Foram encontradas 50 questões.
O vírus Herpes simples (HSV-1) produz a familiar herpes labial, comumente chamada de ferida fria ou vesícula febril. No passado acreditava-se que essa úlcera labial dolorosa, semelhante a uma bolha, era causada por um resfriado ou febre. Mesmo agora que os cientistas reconhecem a origem da herpes labial, a condição ainda é referida como uma úlcera fria. A infecção por vírus herpes permanece latente em células dos lábios ou do nariz e é ativada por estresse, luz solar, doenças febris devido ao resfriado comum até a pneumonia estreptocócica, meningite meningocócica e, até mesmo, malária.
Fonte: BRUNNER & SUDDARTH. Tratado de Enfermagem Médico-cirúrgica, v.1. Guanabara Koogan, 2005.
Sobre a herpes labial, é INCORRETO afirmar que:
Provas
A praga
Ninguém sabe ao certo como se entenderam, mas se entenderam. E a primeira coisa que o índio deu a Colombo foi um tomate. Era o primeiro encontro, na primeira ilha, no primeiro dia, e o próprio sol parecia ter chegado mais perto para não perder a cena. Fazia calor e o tomate brilhava ao sol como uma maçã dourada.
— Um pomo dóro! — exclamou Colombo.
— Um tomate. — explicou o índio. — Para a salada. Para o molho.
— Finalmente algo para pôr fim à brancura do espaguete
— disse Colombo emocionado. — Marco Polo só descobriu a massa. Eu descobri a macarronada.
E Colombo aceitou o tomate e deu em troca uma miçanga.
O índio deu uma batata a Colombo que a olhou com desprezo. Mas o índio descreveu (com mímica, a linguagem mágica dos encontros míticos) sua importância para a história ocidental, desde a alimentação das massas camponesas da Europa até noisette, ou fritas com um Big Mac. E Colombo a aceitou e deu em troca um espelhinho.
E o índio deu a Colombo o fruto do cacaueiro e falou no que o chocolate significaria para o mundo, em especial para a Bahia e a Suíça, e nas delícias do bombom por vir. E Colombo guardou o cacau na algibeira e deu em troca um vintém.
E o índio deu a Colombo uma folha de tabaco e falou nos prazeres do fumo, e de como ele afetaria os hábitos civilizados. E se quisessem algo mais forte, tinham uma planta que dava coca, e um barato muito maior. E tudo isso Colombo aceitou em troca de contas. E mais uma espiga de milho. E mais um papagaio. Até que, com a algibeira cheia, Colombo disse:
— Chega de miudezas. Agora eu quero ouro.
— O quê?
— Ouro. Isso que você tem no nariz.
— E o que você me dá em troca? — perguntou o índio antevendo algo espetacular como uma luneta. Mas Colombo apontou uma pistola para a cabeça do índio e disse “isto”. E disparou. Depois, mandou seus homens recolherem todo o ouro da ilha, nem que precisassem arrancar narizes.
No chão, antes de morrer, o índio amaldiçoou Colombo e praguejou. Que a batata tornasse sua raça obesa, que o chocolate enchesse suas artérias de colesterol, que o fumo lhe desse câncer, a cocaína o corrompesse e o ouro destruísse sua alma. E que o tomate — desejou o índio em seu último suspiro — se transformasse em Ketchup. E assim aconteceu.
Fonte: VERÍSSIMO, L. F. Comédias da vida pública. Porto Alegre: L&PM, 1995.
No início do texto, a recorrência dos termos “primeiro” e “primeira” indica uma estratégia narrativa que
Provas
Mais de 12 milhões de brasileiros têm algum tipo de deficiência, segundo o IBGE. A construção de um ambiente educacional para todos é um compromisso que o Brasil assumiu há décadas, embora ainda existam os que os inferiorizam negando-lhes um futuro.
