Foram encontradas 40 questões.
De bem com o planeta
Você compra produtos orgânicos achando que está fazendo bem ao planeta, mas eles vêm embalados em isopor e filme plástico. Você deixou de contribuir para a contaminação do lençol freático e a intoxicação do agricultor, uma vez que o alimento não possui agrotóxicos, mas joga na natureza materiais que demoram uma eternidade para se decompor. Para ser totalmente “verde”, seria preciso procurar feiras orgânicas, onde os produtores vendem diretamente para o consumidor, sem as embalagens dos supermercados. Na falta de opções orgânicas, os alimentos da estação costumam ser mais bonitos e gostosos. Se não se dispõe de uma listinha dos melhores meses para comprar cada produto, basta observar a oferta e o preço.
Outro fator que se deve avaliar é quanto o alimento viajou até chegar a sua casa. Quanto mais distante a origem, mais poluição provavelmente foi gerada no transporte. Selos de certificação indicam que alguma etapa da produção, ou o processo inteiro, passou por critérios de proteção ao meio ambiente ou à sociedade.
E seu bife? Ajuda a derrubar florestas? No Brasil, 70% das emissões de gases do efeito estufa são decorrentes do desmatamento e das queimadas na Amazônia, segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Se 80% da carne produzida na Amazônia é consumida no próprio Brasil, o melhor é diminuir o consumo ou exigir que os supermercados indiquem a procedência do alimento. Se comer carne contribui para o desmatamento, a forma mais “verde” de consumir proteína é a soja? Não. Uma pesquisa do Idec com 28 indústrias mostrou que 12 vendem produtos com soja transgênica sem informar o consumidor. Plantações transgênicas podem pôr em risco o equilíbrio dos ecossistemas e diminuir a biodiversidade.
A população brasileira se acostumou a fazer grandes compras de mês em épocas de inflação. Hoje, esse hábito resulta em desperdício de alimentos. Antes de sair de casa, fazer uma listinha com o que é preciso para a semana permite evitar as compras por impulso. Nas refeições, convém preparar apenas o que a família vai consumir: alimentos em decomposição liberam gás metano, um dos causadores do efeito estufa. Separar o lixo orgânico do reciclável e escolher produtos com menos embalagem possível, contanto caixa, sacos e saquinhos – de preferência, sem embalagem alguma, o que pode ser indício de menos produtos químicos –, também contribui.
(Letícia Sorg e Laura Lopes, Revista ÉPOCA, 18 de maio de 2009)
Segundo o texto, para se consumir alimentos e ficar de “bem com o planeta” é preciso prestar atenção em:
Provas
Provas
“Mecanismo legal que as entidades governamentais devem promover, a fim de proporcionar uma disputa entre os interessados em celebrar negócios de conteúdo material ou patrimonial com a Administração.” O instrumento a que se refere o conceito é:
Provas
De bem com o planeta
Você compra produtos orgânicos achando que está fazendo bem ao planeta, mas eles vêm embalados em isopor e filme plástico. Você deixou de contribuir para a contaminação do lençol freático e a intoxicação do agricultor, uma vez que o alimento não possui agrotóxicos, mas joga na natureza materiais que demoram uma eternidade para se decompor. Para ser totalmente “verde”, seria preciso procurar feiras orgânicas, onde os produtores vendem diretamente para o consumidor, sem as embalagens dos supermercados. Na falta de opções orgânicas, os alimentos da estação costumam ser mais bonitos e gostosos. Se não se dispõe de uma listinha dos melhores meses para comprar cada produto, basta observar a oferta e o preço.
Outro fator que se deve avaliar é quanto o alimento viajou até chegar a sua casa. Quanto mais distante a origem, mais poluição provavelmente foi gerada no transporte. Selos de certificação indicam que alguma etapa da produção, ou o processo inteiro, passou por critérios de proteção ao meio ambiente ou à sociedade.
E seu bife? Ajuda a derrubar florestas? No Brasil, 70% das emissões de gases do efeito estufa são decorrentes do desmatamento e das queimadas na Amazônia, segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Se 80% da carne produzida na Amazônia é consumida no próprio Brasil, o melhor é diminuir o consumo ou exigir que os supermercados indiquem a procedência do alimento. Se comer carne contribui para o desmatamento, a forma mais “verde” de consumir proteína é a soja? Não. Uma pesquisa do Idec com 28 indústrias mostrou que 12 vendem produtos com soja transgênica sem informar o consumidor. Plantações transgênicas podem pôr em risco o equilíbrio dos ecossistemas e diminuir a biodiversidade.
A população brasileira se acostumou a fazer grandes compras de mês em épocas de inflação. Hoje, esse hábito resulta em desperdício de alimentos. Antes de sair de casa, fazer uma listinha com o que é preciso para a semana permite evitar as compras por impulso. Nas refeições, convém preparar apenas o que a família vai consumir: alimentos em decomposição liberam gás metano, um dos causadores do efeito estufa. Separar o lixo orgânico do reciclável e escolher produtos com menos embalagem possível, contanto caixa, sacos e saquinhos – de preferência, sem embalagem alguma, o que pode ser indício de menos produtos químicos –, também contribui.
