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3904334 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Sobre o exame físico para detecções de patologias ortopédicas, é incorreto afirmar que:

 

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3904333 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Sobre as estruturas músculo-tendíneas que compõem o manguito rotador, marque a opção incorreta.

 

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3904332 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

No que concerne às ferramentas e testes utilizados para análise ergonômica do trabalho, é incorreto afirmar que:

 

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3904331 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

No que concerne às manobras de avaliação neuromuscular esquelética realizadas durante o exame físico médico ocupacional ou pericial é incorreto afirmar que

 

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3904330 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Sobre as vedações ao médico previstas no Código de Ética Médica Resolução CFM nº 2217/2018, informe verdadeiro (V) ou falso (F) para as assertivas abaixo e, em seguida, marque a opção que apresenta a sequência correta.

 

( ) Ser perito de pessoa de sua família ou de qualquer outra com a qual tenha relações capazes de influir em seu trabalho ou de empresa em que atue ou tenha atuado.

 

( ) Internar e assistir seus pacientes em hospitais privados e públicos quando não for parte do corpo clínico.

 

( ) Deixar de fornecer cópia do prontuário médico de seu paciente quando de sua requisição pelos Conselhos Regionais de Medicina.

 

( ) Revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por motivo justo, dever legal ou consentimento, por escrito, do paciente.

 

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3904329 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Sobre o previsto na Classificação de Schilling das Doenças do Trabalho, informe verdadeiro (V) ou falso (F) para as assertivas abaixo e, em seguida, marque a opção que apresenta a sequência correta.

 

( ) Schilling I: Trabalho como causa necessária para o adoecimento.

( ) Schilling II: Trabalho como provocador de um distúrbio latente.

( ) Schilling III: Trabalho como fator contributivo, mas não necessário para o adoecimento.

( ) Schilling IV: O trabalho não é causa do adoecimento.

 

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3904328 Ano: 2025
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Após a implementação do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), uma empresa do setor farmacêutico instalou ventilação localizada para controle da exposição a solventes orgânicos. Seis meses depois, foi constatado que os biomarcadores de exposição, avaliados por meio de exames laboratoriais dos trabalhadores, permaneciam acima dos valores de referência. Além disso, sintomas respiratórios foram relatados por diversos empregados.

 

Com base na NR 9 e nos princípios do gerenciamento de riscos ocupacionais, qual deve ser a conduta técnica mais adequada?

 

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3904327 Ano: 2025
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Caso I

Funcionário, 27 anos de idade, solteiro, ensino médio completo, exerce há 02 anos a função de Pintor de Equipamentos II no setor de Operação I, em uma empresa especializada em manutenção de motores e geradores elétricos. A jornada de trabalho é de segunda a sexta-feira das 7h às 17h e sábados das 7h às 13h. A empresa possui atualmente 1500 funcionários ativos, que exercem a atividade laboral na planta principal. O CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) da empresa corresponde ao grau de risco 03.

 

O Supervisor de área do setor onde o funcionário trabalha notou que ele vem apresentando faltas justificadas frequentes por atestados médicos nos últimos 02 meses e que quando comparece ao campo de trabalho parece estar desmotivado, sem energia, com redução da produção de serviço, sendo que em algumas ocasiões o encontrou no banheiro chorando durante o horário de expediente. Preocupado com a situação, visto que anteriormente o funcionário não era de faltar ao serviço e estava sempre entre os destaques positivos do mês, o supervisor compareceu ao setor de Medicina do SESMT da empresa e passou a situação para a técnica de enfermagem do trabalho.

 

O médico do trabalho, coordenador do SESMT e do PCMSO da empresa cumpre o expediente de trabalho presencial no período da tarde. Pela manhã, recebeu um e-mail da técnica de enfermagem do trabalho comunicando o fato e solicitando tratativa. No mesmo e-mail estava anexado o prontuário médico ocupacional do funcionário. Notou-se que foram entregues 5 atestados médicos intermitentes nos últimos 60 dias com períodos de afastamento entre 1 e 2 dias, sendo consignados os CIDs (Código Internacional de Doenças) F32.1 - Episódio depressivo moderado em 3 dos 5 atestados e o CID R11- Náuseas e Vômitos em 2 atestados. Verificando o histórico de saúde do funcionário, nas fichas clínicas dos exames médicos ocupacionais anteriores, notou-se higidez e não identificadas patologias prévias, internações hospitalares, uso de medicações, uso de álcool, tabaco ou drogas. Constava a descrição de que o funcionário praticava corrida 3 vezes por semana e participava regularmente das partidas de futebol do campeonato interno da empresa. Analisando os resultados laboratoriais do último exame médico periódico do funcionário realizado há 05 dias, notou-se as seguintes alterações:

