades tecnológicas que deveriam facilitar nossas vidas e continuamos com uma pressa insaciável.
Essa histeria provavelmente começou na Revolução Industrial, com máquinas que trabalhavam mais rápido que os homens. Muitas atividades rotineiras foram agilizadas. Entre elas, uma vital: a capacidade de deslocamento. Dos tempos de Júlio César, no século I a.C., aos de Napoleão, no século XIX de nossa era, nossa velocidade de movimentação foi quase a mesma: a que o cavalo permitisse. A invenção dos motores, colocados em trens, mudou tudo. E o impacto provocou a organização sólida do tempo, com a conseqüente importância dos fusos horários, pela velocidade com que os deslocamentos entre pontos de um território começaram a ser feitos.
A tecnologia então disparou a oferecer velocidade a quem quiser consumi-la. No final do século XX, transfigurou-se nossa capacidade de nos comunicarmos. “A tecnologia e a internet provocaram uma revolução na troca e na quantidade de informações”, diz um especialista. Vemo-nos num círculo vicioso aparentemente inquebrável: a tecnologia gera demanda por velocidade, que empurra o desenvolvimento de novas tecnologias que precisam ser mais rápidas.
O resultado dessa avidez por ganhar tempo é que estamos cada vez mais com a sensação de perdê-lo. Pressa. Ansiedade. E a sensação de que nunca é possível fazer tudo – além da certeza de que a vida está passando rápido demais. Essas são as principais conseqüências de vivermos num mundo em que para tudo vale a regra do “quanto mais rápido, melhor”.
Psiquiatras já discutem a existência de um distúrbio conhecido como “doença da pressa”, cujos sintomas seriam a alta ansiedade, dificuldade para relaxar e, em casos mais graves, problemas de saúde e de relacionamento. A resposta para esse dilema é qualidade, não quantidade.
(GWERCMAN, Sérgio. Cada vez mais acelerado. Superinteressante, São Paulo, ed. 211, p. 52-55, mar. 2005, com adaptações)
Instruções: Para responder às questões de números 5 e 6, considere a seguinte frase do texto:
... a que o cavalo permitisse. (2º parágrafo)
O uso do pronome grifado na frase acima evita a repetição do segmento:
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Atenção: As questões de números 1 a 7 baseiam-se no texto apresentado abaixo.
O tempo está se acelerando. Mas há uma sensação generalizada de que não conseguimos fazer tudo que queremos. Falta tempo. Pagamos fortunas por novidades tecnológicas que deveriam facilitar nossas vidas e continuamos com uma pressa insaciável.
Essa histeria provavelmente começou na Revolução Industrial, com máquinas que trabalhavam mais rápido que os homens. Muitas atividades rotineiras foram agilizadas. Entre elas, uma vital: a capacidade de deslocamento. Dos tempos de Júlio César, no século I a.C., aos de Napoleão, no século XIX de nossa era, nossa velocidade de movimentação foi quase a mesma: a que o cavalo permitisse. A invenção dos motores, colocados em trens, mudou tudo. E o impacto provocou a organização sólida do tempo, com a conseqüente importância dos fusos horários, pela velocidade com que os deslocamentos entre pontos de um território começaram a ser feitos.
A tecnologia então disparou a oferecer velocidade a quem quiser consumi-la. No final do século XX, transfigurou-se nossa capacidade de nos comunicarmos. “A tecnologia e a internet provocaram uma revolução na troca e na quantidade de informações”, diz um especialista. Vemo-nos num círculo vicioso aparentemente inquebrável: a tecnologia gera demanda por velocidade, que empurra o desenvolvimento de novas tecnologias que precisam ser mais rápidas.
O resultado dessa avidez por ganhar tempo é que estamos cada vez mais com a sensação de perdê-lo. Pressa. Ansiedade. E a sensação de que nunca é possível fazer tudo – além da certeza de que a vida está passando rápido demais. Essas são as principais conseqüências de vivermos num mundo em que para tudo vale a regra do “quanto mais rápido, melhor”.
