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2446446 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CFC
Orgão: CFC

Cem cruzeiros a mais

Fernando Sabino

Ao receber certa quantia num guichê do Ministério, verificou que o funcionário lhe havia dado cem cruzeiros a mais. Quis voltar para devolver, mas outras pessoas protestaram: entrasse na fila.

Esperou pacientemente a vez, para que o funcionário lhe fechasse na cara a janelinha de vidro:

– Tenham paciência, mas está na hora do meu café.

Agora era uma questão de teimosia. Voltou à tarde, para encontrar fila maior

– não conseguiu sequer aproximar-se do guichê antes de encerrar-se o expediente.

No dia seguinte era o primeiro da fila:

– Olha aqui: o senhor ontem me deu cem cruzeiros a mais.

– Eu?

Só então reparou que o funcionário era outro.

– Seu colega, então. Um bigodinho.

– O Mafra.

– Se o nome dele é Mafra, não sei dizer.

– Só pode ter sido o Mafra. Aqui só trabalhamos eu e o Mafra. Não fui eu. Logo...

Ele coçou a cabeça, aborrecido:

– Está bem, foi o Mafra. E daí?

O funcionário lhe explicou com toda urbanidade que não podia responder pela distração do Mafra:

– Isto aqui é uma pagadoria, meu chapa. Não posso receber, só posso pagar. Receber, só na recebedoria. O próximo!

O próximo da fila, já impaciente, empurrou-o com o cotovelo. Amar o próximo como a ti mesmo! Procurou conter-se e se afastou, indeciso. Num súbito impulso de indignação – agora iria até o fim – dirigiu-se à recebedoria.

– O Mafra? Não trabalha aqui, meu amigo, nem nunca trabalhou.

– Eu sei. Ele é da pagadoria. Mas foi quem me deu os cem cruzeiros a mais. Informaram-lhe que não podiam receber: tratava-se de uma devolução, não era isso mesmo? E não de pagamento. Tinha trazido a guia? Pois então? Onde já se viu pagamento sem guia? Receber mil cruzeiros a troco de quê?

– Mil não: cem. A troco de devolução.

– Troco de devolução. Entenda-se.

– Pois devolvo e acabou-se.

– Só com o chefe. O próximo!

O chefe da seção já tinha saído: só no dia seguinte. No dia seguinte, depois de fazê-lo esperar mais de meia hora, o chefe informou-lhe que deveria redigir um ofício, historiando o fato e devolvendo o dinheiro.

– Já que o senhor faz tanta questão de devolver.

– Questão absoluta.

– Louvo o seu escrúpulo.

– Mas o nosso amigo ali do guichê disse que era só entregar ao senhor – suspirou ele.

– Quem disse isso?

– Um homem de óculos naquela seção do lado de lá. Recebedoria, parece.

– O Araújo. Ele disse isso, é? Pois olhe: volte lá e diga-lhe para deixar de ser besta. Pode dizer que fui eu que falei. O Araújo sempre se metendo a entendido!

– Mas e o ofício? Não tenho nada com essa briga, vamos fazer logo o ofício.

– Impossível: tem de dar entrada no protocolo.

Saindo dali, em vez de ir ao protocolo, ou ao Araújo para dizer-lhe que deixasse de ser besta, o honesto cidadão dirigiu-se ao guichê onde recebera o dinheiro, fez da nota de cem cruzeiros uma bolinha, atirou-a lá dentro por cima do vidro e foi-se embora.

(A companheira de viagem. In: Obra reunida, v. II. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1996. p. 20-22.)

Identifique o item que contém descrição INCORRETA do texto lido.

 

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2446445 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CFC
Orgão: CFC

Cem cruzeiros a mais

Fernando Sabino

Ao receber certa quantia num guichê do Ministério, verificou que o funcionário lhe havia dado(a) cem cruzeiros a mais. Quis voltar para devolver, mas outras pessoas protestaram: entrasse na fila.

Esperou pacientemente a vez, para que o funcionário lhe fechasse na cara a janelinha de vidro:

– Tenham paciência, mas está na hora do meu café.

Agora era uma questão de teimosia. Voltou à tarde, para encontrar fila maior

– não conseguiu sequer aproximar-se do guichê antes de encerrar-se o expediente.

No dia seguinte era o primeiro da fila:

– Olha aqui: o senhor ontem me deu cem cruzeiros a mais.

– Eu?

Só então reparou que o funcionário era outro.

– Seu colega, então. Um bigodinho.

