Foram encontradas 40 questões.
Com base no Estatuto do CI/Centro, sobre seus
objetivos, analisar os itens.
I. A instituição e o funcionamento de escolas de governo ou de estabelecimentos congêneres.
II. A gestão associada de serviços privados.
III.O apoio e o fomento de intercâmbio de experiências e de informações entre os entes consorciados.
Está CORRETO o que se afirma:
I. A instituição e o funcionamento de escolas de governo ou de estabelecimentos congêneres.
II. A gestão associada de serviços privados.
III.O apoio e o fomento de intercâmbio de experiências e de informações entre os entes consorciados.
Está CORRETO o que se afirma:
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3461883
Ano: 2024
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: OBJETIVA
Orgão: CIRC
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: OBJETIVA
Orgão: CIRC
Provas:
O elemento básico de expressão do orçamento é a
conta, por meio da qual é possível:
I. Antecipar as situações patrimoniais, no orçamento propriamente dito.
II. Registrar a movimentação patrimonial, na execução do orçamento.
III. Demonstrar resultados patrimoniais, nos balanços.
Está CORRETO o que se afirma:
I. Antecipar as situações patrimoniais, no orçamento propriamente dito.
II. Registrar a movimentação patrimonial, na execução do orçamento.
III. Demonstrar resultados patrimoniais, nos balanços.
Está CORRETO o que se afirma:
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3461876
Ano: 2024
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: OBJETIVA
Orgão: CIRC
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: OBJETIVA
Orgão: CIRC
Provas:
- NBRs
- Saúde e Segurança no Ambiente de TrabalhoRiscos Ocupacionais (Análise e Gerenciamento de Riscos)
Com base na segurança no trabalho e na prevenção de
acidentes, qual é a função da sinalização de segurança?
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Henrique estava viajando de carro quando percebeu que
estava quase sem combustível. Ansioso, começou a procurar
por um posto de gasolina próximo. Após alguns minutos,
encontrou uma placa indicando que havia um a 13,5km. Por
quantos metros Henrique deverá continuar dirigindo até
chegar ao posto de gasolina?
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De onde vem o erro?
Desde o nascimento, a adaptação ao mundo exterior
se dá por tentativa e erro. Isso prossegue ao longo da vida.
O conhecimento não se constrói sem risco de erro.
No entanto, esse desempenha papel positivo quando é
reconhecido, analisado e superado. “O espírito científico se
constitui com base num conjunto de erros retificados”,
escrevia Bachelard.
Os erros nos educam quando tomamos consciência
deles, mas não nos ensinam suas fontes múltiplas e
permanentes, não nos dizem seu papel enorme e muitas
vezes nefasto.
O erro geralmente é subestimado, por falta de
consciência de que sua fonte está no próprio conhecimento
e de que ele constitui uma ameaça em toda e qualquer vida
e por toda a vida.
O erro é inseparável do conhecimento
humano, pois todo conhecimento é uma tradução seguida
por uma reconstrução. Ora, toda tradução, como toda
reconstrução, comporta risco de erro. A começar pelo
conhecimento dos sentidos, como a percepção visual: nossa
retina é estimulada por fótons e os traduz, segundo um
código binário, numa mensagem que é transmitida pelo
nervo óptico, reconstruída e logo transformada pelo cérebro
em percepção.
Ora, a percepção pode ser insuficiente (miopia,
presbiopia, surdez), pode ser perturbada pelo ângulo de
visão, pela distração, pela rotina e, sobretudo, pela emoção.
Por exemplo, os testemunhos sobre um acidente de
automóvel frequentemente são muito diferentes e até
opostos. É assim que nossas melhores testemunhas, nossos
sentidos, também podem se enganar.
Ideias e teorias são reconstruções intelectuais que
podem ser não só errôneas, mas ilusórias. Ademais, a
memória é outra fonte de erro, porque reconstrução de uma
construção que deixou sua marca cerebral. Quantos erros
involuntários nas reminiscências e lembranças!
A comunicação também é fonte de erro, como
indicou Shannon. Entre o emissor e o receptor, o malentendido e o mal compreendido podem até se tornar
origem de conflito.