Psiquiatras já discutem a existência de um distúrbio conhecido como “doença da pressa”, cujos sintomas seriam a alta ansiedade, dificuldade para relaxar e, em casos mais graves, problemas de saúde e de relacionamento. A resposta para esse dilema é qualidade, não quantidade.
(GWERCMAN, Sérgio. Cada vez mais acelerado. Superinteressante, São Paulo, ed. 211, p. 52-55, mar. 2005, com adaptações)
Entre elas, uma vital: a capacidade de deslocamento. (2º parágrafo)
O emprego dos dois pontos introduz, no contexto, uma
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Atenção: As questões de números 1 a 7 baseiam-se no texto apresentado abaixo.
O tempo está se acelerando. Mas há uma sensação generalizada de que não conseguimos fazer tudo que queremos. Falta tempo. Pagamos fortunas por novidades tecnológicas que deveriam facilitar nossas vidas e continuamos com uma pressa insaciável.
Essa histeria provavelmente começou na Revolução Industrial, com máquinas que trabalhavam mais rápido que os homens. Muitas atividades rotineiras foram agilizadas. Entre elas, uma vital: a capacidade de deslocamento. Dos tempos de Júlio César, no século I a.C., aos de Napoleão, no século XIX de nossa era, nossa velocidade de movimentação foi quase a mesma: a que o cavalo permitisse. A invenção dos motores, colocados em trens, mudou tudo. E o impacto provocou a organização sólida do tempo, com a conseqüente importância dos fusos horários, pela velocidade com que os deslocamentos entre pontos de um território começaram a ser feitos.
A tecnologia então disparou a oferecer velocidade a quem quiser consumi-la. No final do século XX, transfigurou-se nossa capacidade de nos comunicarmos. “A tecnologia e a internet provocaram uma revolução na troca e na quantidade de informações”, diz um especialista. Vemo-nos num círculo vicioso aparentemente inquebrável: a tecnologia gera demanda por velocidade, que empurra o desenvolvimento de novas tecnologias que precisam ser mais rápidas.
O resultado dessa avidez por ganhar tempo é que estamos cada vez mais com a sensação de perdê-lo. Pressa. Ansiedade. E a sensação de que nunca é possível fazer tudo – além da certeza de que a vida está passando rápido demais. Essas são as principais conseqüências de vivermos num mundo em que para tudo vale a regra do “quanto mais rápido, melhor”.
Psiquiatras já discutem a existência de um distúrbio conhecido como “doença da pressa”, cujos sintomas seriam a alta ansiedade, dificuldade para relaxar e, em casos mais graves, problemas de saúde e de relacionamento. A resposta para esse dilema é qualidade, não quantidade.
(GWERCMAN, Sérgio. Cada vez mais acelerado. Superinteressante, São Paulo, ed. 211, p. 52-55, mar. 2005, com adaptações)
Considere as afirmativas abaixo, em relação ao 1º parágrafo do texto:
I. Apresenta um tema que desperta ansiedade, sem ligação aparente com o que se desenvolve no parágrafo seguinte.
II. Esse parágrafo apresenta, em síntese, o assunto que vai ser desenvolvido nos parágrafos seguintes.
III. O ritmo cada vez mais acelerado da vida atual é alarmante, com alteração sensível da duração do tempo.
Está correto o que se afirma SOMENTE em
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Atenção: As questões de números 1 a 7 baseiam-se no texto apresentado abaixo.
O tempo está se acelerando. Mas há uma sensação generalizada de que não conseguimos fazer tudo que queremos. Falta tempo. Pagamos fortunas por novidades tecnológicas que deveriam facilitar nossas vidas e continuamos com uma pressa insaciável.