 
  • Tolueno urinário: 0,1 mg/L (valor do indicador biológico de exposição excessiva = 0,03 mg/L).
  • Acido metilhipúrico: 3,0 mg/g creat. (valor do indicador biológico de exposição excessiva = 1,5 mg/g creat).

Revisando o Inventário de Riscos Ocupacionais do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), o médico verificou que foram constatados os seguintes riscos químicos durante as atividades de pintura dos equipamentos: Tolueno e Xileno. Prontamente entrou em contato com a técnica de enfermagem do trabalho e solicitou que o funcionário fosse retirado do campo de trabalho, devendo permanecer no ambulatório até a sua chegada.

 

Ao chegar no ambulatório, o médico avalia o funcionário e constata humor deprimido, anedonia, insônia, alteração do apetite, sentimento de menos valia, baixa autoestima e ideações suicidas. Questionado, o funcionário refere que não exerce atividade com exposição a tintas e solventes em outro local, comprovando com as folhas de presença que nos períodos de folga realiza curso técnico de informática. O funcionário demonstra preocupação e solicita que o médico prescreva uma medicação, pois informa que os chás prescritos pelo médico que o atendeu nos últimos dois meses não estão surtindo efeito. O médico opta por não prescrever medicação no momento e fornece 7 dias de atestado médico, orientando o funcionário sobre a principal hipótese diagnóstica. É solicitada a emissão da CAT (Comunicação de Acidente do Trabalho) e a Engenharia de Segurança do Trabalho é mobilizada para realização de inspeção do local de trabalho do funcionário e investigação do ocorrido. O relatório de investigação do acidente foi emitido com a descrição, comprovada pelas imagens do circuito de câmeras do ambiente, de que o funcionário foi flagrado em diversos momentos pressionando o botão de acionamento e desligamento do sistema de exaustão da cabine de pintura. Após o período de afastamento, antes do início da jornada de trabalho em campo, o médico do trabalho avalia o funcionário e constata que os sinais e sintomas de transtorno de humor regrediram completamente, comprovando a sua hipótese diagnóstica. Questionado quanto a situação do acionamento e desligamento recorrente do sistema de exaustão da cabine, o funcionário confirmou que realizou as manobras, pois uma das hélices da ventoinha do sistema apresentava defeito, emitindo ruído que não permitia a compreensão sonora adequada dos comandos do supervisor.

 

"Funcionário, 27 anos de idade, solteiro, ensino médio completo, exerce há 02 anos a função de Pintor de Equipamentos II no setor de Operação I, em uma empresa especializada em manutenção de motores e geradores elétricos. A jornada de trabalho é de segunda a sexta-feira das 7h às 17h e sábados das 7h às 13h. A empresa possui atualmente 1500 funcionários ativos, que exercem a atividade laboral na planta principal. O CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) da empresa corresponde ao grau de risco 03."

 

Considerando o exposto acima, qual é o dimensionamento mínimo do SESMT previsto pelo Anexo II da NR4 para a empresa descrita no enunciado?

 

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3904326 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Caso I

Funcionário, 27 anos de idade, solteiro, ensino médio completo, exerce há 02 anos a função de Pintor de Equipamentos II no setor de Operação I, em uma empresa especializada em manutenção de motores e geradores elétricos. A jornada de trabalho é de segunda a sexta-feira das 7h às 17h e sábados das 7h às 13h. A empresa possui atualmente 1500 funcionários ativos, que exercem a atividade laboral na planta principal. O CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) da empresa corresponde ao grau de risco 03.

 

O Supervisor de área do setor onde o funcionário trabalha notou que ele vem apresentando faltas justificadas frequentes por atestados médicos nos últimos 02 meses e que quando comparece ao campo de trabalho parece estar desmotivado, sem energia, com redução da produção de serviço, sendo que em algumas ocasiões o encontrou no banheiro chorando durante o horário de expediente. Preocupado com a situação, visto que anteriormente o funcionário não era de faltar ao serviço e estava sempre entre os destaques positivos do mês, o supervisor compareceu ao setor de Medicina do SESMT da empresa e passou a situação para a técnica de enfermagem do trabalho.