– O Mafra.

– Se o nome dele é Mafra, não sei dizer(b).

– Só pode ter sido o Mafra. Aqui só trabalhamos eu e o Mafra. Não fui eu. Logo(c)...

Ele coçou a cabeça, aborrecido:

– Está bem, foi o Mafra. E daí?

O funcionário lhe explicou com toda urbanidade(d) que não podia responder pela distração do Mafra:

– Isto aqui é uma pagadoria, meu chapa. Não posso receber, só posso pagar. Receber, só na recebedoria. O próximo!

O próximo da fila, já impaciente, empurrou-o com o cotovelo. Amar o próximo como a ti mesmo! Procurou conter-se e se afastou, indeciso. Num súbito impulso de indignação – agora iria até o fim – dirigiu-se à recebedoria.

– O Mafra? Não trabalha aqui, meu amigo, nem nunca trabalhou.

– Eu sei. Ele é da pagadoria. Mas foi quem me deu os cem cruzeiros a mais. Informaram-lhe que não podiam receber: tratava-se de uma devolução, não era isso mesmo? E não de pagamento. Tinha trazido a guia? Pois então? Onde já se viu pagamento sem guia? Receber mil cruzeiros a troco de quê?

– Mil não: cem. A troco de devolução.

– Troco de devolução. Entenda-se.

– Pois devolvo e acabou-se.

– Só com o chefe. O próximo!

O chefe da seção já tinha saído: só no dia seguinte. No dia seguinte, depois de fazê-lo esperar mais de meia hora, o chefe informou-lhe que deveria redigir um ofício, historiando o fato e devolvendo o dinheiro.

– Já que o senhor faz tanta questão de devolver.

– Questão absoluta.

– Louvo o seu escrúpulo.

– Mas o nosso amigo ali do guichê disse que era só entregar ao senhor – suspirou ele.

– Quem disse isso?

– Um homem de óculos naquela seção do lado de lá. Recebedoria, parece.

– O Araújo. Ele disse isso, é? Pois olhe: volte lá e diga-lhe para deixar de ser besta. Pode dizer que fui eu que falei. O Araújo sempre se metendo a entendido!

– Mas e o ofício? Não tenho nada com essa briga, vamos fazer logo o ofício.

– Impossível: tem de dar entrada no protocolo.

Saindo dali, em vez de ir ao protocolo, ou ao Araújo para dizer-lhe que deixasse de ser besta, o honesto cidadão dirigiu-se ao guichê onde recebera o dinheiro, fez da nota de cem cruzeiros uma bolinha, atirou-a lá dentro por cima do vidro e foi-se embora.

(A companheira de viagem. In: Obra reunida, v. II. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1996. p. 20-22.)

A leitura do texto NÃO permite afirmar, quanto aos aspectos gramaticais ou semânticos, que:

 

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2446444 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CFC
Orgão: CFC

Cem cruzeiros a mais

Fernando Sabino

Ao receber certa quantia num guichê do Ministério, verificou que o funcionário lhe havia dado cem cruzeiros a mais. Quis voltar para devolver, mas outras pessoas protestaram: entrasse na fila.

Esperou pacientemente a vez, para que o funcionário lhe fechasse na cara a janelinha de vidro:

– Tenham paciência, mas está na hora do meu café.

Agora era uma questão de teimosia. Voltou à tarde, para encontrar fila maior

– não conseguiu sequer aproximar-se do guichê antes de encerrar-se o expediente.

No dia seguinte era o primeiro da fila:

– Olha aqui: o senhor ontem me deu cem cruzeiros a mais.

– Eu?

Só então reparou que o funcionário era outro.

– Seu colega, então. Um bigodinho.

– O Mafra.

– Se o nome dele é Mafra, não sei dizer.

– Só pode ter sido o Mafra. Aqui só trabalhamos eu e o Mafra. Não fui eu. Logo...

Ele coçou a cabeça, aborrecido:

– Está bem, foi o Mafra. E daí?

O funcionário lhe explicou com toda urbanidade que não podia responder pela distração do Mafra:

– Isto aqui é uma pagadoria, meu chapa. Não posso receber, só posso pagar. Receber, só na recebedoria. O próximo!

O próximo da fila, já impaciente, empurrou-o com o cotovelo. Amar o próximo como a ti mesmo! Procurou conter-se e se afastou, indeciso. Num súbito impulso de indignação – agora iria até o fim – dirigiu-se à recebedoria.

