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Foram encontradas 940 questões.

1618790 Ano: 2018
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: FUMARC
Orgão: CEMIG
O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) regulamenta, através das NR’s, diversas condições específicas de trabalho no intuito de proteger o trabalhador. A NR-10 regulamenta a segurança em instalações e os serviços em eletricidade e a NR-35 regulamenta os trabalhos em altura.
Sobre este tema, é INCORRETO afirmar:
 

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1618671 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: FUMARC
Orgão: CEMIG
No circuito abaixo, considere o amplificador operacional ideal alimentado com uma fonte simétrica de ± 15 V e com valor de saturação da saída igual à tensão de alimentação. De acordo com o gráfico da função de transferência mostrado, o valor do resistor RX é:
Enunciado 2830124-1
 

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1618570 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUMARC
Orgão: CEMIG
Provas:
Das demonstrações contábeis (Balanço Patrimonial) de uma Companhia, foram extraídos os seguintes elementos, referentes ao exercício social de 2015:
Capital Próprio R$ 720.000,00
Participação do Capital de Terceiros 60%
Passivo Circulante R$ 400.000,00
Liquidez Corrente 1,50
Realizável a Longo Prazo R$ 000.000,00
Liquidez Seca 1,05
Considerando-se os dados acima, o valor do Ativo Circulante dessa Companhia é:
 

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1618503 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: FUMARC
Orgão: CEMIG
Enunciado 2829549-1
Durante o levantamento topográfico com uso de teodolito e mira foram obtidas as seguintes leituras na mira: FS=2,500; FM=1,800; FI=1,100.
Sabendo que a constante g=100; α=30° e a altura do equipamento 1,5 m, é CORRETO afirmar que a distância horizontal entre os pontos A e B é:
 

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Há marcas que vivem da inclusão, e outras que vivem da exclusão
Contardo Calligaris
Meu telefone, um iPhone 6, estava cada vez mais lento. Não era por nenhuma das causas apontadas nas inúmeras salas de conversa entre usuários de iPhones vagarosos.
Era mesmo o processador que estava se tornando exasperadamente lento, ao ponto em que havia um intervalo sensível de tempo entre digitar e a letra aparecer na tela.
Deixei para resolver quando chegasse a Nova York, onde, aliás, a coisa piorou: era suficiente eu tirar o celular do bolso ou deixá-lo num bolso externo (que não estivesse em contato com o calor do corpo) para que a carga da bateria baixasse, de repente, de 60% a zero.
Pensei que três anos é mesmo o tempo de vida útil para uma bateria. E lá fui à loja da Apple na Broadway.
Esperei duas horas para enfim ter acesso a alguém que me explicou que testaria minha bateria. Depois de contemplarmos os gráficos lindos e coloridos deixados no tablet pelo meu telefone, anunciou que minha bateria ainda não justificava uma troca – no tom pernóstico de um plantonista que sabe que não tem leitos disponíveis e manda você para casa com aquela dor no peito e a "certeza" de que "você não está enfartando, deve ser só digestão".
O mesmo jovem propôs uma reinstalação do sistema operacional, – que é uma trivialidade, mas foi anunciada como se fosse um cateterismo das coronárias.
Passei a noite me recuperando, ou seja, reinstalando aplicativos. Resultado: telefone lento como antes.
Voltei para a Apple (loja da Quinta Avenida), onde descobri que, como na história do hospital sem leitos, de fato, a Apple não dispunha mais de baterias para substituir a minha: muitos usuários estavam com o mesmo problema. Por coincidência, tudo conjurava para que eu comprasse um telefone novo.
Nos EUA, a Apple está sendo processada (15 casos coletivos, em diferentes Estados) por piorar propositalmente a experiência dos usuários de iPhone sem lhes oferecer alternativas –salvo, obviamente, a de adquirir um telefone novo.
A companhia pediu desculpas públicas, mas a humildade não é o forte do treinamento Apple. Basta se lembrar que o atendimento pós-venda da companhia se chama (o ridículo não mata ninguém) "genius bar", o balcão dos gênios.
Já pensou: você poderia ligar para seu serviço de TV a cabo porque a recepção está péssima e alguém diria: "Sim, senhor, pode marcar consulta com o balcão dos gênios".
A maioria dos usuários não acham isso cômico e despropositado. Por que será?
Há marcas que vivem de seu poder de inclusão, do tipo "nós fabricamos o carro que todos podem dirigir". E há marcas que vivem de seu poder de exclusão: tipo, será que você merece o que estou vendendo?
Você já entrou alguma vez numa loja cara onde os vendedores, envaidecidos pela aura do próprio produto que vendem, olham para você com desprezo, como se você não fosse um consumidor à altura da loja?
É uma estratégia básica de marketing: primeiro, espera-se que você inveje (e portanto deseje) o mundo do qual se sente excluído.
Você perguntará: de que adianta, se não poderei adquirir os produtos da marca? Em geral, nesses casos o projeto é vender os acessórios da casa. Pouquíssimos comprarão o casaco de R$ 15 mil, mas milhares comprarão um lencinho (com monograma) para se sentirem, assim, membros do clube.
A Apple mantém sua presença no mercado pela ideia de sua superioridade tecnológica - e pelo design elegante, claro.
Seriamente, alguém que usa processador de texto não deveria escolher um computador em que não dá para apagar letras da esquerda para a direita. Mas é como os carros ingleses dos anos 1950: havia a glória de viver perigosamente e dirigir sem suspensões posteriores independentes (sem capotar a cada curva).
Pouco importam as críticas. A Apple conseguiu convencer seus usuários de que eles mesmos, por serem usuários, fazem parte de uma arrojada elite tecnológica. Numa loja da Apple, todos, os usuários e os "gênios" vestem (real ou metaforicamente) a camiseta da marca.
Quer saber o que aconteceu com meu iPhone? Está ótimo. Fui ao Device Shop, em Times Square, no mesmo prédio do Hard Rock Cafe: atendimento imediato, troca de bateria em dez minutos, conversa agradável. Não havia gênios, só pessoas competentes. E custou menos de dois terços do que pagaria na Apple.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/contardocalligaris/2018/01/1949427-ha-
marcas-que-vivem-da-inclusao-e-outras-que-vivem-da-exclusao.shtml Acesso em 20 mar. 2018
Os verbos destacados estão flexionados no pretérito imperfeito do indicativo, EXCETO em:
 