Se há os que acreditam que algumas pessoas, por conta de suas características, não são capazes de acessar a educação básica e, muito menos, o ensino superior, é porque ainda persiste um entendimento de mundo que inferioriza sujeitos pela deficiência ou outros atributos. Com essa compreensão limitada, passam a achar que a sociedade pode ser dividida entre os que podem ou não aprender; os que merecem ou não a nossa aposta.
Vale lembrar que as conquistas legais no campo dos direitos das pessoas com deficiência apoiaram a progressão desses jovens no ensino superior. Porém, os números estão aquém do total de pessoas com deficiência e na proporção com os demais estudantes, indicativo de que muitos ainda enfrentam baixas expectativas sobre suas trajetórias de vida e escolar. Felizmente, a maior parte dos brasileiros reconhece que não há caminho fora da inclusão: 86% acreditam que as escolas se tornam melhores ao incluir crianças com deficiência, mostra pesquisa do Datafolha de 2019 encomendada pelo Instituto Alana.
Fonte: Disponível em: https://brasil.elpais.com/opiniao/2021-08-25/inclusao-e-o-unicocaminho. html. Acesso em: 05 set. 2021.
Há uma avaliação explícita sobre o que se afirma em:
Provas
Lembrou-se de seu Tomás da bolandeira. Dos homens do sertão o mais arrasado era seu Tomás da bolandeira. Por quê? Só se era porque lia demais. Fabiano muitas vezes dissera: — “Seu Tomás, vossemecê não regula. Para que tanto papel? Quando a desgraça chegar, seu Tomás se estrepa, igualzinho aos outros”.
Em hora de maluqueira Fabiano desejava imitá-lo: dizia palavras difíceis, truncando tudo, convencia-se de que melhorava. Tolice. [...].
Seu Tomás da bolandeira falava bem, estragava os olhos em cima dos jornais e livros, mas não sabia mandar: pedia. Esquisitice um homem remediado ser cortês. Até o povo censurava aquelas maneiras. Mas todos obedeciam a ele. Ah! Quem disse que não obedeciam?
Fonte: RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. 59. ed. São Paulo: Record, 1989.
O trecho evidencia uma técnica narrativa em que a fusão de vozes
Provas
Quem escolhe ser enfermeiro tem uma carreira dedicada ao cuidado do paciente, prezando, assim, pela sua saúde, bem- -estar e segurança. Contudo, além de toda a bagagem de conhecimento técnico-científico para exercer um trabalho de qualidade, é preciso aplicar a humanização na Enfermagem a fim de se tornar um profissional completo.
Fonte: Faculdade IDE, 17 de julho de 2020.
Sobre o debate atual da humanização no atendimento por parte dos profissionais de saúde, é INCORRET0 afirmar:
Provas
No Manual de Perícia Oficial em Saúde, os princípios da perícia na PASS são:
Provas
Sobre os procedimentos de curativos e os tratamentos de feridas, é INCORRETO afirmar que:
Provas
Sobre a termoterapia, é INCORRETO afirmar que:
Provas
O agente desinfetante bactericida que pode promover a esterilização química mais eficaz nos instrumentos como endoscópios, instrumentos odontológicos e outros que não podem ser submetidos ao calor é o
Provas
Com relação ao acondicionamento e ao uso dos materiais na central de esterilização, analise se as afirmativas a seguir são verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) Os materiais devem ser transportados em vasilhames com perfurações que permitam a ventilação em seu interior.
( ) Entre os métodos usados para o processo de esterilização, devem- se realizar testes bacteriológicos periodicamente, a fim de se observar a eficácia do processamento.
( ) O controle do prazo de validade da esterilização, a integridade do invólucro e a armazenagem visam a conferir, semestralmente, a presença de umidade, poeira e insetos.
( ) Os EPIs são de uso obrigatório e devem estar de acordo com os procedimentos a serem realizados.
( ) As soluções desinfetantes são utilizadas mesmo que a sua aparência apresente divergência com a instrução do fabricante.
A sequência correta é:
Provas
Caderno Container