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2169893 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CFC
Orgão: CFC
Segundo a NBC TG 04(R1) – Ativo Intangível, são exemplos de atividades de pesquisa, EXCETO:
 

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2169892 Ano: 2014
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: CFC
Orgão: CFC

Uma sociedade empresária investiu um capital de R$15.000,00 por 8 meses a uma taxa de juros compostos de 1% ao mês. O montante dessa aplicação foi reaplicado em outro investimento, com uma taxa mensal de juros simples de 2%, por mais 4 meses.

O valor total resgatado ao fim dos 12 meses é de:

 

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2169891 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CFC
Orgão: CFC
Uma sociedade empresária apresentou as seguintes informações, para fins de elaboração da Demonstração dos Fluxos de Caixa:
Dados do Balanço Patrimonial, em Reais (R$)
31.12.2013 31.12.2012 Variação
Ativo Circulante 46.000,00 37.000,00
Caixa 5.000,00 2.000,00 3.000,00
Bancos Conta Movimento 2.000,00 3.000,00 (1.000,00)
Estoque 17.000,00 12.000,00 5.000,00
Duplicatas a Receber 22.000,00 20.000,00 2.000,00
Ativo Não Circulante 48.000,00 43.000,00
Investimentos 34.000,00 27.000,00
Investimentos avaliados pela equivalência patrimonial 34.000,00 27.000,00 7.000,00
Permanente 14.000,00 16.000,00
Máquinas 18.000,00 18.000,00
( - ) Depreciação Acumulada (4.000,00) (2.000,00 (2.000,00
Total do Ativo 94.000,00 80.000,00
Passivo Circulante 53.000,00 45.000,00
Fornecedores 18.000,00 45.000,00 (27.000,00)
Empréstimos Bancários 32.000,00 32.000,00
Imposto e Contribuição Social a Pagar 1.000,00 1.000,00
Dividendos Obrigatórios a Pagar 2.000,00 2.000,00
Patrimônio Líquido 41.000,00 35.000,00
Capital Social 35.000,00 20.000,00 15.000,00
Reserva de Lucros 6.000,00 15.000,00 (9.000,00)
Total do Passivo + Patrimônio Líquido 94.000,00 80.000,00
Demonstração do Resultado, em Reais (R$)
31.12.2013
Vendas Líquidas 70.000,00
Custo das Mercadorias Vendidas (40.000,00)
Lucro Bruto 30.000,00
Despesas com Depreciação (2.000,00)
Despesas com Pessoal (18.000,00)
Despesas com Aluguel (5.000,00)
Receita de Equivalência Patrimonial 7.000,00
Lucro Antes dos Tributos sobre o Lucro 12.000,00
Imposto de Renda e Contribuição Social (4.000,00)
Lucro Líquido 8.000,00
Outras Informações:
  • Do lucro líquido do período, R$2.000,00 foram destinados para dividendos obrigatórios, ainda não pagos.
  • O empréstimo bancário foi contratado em 31.12.2013.
  • O aumento de Capital foi realizado com reservas de lucros.
  • O Imposto de Renda e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido pagos no período foram tratados como Atividade Operacional.
Em relação aos itens que compõem a Demonstração dos Fluxos de Caixa, é CORRETO afirmar que:
 

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2169890 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CFC
Orgão: CFC

Especialistas debatem investimentos para a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 na Fiesp

Seminário nesta segunda-feira (02/12) teve como tema os aspectos econômicos dos grandes eventos esportivos que serão realizados no Brasil

Foi realizado nesta segunda-feira (02/12), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o seminário “Grandes eventos esportivos no Brasil: a economia do esporte”. Organizado no âmbito da Cátedra Globalização e Mundo Emergente – FIESP-Sorbonne, o evento foi conduzido por Mario Frugiuele, coordenador do Comitê da Cadeia Produtiva do Desporto (Code) na Fiesp e coordenador da cátedra no Brasil.

