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Foram encontradas 60 questões.

2638064 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: FEPESE
Orgão: CELESC
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Analise as afirmativas abaixo a respeito da comparação entre trocadores de calor de correntes em paralelo com relação aos trocadores de calor com arranjo em contracorrente:

1. O arranjo de correntes paralelas possui menor efetividade do que o arranjo por contracorrente.

2. O arranjo de correntes paralelas é preferido quando se deseja minimizar a condução axial pela parede, visto que produz um perfil de temperatura de parede longitudinal mais uniforme.

3. O arranjo de correntes paralelas é preferido quando se deseja evitar que a corrente quente se condense ou solidifique, visto que a mais baixa temperatura de parede é maior do que em qualquer outro arranjo.

4. O arranjo de correntes paralelas é preferido quando se deseja minimizar incrustação, corrosão ou decomposição do fluido, já que a mais alta temperatura de parede é menor do que em qualquer outro arranjo.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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2638063 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: FEPESE
Orgão: CELESC
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Assinale a alternativa correta a respeito da transferência de calor por radiação.

 

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2638062 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: FEPESE
Orgão: CELESC
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Assinale a alternativa correta a respeito do Número de Reynolds.

 

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2638061 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: FEPESE
Orgão: CELESC
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O ar escoa através do tubo convergente mostrado na figura abaixo.

Enunciado 2972687-1

A área da seção 1 é de 20 cm2 e a área da seção 2 é de 10 cm2 . A massa específica do ar na seção 1 é de 0,12 utm/m3 , enquanto que na seção 2 é de 0,10 utm/m3 .

Sabendo que a velocidade na seção 1 é de 8 m/s, determine a velocidade do ar na seção 2.

 

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2638060 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: FEPESE
Orgão: CELESC
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Analise as afirmativas abaixo a respeito dos gases ideais:

1. O gás ideal é composto por partículas tão minúsculas, comparadas ao volume do gás, que podem ser consideradas como pontos no espaço com volume zero.

2. Não há interações, atrativas ou repulsivas, entre as partículas do gás ideal.

3. As moléculas apresentam movimento desordenado e velocidades que independem do valor da temperatura do gás.

4. As colisões entre as moléculas são perfeitamente elásticas, ou seja, há total conservação da energia cinética.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.

 

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2638058 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FEPESE
Orgão: CELESC
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Relacione as matrizes abaixo com seus respectivos significados quanto às transformações lineares no espaço.
Coluna 1 Matriz
1. !$ { \begin {bmatrix} 1\,\,0\,\,0\\0\,\,1\,\,0\\0\,\,0\,-1 \end{bmatrix}} !$
2. !$ { \begin {bmatrix} -1\,\,0\,\,0\\0\,-1\,\,0\\0\,\,0\,-1 \end{bmatrix}} !$
3. !$ { \begin {bmatrix} 1\,\,0\,\,0\\0\,-1\,\,0\\0\,\,0\,-1 \end{bmatrix}} !$
4. !$ { \begin {bmatrix} -1\,\,0\,\,0\\0\,\,1\,\,0\\0\,\,0\,-1 \end{bmatrix}} !$
5. !$ { \begin {bmatrix} 1\,\,0\,\,0\\0\,\,0\,\,0\\0\,\,0\,\,1 \end{bmatrix}} !$
6. !$ { \begin {bmatrix} 1\,\,0\,\,0\\0\,-1\,\,0\\0\,\,0\,\,0\,\,1 \end{bmatrix}} !$
Coluna 2 Operador
( ) Matriz de transformação de reflexão no espaço em relação ao plano xOy.
( ) Matriz de transformação de projeção no espaço sobre o plano xOz.
( ) Matriz de transformação de reflexão no espaço em relação ao eixo y.
( ) Matriz de transformação de reflexão no espaço em relação ao plano xOz.
( ) Matriz de transformação de reflexão no espaço em relação ao eixo x.
( ) Matriz de transformação de reflexão na origem no espaço.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
 