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Há marcas que vivem da inclusão, e outras que vivem da exclusão
Contardo Calligaris
Meu telefone, um iPhone 6, estava cada vez mais lento. Não era por nenhuma das causas apontadas nas inúmeras salas de conversa entre usuários de iPhones vagarosos.
Era mesmo o processador que estava se tornando exasperadamente lento, ao ponto em que havia um intervalo sensível de tempo entre digitar e a letra aparecer na tela.
Deixei para resolver quando chegasse a Nova York, onde, aliás, a coisa piorou: era suficiente eu tirar o celular do bolso ou deixá-lo num bolso externo (que não estivesse em contato com o calor do corpo) para que a carga da bateria baixasse, de repente, de 60% a zero.
Pensei que três anos é mesmo o tempo de vida útil para uma bateria. E lá fui à loja da Apple na Broadway.
Esperei duas horas para enfim ter acesso a alguém que me explicou que testaria minha bateria. Depois de contemplarmos os gráficos lindos e coloridos deixados no tablet pelo meu telefone, anunciou que minha bateria ainda não justificava uma troca – no tom pernóstico de um plantonista que sabe que não tem leitos disponíveis e manda você para casa com aquela dor no peito e a "certeza" de que "você não está enfartando, deve ser só digestão".
O mesmo jovem propôs uma reinstalação do sistema operacional, – que é uma trivialidade, mas foi anunciada como se fosse um cateterismo das coronárias.
Passei a noite me recuperando, ou seja, reinstalando aplicativos. Resultado: telefone lento como antes.
Voltei para a Apple (loja da Quinta Avenida), onde descobri que, como na história do hospital sem leitos, de fato, a Apple não dispunha mais de baterias para substituir a minha: muitos usuários estavam com o mesmo problema. Por coincidência, tudo conjurava para que eu comprasse um telefone novo.
Nos EUA, a Apple está sendo processada (15 casos coletivos, em diferentes Estados) por piorar propositalmente a experiência dos usuários de iPhone sem lhes oferecer alternativas –salvo, obviamente, a de adquirir um telefone novo.
A companhia pediu desculpas públicas, mas a humildade não é o forte do treinamento Apple. Basta se lembrar que o atendimento pós-venda da companhia se chama (o ridículo não mata ninguém) "genius bar", o balcão dos gênios.
Já pensou: você poderia ligar para seu serviço de TV a cabo porque a recepção está péssima e alguém diria: "Sim, senhor, pode marcar consulta com o balcão dos gênios".
A maioria dos usuários não acham isso cômico e despropositado. Por que será?
Há marcas que vivem de seu poder de inclusão, do tipo "nós fabricamos o carro que todos podem dirigir". E há marcas que vivem de seu poder de exclusão: tipo, será que você merece o que estou vendendo?
Você já entrou alguma vez numa loja cara onde os vendedores, envaidecidos pela aura do próprio produto que vendem, olham para você com desprezo, como se você não fosse um consumidor à altura da loja?
É uma estratégia básica de marketing: primeiro, espera-se que você inveje (e portanto deseje) o mundo do qual se sente excluído.
Você perguntará: de que adianta, se não poderei adquirir os produtos da marca? Em geral, nesses casos o projeto é vender os acessórios da casa. Pouquíssimos comprarão o casaco de R$ 15 mil, mas milhares comprarão um lencinho (com monograma) para se sentirem, assim, membros do clube.
A Apple mantém sua presença no mercado pela ideia de sua superioridade tecnológica - e pelo design elegante, claro.
Seriamente, alguém que usa processador de texto não deveria escolher um computador em que não dá para apagar letras da esquerda para a direita. Mas é como os carros ingleses dos anos 1950: havia a glória de viver perigosamente e dirigir sem suspensões posteriores independentes (sem capotar a cada curva).
Pouco importam as críticas. A Apple conseguiu convencer seus usuários de que eles mesmos, por serem usuários, fazem parte de uma arrojada elite tecnológica. Numa loja da Apple, todos, os usuários e os "gênios" vestem (real ou metaforicamente) a camiseta da marca.
Quer saber o que aconteceu com meu iPhone? Está ótimo. Fui ao Device Shop, em Times Square, no mesmo prédio do Hard Rock Cafe: atendimento imediato, troca de bateria em dez minutos, conversa agradável. Não havia gênios, só pessoas competentes. E custou menos de dois terços do que pagaria na Apple.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/contardocalligaris/2018/01/1949427-ha-
marcas-que-vivem-da-inclusao-e-outras-que-vivem-da-exclusao.shtml Acesso em 20 mar. 2018
Há interlocução entre o locutor e os leitores, EXCETO em:
 