Essa histeria provavelmente começou na Revolução Industrial, com máquinas que trabalhavam mais rápido que os homens. Muitas atividades rotineiras foram agilizadas. Entre elas, uma vital: a capacidade de deslocamento. Dos tempos de Júlio César, no século I a.C., aos de Napoleão, no século XIX de nossa era, nossa velocidade de movimentação foi quase a mesma: a que o cavalo permitisse. A invenção dos motores, colocados em trens, mudou tudo. E o impacto provocou a organização sólida do tempo, com a conseqüente importância dos fusos horários, pela velocidade com que os deslocamentos entre pontos de um território começaram a ser feitos.
A tecnologia então disparou a oferecer velocidade a quem quiser consumi-la. No final do século XX, transfigurou-se nossa capacidade de nos comunicarmos. “A tecnologia e a internet provocaram uma revolução na troca e na quantidade de informações”, diz um especialista. Vemo-nos num círculo vicioso aparentemente inquebrável: a tecnologia gera demanda por velocidade, que empurra o desenvolvimento de novas tecnologias que precisam ser mais rápidas.
O resultado dessa avidez por ganhar tempo é que estamos cada vez mais com a sensação de perdê-lo. Pressa. Ansiedade. E a sensação de que nunca é possível fazer tudo – além da certeza de que a vida está passando rápido demais. Essas são as principais conseqüências de vivermos num mundo em que para tudo vale a regra do “quanto mais rápido, melhor”.
Psiquiatras já discutem a existência de um distúrbio conhecido como “doença da pressa”, cujos sintomas seriam a alta ansiedade, dificuldade para relaxar e, em casos mais graves, problemas de saúde e de relacionamento. A resposta para esse dilema é qualidade, não quantidade.
(GWERCMAN, Sérgio. Cada vez mais acelerado. Superinteressante, São Paulo, ed. 211, p. 52-55, mar. 2005, com adaptações)
A última frase do texto permite inferir corretamente que
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O tempo está se acelerando. Mas há uma sensação generalizada de que não conseguimos fazer tudo que queremos. Falta tempo. Pagamos fortunas por novidades tecnológicas que deveriam facilitar nossas vidas e continuamos com uma pressa insaciável.
Essa histeria provavelmente começou na Revolução Industrial, com máquinas que trabalhavam mais rápido que os homens. Muitas atividades rotineiras foram agilizadas. Entre elas, uma vital: a capacidade de deslocamento. Dos tempos de Júlio César, no século I a.C., aos de Napoleão, no século XIX de nossa era, nossa velocidade de movimentação foi quase a mesma: a que o cavalo permitisse. A invenção dos motores, colocados em trens, mudou tudo. E o impacto provocou a organização sólida do tempo, com a conseqüente importância dos fusos horários, pela velocidade com que os deslocamentos entre pontos de um território começaram a ser feitos.
A tecnologia então disparou a oferecer velocidade a quem quiser consumi-la. No final do século XX, transfigurou-se nossa capacidade de nos comunicarmos. “A tecnologia e a internet provocaram uma revolução na troca e na quantidade de informações”, diz um especialista. Vemo-nos num círculo vicioso aparentemente inquebrável: a tecnologia gera demanda por velocidade, que empurra o desenvolvimento de novas tecnologias que precisam ser mais rápidas.
O resultado dessa avidez por ganhar tempo é que estamos cada vez mais com a sensação de perdê-lo. Pressa. Ansiedade. E a sensação de que nunca é possível fazer tudo – além da certeza de que a vida está passando rápido demais. Essas são as principais conseqüências de vivermos num mundo em que para tudo vale a regra do “quanto mais rápido, melhor”.
Psiquiatras já discutem a existência de um distúrbio conhecido como “doença da pressa”, cujos sintomas seriam a alta ansiedade, dificuldade para relaxar e, em casos mais graves, problemas de saúde e de relacionamento. A resposta para esse dilema é qualidade, não quantidade.
(GWERCMAN, Sérgio. Cada vez mais acelerado. Superinteressante, São Paulo, ed. 211, p. 52-55, mar. 2005, com adaptações)
O círculo vicioso (3º parágrafo) referido no texto retoma a seguinte afirmativa:
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Pesquisa salarial é o
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Os métodos tradicionais de avaliação de cargos são
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