 

O médico do trabalho, coordenador do SESMT e do PCMSO da empresa cumpre o expediente de trabalho presencial no período da tarde. Pela manhã, recebeu um e-mail da técnica de enfermagem do trabalho comunicando o fato e solicitando tratativa. No mesmo e-mail estava anexado o prontuário médico ocupacional do funcionário. Notou-se que foram entregues 5 atestados médicos intermitentes nos últimos 60 dias com períodos de afastamento entre 1 e 2 dias, sendo consignados os CIDs (Código Internacional de Doenças) F32.1 - Episódio depressivo moderado em 3 dos 5 atestados e o CID R11- Náuseas e Vômitos em 2 atestados. Verificando o histórico de saúde do funcionário, nas fichas clínicas dos exames médicos ocupacionais anteriores, notou-se higidez e não identificadas patologias prévias, internações hospitalares, uso de medicações, uso de álcool, tabaco ou drogas. Constava a descrição de que o funcionário praticava corrida 3 vezes por semana e participava regularmente das partidas de futebol do campeonato interno da empresa. Analisando os resultados laboratoriais do último exame médico periódico do funcionário realizado há 05 dias, notou-se as seguintes alterações:

 
  • Tolueno urinário: 0,1 mg/L (valor do indicador biológico de exposição excessiva = 0,03 mg/L).
  • Acido metilhipúrico: 3,0 mg/g creat. (valor do indicador biológico de exposição excessiva = 1,5 mg/g creat).

Revisando o Inventário de Riscos Ocupacionais do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), o médico verificou que foram constatados os seguintes riscos químicos durante as atividades de pintura dos equipamentos: Tolueno e Xileno. Prontamente entrou em contato com a técnica de enfermagem do trabalho e solicitou que o funcionário fosse retirado do campo de trabalho, devendo permanecer no ambulatório até a sua chegada.

 

Ao chegar no ambulatório, o médico avalia o funcionário e constata humor deprimido, anedonia, insônia, alteração do apetite, sentimento de menos valia, baixa autoestima e ideações suicidas. Questionado, o funcionário refere que não exerce atividade com exposição a tintas e solventes em outro local, comprovando com as folhas de presença que nos períodos de folga realiza curso técnico de informática. O funcionário demonstra preocupação e solicita que o médico prescreva uma medicação, pois informa que os chás prescritos pelo médico que o atendeu nos últimos dois meses não estão surtindo efeito. O médico opta por não prescrever medicação no momento e fornece 7 dias de atestado médico, orientando o funcionário sobre a principal hipótese diagnóstica. É solicitada a emissão da CAT (Comunicação de Acidente do Trabalho) e a Engenharia de Segurança do Trabalho é mobilizada para realização de inspeção do local de trabalho do funcionário e investigação do ocorrido. O relatório de investigação do acidente foi emitido com a descrição, comprovada pelas imagens do circuito de câmeras do ambiente, de que o funcionário foi flagrado em diversos momentos pressionando o botão de acionamento e desligamento do sistema de exaustão da cabine de pintura. Após o período de afastamento, antes do início da jornada de trabalho em campo, o médico do trabalho avalia o funcionário e constata que os sinais e sintomas de transtorno de humor regrediram completamente, comprovando a sua hipótese diagnóstica. Questionado quanto a situação do acionamento e desligamento recorrente do sistema de exaustão da cabine, o funcionário confirmou que realizou as manobras, pois uma das hélices da ventoinha do sistema apresentava defeito, emitindo ruído que não permitia a compreensão sonora adequada dos comandos do supervisor.

 

Marque a opção que melhor define o tipo de nexo entre o adoecimento mental do funcionário e as atividades laborais na empresa.

 

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3904325 Ano: 2025
Disciplina: Medicina
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: CIAAR

Caso I

Funcionário, 27 anos de idade, solteiro, ensino médio completo, exerce há 02 anos a função de Pintor de Equipamentos II no setor de Operação I, em uma empresa especializada em manutenção de motores e geradores elétricos. A jornada de trabalho é de segunda a sexta-feira das 7h às 17h e sábados das 7h às 13h. A empresa possui atualmente 1500 funcionários ativos, que exercem a atividade laboral na planta principal. O CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas) da empresa corresponde ao grau de risco 03.