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1618323 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia de Telecomunicações
Banca: FUMARC
Orgão: CEMIG
Um sinal modulado em AM-DSB, com índice de modulação de 100%, apresenta uma potência total de 150 W. Os valores da potência da portadora e de cada banda lateral são, respectivamente:
 

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1618057 Ano: 2018
Disciplina: Biologia
Banca: FUMARC
Orgão: CEMIG
A Hidrossemeadura tem a finalidade de preservar as áreas expostas dos taludes de corte e aterro da Instalação, bem como de Banquetas, Valetas ou outros dispositivos que se fizerem necessários, dando-lhes condições de resistência à erosão. A qualidade das sementes é fator decisivo para qualquer plantio.
Considerando os aspectos listados na coluna à esquerda, faça as interligações correspondentes na coluna à direita, numerando os parênteses.
1 Espécies transitórias ( ) As técnicas de semeadura procuram aproximar-se do projeto natural da pedogênese, utilizando sementes vegetais que têm como função produzir solo. Essa vegetação tem como função fixar os nutrientes introduzidos através da aspersão hidráulica e melhorar as condições de fixação do solo.
2 Espécies permanentes ( ) Germinam entre 30 a 40 dias após o plantio, porém, depois, invadem os espaços ocupados pelas espécies transitórias e dão ao plantio o aspecto autossustentável.
3 Dormência ( ) Havendo alguma adversidade que venha eliminar as plantas que germinem primeiro, as outras ainda terão chance de sobreviver.
4 Inoculação ( ) Introdução de culturas de certas bactérias que têm a capacidade de associar às raízes das espécies e fixar o nitrogênio, o que garante maior sobrevivência as plantas.
5 Adesivo fixador ( ) Materiais aplicados na hidrossemeadura e que promovem o estabelecimento de micro-organismos e, portanto, a formação de húmus.
6 Fertilizantes ( ) O mais recomentado é o vegetal decomposto, em razão de o mesmo conter todos os elementos que a planta precisa.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
 

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1618009 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: FUMARC
Orgão: CEMIG
Um transformador com 300 espiras no primário e 50 espiras no secundário tem uma corrente de 0,5 A na linha de 120 V (primário). Calcule a corrente no secundário. A resultado CORRETO é:
 

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1617953 Ano: 2018
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: FUMARC
Orgão: CEMIG
Provas:
Analise as afirmativas abaixo sobre as abordagens e estratégias de testes de software.
I. Teste de fumaça pode ser caracterizado como uma estratégia de integração constante, em ambiente de produção, para avaliar os mecanismos de proteção e segurança do software construído.
II. Teste de regressão consiste em executar novamente algum subconjunto de testes que já foram conduzidos para garantir que as modificações do software não propagaram efeitos colaterais indesejáveis.
III. Teste de estresse tem o objetivo de submeter o sistema a situações anormais como, por exemplo, uma carga de trabalho excessiva.
Está CORRETO o que se afirma em:
 

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