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Analise as afirmativas sobre o dever de motivar os atos administrativos, com indicação dos fatos e dos fundamentos jurídicos, previsto na Lei do Processo Administrativo no âmbito Federal e assinale com (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) Neguem, limitem ou afetem direitos ou interesses.
( ) Decidam processos administrativos de concurso ou seleção pública.
( ) Dispensem ou declarem a inexigibilidade de processo licitatório.
( ) Decidam recursos administrativos.
( ) Decorram de reexame de ofício.
A sequência correta é
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Conforme preceitua a Lei do Plano de Carreira dos Cargos Técnico-Administrativos em Educação, é permitida a aplicação do instituto da redistribuição aos cargos vagos ou ocupados, dos Quadros de Pessoal das Instituições Federais de Ensino, somente para
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Com relação à necessidade de realização de concurso público como requisito para ingresso na Administração Pública, relacione a segunda coluna de acordo com a primeira:
1 - Ingresso por concurso público.
2 - Ingresso prescinde de concurso público.
( ) Cargo público.
( ) Emprego público.
( ) Função pública.
( ) Cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração.
A ordem correta é
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Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: CEFET-MG
Orgão: CEFET-MG
- UniãoExecutivoDecreto 1.171/1994: Código de Ética do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal
Tendo em vista as vedações ao servidor público, conforme prevê o Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil, assinale com (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) Receber qualquer tipo de vantagem de qualquer espécie, para si, familiares ou qualquer pessoa, para o cumprimento da suas atribuições.
( ) Desviar servidor público para atendimento do seu interesse particular.
( ) Apresentar-se embriagado no serviço ou fora dele habitualmente.
( ) Resistir a ordens de superiores hierárquicos imorais e denunciá-las.
A sequência correta é
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Ao servidor estável em outro cargo regido pela Lei n.º 8.112/90, não aprovado em estágio probatório, será aplicado o instituto da
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Com relação ao uso dos vocativos numa redação oficial, numere a segunda coluna de acordo com a primeira:
1) Prezado Senhor
2) Excelentíssimo Senhor
3) Magnífico Senhor
4) Reverendíssimo Senhor
( ) para cônegos.
( ) para reitores.
( ) para governadores.
( ) para presidente do Congresso Nacional.
A ordem correta é
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Quanto à redação oficial é correto afirmar que
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Considere as afirmativas sobre aspectos da mensagem oficial:
I. A concisão faz desaparecer do texto os excessos lingüísticos que nada lhe acrescentam.
II. O tratamento personalista de uma mensagem contribui para a duplicidade de interpretações prejudicando a sua clareza.
III. O uso do padrão culto de linguagem facilita a comunicação ao evidenciar as variações próprias de qualquer língua.
IV. A formalidade de tratamento determina a polidez e a civilidade com que um assunto deve ser apresentado.
Estão corretas
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São razões que justificam a impessoalidade da redação oficial, EXCETO:
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Texto
ALEGRES E IGNORANTES
Lya Luft
Há fases em que, inquieta, eu talvez aponte mais o lado preocupante da vida. Mas jamais esqueço a importância do bom humor, que na verdade me caracteriza no cotidiano, mais do que a melancolia. Meu amado amigo Érico Veríssimo certa vez me disse: “Há momentos em que o humor é até mais importante do que o amor”. Eu era muito jovem, na hora não entendi direito, mas a vida me ensinou: nem o amor resiste à eterna insatisfação, à tromba assumida, às reclamações constantes, à insatisfação sem tréguas. Bom humor zero. Desperdício de vida: acredito que, junto com dinheiro, sexo e amor, é a alegria que move o mundo para o lado positivo. Ódio, indignação fácil, rancores e inveja – e nossa natureza predadora – promovem mediocridade e atos cruéis.
Quando, seja na vida pessoal, seja como cidadão ou habitantes deste planeta, a descrença e o desalento rosnam como animais no escuro no meio do mato, uma faísca de bom humor clareia a paisagem. Mas há coisas que nem todo o bom humor do mundo resolveria num riso forçado. Como senti ao ler, numa dessas pesquisas entre esclarecedoras e assustadoras (quando vêm de fonte confiável), que mais de 30% da nossa chamada elite é de uma desinformação avassaladora. Aqui o termo “elite” não tem a ver com aristocracia, roupa de grife, apartamento em Paris ou décima recostura do rosto, mas com a gente pensante. A que usa a cabeça para algo além de separar orelhas. Pois, segundo a pesquisa, entre nós a imensa maioria dos ditos pensantes não consegue dizer o nome de um só ministro desta nossa república. Senadores, nem falar.
A turma que completa o 2º grau, que faz faculdade, que tem salário razoável, conta no banco, deveria ser a informada. A elite que consegue viajar conhece até algo do mundo, e poderia ter uma pequena biblioteca em casa. Em geral, não tem. Com sorte, lê jornal, assiste a boas entrevistas e noticiosos daqui e de fora, enfim, é gente do seu tempo. Para isso não se precisa de muita grana, acreditem. Mesmo assim, essa elite é pouco interessada numa realidade que afinal é dela.
Resolvi testar a mim mesma: nomes de ministros atuais desta nossa República. Cheguei a meia dúzia. São quase quarenta. Então começo a bater no peito, em público, aliás. Num país onde mais da metade dos habitantes são analfabetos, pois os que assinam o nome não conseguem ler o que estão assinando, ou vivem como analfabetos, pois não lêem nem o jornal largado na praça, os que sabem ler deveriam ser duplamente ativos, informados e participantes. Não somos. Nossos meninos raramente sabem o título de seus livros escolares ou o nome dos professores (sabem o dos jogadores de futebol, dos cantores de bandas, das atrizezinhas semieróticas). Agimos como se nada fora do nosso pequeno círculo pessoal nos atingisse.
Além das desgraças longe e perto, vindas da natureza ou do homem, estamos num ano eleitoral. Inaugurado o circo de manobras, mentiras e traições escrachadas ou subliminares que conhecemos. Precisamos de claridade nas ideias, coragem nos desafios, informação e vontade, e do alimento dos afetos bons. Num livro interessante (não importa o assunto) alguém verbaliza velhas coisas que a gente só adivinhava; um filme pode nos lembrar a generosidade humana; uma conversa pode nos tirar escamas dos olhos. Estar informado e atento é o melhor jeito de ajudar a construir a sociedade que queremos, ainda que sem ações espetaculares. Mas, se somos desinformados, somos vulneráveis; se continuarmos alienados, bancaremos os tolos; sendo fúteis, cavamos a própria cova; alegremente ignorantes, podemos estar assinando nossa sentença de atraso, vestindo a mordaça, assumindo a camisa de força que, informados, não aceitaríamos.
Alegria, espírito aberto, curiosidade, coisas boas desta vida, todas as merecemos. Mas me poupem do risinho tolo da burrice ou da desinformação: o vazio por trás dele não promete nada de bom.
Veja 3/3/2010
A função da oração subordinada sublinhada foi corretamente identificada em:
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