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Foram encontradas 50 questões.

3331149 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

As questões (08) e (09) referem-se ao texto a seguir.

Redação do Enem anuncia que vem aí um país muito mal escrito

Ademais, eu sempre quis escrever um texto que começasse com “ademais” e faço isso agora não por um capricho, não para imitar João Ubaldo que começou outro com “Aliás”, mas porque acabou de sair o resultado das provas de redação do Enem 2021. De novo deu o mesmo pão com ovo – uma das palavras favoritas dos estudantes que tiraram a nota mil do concurso foi justo o “ademais”.

“Ademais” transpira afetação ultrapassada e todo ano, masoquista que sou, procuro por ele no vestibular que define os futuros líderes do país. O tadinho está sempre lá em seu brilhareco constrangedor, um tantinho espantado com a súbita lembrança por gente tão jovem.

O resultado é aborrecidíssimo, mas quem segue a ordem unida da introdução, do desenvolvimento e da conclusão, a marcha militar ensinada nas apostilas, é consagrado com o mil da nota mil. As redações parecem iguais, “ademais” ribombando orgulho para tudo que é lado, polissílabos gigantescos – tudo indicando para o futuro de um país muito mal escrito.

(Joaquim Ferreira dos Santos. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Acesso em 19 abr. 2022)

Nessa crônica, os recursos linguísticos usados na apresentação da tese foram:

 

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3331148 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

As questões (08) e (09) referem-se ao texto a seguir.

Redação do Enem anuncia que vem aí um país muito mal escrito

Ademais, eu sempre quis escrever um texto que começasse com “ademais” e faço isso agora não por um capricho, não para imitar João Ubaldo que começou outro com “Aliás”, mas porque acabou de sair o resultado das provas de redação do Enem 2021. De novo deu o mesmo pão com ovo – uma das palavras favoritas dos estudantes que tiraram a nota mil do concurso foi justo o “ademais”.

“Ademais” transpira afetação ultrapassada e todo ano, masoquista que sou, procuro por ele no vestibular que define os futuros líderes do país. O tadinho está sempre lá em seu brilhareco constrangedor, um tantinho espantado com a súbita lembrança por gente tão jovem.

O resultado é aborrecidíssimo, mas quem segue a ordem unida da introdução, do desenvolvimento e da conclusão, a marcha militar ensinada nas apostilas, é consagrado com o mil da nota mil. As redações parecem iguais, “ademais” ribombando orgulho para tudo que é lado, polissílabos gigantescos – tudo indicando para o futuro de um país muito mal escrito.

(Joaquim Ferreira dos Santos. Disponível em: https://oglobo.globo.com. Acesso em 19 abr. 2022)

O autor começou o texto com o advérbio “ademais” porque desejava

 

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3331147 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

As questões (06) e (07) referem-se ao texto a seguir.

Enunciado 3765172-1

QUINHO. Fake news. Disponível em: https://www.em.com.br/app/charge/2022/04/10/interna_ charge,1358984/fake-news.shtml. Acesso em 28 abr. 2022.

A charge se apoia numa figura de linguagem expressa graficamente que é denominada

 

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3331146 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

As questões (06) e (07) referem-se ao texto a seguir.

Enunciado 3765171-1

QUINHO. Fake news. Disponível em: https://www.em.com.br/app/charge/2022/04/10/interna_ charge,1358984/fake-news.shtml. Acesso em 28 abr. 2022.

Analise as seguintes afirmativas que se referem à crítica apresentada no texto.

I- A charge critica o comportamento gregário e pouco reflexivo do homem moderno.

II- A disseminação de informações falsas na contemporaneidade motiva o discernimento da população.

III- A sociedade moderna tem acesso a uma enxurrada de informações.

IV- As fake news são usadas como estratégia de convencimento das massas.

Estão corretas apenas as afirmativas

 

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3331145 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

A questão (05) refere-se ao texto abaixo.