O professor titular de Economia, Administração Pública e de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro Istvan Karoly Kasznar apresentou a palestra “Copa, Olimpíadas, Financiamento do Esporte e Perspectivas”, em que mostrou os investimentos, públicos e privados, que estão sendo feitos no Brasil e suas consequências.

“Não se resolve a questão de um gargalo estrutural de longo prazo, de 35 anos, em cinco anos. Então todo o investimento é bem-vindo, é necessário”, disse Kasznar. “Todavia, não é porque a Fifa nos impõe ou nos propõe criar investimentos específicos de mobilidade no entorno do estádio que vamos fazer algo”, disse. “Devemos fazer pela necessidade específica e intrínseca das nossas cidades e dos nossos cidadãos.”

Outra crítica do professor foi a questão da distribuição dos ingressos. “As grandes obras dos estádios vão encantar os brasileiros que podem pagar. Porque a gente vê que no processo de distribuição existem desigualdades”, explicou. “Quem pode pagar, entra. Quem não pode, não entra, mas, por meio do seu imposto, está pagando o estádio de forma indireta.”

Kasznar não é contra a realização da Copa e da Olimpíada no Brasil, mas defende um melhor controle do dinheiro investido. “Haverá construções, ganhos e benefícios, mas também haverá prejuízos. Portanto faz sentido que a gente diga ‘temos muito o que fazer, muito a revisar e a nossa técnica de captação e distribuição de recursos precisa ser melhor pensada’.”.

Segundo o professor, os gastos não são exclusividade do Brasil. “É muito importante abrir o Brasil para o mundo, é importante incentivar o esporte, mas temos que perceber que o custo disso é muito grande”, afirmou.

Cuidado com a maldição

Outro palestrante do seminário, Wladimir Andreff, professor titular de Ciências Econômicas na Universidade Paris 1 – Panthéon Sorbonne, apresentou a sua teoria sobre a “maldição dos países e cidades-sede”.

“O que um candidato deve fazer se quer ganhar o leilão para ser a sede da Copa ou das Olimpíadas? Prometer muito mais do que os outros competidores e projetar o mais fantástico evento”, disse. “E isso é feito subestimando os custos e superestimando os benefícios”, disse. ”Mas, no final do dia, os vencedores têm que realmente implementar o projeto e aí vem o verdadeiro custo e o verdadeiro benefício, que são diferentes do anunciado.”

Para ele, o vencedor do “leilão” vai estar “financeiramente amaldiçoado” porque “ganhando o direito de sediar os jogos o país ganha a certeza de que irá perder dinheiro”.

Andreff deu vários exemplos de países e cidades que tiveram uma grande diferença entre o custo esperado e o custo real, como a África do Sul, que viu o orçamento para a Copa do Mundo aumentar 17 vezes, e a China, que no caso de Pequim teve um aumento de 40 vezes entre o que era esperado para os Jogos Olímpicos e o que realmente o evento custou.

O professor disse que só há uma exceção na história dos grandes eventos, o que confirma a regra: Los Angeles. “Por causa das notícias dos prejuízos dos Jogos Olímpicos de Montreal, em 1976, apenas Los Angeles se candidatou como sede para 1984”, contou. “Como não havia cidades competindo pelo mesmo evento, então não havia o leilão como processo. Los Angeles não precisou fazer propostas exageradas, a custos irreais, então ficou fora da maldição dos vencedores.”.

Ariett Gouveia e Giovanna Maradei. Agência Indusnet Fiesp. Disponível em: <http://www.fiesp.com.br/noticias/especialistas-debatem investimentos-para-a-copa-de-2014-e-a-olimpiada-de- 2016-na-fiesp/>. Acesso em: 13/12/2014.

