Foram encontradas 308 questões.
“As pessoas veem a destruição dos postos de trabalho, mas não veem as profissões do futuro.”
O singular da forma verbal “veem” é:
Provas
Observe, com atenção, a tirinha a seguir:

https://www.google.com
Só não se pode afirmar:
Provas
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 4.
Mulher contemporânea: perspectivas, conquistas e desafios.
Falar sobre a atuação da mulher no mercado de trabalho já deixou de ser tabu há muito tempo, porém o tema ainda deve ser pauta de alta relevância dentro das empresas. A conquista plena de respeito e equidade de gênero no universo corporativo, a cada dia, desperta maior consciência e representatividade no cenário empresarial.
Segundo relatório do Fórum Econômico Mundial, a igualdade de gêneros só será possível em 2095. E o Brasil é o penúltimo das Américas, ficando à frente apenas do Chile no ranking de países com igualdade de salários entre homens e mulheres.
Dados apresentados em pesquisas sobre a participação da mulher no mercado de trabalho brasileiro por diversos órgãos e institutos - como o IBGE, o Ministério do Trabalho, o Cadastro Geral de Emprego e Desemprego -, e a relação anual de informações sociais comprovam que a presença feminina no mercado formal, em 2016, atingiu 44%, mas a representatividade diminui na medida em que aumenta o nível hierárquico, chegando a apenas 37% nos cargos de liderança, mesmo tendo as mesmas ou maiores responsabilidades que seus colegas do sexo masculino e trabalhando a mesma ou maior carga horária semanal, com remuneração menor.
Essa diferença não muda quando se adiciona o fator educação, já que os homens sempre ganham mais, sem importar o tempo de estudo. As pesquisas relatam, ainda, que a renda feminina tem sido o sustento de diversos domicílios brasileiros. Em 2015, por exemplo, esse número subiu para 40%. Outro dado é do Índice Global Gender Gap, do Fórum Econômico Mundial, que estuda a igualdade de gênero de 144 nações, desde 2006, analisando as desigualdades entre homens e mulheres.
Considerando-se dados relacionados a trabalho, saúde, educação e política, as mulheres representam, nas empresas, 59,9% dos estagiários e apenas 13,6% das vagas executivas. Mesmo com desafios maiores, a grande parte das mulheres batalha diariamente para manter ou, até mesmo, criar seu espaço nas empresas.
Por outro lado, em alguns países, essa diferença já foi superada. No topo da lista do índice de igualdade de gênero de 2017 estão Islândia, Noruega e Finlândia. A Islândia já completou nove anos ocupando o primeiro lugar. O Brasil ficou em 76º. É por essa e por outras várias razões que falar sobre equidade de gênero não é um papo apenas para o mês de março, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher.
É preciso que o mercado corporativo contemporâneo não faça distinção de gênero, já que todas as mulheres e todos os homens têm potencial para evoluir e competir por melhores oportunidades, dependendo, apenas, das capacidades e competências de cada um.
O equilíbrio entre a vida profissional e pessoal é a base fundamental, independentemente do gênero. Nesse cenário, faz-se necessária a disruptura do conflito entre tarefas de dentro e de fora do emprego, sem acumular sentimento de culpa com relação ao cumprimento das obrigações profissionais e as tarefas pessoais.
A situação das mulheres ainda não é a ideal - longe disso! Contudo, não podemos desconsiderar os grandes avanços que ocorreram durante todos esses anos e as transformações do mercado, que se espera que continuem acontecendo. Atualmente, mesmo com tantas diferenças, a mulher já possui grande influência na sociedade e no mercado de trabalho. [...]
Eusélia Paveglio Vieira Professora, integrante da Comissão de Estudos CRCRS Mulher https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/cadernos/jc_contabilidade/2019/03/672728-mulher-contemporanea-perspectivas-conquistas-e-desafios.html80
“Por outro lado, em alguns países, essa diferença já foi superada.” 6º§
A forma infinitiva do verbo destacado é:
Provas
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 4.
Mulher contemporânea: perspectivas, conquistas e desafios.
Falar sobre a atuação da mulher no mercado de trabalho já deixou de ser tabu há muito tempo, porém o tema ainda deve ser pauta de alta relevância dentro das empresas. A conquista plena de respeito e equidade de gênero no universo corporativo, a cada dia, desperta maior consciência e representatividade no cenário empresarial.