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2638054 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: FEPESE
Orgão: CELESC
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Analise as Equações Diferenciais Ordinárias a seguir e indique a sua classificação correspondente:

1. t2y’’ – 2ty’ + y = 0

2. y’’ + yy’ = 0

3. (y’)2 – y = 0

A sequência de classificação correta é apresentada em:

 

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Como as faces de Janus
Vivemos no mundo das redes, dos computadores portáteis, da telefonia móvel, na era da informação ubíqua, da notícia instantânea, global, planetária, que percorre – num átimo– as veias e artérias de fibra óptica do planeta. Nesse contexto, a cibercultura tem um papel ambiguamente universal: ela potencializa aquilo que somos, sem fazer exceções acerca de valores morais, políticos e ideológicos. Ela, como as demais projeções de nossa própria cognição, enfim, de nossa consciência e inteligência além de nossos próprios corpos biológicos, exprime com precisão aquilo que realmente somos. Na internet, por exemplo, encontra -se absolutamente tudo, em termos de conteúdos. O que vai diferenciar a experiência é justamente o usuário e sua cognição particular, que se estende além dele através dessas redes informacionais. Num só termo, trata-se de extensões de nossa própria mente plasmadas nos objetos técnicos que concebemos e usamos. Se mergulho no ciberespaço para pesquisar algo importante, que diz respeito à minha pesquisa da crítica da tecnologia, e já tenho em mente o que procuro, minha experiência será uma, e dirá respeito a uma intenção que já trago comigo e que estendo aos tais objetos, mas se só intuo a minha busca, se saio a navegar de link em link, minha experiência será completamente diferente, e poderei chegar a lugares inimaginados, ou, também, a lugar algum, dependendo do que sejam as minhas próprias expectativas.
O que queremos dizer é que não há nada nas tecnologias que não seja absolutamente humano. Todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos, e é por isso que a cibercultura e o ciberespaço servem também a terroristas fundamentalistas, pois são como espelhos límpidos da nossa própria face no mundo, de nossas ações e intenções, sejam elas pacifistas, terroristas, ecologistas, capitalistas e assim por diante. Como as duas faces de Janus, a cibercultura e o ciberespaço trazem para nós que os utilizamos potencializações e reciprocidades daquilo que de fato já somos, e se por um lado podem ser usados como ferramentas educacionais, pedagógicas, humanitárias, por exemplo, de pesquisa escolar, acadêmica e científica, objetivando uma sociedade melhor, mais esclarecida e igualitária, por outro podem, também, dar suporte a fins e intenções totalmente diversos, como ensinar a fazer bombas, espalhar pelo mundo ideologias extremistas e fundamentalistas infames, coordenar ataques terroristas aqui ou alhures e assim por diante. É como se Janus não tivesse apenas duas, mas sim infindáveis faces e expressões, assim como a humanidade tem, ou seja, não foi a internet que começou e provocou o terrorismo, mas sim o contrário: há terrorismo, intolerância e desumanidade no mundo, nas culturas, nas mentes e corações humanos, por isso também se refletem nesse grande espelho que a internet de fato é.
Nota: Janus é um deus romano cuja imagem está associada a mudanças e transições. No texto, a referência a Janus indica ambiguidade.
QUARESMA, A. Ruptura e tragédia social. Sociologia. ed. 72. 2017. p. 52; 55-57.[Adaptado]
Considere o trecho abaixo:
É como se Janus não tivesse apenas duas, mas sim infindáveis faces e expressões, assim como a humanidade tem, ou seja, não foi a internet que começou e provocou o terrorismo, mas sim o contrário: há terrorismo, intolerância e desumanidade no mundo, nas culturas, nas mentes e corações humanos, por isso também se refletem nesse grande espelho que a internet de fato é.
Assinale a alternativa correta em relação ao trecho.
 