– O Mafra? Não trabalha aqui, meu amigo, nem nunca trabalhou.

– Eu sei. Ele é da pagadoria. Mas foi quem me deu os cem cruzeiros a mais. Informaram-lhe que não podiam receber: tratava-se de uma devolução, não era isso mesmo? E não de pagamento. Tinha trazido a guia? Pois então? Onde já se viu pagamento sem guia? Receber mil cruzeiros a troco de quê?

– Mil não: cem. A troco de devolução.

– Troco de devolução. Entenda-se.

– Pois devolvo e acabou-se.

– Só com o chefe. O próximo!

O chefe da seção já tinha saído: só no dia seguinte. No dia seguinte, depois de fazê-lo esperar mais de meia hora, o chefe informou-lhe que deveria redigir um ofício, historiando o fato e devolvendo o dinheiro.

– Já que o senhor faz tanta questão de devolver.

– Questão absoluta.

– Louvo o seu escrúpulo.

– Mas o nosso amigo ali do guichê disse que era só entregar ao senhor – suspirou ele.

– Quem disse isso?

– Um homem de óculos naquela seção do lado de lá. Recebedoria, parece.

– O Araújo. Ele disse isso, é? Pois olhe: volte lá e diga-lhe para deixar de ser besta. Pode dizer que fui eu que falei. O Araújo sempre se metendo a entendido!

– Mas e o ofício? Não tenho nada com essa briga, vamos fazer logo o ofício.

– Impossível: tem de dar entrada no protocolo.

Saindo dali, em vez de ir ao protocolo, ou ao Araújo para dizer-lhe que deixasse de ser besta, o honesto cidadão dirigiu-se ao guichê onde recebera o dinheiro, fez da nota de cem cruzeiros uma bolinha, atirou-a lá dentro por cima do vidro e foi-se embora.

(A companheira de viagem. In: Obra reunida, v. II. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1996. p. 20-22.)

Com base no texto lido, é CORRETO afirmar que:

 

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2446443 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: CFC
Orgão: CFC
Observe os dados a seguir de uma empresa industrial.
Estoque Inicial de Matéria-Prima R$300.000,00
Estoque Final de Matéria-Prima R$360.000,00
Estoque Inicial de Produtos em Elaboração R$0,00
Estoque Final de Produtos em Elaboração R$0,00
Estoque Inicial de Produtos Acabados R$160.000,00
Estoque Final de Produtos Acabados R$1.200.000,00
Custo dos Produtos Vendidos R$320.000,00
Custo da Mão de Obra Direta R$400.000,00
Custos Indiretos de Fabricação R$360.000,00
Produção do Mês 32 unidades
Com base nos dados acima, calcule o custo unitário de produção do período e o custo de aquisição da matéria-prima no mês e, em seguida, assinale a opção CORRETA.
 

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2446442 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: CFC
Orgão: CFC
Em fevereiro de 2012 o estoque inicial de uma determinada matéria-prima numa indústria era de R$82.500,00. Durante o mês, foram adquiridos R$1.950.000,00 desta matéria-prima. No final do mês, o estoque era de R$340.000,00. Nessa operação, foram desconsideradas as operações com impostos.
O custo da matéria-prima consumida nesse período é de:
 

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2446441 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: CFC
Orgão: CFC
Uma sociedade industrial, em um momento do mês em curso, possui o seguinte quadro informativo dos valores que deverá ser registrado no período.
Itens de Gastos Saldos
Seguro da Fábrica R$1.200,00
Consumo de Material de Escritório R$430,00
Compras de Matérias-Primas R$25.000,00
Salários e Encargos Pessoal de Fábrica R$10.960,00
Propaganda e Publicidade R$1.150,00
Matéria-Prima utilizada na produção R$12.600,00
Aluguel da Fábrica R$2.300,00
Energia Elétrica da Fábrica R$1.980,00
Depreciação de Maquinas e Equipamentos da Fábrica R$3.700,00
Serviços de Assistência Pós-Venda R$650,00
Salário do Encarregado da Produção R$3.900,00
Dias Parados por Inundação na Fábrica R$1.000,00
Adicional de Insalubridade do Pessoal da Fábrica R$860,00
Depreciação de Veículos de Vendas R$1.200,00
Juros e Despesas de Financiamentos R$2.200,00
Adicional de Periculosidade do Pessoal da Fábrica R$1.300,00
Total R$69.430,00
A seqüência CORRETA de valores correspondente a Investimentos, Custos, Despesas e Perdas, é respectivamente:
 