Segundo relatório do Fórum Econômico Mundial, a igualdade de gêneros só será possível em 2095. E o Brasil é o penúltimo das Américas, ficando à frente apenas do Chile no ranking de países com igualdade de salários entre homens e mulheres.
Dados apresentados em pesquisas sobre a participação da mulher no mercado de trabalho brasileiro por diversos órgãos e institutos - como o IBGE, o Ministério do Trabalho, o Cadastro Geral de Emprego e Desemprego -, e a relação anual de informações sociais comprovam que a presença feminina no mercado formal, em 2016, atingiu 44%, mas a representatividade diminui na medida em que aumenta o nível hierárquico, chegando a apenas 37% nos cargos de liderança, mesmo tendo as mesmas ou maiores responsabilidades que seus colegas do sexo masculino e trabalhando a mesma ou maior carga horária semanal, com remuneração menor.
Essa diferença não muda quando se adiciona o fator educação, já que os homens sempre ganham mais, sem importar o tempo de estudo. As pesquisas relatam, ainda, que a renda feminina tem sido o sustento de diversos domicílios brasileiros. Em 2015, por exemplo, esse número subiu para 40%. Outro dado é do Índice Global Gender Gap, do Fórum Econômico Mundial, que estuda a igualdade de gênero de 144 nações, desde 2006, analisando as desigualdades entre homens e mulheres.
Considerando-se dados relacionados a trabalho, saúde, educação e política, as mulheres representam, nas empresas, 59,9% dos estagiários e apenas 13,6% das vagas executivas. Mesmo com desafios maiores, a grande parte das mulheres batalha diariamente para manter ou, até mesmo, criar seu espaço nas empresas.
Por outro lado, em alguns países, essa diferença já foi superada. No topo da lista do índice de igualdade de gênero de 2017 estão Islândia, Noruega e Finlândia. A Islândia já completou nove anos ocupando o primeiro lugar. O Brasil ficou em 76º. É por essa e por outras várias razões que falar sobre equidade de gênero não é um papo apenas para o mês de março, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher.
É preciso que o mercado corporativo contemporâneo não faça distinção de gênero, já que todas as mulheres e todos os homens têm potencial para evoluir e competir por melhores oportunidades, dependendo, apenas, das capacidades e competências de cada um.
O equilíbrio entre a vida profissional e pessoal é a base fundamental, independentemente do gênero. Nesse cenário, faz-se necessária a disruptura do conflito entre tarefas de dentro e de fora do emprego, sem acumular sentimento de culpa com relação ao cumprimento das obrigações profissionais e as tarefas pessoais.
A situação das mulheres ainda não é a ideal - longe disso! Contudo, não podemos desconsiderar os grandes avanços que ocorreram durante todos esses anos e as transformações do mercado, que se espera que continuem acontecendo. Atualmente, mesmo com tantas diferenças, a mulher já possui grande influência na sociedade e no mercado de trabalho. [...]
Eusélia Paveglio Vieira Professora, integrante da Comissão de Estudos CRCRS Mulher https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/cadernos/jc_contabilidade/2019/03/672728-mulher-contemporanea-perspectivas-conquistas-e-desafios.html80
“Falar sobre a atuação da mulher no mercado de trabalho já deixou de ser tabu há muito tempo (...).” 1º§
Marque a alternativa que não corresponde ao sentido do termo destacado na frase acima:
Provas
Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 4.
Mulher contemporânea: perspectivas, conquistas e desafios.
Falar sobre a atuação da mulher no mercado de trabalho já deixou de ser tabu há muito tempo, porém o tema ainda deve ser pauta de alta relevância dentro das empresas. A conquista plena de respeito e equidade de gênero no universo corporativo, a cada dia, desperta maior consciência e representatividade no cenário empresarial.
Segundo relatório do Fórum Econômico Mundial, a igualdade de gêneros só será possível em 2095. E o Brasil é o penúltimo das Américas, ficando à frente apenas do Chile no ranking de países com igualdade de salários entre homens e mulheres.
Dados apresentados em pesquisas sobre a participação da mulher no mercado de trabalho brasileiro por diversos órgãos e institutos - como o IBGE, o Ministério do Trabalho, o Cadastro Geral de Emprego e Desemprego -, e a relação anual de informações sociais comprovam que a presença feminina no mercado formal, em 2016, atingiu 44%, mas a representatividade diminui na medida em que aumenta o nível hierárquico, chegando a apenas 37% nos cargos de liderança, mesmo tendo as mesmas ou maiores responsabilidades que seus colegas do sexo masculino e trabalhando a mesma ou maior carga horária semanal, com remuneração menor.