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Como as faces de Janus
Vivemos no mundo das redes, dos computadores portáteis, da telefonia móvel, na era da informação ubíqua, da notícia instantânea, global, planetária, que percorre – num átimo– as veias e artérias de fibra óptica do planeta. Nesse contexto, a cibercultura tem um papel ambiguamente universal: ela potencializa aquilo que somos, sem fazer exceções acerca de valores morais, políticos e ideológicos. Ela, como as demais projeções de nossa própria cognição, enfim, de nossa consciência e inteligência além de nossos próprios corpos biológicos, exprime com precisão aquilo que realmente somos. Na internet, por exemplo, encontra -se absolutamente tudo, em termos de conteúdos. O que vai diferenciar a experiência é justamente o usuário e sua cognição particular, que se estende além dele através dessas redes informacionais. Num só termo, trata-se de extensões de nossa própria mente plasmadas nos objetos técnicos que concebemos e usamos. Se mergulho no ciberespaço para pesquisar algo importante, que diz respeito à minha pesquisa da crítica da tecnologia, e já tenho em mente o que procuro, minha experiência será uma, e dirá respeito a uma intenção que já trago comigo e que estendo aos tais objetos, mas se só intuo a minha busca, se saio a navegar de link em link, minha experiência será completamente diferente, e poderei chegar a lugares inimaginados, ou, também, a lugar algum, dependendo do que sejam as minhas próprias expectativas.
O que queremos dizer é que não há nada nas tecnologias que não seja absolutamente humano. Todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos, e é por isso que a cibercultura e o ciberespaço servem também a terroristas fundamentalistas, pois são como espelhos límpidos da nossa própria face no mundo, de nossas ações e intenções, sejam elas pacifistas, terroristas, ecologistas, capitalistas e assim por diante. Como as duas faces de Janus, a cibercultura e o ciberespaço trazem para nós que os utilizamos potencializações e reciprocidades daquilo que de fato já somos, e se por um lado podem ser usados como ferramentas educacionais, pedagógicas, humanitárias, por exemplo, de pesquisa escolar, acadêmica e científica, objetivando uma sociedade melhor, mais esclarecida e igualitária, por outro podem, também, dar suporte a fins e intenções totalmente diversos, como ensinar a fazer bombas, espalhar pelo mundo ideologias extremistas e fundamentalistas infames, coordenar ataques terroristas aqui ou alhures e assim por diante. É como se Janus não tivesse apenas duas, mas sim infindáveis faces e expressões, assim como a humanidade tem, ou seja, não foi a internet que começou e provocou o terrorismo, mas sim o contrário: há terrorismo, intolerância e desumanidade no mundo, nas culturas, nas mentes e corações humanos, por isso também se refletem nesse grande espelho que a internet de fato é.
Nota: Janus é um deus romano cuja imagem está associada a mudanças e transições. No texto, a referência a Janus indica ambiguidade.
QUARESMA, A. Ruptura e tragédia social. Sociologia. ed. 72. 2017. p. 52; 55-57.[Adaptado]
Considere o trecho abaixo em seu contexto:
Todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos, e é por isso que a cibercultura e o ciberespaço servem também a terroristas fundamentalistas, pois são como espelhos límpidos da nossa própria face no mundo, de nossas ações e intenções, sejam elas pacifistas, terroristas, ecologistas, capitalistas e assim por diante.
Analise as afirmativas abaixo em relação ao trecho.
1. A construção “Todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos” está na voz passiva.
2. O segmento “Todos […] fundamentalistas” pode ser reescrito, sem prejuízo de significado entre as orações, como “A cibercultura e o ciberespaço servem também a terroristas fundamentalistas, uma vez que todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos”.
3. O vocábulo “pois” funciona como conector que introduz uma oração subordinada conclusiva.
4. O vocábulo “como” introduz uma comparação entre “terroristas fundamentalistas” e “espelhos límpidos”.
5. A palavra “sejam” expressa uma ideia de alternância entre as características atribuídas a “ações e intenções”.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
 