DIA DA EDUCAÇÃO: ter ensino superior amplia chances de crescimento salarial, revela pesquisa Mercado de trabalho busca profissionais com diploma

Hoje, 28 de abril, é o Dia da Educação. A data convida a sociedade a refletir sobre a importância do tema. Dentre as muitas formas de educar, o consenso atribui a essa palavra o ato de desenvolver um indivíduo para a formação cidadã.

A longo prazo, a educação é capaz de assegurar oportunidades e competividade na conquista e manutenção de um emprego, com melhores salários e cargos. Para a pedagoga e coordenadora do curso de Pedagogia da Anhanguera, Camila Fortuna, à medida que a taxa de escolaridade da população aumenta é natural que o mercado de trabalho também amplie seu nível de exigência na qualificação da mão de obra. “Os cargos disponíveis no mercado de trabalho exigem um diploma de nível superior. Com isso, a busca por uma carreira estável e bem-sucedida está atrelada à qualificação profissional oferecida em uma faculdade”, afirma.

Estado de Minas, Educação, 28/04/2022. Acesso em 01 mai. 2022 (adaptado).

Considerando o discurso e o tipo e gênero do texto, avalie as assertivas a seguir.

I- As aspas presentes em “Os cargos disponíveis no mercado de trabalho exigem um diploma de nível superior. Com isso, a busca por uma carreira estável e bem-sucedida está atrelada à qualificação profissional oferecida em uma faculdade” indicam o discurso de um locutor distinto do autor do texto.

II- O texto mescla, em sua composição, discurso direto e indireto.

III- A notícia publicada no jornal Estado de Minas foi escrita usando, predominantemente, o tipo textual injuntivo.

IV- O gênero notícia tem por objetivo principal refutar uma tese.

Estão corretas apenas as afirmativas

 

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3331144 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

As questões (03) e (04) referem-se ao texto a seguir.

Embora tenha construído uma carreira artística com obras muito mais apreciadas e debatidas por adultos, Tarsila do Amaral é ainda hoje dona de uma popularidade que a faz ser conhecida inclusive por crianças em estágios iniciais da educação. De 1928, Abaporu provavelmente é a pintura mais reproduzida pelos pequenos em suas primeiras experiências em aulas de Artes. É para este público que é feito “Tarsilinha”, animação em longa-metragem com direção da dupla Celia Catunda e Kiko Mistrorigo, a mesma de “Peixonauta: O Filme”. Ainda assim, os responsáveis adultos que acompanharão os rebentos nas sessões de cinema e futuras exibições em streaming de alguma forma serão contemplados. A premissa inclusive sinaliza para aquele que é um dos grandes temores de indivíduos em um estágio avançado da vida, sendo a perda progressiva da memória. A pequena Tarsilinha (na voz de Alice Barion) passa a maior parte do dia aos cuidados de sua mãe (voz de Maira Chasseroux), que repentinamente tem um “apagão mental” ao perder objetos pessoais de grande importância emocional. A aventura começa quando Tarsilinha parte por conta própria em uma viagem para reaver os souvenires, parando em destinos que reproduzem um sem número de cenários e personagens eternizados nas telas de Tarsila do Amaral. Apesar da ideia original e da valorização de uma matéria-prima nacional, falta a “Tarsilinha” um roteiro que fosse capaz de ir além de frases feitas e diminutivos. Além do mais, fãs da Tarsila do Amaral podem não ser conquistados em cheio pela técnica animada aqui aplicada, uma junção de 2D e 3D que não confere vivacidade e contraste à concepção minimalista.

Entrevista com os diretores Célia Catunda e Kiko Mistrorigo sobre “Tarsilinha” (Disponível em: https://cineresenhas.com.br/2022/03/21/resenha-critica-tarsilinha-2021/. Acesso em 02 mai.2022)

Na frase “Ainda assim, os responsáveis adultos que acompanharão os rebentos nas sessões de cinema e futuras exibições em streaming de alguma forma serão contemplados”, o termo em destaque estabelece uma relação de

 

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3331143 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

As questões (03) e (04) referem-se ao texto a seguir.