Essa diferença não muda quando se adiciona o fator educação, já que os homens sempre ganham mais, sem importar o tempo de estudo. As pesquisas relatam, ainda, que a renda feminina tem sido o sustento de diversos domicílios brasileiros. Em 2015, por exemplo, esse número subiu para 40%. Outro dado é do Índice Global Gender Gap, do Fórum Econômico Mundial, que estuda a igualdade de gênero de 144 nações, desde 2006, analisando as desigualdades entre homens e mulheres.
Considerando-se dados relacionados a trabalho, saúde, educação e política, as mulheres representam, nas empresas, 59,9% dos estagiários e apenas 13,6% das vagas executivas. Mesmo com desafios maiores, a grande parte das mulheres batalha diariamente para manter ou, até mesmo, criar seu espaço nas empresas.
Por outro lado, em alguns países, essa diferença já foi superada. No topo da lista do índice de igualdade de gênero de 2017 estão Islândia, Noruega e Finlândia. A Islândia já completou nove anos ocupando o primeiro lugar. O Brasil ficou em 76º. É por essa e por outras várias razões que falar sobre equidade de gênero não é um papo apenas para o mês de março, quando se comemora o Dia Internacional da Mulher.
É preciso que o mercado corporativo contemporâneo não faça distinção de gênero, já que todas as mulheres e todos os homens têm potencial para evoluir e competir por melhores oportunidades, dependendo, apenas, das capacidades e competências de cada um.
O equilíbrio entre a vida profissional e pessoal é a base fundamental, independentemente do gênero. Nesse cenário, faz-se necessária a disruptura do conflito entre tarefas de dentro e de fora do emprego, sem acumular sentimento de culpa com relação ao cumprimento das obrigações profissionais e as tarefas pessoais.
A situação das mulheres ainda não é a ideal - longe disso! Contudo, não podemos desconsiderar os grandes avanços que ocorreram durante todos esses anos e as transformações do mercado, que se espera que continuem acontecendo. Atualmente, mesmo com tantas diferenças, a mulher já possui grande influência na sociedade e no mercado de trabalho. [...]
Eusélia Paveglio Vieira Professora, integrante da Comissão de Estudos CRCRS Mulher https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/cadernos/jc_contabilidade/2019/03/672728-mulher-contemporanea-perspectivas-conquistas-e-desafios.html80
No texto lido, a função da linguagem predominante é a denotativa, pois:
Provas
Na gestão por processos, aqueles que incluem as ações de medição e ajuste do desempenho das organizações, sendo subdivididos em direcionamento, monitoração e de negociação, são chamados de:
Provas
Matriz SWOT é uma ferramenta de autoconhecimento para as organizações que permite uma análise do contexto atual e a melhor estratégia para traçar um plano de ação. Através dela é possível identificar ameaças e oportunidades de uma organização. Sobre as oportunidades e ameaças de uma organização é possível afirmar que:
Provas
- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: PlanejamentoPlanejamento Estratégico, Tático e OperacionalPlanejamento Estratégico
- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: PlanejamentoPlanejamento e Estratégia
A gestão estratégica ocupa uma posição de extrema importância na administração das empresas por servir como um elemento de gestão organizacional e competitividade. A organização, a partir de sua visão de futuro, da análise dos ambientes interno e externo e da sua missão institucional, deve formular suas estratégias, desdobrá-las em planos de ação e acompanhar sua implementação. Para fins de estratégia organizacional, o desenvolvimento de processos, técnicas e atitudes administrativas que possibilitem avaliar as implicações futuras de decisões presentes, de modo a reduzir a incerteza envolvida no processo decisório e, consequentemente, aumentar a probabilidade de alcance dos objetivos e desafios estabelecidos pela e para a organização, maximizando resultados e minimizando deficiências traduz o conceito de:
Provas
O diagrama de Ishikawa, também conhecido como diagrama de causa e efeito, é uma importante ferramenta de qualidade e tem como objetivo identificar as possíveis causas de um problema e os seus efeitos relacionando todas as possibilidades que possam ter contribuído para sua ocorrência. Assinale a única alternativa que não apresenta um dos fatores considerados no referido diagrama:
Provas
Negociação é o processo de tomar decisões conjuntas quando as partes envolvidas têm preferências ou interesses diferentes. Assinale a alternativa que não apresenta uma afirmação correta sobre a negociação:
Provas
Caderno Container