De acordo com o texto, é CORRETO afirmar que:

 

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2169776 Ano: 2014
Disciplina: Direito do Trabalho
Banca: CFC
Orgão: CFC
Dados extraídos do recibo de salário de um empregado de uma sociedade empresária.
Descrição Proventos
Salário Base R$2.500,00
Adicional por tempo de serviço R$320,00
Horas extras R$95,00
Auxílio-moradia (habitação) R$300,00
Auxílio-alimentação R$300,00
Auxílio para assistência médica mediante seguro-saúde R$200,00
Auxílio seguro de vida e acidentes pessoais R$150,00
De acordo com a Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, é considerado salário “in natura”:
 

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2169775 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CFC
Orgão: CFC

Especialistas debatem investimentos para a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 na Fiesp

Seminário nesta segunda-feira (02/12) teve como tema os aspectos econômicos dos grandes eventos esportivos que serão realizados no Brasil

Foi realizado nesta segunda-feira (02/12), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o seminário “Grandes eventos esportivos no Brasil: a economia do esporte”. Organizado no âmbito da Cátedra Globalização e Mundo Emergente – FIESP-Sorbonne, o evento foi conduzido por Mario Frugiuele, coordenador do Comitê da Cadeia Produtiva do Desporto (Code) na Fiesp e coordenador da cátedra no Brasil.

O professor titular de Economia, Administração Pública e de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro Istvan Karoly Kasznar apresentou a palestra “Copa, Olimpíadas, Financiamento do Esporte e Perspectivas”, em que mostrou os investimentos, públicos e privados, que estão sendo feitos no Brasil e suas consequências.

“Não se resolve a questão de um gargalo estrutural de longo prazo, de 35 anos, em cinco anos. Então todo o investimento é bem-vindo, é necessário”, disse Kasznar. “Todavia, não é porque a Fifa nos impõe ou nos propõe criar investimentos específicos de mobilidade no entorno do estádio que vamos fazer algo”, disse. “Devemos fazer pela necessidade específica e intrínseca das nossas cidades e dos nossos cidadãos.”

Outra crítica do professor foi a questão da distribuição dos ingressos. “As grandes obras dos estádios vão encantar os brasileiros que podem pagar. Porque a gente vê que no processo de distribuição existem desigualdades”, explicou. “Quem pode pagar, entra. Quem não pode, não entra, mas, por meio do seu imposto, está pagando o estádio de forma indireta.”

Kasznar não é contra a realização da Copa e da Olimpíada no Brasil, mas defende um melhor controle do dinheiro investido. “Haverá construções, ganhos e benefícios, mas também haverá prejuízos. Portanto faz sentido que a gente diga ‘temos muito o que fazer, muito a revisar e a nossa técnica de captação e distribuição de recursos precisa ser melhor pensada’.”.

Segundo o professor, os gastos não são exclusividade do Brasil. “É muito importante abrir o Brasil para o mundo, é importante incentivar o esporte, mas temos que perceber que o custo disso é muito grande”, afirmou.

Cuidado com a maldição

Outro palestrante do seminário, Wladimir Andreff, professor titular de Ciências Econômicas na Universidade Paris 1 – Panthéon Sorbonne, apresentou a sua teoria sobre a “maldição dos países e cidades-sede”.

“O que um candidato deve fazer se quer ganhar o leilão para ser a sede da Copa ou das Olimpíadas? Prometer muito mais do que os outros competidores e projetar o mais fantástico evento”, disse. “E isso é feito subestimando os custos e superestimando os benefícios”, disse. ”Mas, no final do dia, os vencedores têm que realmente implementar o projeto e aí vem o verdadeiro custo e o verdadeiro benefício, que são diferentes do anunciado.”

Para ele, o vencedor do “leilão” vai estar “financeiramente amaldiçoado” porque “ganhando o direito de sediar os jogos o país ganha a certeza de que irá perder dinheiro”.

Andreff deu vários exemplos de países e cidades que tiveram uma grande diferença entre o custo esperado e o custo real, como a África do Sul, que viu o orçamento para a Copa do Mundo aumentar 17 vezes, e a China, que no caso de Pequim teve um aumento de 40 vezes entre o que era esperado para os Jogos Olímpicos e o que realmente o evento custou.