Embora tenha construído uma carreira artística com obras muito mais apreciadas e debatidas por adultos, Tarsila do Amaral é ainda hoje dona de uma popularidade que a faz ser conhecida inclusive por crianças em estágios iniciais da educação. De 1928, Abaporu provavelmente é a pintura mais reproduzida pelos pequenos em suas primeiras experiências em aulas de Artes. É para este público que é feito “Tarsilinha”, animação em longa-metragem com direção da dupla Celia Catunda e Kiko Mistrorigo, a mesma de “Peixonauta: O Filme”. Ainda assim, os responsáveis adultos que acompanharão os rebentos nas sessões de cinema e futuras exibições em streaming de alguma forma serão contemplados. A premissa inclusive sinaliza para aquele que é um dos grandes temores de indivíduos em um estágio avançado da vida, sendo a perda progressiva da memória. A pequena Tarsilinha (na voz de Alice Barion) passa a maior parte do dia aos cuidados de sua mãe (voz de Maira Chasseroux), que repentinamente tem um “apagão mental” ao perder objetos pessoais de grande importância emocional. A aventura começa quando Tarsilinha parte por conta própria em uma viagem para reaver os souvenires, parando em destinos que reproduzem um sem número de cenários e personagens eternizados nas telas de Tarsila do Amaral. Apesar da ideia original e da valorização de uma matéria-prima nacional, falta a “Tarsilinha” um roteiro que fosse capaz de ir além de frases feitas e diminutivos. Além do mais, fãs da Tarsila do Amaral podem não ser conquistados em cheio pela técnica animada aqui aplicada, uma junção de 2D e 3D que não confere vivacidade e contraste à concepção minimalista.

Entrevista com os diretores Célia Catunda e Kiko Mistrorigo sobre “Tarsilinha” (Disponível em: https://cineresenhas.com.br/2022/03/21/resenha-critica-tarsilinha-2021/. Acesso em 02 mai.2022)

“Apesar da ideia original e da valorização de uma matéria-prima nacional, falta a “Tarsilinha” um roteiro que fosse capaz de ir além de frases feitas e diminutivos. Além do mais, fãs da Tarsila do Amaral podem não ser conquistados em cheio pela técnica animada aqui aplicada, uma junção de 2D e 3D que não confere vivacidade e contraste à concepção minimalista”.

Considerando as características do gênero resenha, esse trecho exerce a função de:

 

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3331142 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

As questões (01) e (02) referem-se ao texto a seguir.

A gente é a língua que a gente fala

Às vezes a gente não se dá conta, mas o mal-estar fica ali, triangulando entre cérebro, estômago e boca: quer dizer que falamos errado? O idioma que aprendemos no berço não passa de uma versão bastarda de certa língua para sempre estrangeira?

Me refiro ao estrago que a brigada de guardiães da “norma curta” faz à nossa autoestima cultural e à qualidade do ensino de português em nossas escolas.

Para as patrulhas da norma-padrão, armadas de canetas vermelhas, o português brasileiro é um coitado sem modos e cheio de vícios que não consegue largar, por mais cascudos que a gente aplique em sua cabeça dura.

Usar “a gente” no lugar de “nós”, como fiz na primeira linha da coluna e voltei a fazer na frase anterior, é um dos sinais da suposta deterioração da língua que esses puristas extemporâneos (século 21, oi!) gostam de apontar.

Na vida real, a gente adora falar “a gente”. Sim, a gente briga, diz tanta coisa que não quer dizer, mas “a gente” é uma coisa que a gente quase sempre quer dizer. Porque a gente não tem cara de babaca — ou tem?