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Como as faces de Janus
Vivemos no mundo das redes, dos computadores portáteis, da telefonia móvel, na era da informação ubíqua, da notícia instantânea, global, planetária, que percorre – num átimo– as veias e artérias de fibra óptica do planeta. Nesse contexto, a cibercultura tem um papel ambiguamente universal: ela potencializa aquilo que somos, sem fazer exceções acerca de valores morais, políticos e ideológicos. Ela, como as demais projeções de nossa própria cognição, enfim, de nossa consciência e inteligência além de nossos próprios corpos biológicos, exprime com precisão aquilo que realmente somos. Na internet, por exemplo, encontra -se absolutamente tudo, em termos de conteúdos. O que vai diferenciar a experiência é justamente o usuário e sua cognição particular, que se estende além dele através dessas redes informacionais. Num só termo, trata-se de extensões de nossa própria mente plasmadas nos objetos técnicos que concebemos e usamos. Se mergulho no ciberespaço para pesquisar algo importante, que diz respeito à minha pesquisa da crítica da tecnologia, e já tenho em mente o que procuro, minha experiência será uma, e dirá respeito a uma intenção que já trago comigo e que estendo aos tais objetos, mas se só intuo a minha busca, se saio a navegar de link em link, minha experiência será completamente diferente, e poderei chegar a lugares inimaginados, ou, também, a lugar algum, dependendo do que sejam as minhas próprias expectativas.
O que queremos dizer é que não há nada nas tecnologias que não seja absolutamente humano. Todos os conteúdos foram programados, postados e produzidos por seres humanos, e é por isso que a cibercultura e o ciberespaço servem também a terroristas fundamentalistas, pois são como espelhos límpidos da nossa própria face no mundo, de nossas ações e intenções, sejam elas pacifistas, terroristas, ecologistas, capitalistas e assim por diante. Como as duas faces de Janus, a cibercultura e o ciberespaço trazem para nós que os utilizamos potencializações e reciprocidades daquilo que de fato já somos, e se por um lado podem ser usados como ferramentas educacionais, pedagógicas, humanitárias, por exemplo, de pesquisa escolar, acadêmica e científica, objetivando uma sociedade melhor, mais esclarecida e igualitária, por outro podem, também, dar suporte a fins e intenções totalmente diversos, como ensinar a fazer bombas, espalhar pelo mundo ideologias extremistas e fundamentalistas infames, coordenar ataques terroristas aqui ou alhures e assim por diante. É como se Janus não tivesse apenas duas, mas sim infindáveis faces e expressões, assim como a humanidade tem, ou seja, não foi a internet que começou e provocou o terrorismo, mas sim o contrário: há terrorismo, intolerância e desumanidade no mundo, nas culturas, nas mentes e corações humanos, por isso também se refletem nesse grande espelho que a internet de fato é.
Nota: Janus é um deus romano cuja imagem está associada a mudanças e transições. No texto, a referência a Janus indica ambiguidade.
QUARESMA, A. Ruptura e tragédia social. Sociologia. ed. 72. 2017. p. 52; 55-57.[Adaptado]
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) com relação à frase abaixo retirada do texto.
Vivemos no mundo das redes, dos computadores portáteis, da telefonia móvel, na era da informação ubíqua, da notícia instantânea, global, planetária, que percorre – num átimo– as veias e artérias de fibra óptica do planeta.
( ) Na frase, há marca gramatical que evidencia que o autor faz parte do contexto descrito.
( ) A palavra “ubíqua” pode ser substituída por “onipresente”, sem prejuízo de sentido na frase.
( ) A palavra “átimo” pode ser substituída por “instante”, sem prejuízo de sentido na frase.
( ) Em “as veias e artérias de fibra óptica do planeta”, há uso figurativo da linguagem, por isso a informação não deve ser interpretada em sentido literal.
( ) A expressão “num átimo” funciona como aposto explicativo do termo “percorre”.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
 

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