As decisões errôneas tomadas nas incertezas e nos
riscos da vida podem provocar as piores consequências. A
mentira é, evidentemente, fonte de erro quando nela se
acredita. Mas a pior mentira, que só pode encontrar
antídoto na mente autocrítica, é aquela que o inglês chama
self deception, o autoengano: somos ao mesmo tempo
enganadores e enganados. Esse fenômeno, muito corrente,
esconde de nós mesmos verdades pouco lisonjeiras,
vergonhosas ou incômodas.
Fonte: Revista Brasileira. 2024. Adaptado.
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De onde vem o erro?
Desde o nascimento, a adaptação ao mundo exterior
se dá por tentativa e erro. Isso prossegue ao longo da vida.
O conhecimento não se constrói sem risco de erro.
No entanto, esse desempenha papel positivo quando é
reconhecido, analisado e superado. “O espírito científico se
constitui com base num conjunto de erros retificados”,
escrevia Bachelard.
Os erros nos educam quando tomamos consciência
deles, mas não nos ensinam suas fontes múltiplas e
permanentes, não nos dizem seu papel enorme e muitas
vezes nefasto.
O erro geralmente é subestimado, por falta de
consciência de que sua fonte está no próprio conhecimento
e de que ele constitui uma ameaça em toda e qualquer vida
e por toda a vida.
O erro é inseparável do conhecimento
humano, pois todo conhecimento é uma tradução seguida
por uma reconstrução. Ora, toda tradução, como toda
reconstrução, comporta risco de erro. A começar pelo
conhecimento dos sentidos, como a percepção visual: nossa
retina é estimulada por fótons e os traduz, segundo um
código binário, numa mensagem que é transmitida pelo
nervo óptico, reconstruída e logo transformada pelo cérebro
em percepção.
Ora, a percepção pode ser insuficiente (miopia,
presbiopia, surdez), pode ser perturbada pelo ângulo de
visão, pela distração, pela rotina e, sobretudo, pela emoção.
Por exemplo, os testemunhos sobre um acidente de
automóvel frequentemente são muito diferentes e até
opostos. É assim que nossas melhores testemunhas, nossos
sentidos, também podem se enganar.
Ideias e teorias são reconstruções intelectuais que
podem ser não só errôneas, mas ilusórias. Ademais, a
memória é outra fonte de erro, porque reconstrução de uma
construção que deixou sua marca cerebral. Quantos erros
involuntários nas reminiscências e lembranças!
A comunicação também é fonte de erro, como
indicou Shannon. Entre o emissor e o receptor, o malentendido e o mal compreendido podem até se tornar
origem de conflito.
As decisões errôneas tomadas nas incertezas e nos
riscos da vida podem provocar as piores consequências. A
mentira é, evidentemente, fonte de erro quando nela se
acredita. Mas a pior mentira, que só pode encontrar
antídoto na mente autocrítica, é aquela que o inglês chama
self deception, o autoengano: somos ao mesmo tempo
enganadores e enganados. Esse fenômeno, muito corrente,
esconde de nós mesmos verdades pouco lisonjeiras,
vergonhosas ou incômodas.
Fonte: Revista Brasileira. 2024. Adaptado.
Qual alternativa apresenta o sinônimo da palavra sublinhada abaixo?
A catástrofe fez com que muitas pessoas deixassem suas casas, tristemente. O infortúnio durará meses.
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De onde vem o erro?
Desde o nascimento, a adaptação ao mundo exterior
se dá por tentativa e erro. Isso prossegue ao longo da vida.
O conhecimento não se constrói sem risco de erro.
No entanto, esse desempenha papel positivo quando é
reconhecido, analisado e superado. “O espírito científico se
constitui com base num conjunto de erros retificados”,
escrevia Bachelard.
Os erros nos educam quando tomamos consciência
deles, mas não nos ensinam suas fontes múltiplas e
permanentes, não nos dizem seu papel enorme e muitas
vezes nefasto.