(Letícia Sorg e Laura Lopes, Revista ÉPOCA, 18 de maio de 2009)
“Para ser totalmente ‘verde’ seria preciso procurar feiras orgânicas, onde os produtores vendem diretamente para o consumidor, ...” O termo em destaque na frase anterior é um exemplo de linguagem:
Provas
Provas
Sobre o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Nutricionistas, marque a alternativa INCORRETA:
Provas
De bem com o planeta
Você compra produtos orgânicos achando que está fazendo bem ao planeta, mas eles vêm embalados em isopor e filme plástico. Você deixou de contribuir para a contaminação do lençol freático e a intoxicação do agricultor, uma vez que o alimento não possui agrotóxicos, mas joga na natureza materiais que demoram uma eternidade para se decompor. Para ser totalmente “verde”, seria preciso procurar feiras orgânicas, onde os produtores vendem diretamente para o consumidor, sem as embalagens dos supermercados. Na falta de opções orgânicas, os alimentos da estação costumam ser mais bonitos e gostosos. Se não se dispõe de uma listinha dos melhores meses para comprar cada produto, basta observar a oferta e o preço.
Outro fator que se deve avaliar é quanto o alimento viajou até chegar a sua casa. Quanto mais distante a origem, mais poluição provavelmente foi gerada no transporte. Selos de certificação indicam que alguma etapa da produção, ou o processo inteiro, passou por critérios de proteção ao meio ambiente ou à sociedade.
E seu bife? Ajuda a derrubar florestas? No Brasil, 70% das emissões de gases do efeito estufa são decorrentes do desmatamento e das queimadas na Amazônia, segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Se 80% da carne produzida na Amazônia é consumida no próprio Brasil, o melhor é diminuir o consumo ou exigir que os supermercados indiquem a procedência do alimento. Se comer carne contribui para o desmatamento, a forma mais “verde” de consumir proteína é a soja? Não. Uma pesquisa do Idec com 28 indústrias mostrou que 12 vendem produtos com soja transgênica sem informar o consumidor. Plantações transgênicas podem pôr em risco o equilíbrio dos ecossistemas e diminuir a biodiversidade.
A população brasileira se acostumou a fazer grandes compras de mês em épocas de inflação. Hoje, esse hábito resulta em desperdício de alimentos. Antes de sair de casa, fazer uma listinha com o que é preciso para a semana permite evitar as compras por impulso. Nas refeições, convém preparar apenas o que a família vai consumir: alimentos em decomposição liberam gás metano, um dos causadores do efeito estufa. Separar o lixo orgânico do reciclável e escolher produtos com menos embalagem possível, contanto caixa, sacos e saquinhos – de preferência, sem embalagem alguma, o que pode ser indício de menos produtos químicos –, também contribui.
(Letícia Sorg e Laura Lopes, Revista ÉPOCA, 18 de maio de 2009)
“Você compra produtos orgânicos achando que está fazendo bem ao planeta, mas eles vêm embalados em isopor e filme plástico.” O vocábulo que NÃO pode substituir, sem perda semântica, o termo destacado, é:
Provas
De bem com o planeta
Você compra produtos orgânicos achando que está fazendo bem ao planeta, mas eles vêm embalados em isopor e filme plástico. Você deixou de contribuir para a contaminação do lençol freático e a intoxicação do agricultor, uma vez que o alimento não possui agrotóxicos, mas joga na natureza materiais que demoram uma eternidade para se decompor. Para ser totalmente “verde”, seria preciso procurar feiras orgânicas, onde os produtores vendem diretamente para o consumidor, sem as embalagens dos supermercados. Na falta de opções orgânicas, os alimentos da estação costumam ser mais bonitos e gostosos. Se não se dispõe de uma listinha dos melhores meses para comprar cada produto, basta observar a oferta e o preço.
Outro fator que se deve avaliar é quanto o alimento viajou até chegar a sua casa. Quanto mais distante a origem, mais poluição provavelmente foi gerada no transporte. Selos de certificação indicam que alguma etapa da produção, ou o processo inteiro, passou por critérios de proteção ao meio ambiente ou à sociedade.
E seu bife? Ajuda a derrubar florestas? No Brasil, 70% das emissões de gases do efeito estufa são decorrentes do desmatamento e das queimadas na Amazônia, segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec). Se 80% da carne produzida na Amazônia é consumida no próprio Brasil, o melhor é diminuir o consumo ou exigir que os supermercados indiquem a procedência do alimento. Se comer carne contribui para o desmatamento, a forma mais “verde” de consumir proteína é a soja? Não. Uma pesquisa do Idec com 28 indústrias mostrou que 12 vendem produtos com soja transgênica sem informar o consumidor. Plantações transgênicas podem pôr em risco o equilíbrio dos ecossistemas e diminuir a biodiversidade.
A população brasileira se acostumou a fazer grandes compras de mês em épocas de inflação. Hoje, esse hábito resulta em desperdício de alimentos. Antes de sair de casa, fazer uma listinha com o que é preciso para a semana permite evitar as compras por impulso. Nas refeições, convém preparar apenas o que a família vai consumir: alimentos em decomposição liberam gás metano, um dos causadores do efeito estufa. Separar o lixo orgânico do reciclável e escolher produtos com menos embalagem possível, contanto caixa, sacos e saquinhos – de preferência, sem embalagem alguma, o que pode ser indício de menos produtos químicos –, também contribui.
(Letícia Sorg e Laura Lopes, Revista ÉPOCA, 18 de maio de 2009)
O ditado popular que melhor se adapta ao sentido global do texto é:
Provas
Provas
Provas
Caderno Container