O professor disse que só há uma exceção na história dos grandes eventos, o que confirma a regra: Los Angeles. “Por causa das notícias dos prejuízos dos Jogos Olímpicos de Montreal, em 1976, apenas Los Angeles se candidatou como sede para 1984”, contou. “Como não havia cidades competindo pelo mesmo evento, então não havia o leilão como processo. Los Angeles não precisou fazer propostas exageradas, a custos irreais, então ficou fora da maldição dos vencedores.”.

Ariett Gouveia e Giovanna Maradei. Agência Indusnet Fiesp. Disponível em: <http://www.fiesp.com.br/noticias/especialistas-debatem investimentos-para-a-copa-de-2014-e-a-olimpiada-de- 2016-na-fiesp/>. Acesso em: 13/12/2014.

A propósito dos fatos gramaticais identificados no texto, julgue os itens a seguir.

I. Sigla é a “redução literal [...] baseada nas letras iniciais de cada um ou de alguns dos componentes do intitulativo a que se referirem”, estando corretas as grafias das formas “Fiesp”, “Code” e “FGV”, nos dois primeiros parágrafos.

II. A palavra “bem-vindo” admite, no contexto, as opções benvindo e bem vindo, escritas segundo o padrão gráfico de bendito e bem educado.

III. “Porque” inicia período e a grafia deveria ser Por que.

IV. A palavra “cidade-sede” é composta por justaposição indicada pelo hífen e tem sentido de “cidade que é sede”.

Estão CORRETOS apenas os itens:

 

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2168916 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade de Custos
Banca: CFC
Orgão: CFC
Uma indústria estabeleceu os seguintes padrões de consumo de matéria-prima para cada unidade de produto fabricado:
Tipo de Matéria-Prima Quantidade Preço
A 2 kg R$1,50 por kg
B 3 m2 R$4,00 por m2
No mês de janeiro de 2014, foram produzidas 2.000 unidades de cada produto, e ocorreu o seguinte consumo de matéria-prima:
Tipo de Matéria-prima Quantidade total
consumida
Custo da matéria-prima
consumida
A 4.000 kg R$6.800,00
B 6.500 m2 R$26.000,00
Com base nos dados fornecidos e em relação ao custo com matéria-prima:
 

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2168875 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: CFC
Orgão: CFC

Especialistas debatem investimentos para a Copa de 2014 e a Olimpíada de 2016 na Fiesp

Seminário nesta segunda-feira (02/12) teve como tema os aspectos econômicos dos grandes eventos esportivos que serão realizados no Brasil

Foi realizado nesta segunda-feira (02/12), na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o seminário “Grandes eventos esportivos no Brasil: a economia do esporte”. Organizado no âmbito da Cátedra Globalização e Mundo Emergente – FIESP-Sorbonne, o evento foi conduzido por Mario Frugiuele, coordenador do Comitê da Cadeia Produtiva do Desporto (Code) na Fiesp e coordenador da cátedra no Brasil.

O professor titular de Economia, Administração Pública e de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV) do Rio de Janeiro Istvan Karoly Kasznar apresentou a palestra “Copa, Olimpíadas, Financiamento do Esporte e Perspectivas”, em que mostrou os investimentos, públicos e privados, que estão sendo feitos no Brasil e suas consequências.

“Não se resolve a questão de um gargalo estrutural de longo prazo, de 35 anos, em cinco anos. Então todo o investimento é bem-vindo, é necessário”, disse Kasznar. “Todavia, não é porque a Fifa nos impõe ou nos propõe criar investimentos específicos de mobilidade no entorno do estádio que vamos fazer algo”, disse. “Devemos fazer pela necessidade específica e intrínseca das nossas cidades e dos nossos cidadãos.”

Outra crítica do professor foi a questão da distribuição dos ingressos. “As grandes obras dos estádios vão encantar os brasileiros que podem pagar. Porque a gente vê que no processo de distribuição existem desigualdades”, explicou. “Quem pode pagar, entra. Quem não pode, não entra, mas, por meio do seu imposto, está pagando o estádio de forma indireta.”