O erro geralmente é subestimado, por falta de
consciência de que sua fonte está no próprio conhecimento
e de que ele constitui uma ameaça em toda e qualquer vida
e por toda a vida.
O erro é inseparável do conhecimento
humano, pois todo conhecimento é uma tradução seguida
por uma reconstrução. Ora, toda tradução, como toda
reconstrução, comporta risco de erro. A começar pelo
conhecimento dos sentidos, como a percepção visual: nossa
retina é estimulada por fótons e os traduz, segundo um
código binário, numa mensagem que é transmitida pelo
nervo óptico, reconstruída e logo transformada pelo cérebro
em percepção.
Ora, a percepção pode ser insuficiente (miopia,
presbiopia, surdez), pode ser perturbada pelo ângulo de
visão, pela distração, pela rotina e, sobretudo, pela emoção.
Por exemplo, os testemunhos sobre um acidente de
automóvel frequentemente são muito diferentes e até
opostos. É assim que nossas melhores testemunhas, nossos
sentidos, também podem se enganar.
Ideias e teorias são reconstruções intelectuais que
podem ser não só errôneas, mas ilusórias. Ademais, a
memória é outra fonte de erro, porque reconstrução de uma
construção que deixou sua marca cerebral. Quantos erros
involuntários nas reminiscências e lembranças!
A comunicação também é fonte de erro, como
indicou Shannon. Entre o emissor e o receptor, o malentendido e o mal compreendido podem até se tornar
origem de conflito.
As decisões errôneas tomadas nas incertezas e nos
riscos da vida podem provocar as piores consequências. A
mentira é, evidentemente, fonte de erro quando nela se
acredita. Mas a pior mentira, que só pode encontrar
antídoto na mente autocrítica, é aquela que o inglês chama
self deception, o autoengano: somos ao mesmo tempo
enganadores e enganados. Esse fenômeno, muito corrente,
esconde de nós mesmos verdades pouco lisonjeiras,
vergonhosas ou incômodas.
Fonte: Revista Brasileira. 2024. Adaptado.
(1) Objeto direto. (2) Objeto indireto. (3) Objeto direto e indireto.
( ) Gosto de chocolate branco. ( ) Comprei um perfume para minha mãe. ( ) Nós conhecemos o Carlos. ( ) Felipe obedeceu ao pai.
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De onde vem o erro?
Desde o nascimento, a adaptação ao mundo exterior
se dá por tentativa e erro. Isso prossegue ao longo da vida.
O conhecimento não se constrói sem risco de erro.
No entanto, esse desempenha papel positivo quando é
reconhecido, analisado e superado. “O espírito científico se
constitui com base num conjunto de erros retificados”,
escrevia Bachelard.
Os erros nos educam quando tomamos consciência
deles, mas não nos ensinam suas fontes múltiplas e
permanentes, não nos dizem seu papel enorme e muitas
vezes nefasto.
O erro geralmente é subestimado, por falta de
consciência de que sua fonte está no próprio conhecimento
e de que ele constitui uma ameaça em toda e qualquer vida
e por toda a vida.
O erro é inseparável do conhecimento
humano, pois todo conhecimento é uma tradução seguida
por uma reconstrução. Ora, toda tradução, como toda
reconstrução, comporta risco de erro. A começar pelo
conhecimento dos sentidos, como a percepção visual: nossa
retina é estimulada por fótons e os traduz, segundo um
código binário, numa mensagem que é transmitida pelo
nervo óptico, reconstruída e logo transformada pelo cérebro
em percepção.
Ora, a percepção pode ser insuficiente (miopia,
presbiopia, surdez), pode ser perturbada pelo ângulo de
visão, pela distração, pela rotina e, sobretudo, pela emoção.
Por exemplo, os testemunhos sobre um acidente de
automóvel frequentemente são muito diferentes e até
opostos. É assim que nossas melhores testemunhas, nossos
sentidos, também podem se enganar.
Ideias e teorias são reconstruções intelectuais que
podem ser não só errôneas, mas ilusórias. Ademais, a
memória é outra fonte de erro, porque reconstrução de uma
construção que deixou sua marca cerebral. Quantos erros
involuntários nas reminiscências e lembranças!