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2446440 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: CFC
Orgão: CFC
Relacione a terminologia da primeira coluna com os exemplos descritos na segunda coluna, e, em seguida, assinale a opção CORRETA.
(1) Custo ( ) Frete de Mercadorias Vendidas no período.
(2) Despesa ( ) Aquisição de Mercadoria para estoque.
(3) Investimento ( ) Estoque de matéria-prima, não segurada, consumida por incêndio.
(4) Perda ( ) Materiais utilizados na produção de bens.
A sequência CORRETA é:
 

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2446439 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CFC
Orgão: CFC
Uma sociedade empresária adquiriu mercadorias para revenda por R$5.000,00 e neste valor estão incluídos impostos recuperáveis no valor de R$600,00. No mesmo período, a totalidade das mercadorias adquiridas foi vendida por R$8.000,00. Sobre o valor da venda, incidiram impostos no montante de R$1.732,00, embutidos no preço de venda. A comissão devida aos vendedores, no valor de R$80,00, também foi registrada no período.
Na Demonstração do Resultado do Período, o Lucro Bruto é igual a:
 

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2446438 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CFC
Orgão: CFC
Uma sociedade empresária por cotas de responsabilidade limitada apresentou o Balanço Patrimonial do início do período.
ATIVO PASSIVO
Ativo Circulante R$34.200,00 Passivo Circulante R$29.000,00
Caixa R$13.200,00 Contas a Pagar R$8.100,00
Duplicatas a Receber R$21.000,00 Empréstimos a Pagar R$20.900,00
Ativo Não Circulante R$33.000,00 Passivo Não Circulante R$16.300,00
Realizável a Longo Prazo R$6.000,00 Debêntures R$16.300,00
Investimentos R$7.000,00 Patrimônio Líquido R$21.900,00
Imobilizado R$15.000,00 Capital Social R$12.000,00
Intangível R$5.000,00 Reservas de Lucros R$9.900,00
Total do Ativo R$67.200,00 Total do Passivo R$67.200,00
Os dados referentes à Demonstração de Resultado do período são os seguintes:
!$ \surd !$ Receitas de Vendas Líquidas R$125.000,00
!$ \surd !$ Custos com Mercadorias Vendidas R$35.000,00
!$ \surd !$ Despesas Gerais R$26.000,00
!$ \surd !$ Despesas Financeiras R$12.000,00
!$ \surd !$ Receitas Financeiras R$21.000,00
!$ \surd !$ Despesas com Tributos R$1.400,00
As receitas de vendas e as despesas gerais foram à vista e o lucro foi totalmente reaplicado na atividade da empresa, sem distribuição de dividendos.
O Resultado Líquido do Período e o Patrimônio Líquido, após o registro das operações e apuração do resultado, são respectivamente:
 

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2446437 Ano: 2012
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CFC
Orgão: CFC
Uma sociedade empresária apresentou, em 31.12.2011, os seguintes saldos de contas:
Contas Saldo Devedor Saldo Credor
Aplicações Financeiras R$359.000,00
Bancos Conta Movimento R$175.000,00
Caixa R$267.000,00
Capital Social R$694.441,00
CSLL a Pagar R$4.323,00
Depreciação Acumulada de Edificações em Uso R$1.680,00
Depreciação Acumulada de Móveis e Utensílios R$12.000,00
Depreciação Acumulada de Veículos R$48.000,00
Duplicatas a Receber em 2012 R$825.000,00
Edificações de Uso R$250.000,00
Empréstimos Bancários com vencimento em 2012 R$420.000,00
Estoque de Matéria-Prima R$190.000,00
Estoque de Produtos em Elaboração R$260.000,00
Estoque Final de Produtos Acabados R$350.000,00
Fornecedores com vencimento para 2012 R$490.000,00
ICMS a Recuperar R$44.100,00
IPI a Recolher R$166.500,00
IRPJ a Pagar R$7.205,00
Móveis e Utensílios R$60.000,00
Provisões para Riscos Trabalhistas Realizáveis no Exercício Seguinte R$390.000,00
Reserva Legal R$70.000,00
Reservas de Lucros R$715.951,00
Terrenos para uso próprio R$120.000,00
Veículos R$120.000,00
TOTAL R$3.020.100,00 R$3.020.100,00
No Balanço Patrimonial, os saldos dos grupos do Ativo Não Circulante e do Passivo Circulante são, respectivamente, iguais a:
 

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