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Precisamos cavar fundo no tipo de civilização que criamos e mundializamos. Nossa civilização é extremamente complexa. Mas um motor escondido move todas as rodas e bielas: a vontade de poder e seu exercício na forma de dominação. Queremos dominar a natureza, chegar até seus últimos confins, dominar as forças da sociedade, dominar as energias psíquicas, dominar o código da vida. E tirar, de tudo, proveito, mesmo com custos ecológicos funestos.

Essa civilização produziu, em nós, dois sentimentos: um de exaltação e outro de medo. Exaltação, pela tecnociência. Medo, pela capacidade de destruição em massa que ela proporciona. O fim da história humana não é mais coisa de Deus, mas coisa dos homens, pois montamos o princípio de nossa autodestruição.

Leonardo Boff. Coração leve. In: Jornal do Brasil, 12/3/2004, p. A11 (com adaptações).

A partir do texto e considerando algumas das características essenciais do mundo contemporâneo, julgue os itens seguintes.

Infere-se do texto que, apesar dos pesares, a civilização contemporânea tornou a vida mais simples e fraterna, menos egoísta e individualista, na qual os valores espirituais sobrepõem-se aos interesses materiais.

 

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Precisamos cavar fundo no tipo de civilização que criamos e mundializamos. Nossa civilização é extremamente complexa. Mas um motor escondido move todas as rodas e bielas: a vontade de poder e seu exercício na forma de dominação. Queremos dominar a natureza, chegar até seus últimos confins, dominar as forças da sociedade, dominar as energias psíquicas, dominar o código da vida. E tirar, de tudo, proveito, mesmo com custos ecológicos funestos.

Essa civilização produziu, em nós, dois sentimentos: um de exaltação e outro de medo. Exaltação, pela tecnociência. Medo, pela capacidade de destruição em massa que ela proporciona. O fim da história humana não é mais coisa de Deus, mas coisa dos homens, pois montamos o princípio de nossa autodestruição.

Leonardo Boff. Coração leve. In: Jornal do Brasil, 12/3/2004, p. A11 (com adaptações).

A partir do texto e considerando algumas das características essenciais do mundo contemporâneo, julgue os itens seguintes.

As armas atômicas e nucleares, que o século XX viu florescer, são um bom exemplo daquilo que o texto classifica como montar “o princípio de nossa autodestruição”.

 

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Precisamos cavar fundo no tipo de civilização que criamos e mundializamos. Nossa civilização é extremamente complexa. Mas um motor escondido move todas as rodas e bielas: a vontade de poder e seu exercício na forma de dominação. Queremos dominar a natureza, chegar até seus últimos confins, dominar as forças da sociedade, dominar as energias psíquicas, dominar o código da vida. E tirar, de tudo, proveito, mesmo com custos ecológicos funestos.

Essa civilização produziu, em nós, dois sentimentos: um de exaltação e outro de medo. Exaltação, pela tecnociência. Medo, pela capacidade de destruição em massa que ela proporciona. O fim da história humana não é mais coisa de Deus, mas coisa dos homens, pois montamos o princípio de nossa autodestruição.

Leonardo Boff. Coração leve. In: Jornal do Brasil, 12/3/2004, p. A11 (com adaptações).

A partir do texto e considerando algumas das características essenciais do mundo contemporâneo, julgue os itens seguintes.

A tecnociência, mencionada no texto, foi capaz de levar o homem à lua, mas ainda não conseguiu reduzir os índices de mortalidade infantil e, muito menos, permitir que os idosos vivam mais.

 

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Precisamos cavar fundo no tipo de civilização que criamos e mundializamos. Nossa civilização é extremamente complexa. Mas um motor escondido move todas as rodas e bielas: a vontade de poder e seu exercício na forma de dominação. Queremos dominar a natureza, chegar até seus últimos confins, dominar as forças da sociedade, dominar as energias psíquicas, dominar o código da vida. E tirar, de tudo, proveito, mesmo com custos ecológicos funestos.

Essa civilização produziu, em nós, dois sentimentos: um de exaltação e outro de medo. Exaltação, pela tecnociência. Medo, pela capacidade de destruição em massa que ela proporciona. O fim da história humana não é mais coisa de Deus, mas coisa dos homens, pois montamos o princípio de nossa autodestruição.

Leonardo Boff. Coração leve. In: Jornal do Brasil, 12/3/2004, p. A11 (com adaptações).

A partir do texto e considerando algumas das características essenciais do mundo contemporâneo, julgue os itens seguintes.

O desenvolvimento científico e as incessantes inovações tecnológicas acabaram por gerar uma sociedade culta e bem educada, consciente de seus limites diante dos mistérios da natureza.

 

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Precisamos cavar fundo no tipo de civilização que criamos e mundializamos. Nossa civilização é extremamente complexa. Mas um motor escondido move todas as rodas e bielas: a vontade de poder e seu exercício na forma de dominação. Queremos dominar a natureza, chegar até seus últimos confins, dominar as forças da sociedade, dominar as energias psíquicas, dominar o código da vida. E tirar, de tudo, proveito, mesmo com custos ecológicos funestos.

