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Foram encontradas 250 questões.

Em determinado órgão, sete servidores foram designados para implantar novo programa de atendimento ao público. Um desses servidores será o coordenador do programa, outro será o subcoordenador, e os demais serão agentes operacionais.

Nessa situação, a quantidade de maneiras distintas de distribuir esses sete servidores nessas funções é igual a

 

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Texto CB1A5-I

Segundo o portal cearatransparente.ce.gov.br, em 2018, dos 184 municípios do estado do Ceará, 4 celebraram exatamente 1 convênio com o governo estadual, 22 celebraram exatamente 2 convênios com o governo estadual, e 156 celebraram 3 ou mais convênios com o governo estadual.

De acordo com o texto CB1A5-I, se, para cada j = 0, 1, 2, ..., nj indicar a quantidade de municípios cearenses que celebraram, pelo menos, j convênios com o governo estadual, então n1 será igual a
 

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enunciado 1132034-1

Infere-se do texto CB1A1-I que o narrador caracteriza Candeia como “quase nada” (l.1) e “morta” (l.14) devido à
 

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Ainda hoje, em muitos rincões do nosso país,

são encontrados administradores públicos cujas ações

em muito se assemelham às de Nabucodonosor, rei

do império babilônico, que, buscando satisfazer sua rainha

Meda, saudosa das colinas e florestas de sua pátria,

providenciou a construção de estupendos jardins suspensos.

Essa excentricidade, que consumiu anos de labor e gastos

incalculáveis, culminou em uma das sete maravilhas do

mundo antigo.

Tal “maravilha”, que originou mais ônus do que

propriamente benefícios, apresenta grande similitude com

devaneios atuais em que se constata o gasto de dinheiro

público com atos de motivação fútil e imoral, finalidade

dissociada do interesse público e em total afronta à

razoabilidade administrativa, com flagrante desproporção

entre o numerário despendido e o benefício auferido

pela coletividade.

Além da insensatez detectada em alguns atos de

administração, constata-se a existência de situação mais

grave e preocupante, a degeneração de caráter em muitos

entre os que ascendem à gestão do interesse público.

Essa degeneração, em alguns casos, precede a investidura;

em outros, tem causas endêmicas, sendo o resultado inevitável

da interação com um meio viciado.

Emerson Garcia e Rogério Pacheco Alves. Improbidade administrativa. 8.ª ed. São Paulo: Saraiva, 2014, p. 47 (com adaptações).

O texto CB1A1-II afirma que
 

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Ainda hoje, em muitos rincões do nosso país,

são encontrados administradores públicos cujas ações

em muito se assemelham às de Nabucodonosor, rei

do império babilônico, que, buscando satisfazer sua rainha

Meda, saudosa das colinas e florestas de sua pátria,

providenciou a construção de estupendos jardins suspensos.

Essa excentricidade, que consumiu anos de labor e gastos

incalculáveis, culminou em uma das sete maravilhas do

mundo antigo.

Tal “maravilha”, que originou mais ônus do que

propriamente benefícios, apresenta grande similitude com

devaneios atuais em que se constata o gasto de dinheiro

público com atos de motivação fútil e imoral, finalidade

dissociada do interesse público e em total afronta à

razoabilidade administrativa, com flagrante desproporção

entre o numerário despendido e o benefício auferido

pela coletividade.

Além da insensatez detectada em alguns atos de

administração, constata-se a existência de situação mais

grave e preocupante, a degeneração de caráter em muitos

entre os que ascendem à gestão do interesse público.

Essa degeneração, em alguns casos, precede a investidura;

em outros, tem causas endêmicas, sendo o resultado inevitável

da interação com um meio viciado.

Emerson Garcia e Rogério Pacheco Alves. Improbidade administrativa. 8.ª ed. São Paulo: Saraiva, 2014, p. 47 (com adaptações).

Depreende-se do texto CB1A1-II que os jardins suspensos construídos no império do rei Nabucodonosor representavam
 

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Ainda hoje, em muitos rincões do nosso país,

são encontrados administradores públicos cujas ações

em muito se assemelham às de Nabucodonosor, rei

do império babilônico, que, buscando satisfazer sua rainha

Meda, saudosa das colinas e florestas de sua pátria,

providenciou a construção de estupendos jardins suspensos.

Essa excentricidade, que consumiu anos de labor e gastos

incalculáveis, culminou em uma das sete maravilhas do

mundo antigo.

Tal “maravilha”, que originou mais ônus do que

propriamente benefícios, apresenta grande similitude com

devaneios atuais em que se constata o gasto de dinheiro

público com atos de motivação fútil e imoral, finalidade

dissociada do interesse público e em total afronta à

razoabilidade administrativa, com flagrante desproporção

entre o numerário despendido e o benefício auferido

pela coletividade.

Além da insensatez detectada em alguns atos de

administração, constata-se a existência de situação mais

grave e preocupante, a degeneração de caráter em muitos

entre os que ascendem à gestão do interesse público.

Essa degeneração, em alguns casos, precede a investidura;

em outros, tem causas endêmicas, sendo o resultado inevitável

da interação com um meio viciado.

Emerson Garcia e Rogério Pacheco Alves. Improbidade administrativa. 8.ª ed. São Paulo: Saraiva, 2014, p. 47 (com adaptações).

No texto CB1A1-II, a palavra “labor” (l.7) é sinônimo de
 

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Ainda hoje, em muitos rincões do nosso país,

são encontrados administradores públicos cujas ações

em muito se assemelham às de Nabucodonosor, rei

do império babilônico, que, buscando satisfazer sua rainha

Meda, saudosa das colinas e florestas de sua pátria,

providenciou a construção de estupendos jardins suspensos.

Essa excentricidade, que consumiu anos de labor e gastos

incalculáveis, culminou em uma das sete maravilhas do

mundo antigo.

Tal “maravilha”, que originou mais ônus do que

propriamente benefícios, apresenta grande similitude com

devaneios atuais em que se constata o gasto de dinheiro

público com atos de motivação fútil e imoral, finalidade

dissociada do interesse público e em total afronta à

razoabilidade administrativa, com flagrante desproporção

entre o numerário despendido e o benefício auferido

pela coletividade.

Além da insensatez detectada em alguns atos de

administração, constata-se a existência de situação mais

grave e preocupante, a degeneração de caráter em muitos

entre os que ascendem à gestão do interesse público.

Essa degeneração, em alguns casos, precede a investidura;

em outros, tem causas endêmicas, sendo o resultado inevitável

da interação com um meio viciado.

Emerson Garcia e Rogério Pacheco Alves. Improbidade administrativa. 8.ª ed. São Paulo: Saraiva, 2014, p. 47 (com adaptações).

No texto CB1A1-II, predomina a tipologia
 

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enunciado 1132029-1

Na linha 13 do texto CB1A1-I, o vocábulo “se”
 

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enunciado 1132028-1

No texto CB1A1-I, o sujeito da oração “Era custoso” (l.5) é
 

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enunciado 1132027-1

Mantendo-se a correção gramatical e os sentidos do texto CB1A1-I, poderia ser inserida uma vírgula logo após
 

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