 

O Supervisor de área do setor onde o funcionário trabalha notou que ele vem apresentando faltas justificadas frequentes por atestados médicos nos últimos 02 meses e que quando comparece ao campo de trabalho parece estar desmotivado, sem energia, com redução da produção de serviço, sendo que em algumas ocasiões o encontrou no banheiro chorando durante o horário de expediente. Preocupado com a situação, visto que anteriormente o funcionário não era de faltar ao serviço e estava sempre entre os destaques positivos do mês, o supervisor compareceu ao setor de Medicina do SESMT da empresa e passou a situação para a técnica de enfermagem do trabalho.

 

O médico do trabalho, coordenador do SESMT e do PCMSO da empresa cumpre o expediente de trabalho presencial no período da tarde. Pela manhã, recebeu um e-mail da técnica de enfermagem do trabalho comunicando o fato e solicitando tratativa. No mesmo e-mail estava anexado o prontuário médico ocupacional do funcionário. Notou-se que foram entregues 5 atestados médicos intermitentes nos últimos 60 dias com períodos de afastamento entre 1 e 2 dias, sendo consignados os CIDs (Código Internacional de Doenças) F32.1 - Episódio depressivo moderado em 3 dos 5 atestados e o CID R11- Náuseas e Vômitos em 2 atestados. Verificando o histórico de saúde do funcionário, nas fichas clínicas dos exames médicos ocupacionais anteriores, notou-se higidez e não identificadas patologias prévias, internações hospitalares, uso de medicações, uso de álcool, tabaco ou drogas. Constava a descrição de que o funcionário praticava corrida 3 vezes por semana e participava regularmente das partidas de futebol do campeonato interno da empresa. Analisando os resultados laboratoriais do último exame médico periódico do funcionário realizado há 05 dias, notou-se as seguintes alterações:

 
  • Tolueno urinário: 0,1 mg/L (valor do indicador biológico de exposição excessiva = 0,03 mg/L).
  • Acido metilhipúrico: 3,0 mg/g creat. (valor do indicador biológico de exposição excessiva = 1,5 mg/g creat).

Revisando o Inventário de Riscos Ocupacionais do Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR), o médico verificou que foram constatados os seguintes riscos químicos durante as atividades de pintura dos equipamentos: Tolueno e Xileno. Prontamente entrou em contato com a técnica de enfermagem do trabalho e solicitou que o funcionário fosse retirado do campo de trabalho, devendo permanecer no ambulatório até a sua chegada.

 

Ao chegar no ambulatório, o médico avalia o funcionário e constata humor deprimido, anedonia, insônia, alteração do apetite, sentimento de menos valia, baixa autoestima e ideações suicidas. Questionado, o funcionário refere que não exerce atividade com exposição a tintas e solventes em outro local, comprovando com as folhas de presença que nos períodos de folga realiza curso técnico de informática. O funcionário demonstra preocupação e solicita que o médico prescreva uma medicação, pois informa que os chás prescritos pelo médico que o atendeu nos últimos dois meses não estão surtindo efeito. O médico opta por não prescrever medicação no momento e fornece 7 dias de atestado médico, orientando o funcionário sobre a principal hipótese diagnóstica. É solicitada a emissão da CAT (Comunicação de Acidente do Trabalho) e a Engenharia de Segurança do Trabalho é mobilizada para realização de inspeção do local de trabalho do funcionário e investigação do ocorrido. O relatório de investigação do acidente foi emitido com a descrição, comprovada pelas imagens do circuito de câmeras do ambiente, de que o funcionário foi flagrado em diversos momentos pressionando o botão de acionamento e desligamento do sistema de exaustão da cabine de pintura. Após o período de afastamento, antes do início da jornada de trabalho em campo, o médico do trabalho avalia o funcionário e constata que os sinais e sintomas de transtorno de humor regrediram completamente, comprovando a sua hipótese diagnóstica. Questionado quanto a situação do acionamento e desligamento recorrente do sistema de exaustão da cabine, o funcionário confirmou que realizou as manobras, pois uma das hélices da ventoinha do sistema apresentava defeito, emitindo ruído que não permitia a compreensão sonora adequada dos comandos do supervisor.

 

Marque a opção que apresenta a conduta menos eficaz para a redução ou eliminação do risco químico citado no caso?

 

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