Essa civilização produziu, em nós, dois sentimentos: um de exaltação e outro de medo. Exaltação, pela tecnociência. Medo, pela capacidade de destruição em massa que ela proporciona. O fim da história humana não é mais coisa de Deus, mas coisa dos homens, pois montamos o princípio de nossa autodestruição.

Leonardo Boff. Coração leve. In: Jornal do Brasil, 12/3/2004, p. A11 (com adaptações).

A partir do texto e considerando algumas das características essenciais do mundo contemporâneo, julgue os itens seguintes.

Ao se expandir de maneira extraordinária, o atual modelo econômico dominante gerou uma nova realidade, não apenas econômica, conhecida como globalização ou mundialização.

 

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Há quem tema que a denúncia do racismo provoque violência racial no Brasil. A violência está aí, como sempre esteve, senhoras e senhores. Unilateral. Contra os negros. O racismo é uma perversão cultural. Só pode ser tratado por meio de uma ampla, total e irrestrita denúncia. Quanto mais escondido, mais envenenará de ódio as novas gerações negras, mais informadas e mais inconformadas. A engrenagem da negação, o falseamento estatístico, o silêncio cúmplice, isto sim nos levará a situações-limite e radicais.

Sérgio Abranches. Questão de identidade. In: Veja, 25/2/2004, p. 21.

A partir do texto acima e considerando aspectos sociais significativos da realidade brasileira, julgue os itens que se seguem.

A chamada política de ação afirmativa, atualmente debatida no Brasil, envolve, entre outras medidas, a adoção de cotas para facilitar o acesso de negros à educação superior.

 

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Há quem tema que a denúncia do racismo provoque violência racial no Brasil. A violência está aí, como sempre esteve, senhoras e senhores. Unilateral. Contra os negros. O racismo é uma perversão cultural. Só pode ser tratado por meio de uma ampla, total e irrestrita denúncia. Quanto mais escondido, mais envenenará de ódio as novas gerações negras, mais informadas e mais inconformadas. A engrenagem da negação, o falseamento estatístico, o silêncio cúmplice, isto sim nos levará a situações-limite e radicais.

Sérgio Abranches. Questão de identidade. In: Veja, 25/2/2004, p. 21.

A partir do texto acima e considerando aspectos sociais significativos da realidade brasileira, julgue os itens que se seguem.

No Brasil, a “engrenagem da negação” a que o texto se refere é tão acentuada que até mesmo a atual Constituição, apesar de democrática e claramente identificada com a defesa dos direitos humanos, sequer menciona a questão do racismo.

 

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Há quem tema que a denúncia do racismo provoque violência racial no Brasil. A violência está aí, como sempre esteve, senhoras e senhores. Unilateral. Contra os negros. O racismo é uma perversão cultural. Só pode ser tratado por meio de uma ampla, total e irrestrita denúncia. Quanto mais escondido, mais envenenará de ódio as novas gerações negras, mais informadas e mais inconformadas. A engrenagem da negação, o falseamento estatístico, o silêncio cúmplice, isto sim nos levará a situações-limite e radicais.

Sérgio Abranches. Questão de identidade. In: Veja, 25/2/2004, p. 21.

A partir do texto acima e considerando aspectos sociais significativos da realidade brasileira, julgue os itens que se seguem.

Tal como foi feita, a abolição do trabalho escravo não propiciou, no geral, a inclusão social dos afrodescendentes brasileiros.

 

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Há quem tema que a denúncia do racismo provoque violência racial no Brasil. A violência está aí, como sempre esteve, senhoras e senhores. Unilateral. Contra os negros. O racismo é uma perversão cultural. Só pode ser tratado por meio de uma ampla, total e irrestrita denúncia. Quanto mais escondido, mais envenenará de ódio as novas gerações negras, mais informadas e mais inconformadas. A engrenagem da negação, o falseamento estatístico, o silêncio cúmplice, isto sim nos levará a situações-limite e radicais.

Sérgio Abranches. Questão de identidade. In: Veja, 25/2/2004, p. 21.

A partir do texto acima e considerando aspectos sociais significativos da realidade brasileira, julgue os itens que se seguem.

A existência da escravidão negra, por mais de três séculos, deixou pesadas marcas na sociedade brasileira, herança perversa da qual o país, até hoje, não conseguiu livrar-se plenamente.

 

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Há quem tema que a denúncia do racismo provoque violência racial no Brasil. A violência está aí, como sempre esteve, senhoras e senhores. Unilateral. Contra os negros. O racismo é uma perversão cultural. Só pode ser tratado por meio de uma ampla, total e irrestrita denúncia. Quanto mais escondido, mais envenenará de ódio as novas gerações negras, mais informadas e mais inconformadas. A engrenagem da negação, o falseamento estatístico, o silêncio cúmplice, isto sim nos levará a situações-limite e radicais.

Sérgio Abranches. Questão de identidade. In: Veja, 25/2/2004, p. 21.

A partir do texto acima e considerando aspectos sociais significativos da realidade brasileira, julgue os itens que se seguem.

Apesar dos graves problemas ainda existentes, os quais são enfatizados pelo texto, sabe-se que, no Brasil, o acesso à educação e a permanência na escola ocorrem em igualdade de condições, independentemente da origem social e étnica.

 

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