Kasznar não é contra a realização da Copa e da Olimpíada no Brasil, mas defende um melhor controle do dinheiro investido. “Haverá construções, ganhos e benefícios, mas também haverá prejuízos. Portanto faz sentido que a gente diga ‘temos muito o que fazer, muito a revisar e a nossa técnica de captação e distribuição de recursos precisa ser melhor pensada’.”.

Segundo o professor, os gastos não são exclusividade do Brasil. “É muito importante abrir o Brasil para o mundo, é importante incentivar o esporte, mas temos que perceber que o custo disso é muito grande”, afirmou.

Cuidado com a maldição

Outro palestrante do seminário, Wladimir Andreff, professor titular de Ciências Econômicas na Universidade Paris 1 – Panthéon Sorbonne, apresentou a sua teoria sobre a “maldição dos países e cidades-sede”.

“O que um candidato deve fazer se quer ganhar o leilão para ser a sede da Copa ou das Olimpíadas? Prometer muito mais do que os outros competidores e projetar o mais fantástico evento”, disse. “E isso é feito subestimando os custos e superestimando os benefícios”, disse. ”Mas, no final do dia, os vencedores têm que realmente implementar o projeto e aí vem o verdadeiro custo e o verdadeiro benefício, que são diferentes do anunciado.”

Para ele, o vencedor do “leilão” vai estar “financeiramente amaldiçoado” porque “ganhando o direito de sediar os jogos o país ganha a certeza de que irá perder dinheiro”.

Andreff deu vários exemplos de países e cidades que tiveram uma grande diferença entre o custo esperado e o custo real, como a África do Sul, que viu o orçamento para a Copa do Mundo aumentar 17 vezes, e a China, que no caso de Pequim teve um aumento de 40 vezes entre o que era esperado para os Jogos Olímpicos e o que realmente o evento custou.

O professor disse que só há uma exceção na história dos grandes eventos, o que confirma a regra: Los Angeles. “Por causa das notícias dos prejuízos dos Jogos Olímpicos de Montreal, em 1976, apenas Los Angeles se candidatou como sede para 1984”, contou. “Como não havia cidades competindo pelo mesmo evento, então não havia o leilão como processo. Los Angeles não precisou fazer propostas exageradas, a custos irreais, então ficou fora da maldição dos vencedores.”.

Ariett Gouveia e Giovanna Maradei. Agência Indusnet Fiesp. Disponível em: <http://www.fiesp.com.br/noticias/especialistas-debatem investimentos-para-a-copa-de-2014-e-a-olimpiada-de- 2016-na-fiesp/>. Acesso em: 13/12/2014.

Com base no texto, identifique o item INCORRETO.

 

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1426954 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CFC
Orgão: CFC
Uma sociedade empresária apresentava a seguinte evolução dos Índices de Liquidez, Endividamento e Imobilização para os anos de 2011 a 2013:
2011 2012 2013
Liquidez Geral 1,25 0,90 0,82
Liquidez Corrente 1,25 1,50 1,75
Endividamento 50% 89% 110%
Imobilização 0,88 1,09 1,20
Com base nos índices informados, é INCORRETO afirmar que ao longo do período de 2011 a 2013 ocorreu uma:
 

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1416194 Ano: 2014
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: CFC
Orgão: CFC
De acordo com a NBC TG 27 (R1) – Imobilizado, julgue os itens abaixo como Verdadeiros (V) ou Falsos (F) e, em seguida, assinale a opção CORRETA.
I. A depreciação é reconhecida mesmo que o valor justo do ativo exceda o seu valor contábil, desde que o valor residual do ativo não exceda o seu valor contábil.
II. A reparação e a manutenção de um ativo evitam a necessidade de depreciá-lo.
III. O valor depreciável de um ativo deve ser apropriado de forma sistemática ao longo da sua vida útil estimada.
IV. O valor residual e a vida útil de um ativo são revisados pelo menos ao final de cada exercício e, se as expectativas diferirem das estimativas anteriores, a mudança deve ser contabilizada como retificação de erro de período anterior.
A sequência CORRETA é:
 

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