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Paro (2001) discute a participação da comunidade externa nos processos decisórios da escola no âmbito da gestão democrática da escola pública. Considere o posicionamento do autor nos trechos transcritos a seguir.
“[...] por mais colegiada que seja a administração da unidade escolar, se ela não inclui a comunidade, corre o risco de constituir apenas mais um arranjo entre os funcionários do Estado, para atender a interesses que, por isso mesmo, dificilmente coincidirão com os da população usuária.”
“Aceitando que a gestão democrática deve implicar necessariamente a participação da comunidade, parece faltar ainda uma maior precisão do conceito de participação. A esse respeito, quando uso esse termo,
Fonte: PARO, Vitor Henrique. Gestão democrática da escola pública. São Paulo: Ática, 2001.
A partir da concepção de gestão democrática da escola pública veiculada nos trechos citados, NÃO é correto afirmar que
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José Gimeno Sacristán, na obra O currículo: uma reflexão sobra a prática (2000), desenvolve uma análise do currículo a partir de um enfoque processual ou prático, que considera todas as influências e práticas realizadas desde as políticas educacionais até a sua concretização. Conforme essa concepção processual de currículo do autor, analise se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) A política curricular, representada por diversos tipos de documentos normativos, como diretrizes curriculares, resoluções, portarias do Ministério da Educação ou das Secretarias Estaduais de Educação, pode ser considerada como parte da dimensão denominada “currículo prescrito”.
( ) A documentação auxiliar da política curricular, como manuais, textos de divulgação e orientações curriculares, pode ser considerada uma dimensão do currículo, uma vez que se configura como uma espécie de tradução do currículo para as instituições escolares.
( ) Os professores intervêm na realização do currículo, ao colocá-lo em prática, porque realizam a escolha de livros-texto e outros materiais didáticos, planejam e executam práticas de ensino, direcionando a concretização das intenções inicialmente declaradas.
( ) A concepção de currículo em ação faz parte da compreensão da realização de um currículo como prática, porque trata dos arbítrios que distorcem o currículo prescrito e, consequentemente, os objetivos da educação.
( ) A avaliação pode ser considerada uma das práticas que intervêm na concretização do currículo, porque leva os sujeitos a ressaltarem determinados conteúdos em detrimento de outros e acaba impondo critérios para o ensino e para a aprendizagem.
A sequência correta é
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Ao reformular a pergunta de Spencer sobre a educação, “Que tipo de conhecimento vale mais?”, para “O conhecimento de quem vale mais?”, Michael Apple amplia o questionamento sobre poder e ideologia nos currículos escolares.
APPLE, Michael. Repensando ideologia e currículo. In: MOREIRA, Antônio Flávio Barbosa; SILVA, Tomaz Tadeu da (Org.). Currículo, cultura e sociedade. 11. ed. São Paulo: Cortez, 2009. p. 39-57.
Considerando esse questionamento e com base no quadro teórico da relação entre poder, ideologia e currículo concebida pelo autor, é correto afirmar que
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Philippe Perrenoud defende que a avaliação formativa
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Sobre o movimento de construção de uma didática alternativa que surgiu no início dos anos 1980, como proposta de superação da didática instrumental, é correto afirmar que
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No artigo “Organização curricular da educação profissional” (2011), Maria Rita Neto Sales Oliveira sintetiza alguns fundamentos da organização curricular da Educação Profissional (EP) baseada numa pedagogia da práxis, refletindo sobre as políticas públicas da EP da década de 1990 e da primeira década do século XXI. É coerente com a definição curricular na perspectiva da pedagogia da práxis defendida pela autora:
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Na obra Pedagogia do oprimido, Paulo Freire faz críticas à “educação bancária”. NÃO é uma crítica à “educação bancária”:
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No artigo “Práticas pedagógicas e docência: um olhar a partir da epistemologia do conceito”, Maria Amélia Franco (2016) observa que se podem adotar significados diversos para a prática pedagógica, dependendo da concepção teórica que orienta tal definição conceitual. Na perspectiva da autora, é INCORRETO afirmar que a prática pedagógica
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
Conforme Gariglio (2012), para realizar a reforma da educação profissional, o governo de Fernando Henrique Cardoso enviou ao congresso o Projeto de Lei (PL) 1.603/96, tendo aberto, num primeiro momento, alguns canais democráticos para a discussão desse projeto com a sociedade. Em face do repúdio ao PL na quase totalidade, o governo, então, de forma autoritária, desconsiderou o parecer final do relator e acabou impondo sua proposta por força do Decreto nº 2.208/97, complementado pela Portaria MEC nº 646/97, preservando quase todo o ideário do PL 1.603/96.
GARIGLIO, J. Ângelo. A reforma da educação profissional e seu impacto sobre as lutas concorrenciais por território e poder no currículo do CEFET-MG. Trabalho & Educação, [S. l.], v. 10, p. 64–84, 2012. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/trabedu/ article/view/9001. Acesso em: 26 ago. 2021.
Sobre a reforma do ensino médio aludida pelo autor, é correto afirmar que
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Quanto à historicidade do conceito de currículo integrado, no debate sobre Educação Profissional no Brasil, a correta relação entre o conceito teórico que fundamenta a discussão e suas bases é:
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