A comunicação também é fonte de erro, como
indicou Shannon. Entre o emissor e o receptor, o malentendido e o mal compreendido podem até se tornar
origem de conflito.
As decisões errôneas tomadas nas incertezas e nos
riscos da vida podem provocar as piores consequências. A
mentira é, evidentemente, fonte de erro quando nela se
acredita. Mas a pior mentira, que só pode encontrar
antídoto na mente autocrítica, é aquela que o inglês chama
self deception, o autoengano: somos ao mesmo tempo
enganadores e enganados. Esse fenômeno, muito corrente,
esconde de nós mesmos verdades pouco lisonjeiras,
vergonhosas ou incômodas.
Fonte: Revista Brasileira. 2024. Adaptado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
De onde vem o erro?
Desde o nascimento, a adaptação ao mundo exterior
se dá por tentativa e erro. Isso prossegue ao longo da vida.
O conhecimento não se constrói sem risco de erro.
No entanto, esse desempenha papel positivo quando é
reconhecido, analisado e superado. “O espírito científico se
constitui com base num conjunto de erros retificados”,
escrevia Bachelard.
Os erros nos educam quando tomamos consciência
deles, mas não nos ensinam suas fontes múltiplas e
permanentes, não nos dizem seu papel enorme e muitas
vezes nefasto.
O erro geralmente é subestimado, por falta de
consciência de que sua fonte está no próprio conhecimento
e de que ele constitui uma ameaça em toda e qualquer vida
e por toda a vida.
O erro é inseparável do conhecimento
humano, pois todo conhecimento é uma tradução seguida
por uma reconstrução. Ora, toda tradução, como toda
reconstrução, comporta risco de erro. A começar pelo
conhecimento dos sentidos, como a percepção visual: nossa
retina é estimulada por fótons e os traduz, segundo um
código binário, numa mensagem que é transmitida pelo
nervo óptico, reconstruída e logo transformada pelo cérebro
em percepção.
Ora, a percepção pode ser insuficiente (miopia,
presbiopia, surdez), pode ser perturbada pelo ângulo de
visão, pela distração, pela rotina e, sobretudo, pela emoção.
Por exemplo, os testemunhos sobre um acidente de
automóvel frequentemente são muito diferentes e até
opostos. É assim que nossas melhores testemunhas, nossos
sentidos, também podem se enganar.
Ideias e teorias são reconstruções intelectuais que
podem ser não só errôneas, mas ilusórias. Ademais, a
memória é outra fonte de erro, porque reconstrução de uma
construção que deixou sua marca cerebral. Quantos erros
involuntários nas reminiscências e lembranças!
A comunicação também é fonte de erro, como
indicou Shannon. Entre o emissor e o receptor, o malentendido e o mal compreendido podem até se tornar
origem de conflito.
As decisões errôneas tomadas nas incertezas e nos
riscos da vida podem provocar as piores consequências. A
mentira é, evidentemente, fonte de erro quando nela se
acredita. Mas a pior mentira, que só pode encontrar
antídoto na mente autocrítica, é aquela que o inglês chama
self deception, o autoengano: somos ao mesmo tempo
enganadores e enganados. Esse fenômeno, muito corrente,
esconde de nós mesmos verdades pouco lisonjeiras,
vergonhosas ou incômodas.
Fonte: Revista Brasileira. 2024. Adaptado.
I. A substituição de “sobre” (segundo período do 5º parágrafo) por “acerca de” manteria o sentido e a correção gramatical do trecho.
II. A substituição de “mundo” (1º parágrafo) por “vida” e, por consequência, do “ao” que o antecede por “a”, permitiria, de modo facultativo, o emprego do acento indicativo da crase (“a/à vida”).
III. A substituição de “nela” (segundo período do último parágrafo) por “dela” manteria o sentido e a correção gramatical do excerto.
Está CORRETO o que se afirma:
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Questão presente nas seguintes provas
Quanto às classes de palavras, assinalar a alternativa
cujo termo sublinhado é uma conjunção.
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