Verdade que, quando está escrevendo, a gente costuma se policiar. Ninguém quer perder ponto na prova, caramba. Às vezes escapa um “a gente” escrito, mas não era pra escapar. A gente sabe que no fundo está errado, que isso de “a gente” é um troço informal, tipo uma gíria, que não cabe na norma culta, certo?

Errado. Ou melhor, a carga de informalidade de “a gente” é obviamente maior que a de “nós”. O que não faz sentido é tentar expulsar da norma culta tudo o que é informal, como se só coubesse nela o livresco, o empertigado, o que fica distante da fala e se mete arranhando por ouvidos e almas.

Isso revela imensa ignorância sobre o que é uma língua e em especial sobre o português brasileiro, dono de uma história que merece respeito.

(Sérgio Rodrigues. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/)

A partir da leitura do texto, infere-se, a respeito das variedades linguísticas, que:

I- A língua modifica-se naturalmente com o tempo.

II- É preciso considerar as diferenças entre o português europeu e o português brasileiro.

III- A relação entre norma culta e informalidade da língua deve ser considerada em termos de graus e não como dicotomias distintas.

IV- A norma culta é um modelo do bem falar e escrever que tem como referência a forma como falam e escrevem as pessoas cultas na época atual.

Estão corretas apenas as afirmativas

 

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3331141 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

As questões (01) e (02) referem-se ao texto a seguir.

A gente é a língua que a gente fala

Às vezes a gente não se dá conta, mas o mal-estar fica ali, triangulando entre cérebro, estômago e boca: quer dizer que falamos errado? O idioma que aprendemos no berço não passa de uma versão bastarda de certa língua para sempre estrangeira?

Me refiro ao estrago que a brigada de guardiães da “norma curta” faz à nossa autoestima cultural e à qualidade do ensino de português em nossas escolas.

Para as patrulhas da norma-padrão, armadas de canetas vermelhas, o português brasileiro é um coitado sem modos e cheio de vícios que não consegue largar, por mais cascudos que a gente aplique em sua cabeça dura.

Usar “a gente” no lugar de “nós”, como fiz na primeira linha da coluna e voltei a fazer na frase anterior, é um dos sinais da suposta deterioração da língua que esses puristas extemporâneos (século 21, oi!) gostam de apontar.

Na vida real, a gente adora falar “a gente”. Sim, a gente briga, diz tanta coisa que não quer dizer, mas “a gente” é uma coisa que a gente quase sempre quer dizer. Porque a gente não tem cara de babaca — ou tem?

Verdade que, quando está escrevendo, a gente costuma se policiar. Ninguém quer perder ponto na prova, caramba. Às vezes escapa um “a gente” escrito, mas não era pra escapar. A gente sabe que no fundo está errado, que isso de “a gente” é um troço informal, tipo uma gíria, que não cabe na norma culta, certo?

Errado. Ou melhor, a carga de informalidade de “a gente” é obviamente maior que a de “nós”. O que não faz sentido é tentar expulsar da norma culta tudo o que é informal, como se só coubesse nela o livresco, o empertigado, o que fica distante da fala e se mete arranhando por ouvidos e almas.

Isso revela imensa ignorância sobre o que é uma língua e em especial sobre o português brasileiro, dono de uma história que merece respeito.

(Sérgio Rodrigues. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/)

A passagem do texto que se assemelha ao uso da expressão “a gente”, como explicado no 4º parágrafo, é:

 

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3331215 Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG

Considere o slogan da campanha de educação no trânsito.

Enunciado 3765193-1

Fonte: Disponível em: https://valenews.com.br/2020/02/17/campanha-se-beber-nao-dirija-da-ccrnovadutra-ganha-reforco-com-a-distribuicao-de-folhetos-educativos/. Acesso em 11 de março 22. (fragmento)

Assumindo que a frase “Se beber, não dirija’’ seja uma implicação verdadeira, pode-se afirmar corretamente que

Questão Anulada

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